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A Revanche
Hoje, em particular estamos contentes. Hoje é sábado e o dia está muito bonito, ensolarado, o calor é forte. Meu nome é Annita. Já é fim de tarde e estamos indo, eu e Sandra, minha companheira à quase um ano, a uma festa na cidade onde moro, no Interior do estado, estas festas típicas, com rodeios, danças, etc...
Eu sou uma mulher independente, tanto financeiramente como emocionalmente, tenho 23 anos, tenho cabelos louros, curtos, olhos azuis, 1,70 de altura, 50 kg, seios fartos. Modéstia à parte, sou muito bonita, a ponto de ser assediada em todos os lugares que vou ou que freqüento... Sandra é uma mulher elegante, 1,75m, olhos castanhos, cabelos castanhos, longos, abaixo do ombro, feições suaves, muito simpática e de sorriso fácil. Ela é advogada e tem um escritório na capital. Eu a conheci a aproximadamente um ano, em uma boate , onde costumo freqüentar com alguns amigos... É uma boate gls. Vivemos muito intensamente nossa relação, apesar do preconceito da sociedade. Somos discretas com relação a isso.
Somos da Capital, e eu vim para esta cidade, pois estou montando uma loja em um shopping aqui da região. O prédio está em construção ainda, e eu resolvi vir para cá assim mesmo, pois consigo me concentrar mais ao meu trabalho, e também consigo mais contatos com fornecedores aqui da região, bem como a regularização de documentação junto aos órgãos públicos. Apesar dessa minha opção atual, eu já fui casada com um homem, Renato é o nome dele, de quem por sinal, tenho uma filhinha de 5 anos, a Juliana.
Vamos retroceder um pouco no tempo.
Eu tinha 17 anos de idade, namorava Renato, 19 anos, um rapaz alegre, bonito, simpático, o namorado que toda garota gostaria de ter! Saíamos juntos constantemente, íamos à praia, em casa dos pais de Renato. Começamos a ter relações sexuais às escondidas, pois eu ainda era menor de idade...
Com sete meses de namoro, veio o inesperado! Eu tinha engravidado de Renato! O mundo caiu sobre nossas cabeças, meus pais não se conformavam, os pais de Renato não acreditavam.
Fomos obrigados a nos casar! Eu, justo eu que tinha uma vida inteira pela frente, tive que dar uma mudança radical nos meus planos, nos meus hábitos. Estava acostumada com uma liberdade que não teria mais...
Na primeira semana, logo após o casamento, comecei a entrar em depressão, chorava o dia inteiro, não conseguia dormir se não fosse a base de calmantes... Fiquei tão descontrolada, que passei a mão em uma tesoura, e cortei todo o meu cabelo, que naquela época, chegava quase em minha cintura, e que todo mundo elogiava... Deixei-o um pouco acima dos ombros... Passaram-se 3 meses e eu cada dia mais deprimida, olhei no espelho, não estava me reconhecendo, minha barriga já estava se formando, foi a gota dágua que faltava! Novamente com a tesoura na mão, comecei a cortar o meu cabelo como uma insana, não enxergava o que estava fazendo. Renato chegou a noite do trabalho. Ele trabalhava com o pai dele, ajudando-o nos negócios, e me viu na cama, chorando novamente, toda coberta com um lençol. Chegou junto à cama, e me chamando com carinho, descobriu minha cabeça. Renato ficou ali, parado, me olhando espantado. No dia seguinte me levou a uma cabeleireira, para tentar acertar o que eu tinha feito, tinha estragado o meu cabelo completamente... Quando sai da cabeleireira, parecia um rapazinho, de tão curto que ficou meu cabelo...Desde então, nunca mais consegui deixar que ele crescesse...
O tempo passou, e apesar de todos os problemas que tive, Juliana nasceu forte e saudável. Nos primeiro meses, meu casamento com Renato, foi relativamente bem. Eu disse relativamente, por que eu coloquei na minha cabeça, que casamento era privar-se de liberdade, e isso era o que eu mais gostava: liberdade...E no meu pensamento, essa eu tinha perdido.
Algum tempo se passou, Juliana foi crescendo, e eu continuei meus estudos. Começaram a ocorrer situações que nunca haviam me passado pela cabeça.... Eu comecei a ser assediada por uma colega da faculdade, de nome Eliana. No começo, achei estranho as atitudes de Eliana, ela era sempre atenciosa comigo, ficava sempre perto de mim, mas depois, comecei a dar asas a minha imaginação, e comecei a retribuir os assédios com freqüência, ser mais atenciosa com Eliana... Começamos a trocar carícias. Veio o primeiro beijo, inesquecível, forte, cheio de paixão. Começamos a nos encontrar intimamente... Renato não desconfiava, pois ele gostava muito da Eliana. Eles se conheceram quando um certo dia, ele foi me buscar na faculdade.
A partir daí, meu casamento começou a desmoronar: não conseguia mais me concentrar em Renato, sempre o evitava, e a situação ficou insustentável. Nos separamos. Juliana estava então com dois aninhos... Meu relacionamento com Eliana durou apenas mais alguns meses, ela já estava em outra, e resolvemos dar um tempo... Foi aí que conheci Sandra...
Voltemos para o presente... Estamos indo para a festa da cidade, vestidas a caráter, com calças jeans super-justas, camisas de manga comprida, botas e chapéus. Estamos muito descontraídas, conversando sobre banalidades...
Chegamos ao local da festa, onde estacionamos o carro, e fomos seguindo, caminhando lentamente e conversando sobre as coisas que vemos, as pessoas... Por sermos pessoas de fora da cidade, acho que o pessoal percebe isso, e nos olham, principalmente os rapazes de uma maneira que transparece tudo o que se passa na cabeça deles, ou seja, sexo!!! Sandra não estava gostando muito, principalmente por que os carinhas não tiravam os olhos de mim, e ela era um pouco possessiva, apesar de sempre negar esse fato de ser ciumenta.
Para provocá-la, eu disse que os caras só estavam olhando pra mim. Ela retrucou, dizendo que não, que eles estavam olhando para as duas... Passaram mais dois, três, quatro rapazes! Voltei novamente à carga:
- Você viu como eles me olham? Quem sabe eu não vá dar uma voltinha com um gatinho desses ainda hoje? provoquei Sandra, querendo ver a reação dela.
Sandra me olhou, como nunca havia me olhado antes, um olhar de fúria... Confesso que fiquei com medo!!! Ela disse:
- Aposto que eu saio com algum carinha desta festa, bem antes de você, engraçadinha!! E olha que você sabe que eu nem gosto muito disso!! - disse ela, referindo-se aos homens.
Comecei a rir, o jeito com que ela falou foi muito engraçado, e o mais engraçado ainda, é que ela não era mesmo chegada a homens!! Mas, aí que ela ficou mais nervosa, com as minhas gargalhadas:
- Você duvida? ela disse.
E eu respondi, já quase sem fôlego:
- Claro que duvido, San! Acho que você não sabe nem como se faz para conquistar um homem! - E dei novas gargalhadas...
- É o que veremos então! respondeu ela - Está valendo o quê? perguntou.
E eu já me recompondo respondi:
- O que você quiser, querida, o que você quiser! respondi eu, cheia de confiança.
- Então está fechado! ela disse, virando as costas para mim, e se afastando com o nariz empinado, em passos rápidos.
Fui andando lentamente em direção da arena do rodeio, pensando se não tinha exagerado nas provocações. Estava um pouco arrependida da brincadeira, do modo como tinha falado com ela. Durante algumas horas, não consegui ver Sandra, então, comecei a me entreter com o rodeio, comprei uma cerveja, pois a noite estava quentíssima. Vários carinhas vieram em minha direção, tentaram puxar conversa, mas eu não conseguia me concentrar na paquera. Não estava a fim... Além do que, a maioria deles eram uns babacas, não tinham muito assunto para conversar.
Olhei no relógio, e já era por volta de 11:30 hs... Comecei a ficar preocupada com Sandra, pois desde que eu a tinha provocado, não tinha mais a visto... Passaram-se mais uns 15 minutos e eis que surge, para minha surpresa e espanto, Sandra, com um rapaz lindérrimo!! O cara era alto, forte, olhos azuis, cabelos penteados para traz e usava um cavanhaque bem aparado... Ela passou por mim, e dizendo apenas, ``Até amanhã´´, deixou a chave do carro na minha mão e foi embora, abraçada com o sujeito!!! Eu estava de boca aberta! Demorei acho que uns cinco minutos para sair do meu estado hipnótico...
Fiquei na festa acho que mais uns 20 minutos, mas como já não conseguia concentrar-me mais, fui embora para casa, resmungando comigo mesma, de como tinha sido burra, de tê-la provocado daquele jeito...
- No fim, tá vendo? Acabou ficando na mão! disse para mim mesmo. Não querendo mais pensar no assunto. Cheguei em casa, tomei um banho e fui dormir, curtir a solidão de uma situação que eu mesma provoquei...
Acordei com um sobressalto, com um barulho na sala. O dia já havia amanhecido, o sol já estava alto e eu olhei para o relógio: eram 10:30 hs, da manhã do Domingo... De repente uma voz me chama... Era Sandra...
- Annita, meu amor, cheguei!
Coloquei meu roupão e sai do quarto, com cara de poucos amigos. Sandra estava na cozinha, bebendo um copo de suco, e olhando para mim, apenas disse:
- Ganhei! - virou as costas e foi para o quarto, de onde só saiu depois à noite. Apesar da raiva que sentia, não fui atrás dela, pedir algum tipo de satisfação, pois eu que tinha provocado a situação.
Não queria dar o braço a torcer e ficar fazendo perguntas, pois com certeza, ela iria se aproveitar da situação e dar muita risada da minha cara! E o pior é que eu estava com a minha curiosidade me matando!
Ao cair da noite, Sandra acordou, levantou-se, tomou um banho. Ao sair do banho, conversamos algumas coisas sem importância.
``Eu não vou dar esse gostinho a ela!´´ - Pensava eu com meus botões.
Finalmente, ela levantou-se, veio até onde eu estava me puxou pelos braços, me deu um beijo longo, carinhoso, como a muito tempo ela não dava, e disse:
- Vou embora, amor! Já está ficando tarde, e eu não gosto de pegar estrada altas horas da noite! Prometo que no final de semana que vem, eu ficarei mais tempo com você, faremos um final de semana inesquecível! Temos que compensar esse tempo perdido! deu uma risadinha, um beijinho em meus lábios, e foi embora! Novamente me deu aquela sensação de torpor, parecia que estava hipnotizada...
A semana iniciou tranqüila, sem muitas novidades. Para passar o tempo, como não tenho condições de comprar equipamentos para minha loja, só farei isso depois que o shopping ficar pronto, utilizo a internet de um café situado próximo à construção. Uma das minhas maiores paixões é navegar pela internet, fazer pesquisas, conversar com pessoas... As horas passam muito rapidamente, quando estou navegando, e me ajuda combater um outro vilão: a solidão!!
Apesar de estar naquela cidade sozinha por opção, fico morrendo de saudades dos meus pais, do meu irmão, de Sandra e principalmente da minha princesinha, a Juliana, hoje com cinco anos, que fica na casa de meus pais. Não sei se por carência afetiva, ou algo parecido, comecei a freqüentar alguns sites de relacionamento, conhecer pessoas pela internet. Conheci uma pessoa que me encantou! Seu nome é Cláudia e ela mora na capital. Conversamos todos os dias pela internet, escrevemos besteiras, trocamos intimidades, fotos. Eu tenho umas fotos que fiz com Sandra, tiradas por uma amiga nossa que é fotografa, em um imóvel abandonado perto da minha casa. Sempre tivemos vontade de tirar fotos eróticas, temos apetrechos sado-masoquistas, algemas, vibradores, roupas em couro, muito sensuais por sinal e apesar do nosso amadorismo frente a lente da máquina, as fotos saíram muito boas!! O difícil foi segurar o libido, o tesão enquanto estávamos tirando as fotos!! A Flávia, que é a fotógrafa, também ficou excitadíssima com as fotos. Prometemos que faríamos outras sessões. Enviei essas fotos para Cláudia, apesar de ficar com medo de assustá-la. Ela adorou as fotos! Disse que nunca tinha visto nada tão sensual! A verdade é que a Cláudia está conseguindo provocar meus sentimentos, apesar de ela ser virtual...
A semana passava rapidamente, tudo transcorrendo na mais absoluta ordem...Até que chegou a sexta-feira! Logo pela manhã o calor era muito forte, e o sol brilhava intensamente. Comecei o dia com muito bom humor, tomei o meu café da manhã, e sai para resolver alguns assuntos referentes à loja, ir ao banco, etc. Almocei e fui para o café, passar o tempo na internet. Fiquei conversando com Cláudia, trocamos muitas idéias, muitas intimidades. Eu confesso que ela mexe muito comigo. No final da tarde, nos despedimos e fui para casa.
Chegando em casa, para minha alegria, estava o carro de Sandra na garagem. Guardei meu carro ao lado do carro dela, e entrei correndo, pois estava morrendo de saudades. Ela me recebeu com um beijo e um abraço que pareciam que iria durar uma eternidade! Começamos conversar sobre as novidades, sobre a semana que passou, enfim, tirar o atraso nos assuntos. Fomos para a cozinha, tomar um suco e preparar alguma coisa para Sandra comer, pois a viagem demora umas oito horas, e ela com certeza, estava com fome.
Comemos, e estávamos colocando as fofocas em dia, quando de repente, ela disse:
- Não esqueci a nossa aposta...
Eu falei:
- Eu sei que não... Eu perdi, você tem todo o direito de cobrar...
- Você se lembra dos termos da aposta? ela perguntou.
- Claro! Eu te falei que o ganhador poderia escolher o que quisesse! Eu disse, contrariada.
- O que EU quiser mesmo! disse Sandra, com cara de deboche.
- Já falei que sim! Falei, com visível irritação, e fui para o quarto.
Quando cheguei ao quarto, vi as malas de Sandra, eram duas, uma mala grande, com suas roupas, e outra um pouco menor... Fiquei pensando comigo o por que de duas malas apenas para um fim de semana... Dei de ombros, peguei minhas coisas e fui tomar um banho.
Ao sair do banho, Sandra estava no quarto. Ela já tinha trocado sua roupa, estava apenas com um hobbie de seda estampado e chinelos. Pensei que iria tomar um banho também, quando ela voltou-se para mim e disse, com um sorriso estranho nos lábios:
- Você vai pagar o que me deve agora!
- A hora que você quiser, eu sempre cumpro com minha palavra digo! Eu afirmei, já um tanto que irritada.
- Eu quero que você fique nua, e sente nesta cadeira. disse ela, puxando uma cadeira que estava no canto do quarto. Era uma cadeira de madeira, forte, pesada, muito antiga, bem larga e com braços altos. Sandra colocou a cadeira, de forma com que eu ficasse de costas para a cama e para a penteadeira que estava ao lado, e de frente para a parede.
- O que você vai fazer? perguntei.
- Não fale nada, apenas faça o que eu digo!! falou ela com altivez e arrogância. Uma das coisas que me deixava excitada com Sandra, era isso, a sua arrogância. Naquele momento ela era dominadora, e eu, a dominada!
Tirei a minha saída-de-banho, enquanto Sandra tirava algumas coisas de dentro de sua mala pequena: cordas, um rolo de esparadrapo bem largo, um vibrador, enfim, vários objetos... Eu fiquei imaginando o quão seria prazeiroso aquele castigo, o quão prazeiroso seria uma noite de amor e sexo...
Já totalmente nua, sentei-me na cadeira. Sandra veio até mim, segurou-me na cabeça e deu-me um longo beijo... Foi descendo seus lábios pelo meu pescoço, pelos meus seios... Deu uma mordiscada no meu seio direito, que me fez dar um gritinho de dor e de prazer. Eu estava totalmente hipnotizada, totalmente a sua mercê... Suas mão estava em minha barriga, e foi descendo, até chegar a minha xaninha, totalmente lisinha e depilada, a qual eu conservo assim, limpinha sem nenhum pelinho. Detesto pêlos nesta região e mensalmente vou fazer uma visita a minha depiladora.
Sandra deu um beijo no meu umbigo, e desceu até a minha gruta, já entumecida e molhada. Passou a língua de leve, levantou-se e foi até a cama onde pegou as cordas. Eu comecei a imaginar o que ela iria fazer... Só de pensar, eu já estava explodindo de tesão, meu coração estava acelerado. Sandra amarrou meus tornozelos nas pernas da cadeira, de modo que minhas pernas ficaram bem abertas. Depois começou a amarrar os meus braços. Fiquei a olhá-la com curiosidade, e ela retribuía o olhar com um sorriso um tanto que sarcástico. Aquele olhar e aquele sorriso me deixavam intrigada e muito nervosa. Já não conseguia mexer os braços e as pernas, e ela começou passar a corda pelo meu tórax, primeiro, na minha barriga, acima do meu estomago, e depois, logo acima dos meus seios, passando por baixo de minhas axilas.
- Não precisa apertar tanto! eu disse, pois as cordas estavam esmagando meus seios. Ela novamente, com o seu ar dominador, colocou o dedo indicador em riste sobre os lábios, me pedindo silêncio. Novamente obedeci, passiva.
Sandra terminou de me imobilizar, foi até o aparelho de som e colocou um cd, que também havia trazido... Começou a tirar o roupão e ficou dançando na minha frente, devagar, com delicadeza e sensualidade...
Isto para mim estava sendo uma tortura! ``Até onde ela queria chegar?´´ Eu pensei.
Ela se aproximou, e começou esfregar os seus seios na minha boca. De vez em quando, passava sua língua, ora na minha boca, ora nos meus seios, e dedilhava a minha xaninha sem pêlos. Eu estava em estado de tensão total, o tesão aflorando na pele. O cheiro de sexo pairava no ar, um cheiro denso, quase palpável. Ela pegou o vibrador nas mãos e continuou sua dança erótica, de vez em quando colocando o vibrador na boca, molhando-o com sua língua. Durante a sua performance, Sandra levou o objeto até a sua vagina, introduzindo-o todo, ao ritmo de sua dança. Ela fazia movimentos rítmicos colocando e tirando repetidamente, vagarosamente. Ela veio até junto a cadeira, ajoelhou-se e começou a mordiscar e a mamar vigorosamente os meu seios, ao mesmo tempo em que ligava o vibrador. Sandra teve fortes espasmos ao gozar, gemeu alto, seu corpo amoleceu. Ela tirou o vibrador de dentro do seu corpo, passou pelos meus lábios provocativamente, perguntou:
- Você quer também? aquilo era demais pra mim! Fechei meus olhos, e murmurando já sem forças:
- Quero, amor...Quero!
Sandra encostou a ponta do objeto, na entrada da minha vagina, eu tentava me ajeitar para facilitar a penetração, e ela começou a inserir o objeto bem devagar. Enfiou até o fim, começando um movimento de vai-e-vem. Colou seus lábios aos meus, beijando-me ardentemente, sua língua procurando avidamente pela minha. Foi quando atingi finalmente o orgasmo, um orgasmo intenso, que me estremeceu o corpo, tirando meu fôlego e minhas forças. Sandra então, tirou os seus lábios, separando-os do meu e disse-me tirando também o vibrador de minha vagina:
- Agora vamos para o ato final!
Eu sem condições de raciocínio, com os olhos fechados, meu corpo ainda entorpecido, deitei minha cabeça para trás, apoiando-a no encosto da cadeira ``Ainda tem mais?´´ pensei eu, tentando imaginar o que estava por vir ainda.
Sandra foi novamente mexer nos seus apetrechos. Eu estava ali, na cadeira, inerte, longe com meus pensamentos, ainda me deliciando com os últimos minutos naquele quarto. Sandra veio até onde eu estava, pois eu estava impossibilitada de fazer um único movimento que não fosse o da minha cabeça. Tive vontade de pedir para que ela me soltasse, pois as cordas machucavam o meu corpo, já aparecendo marcas e deixando-o com manchas avermelhadas, mas não o fiz, talvez, silenciada pela curiosidade, pelo que estava por acontecer. Sandra estava com um lenço na sua mão direita, e, encostando seus lábios bem pertos do meu rosto, murmurou:
- Abra essa boca gostosinha, amor!
- Para quê? eu sussurrei.
Ela, dando um beijo em meus lábios disse:
- É para você não fazer mais perguntas, e para ninguém ouvir os seus urros de prazer!!
Mesmo sem entender, abri a minha boca, onde ela rapidamente inseriu o lenço. Depois de coloca-lo, ela pegou o esparadrapo, e cortando um grande pedaço, colocou-o de forma a cobrir a minha boca, privando-me de mais um movimento. Agora minha curiosidade estava aguçadíssima, mil perguntas vinham a minha mente.
Sandra foi ao banheiro, e trouxe uma pequena bacia, com água morna, e toalhas. Eu a seguia com os olhos, até onde meu pescoço conseguia virar, e a vi, com o rabo de olho, ela colocar a bacia sobre o criado mudo, puxando-o para perto de onde eu estava. Mexia em seus apetrechos, e pegou um objeto metálico, que eu não consegui identificar o que era. Eu queria enche-la de perguntas, já estava arrependida de tê-la deixado me amordaçar, tentei falar, mas só emiti sons ininteligíveis.
- Prontinho! ela disse Vamos começar a festa!
Ela aproximou-se novamente, com o vibrador na mão, e começou a inserí-lo mais uma vez na minha xaninha, bem lentamente, até ele desaparecer quase por completo...
Depois ela posicionou à minhas costas, e disse, ligando um aparelho, o qual, pelo barulho, eu logo identifiquei, e disse:
- Não se mexa agora, para você não se machucar!!
Eu arregalei meus olhos, tentei me mexer, tentei gritar!!!! Era o barulho de uma máquina para cortar cabelo!!! Agora eu estava começando a entender tudo, mas estava ali, imóvel, sem nenhuma chance de defesa.
Ela segurou com força, com a mão esquerda, o meu queixo, e disse novamente, rindo:
- Não se mexa, você pode se machucar!!
Ela começou a passar a maquininha na minha nuca, em movimentos firmes e rápidos, novamente eu tentei gritar, novamente nada saiu!! A maquininha continuava, com seu barulho sinistro, a fazer o seu serviço: sentia meus cabelos caírem pelas costas e pelos ombros... Lágrimas começaram a correr dos meus olhos incrédulos. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Eu não conseguia acreditar que Sandra estava fazendo aquilo comigo!!
O barulho da maquininha continuava firme, agora por cima das minhas orelhas, por cima da minha cabeça, e eu já estava vendo o meu cabelo cair sobre meu colo, mecha por mecha, fio por fio... Sandra segurava o meu queixo com firmeza, mas eu estava completamente imóvel... Ela não precisaria mais ter essa preocupação. Meus olhos teimavam em derramar lágrimas, eu já não pensava mais em nada. Sandra desligou a maquininha, finalmente:
- Está ficando linda! Agora vamos a parte final! - Ela disse, dando-me um beijo em minha cabeça.
``O que mais falta?´´ - pensei comigo.
Ela foi até sua bolsa, e pegou um tubo, tipo ``spray´´ e colocou sobre o criado mudo... Ela tirou todo o cabelo que estava sobre meu corpo, depois veio com a bacia de água morna e começou a umedecer a minha cabeça, completamente careca. O contato com suas mãos, massageando minha cabeça sem cabelos, foi uma sensação indescritível. Eu nunca tinha sentido semelhante contato até então. Ela novamente se posicionou às minhas costas, e começou a agitar a lata de ``spray´´, e logo em seguida, eu ouvi o barulho típico de um creme saindo do tubo. Pelo cheiro, descobri que era creme de barbear, e logo percebi o que ela iria fazer. ``Ela é caprichosa e detalhista´´ pensei eu ``Ela está se vingando de forma arrasadora!´´ continuei pensando ``Agora não adianta mais relutar!´´ - E resolvi fazer o jogo de Sandra.
Ela começou espalhando na parte de cima da minha cabeça, foi espalhando, espalhando, passando as mãos em cada centímetro da minha cabeça, de forma suave, com carinho. Eu fechei os olhos, me deliciando com a massagem que estava recebendo. Ela pegou a toalha, limpou a mãos, e foi até o criado-mudo, de onde veio com uma navalha novinha, afiadíssima. Eu queria gritar para ela tomar cuidado com aquilo, mas, ela vendo o medo em meus olhos, disse:
- Você só se machuca se quiser! Desta vez eu não vou segurar sua cabeça! Dizendo isso, começou a usar a navalha com uma habilidade incomum. Não preciso nem dizer que até a respiração eu prendi, não é mesmo?
Sandra passava a navalha com a mão direita, e com a esquerda ela checava o resultado, eu sentia seus dedos se movimentarem freneticamente em minha cabeça lisinha. Sentia arrepios a cada passada da navalha que Sandra dava, não sei se pela passagem do fio da navalha em minha pele ou se era arrepios de... tesão!! Isso mesmo!! Estava sentindo um tesão incrível com aquela situação, aquela fantasia de Sandra. Finalmente ela passou as últimas navalhadas, em minha nuca, terminando o serviço. Foi até a cama, pegou a toalha e limpou as sobras do creme. ``Nossa!´´ - eu pensei, pois tudo que ela passava em minha careca novinha em folha, me dava arrepios, me dava uma sensação diferente, um tesão diferente!!!
Sandra foi ao banheiro, e trouxe um pote de creme hidratante. Novamente colocou a música, pois o CD tinha terminado. Ela colocou o creme em uma das mãos, e disse:
- Vamos brincar um pouquinho!!
E levou a outra mão em direção a minha xaninha. Só então eu me dei conta que o vibrador ainda estava ali, entre minhas pernas, mais precisamente dentro de mim. Ela então começou novamente a dançar à minha frente. Espalhando o hidratante entre as duas mãos agora. Aquilo que eu estava passando naquele dia era uma verdadeira tortura, uma tortura sensual, uma tortura deliciosamente inexplicável! Ela colocou as pernas no vão dos braços da cadeira, de forma que sua vagina ficou a poucos centímetros do meu rosto, e sentou-se nas minhas pernas. As suas mãos lambuzadas começaram a acariciar a minha cabeça raspada, com movimentos circulares... Eu sentia o hálito quente de Sandra, via o movimento do seu peito e ouvia sua respiração ofegante. Ela colocou a mão entre minhas pernas e ligou o vibrador. Comecei a gemer baixinho, tinha vontade de me contorcer, gritar alto! Estava com minha sensibilidade aguçadíssima naquele momento. Sandra acabou de passar o creme em minha cabeça, tocou em meus seios, e aproximando seus lábios bem perto do meu ouvido direito, disse:
- Pronto! Você está linda, minha princesa! Carequinha e só minha agora!! Sandra começou a lamber os meus ouvidos, dizer palavras sem sentido, enquanto acariciava meus seios. A música tocando, o vibrador... Dessa vez o meu gozo veio forte, com espasmos regulares a cada segundo. Foi um gozo demorado, intenso. Desfaleci, de prazer, não vi quando Sandra tirou o vibrador da minha vagina, e introduziu na dela, continuando as carícias nos meus seios, beijando alucinadamente minha cabeça pelada.
Não sei quanto tempo se passou, só sei que acordei com a Sandra já de roupão, banho tomado, cheirosa e sorridente... Eu estava do mesmo jeito que tinha adormecido, amarrada e amordaçada. Eu olhei para Sandra, com um olhar interrogativo, perguntando se ela não iria me soltar.
- Você ficou linda, amor! ela disse Eu nunca pensei que você iria ficar assim, tão linda!! disse novamente, mostrando seus dentes branquíssimos, perfeitos.
- Você quer ver como ficou? - ela falou, virando as costas antes mesmo de esperar resposta. Foi até a penteadeira e trouxe meu espelho, só que virado para ela.
- Veja e diga se não ficou linda! disse, posicionando o espelho e virando-o para mim.
Foi uma visão surpreendente, indescritível! Eu não conseguia me ver naquela imagem, olhava para minha cabeça completamente sem cabelos, a pele muito branca a mostra. Tentei resmungar algo, ela tirou o espelho da minha frente e disse:
- Ahn, ahn!! Se você quiser que eu te solte, você vai ter que me prometer uma coisa!! Promete?
Eu assenti com a cabeça, já não agüentava mais ficar ali, naquela posição, meus tornozelos e meus pulsos doíam, meus seios estavam arroxeados.
- Eu te desamarro e tiro isso de sua boca, se você me prometer que não vai falar nada agora e nem brigar comigo!!
Eu fiz um movimento nervoso com a cabeça, tentei falar algo...
- Assim você não está colaborando!! Você esqueceu que foi você que aceitou a aposta, que a única culpada disso foi a sua arrogância?
Eu olhei para ela, depois abaixei a cabeça e fiz um movimento afirmativo com a cabeça. Não adiantaria mais nenhum tipo reação, a coisa já estava feita!
- Promete? Ela questionou novamente.
Eu fiz um sinal de afirmação com a cabeça.
Ela primeiramente tirou a fita adesiva, depois o lenço de dentro da minha boca. Ela estava seca, e eu mencionei falar algo, mas Sandra pôs a mão sobre minha boca. Entendi o sinal e fiquei em silêncio. Ela continuou com seu trabalho de me libertar, tirou a corda primeiramente do meu tórax. As marcas das cordas eram fortes, profundas. Depois ela tirou as cordas dos meus tornozelos, e finalmente me deixou-me livre, tirando as cordas dos meus braços. Sem dizer nada, me segurou as mãos, levantou-me da cadeira e olhou fixamente em meus olhos. Ficamos paradas olhando uma para a outra durante alguns minutos. Seu olhar era penetrante! Puxou-me até a beira da cama, deitou-se comigo, deu-me um abraço forte, seus lábios procuraram os meus, para mais uma sessão de amor, um louco amor!
Passaram-se seis meses depois desse episódio... O romance entre eu e Sandra, havia terminado três meses atrás. O dia amanheceu quente... O único cuidado que tenho com esses dias, é de não esquecer o meu protetor solar, ou um chapéu quando saio, pois tenho que passar constantemente na minha carequinha, que resolvi adotar desde aquela noite...
Estamos nos preparando, eu e Cláudia, a garota que eu conheci na internet, lembram-se? Para irmos a uma festa típica da cidade... Apesar do meu visual, digamos assim, exótico, pouco comum, consegui conquistá-la... Hoje em particular estamos contentes... Quem sabe hoje, não vai ser o dia da minha revanche?
Fim