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O Dia de Minha Castração - Femdom Medieval + SPH (Small Penis Humiliation)

Acordei com um feixe de luz que passava pelas grades de minha cela, não fazia mais idéia que dia era, algo possivelmente em torno de 1433, dezembro, provavelmente pelo frio gélido europeu... O dia chuvoso, escuro, mas tão escura era minha cela que mesmo o céu nublado era claro demais. Tive uma câimbra, forte, devido aos meses acorrentado... Tudo por causa daquela... A maldita... Cruel... E linda... Princesa Rachel... Tudo começou quando eu era um humilde lenhador, solteiro, 18 anos, magro e fraco por natureza, branco, olhos negros, sem barba, órfão, morava com a filha de minha falecida irmã, na Germânia, muito pobre, vivia sob um Estado fraco, que não por muito tempo sucumbiu às batalhas contra a Inglaterra... A fome e a pobreza aumentaram demais, fui pego roubando um oficial inglês (obviamente eu não sabia que ele era oficial). Assim que fui pego, me levaram para uma masmorra em Londres, um lugar fétido, mas parecido com o paraíso perto de onde estou. Lá trabalhava forçado, eu pensava que sem dignidade, mas, ao chegar aqui, vi que era tratado como um príncipe. Dividia minha cela com mais sete encarcerados, sabia o nome de apenas um, Louis Troksfield, um negro, mau caráter que, sempre era visitado por alguém que lhe trazia comidas e lhe mantinha fora do serviço diário. Um dia, nesta prisão eu tomei a pior atitude possível, tentei escapar... Com minha marreta, arrebentei um dos muros que dava eu não fazia idéia aonde, pois davam em um corredor, corri para tal quando já vinham quatro guardas atrás de mim, e no meio da correria, encontro penetrando a rainha, que estava montada por um negro, nada menos que Louis, com seu pênis descomunal. Ao vê-los, fiquei imóvel, os guardas me acharam, neste instante, no desespero, o negro, sabendo que por trair o rei teria uma penalidade terrível, pegou com seus braços imensos a lança de um guarda e estocou no próprio estômago. A rainha, inglesa, fria, mandou que os quatro soldados aproximassem-se dela perguntou seus nomes e mandou que ela levasse a mim e a ela para a masmorra, ao chegar, ela provavelmente temerosa de todos saberem o ocorrido, mandou que os guardas ficassem me vigiando enquanto ela falava com alguns outros, de repente, surge uma multidão de guardas que me tiram do meio deles e me amarram a uma grade, então cortam a cabeça dos quatro soldados que me vigiavam. Eu fui levado então ao quarto da rainha em que havia uma cama em que fui amarrado aos pés. A rainha, que era fria desatou a chorar, mas logo se recompôs. Eu logo entendi que o negro Troksfield era o motivo, e supus que para que ela chorasse na minha frente, meu fim estaria próximo, infelizmente eu estava enganado. Ela pegou um grande chicote, daqueles que costuma-se usar em cavalos para se domar, e não foi preciso mais que 10 chicotadas para minha roupa estar tão rasgada que eu estava praticamente nu e chorando muito. Nunca fui resistente à dor, e menos ainda quando um chicote rasga minha pele! Ela puxou o resto que sobrou de minha vestimenta, me deixando completamente nu. Então deu mais umas 30 chicotadas, eu fingi estar desmaiado pois sabia que iria morrer se não o fizesse, pediu para que suas empregadas me levassem para uma salmoura em que fui arrastado por três belas jovens serventes, que me puseram nela, aí eu realmente apaguei... Acordei numa pequena gaiola, continuava nu, a rainha em minha frente, dizendo que minha sobrinha havia sido capturada e que, se eu não a servisse como um bom escravo, ela assassinaria minha única parente! Fiquei sem chão, mas o pior ainda estava por vir, ela pegou uma coleira de ferro e, assim que as escravas desceram a gaiola, e ela foi aberta, meus braços amarrados nada puderam fazer contra aquele enorme instrumento que foi posto com um enorme cadeado no meu pescoço, fui desatado, a rainha em pé na minha frente, me disse que eu teria que andar de quatro como um cachorro, que a serviria sexualmente, pois tinha um pênis razoavelmente médio e que seria chicoteado por ela diariamente... CONTINUA...