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Servindo ao Meu Macho e Dono 2

Depois daquele primeiro encontro maravilhoso, relatado em Servindo ao meu macho e dono 1, quando conheci o meu dono atual, começamos a nos corresponder por e-mail. Escrevi dizendo o quanto tinha adorado o nosso primeiro encontro, ele respondeu dizendo que eu tinha muito o que aprender com um macho disciplinador, sentindo o cheiro do meu macho, o poder, a superioridade e a força dele. Aquela frase me atingiu lá no fundo, nos meus desejos submissos mais íntimos. Fiquei num estado de ansiedade e desejo enormes. Até que chegou o dia do segundo encontro, quinze dias depois da primeira sessão. Ele marcou comigo de manhã, às 10h próximo à academia onde ele malhava. Dizia nos e-mails que malhava pra poder surrar melhor e com mais vigor os seus escravos. Cheguei atrasado uns quinze minutos e preocupado com a hora que o macho disciplinador teria disponível para me usar. Ele já estava me esperando com cara de quem não gostou do meu atraso. Seguimos em direção ao seu apartamento e ele me disse no caminho que eu apanharia pelo meu desleixo. Meu coração disparava com tanta adrenalina, medo e tesão, ouvindo as reprimendas daquele macho que mexia com os meus sentidos. Chegamos ao apartamento dele, me ofereceu um copo d'água e ele bebeu muita mais água que eu. Em seguida, rispidamente, me deu ordem para tirar a roupa. Eu, obedientemente, tirei a minha roupa e fiquei esperando por ele, em pé, de cabeça baixa, com as mãos juntas na frente. Ele se aproximou e elogiou a calcinha fio dental branca que eu vestia, me chamando de puta gostosa, que só servia mesmo pra servir a machos como ele. Me humilhou e xingou muito dizendo que se eu quisesse ter um macho, que eu devesse ser mais pontual, mais obediente, que deveria estar à disposição do macho na hora que ele tivesse marcado. Me senti mínimo diante daquelas palavras ditas com tanta autoridade e imposição. Tive vontade de cair aos pés dele e me penitenciar pelo erro inconseqüente cometido. Neste ínterim, me deu duas palmadas fortes na bunda que ecoaram pelo apartamento. Em seguida, ordenou: - "De joelhos, viado..." Imediatamente eu me ajoelhei diante dele com a cabeça baixa e fiquei aguardando. Me puxando pelos cabelos de trás da cabeça, levantou a minha cara, deu duas cusparadas e dois tapas estalaram nas minhas bochechas. Tapas fortes, como nunca havia levado antes... - "Puta, é isso que você é..." ouvindo aquilo, fiquei com medo na hora, mas me mantive decidido, pronto para servi-lo. Queria ver como seria naquela segunda vez, apesar do medo, pois ainda não o conhecia bem e queria me sentir seguro para continuar a servi-lo. Me deu uns 4 chutes no traseiro, sentou no sofá da sala e me mandou ir de 4 até ele para tirar-lhe o tênis. Fui de 4, humilhado diante daquele macho que só me inspirava o desejo de ser usado como seu escravo. Quando tirei o primeiro tênis, mandou que eu cheirasse o pé dele, cheirasse o tênis e retirasse a meia do seu pé. O cheiro do seu suor impregnava as meias e os tênis, me fazendo delirar. O ritual se repetiu no outro pé. Em seguida, me mandou massageá-lo nos pés, o que fiz com toda a dedicação que deve ser dispensado a um macho superior como aquele. Depois da massagem, caprichada por mim, ouvi a sua voz: - "Vá até o quarto, de quatro, e traga as sandálias havaianas brancas, com os dentes, feito uma cadela submissa... vá!!!" Quando cheguei ao pé da cama, havia várias sandálias, procurei o par que o disciplinador maravilhoso ordenara, peguei com os dentes, voltei à sala, engatinhando de quatro. Ao mesmo tempo que me sentia humilhado, sentia um prazer enorme em ser bem usado como escravo e cadela submissa. Depositei as sandálias no chão e fui repreendido com um tapa forte na bunda... - "É na mão do seu macho que você tem que entregar, entendeu?" Peguei novamente as sandálias com os dentes e me ergui e entreguei a ele. Ele tomou as sandálias e me mandou virar o traseiro pra ele. Tomei umas cinco chineladas fortes e ouvi sua voz novamente: - "Lambe os meus pés!!!" Me virei atônito e excitado, sem saber por qual pé começar. Eram pés bem cuidados, bem tratados, maravilhosos. Caprichei lambendo e chupando-lhe os dedos, lambendo toda a extensão dos pés, deixando a sola molhada com a minha saliva. Enquanto lambia, beijava um pé o outro descansava sobre o meu corpo, os meus ombros. Em seguida, ele me mandou lamber as sandálias nas tiras e no lugar onde ele calçaria... e me mandou calçar no pé direito e, repetindo o mesmo com o pé esquerdo. Ele se ergueu, ficando em pé, e com o pau duro bem visível no short da academia, me mandou esfregar o rosto na sua pica, dentro do short... quase enlouqueci com aquilo. Como um viadinho faminto por pica, esfreguei o meu rosto naquela protuberância erótica, naquele falo que me fazia ficar como que encantado pelo que via e sentia. Era uma pica inesquecível. Fiz o melhor que podia fazer para agradar àquele macho maravilhoso, superior e autoritário. Despiu o seu short, que tirei pelos seus pés, dobrei e coloquei sobre o braço do sofá. Ainda havia a sunga de banho que ele usava por baixo e me mandou continuar a excitá-lo com a boca e o rosto, massageando sua pica. Não tive coragem de olhar para o rosto dele, com medo de levar mais um tapa, mas não consegui agüentar de curiosidade e com o canto do olho, numa das indas e vindas na sua pica por dentro da sunga, pude olhar e ver como ele me olhava. Era um olhar sacana, cafajeste, com um sorriso bem safado... ele me disse: - "É uma puta mesmo! Olha só como adora um caralho de macho... só serve pra isso, pra agradar ao macho, obedecer, ser bem usada, fodida, fazer o macho gozar e ser dispensada!" Sentindo-me extremamente humilhado, mas excitado, dei um gemido, pois não agüentei a excitação que tomava conta do meu corpo e da minha mente. Parecia que o mundo acabaria ali... Era maravilhoso sentir o cheiro daquele macho que me dominava, naquela sunga suada, que me punha no meu lugar de escravo viado. Eu não via a hora de poder romper com aquela barreira de lycra que se interpunha entre a minha boca, o meu nariz, a minha pele e o falo precioso do macho a quem eu me submetia. Estava sendo uma tortura ficar ali, de joelhos, sem poder tocar sua pica de verdade. Era o desejo, misturado com a impotência de qualquer decisão da minha parte. Depois de um tempo me torturando de desejo e muito tesão, me ordenou: - "Abaixa a sunga e mama..." Como uma cadela faminta, abaixei com todo carinho a sunga, tirei-a pelos pés e voltei os meus olhos para a sua virilha, que ostentava aquele pau duro delicioso na minha frente. Meu coração disparou mais uma vez e coloquei os meus lábios na cabeça daquele pau que eu tenho verdadeira veneração até hoje. Mamei, lambi, suguei, brinquei com os lábios, com a língua, traduzi todo o meu tesão e desejo de submissão nos movimentos da minha boca. Lambia o saco, voltava com a língua escorregando até a cabecinha e voltava aos meus movimentos com lábios, língua e músculos da boca... Depois de oferecer a ele toda a minha experiência de viado mamador, ouvi uma nova ordem: - "Vamos para o quarto para receber o castigo pelo atraso... viado escroto!!" A voz grossa e viril daquele macho me deixava incapaz de raciocinar, o desejo era só de servi-lo, sem questioná-lo. Fiz menção de me levantar, porque a ordem não fora muito explícita, e senti estalar um novo tapa forte no meu traseiro: - "De quatro, cadela... fiquei na posição ordenada imediatamente, e, em seguida, um chute na minha bunda empinada... e fui de quatro para o quarto receber o castigo que merecia." No quarto, nova ordem: - "De bruços, com o tronco sobre a cama e empina a bunda porque agora você vai pagar por me deixar te esperando na rua por causa do seu atraso!!" Me sentia a pior das criaturas por ter feito o macho se aborrecer. Fiquei na posição ordenada e ouvi sua voz de novo: - "A surra vai começar com o cinto de couro... contando em voz alta, ouviu? É o cinto que vai te ensinar a me respeitar." - "Sim, senhor..." respondi com a voz quase embargada pela emoção em estar servindo àquele macho dominador novamente. Fui sentindo as doze lambadas e contando em voz alta. Da oitava em diante ele foi aumentando a intensidade do couro batendo no meu lombo. Ardia e parecia que entranhava na carne, nos músculos, a força do meu delicioso e cruel algoz. Terminada a seqüência, sentou-se à cama e me mandou mamar mais uma vez, e disse: - "Está aprendendo a como servir a um macho de verdade, não a esses frouxos que se dizem dominadores..." As palavras dele tinham o poder de me fazer cada vez mais humilde, obediente, subserviente e submisso. O meu prazer masoquista a tanto tempo apagado, ressurgia com uma força interna que me imobilizava. Depois de repetir a dose de excitá-lo ao máximo com a minha mamada, me ordenou voltar à posição inicial na cama. - "Agora é a vez da chibata estalar nesse lombo de puta..." E começou uma nova surra, só que, desta vez, eu estava morrendo de medo, porque a chibata dói muito mais. E foram mais doze, que não fui ordenado a contar em voz alta, mas o meu desejo servil me fazia contar mentalmente. Gemendo a partir da décima e me contorcendo, ele parou e disse: - "Agora está com bunda quente, vermelha..." e passou a mão, sadicamente, no lugar das marcas das lambadas, como que conferindo as minhas reações. Voltei a mamá-lo e ainda houve mais duas seqüências do cinto e da chibata, intercalando com as mamadas. Em seguida, nova ordem: - "Deitado no chão com a barriga pra cima..." Imediatamente cumpri a sua ordem me posicionando perto da cama deitado no chão, com os braços ao longo do corpo e fiquei esperando o que iria acontecer comigo. Excitado, temeroso, com a adrenalina a mil, e, ao mesmo tempo, adorando estar ali, olhava aquele macho de um ângulo que me dava muito prazer, me colocando no lugar em que tenho prazer de estar, sempre abaixo dele. Ele sentou na cama e colocou os pés em cima de mim, me pisando na barriga e no peito, me usando, humilhantemente, como seu capacho. Esfregava um dos pés, descalços, na minha cara, na minha boca e mandava lamber-lhe um pé, depois o outro, os dois juntos. Cada momento que eu passava na presença daquele macho, era uma surpresa nova que me despertava os sentimentos mais submissos que já tinha tido. Procurava me empenhar ao máximo para agradá-lo e satisfazê-lo. Eram momentos sublimes de entrega e submissão que me faziam desejar que nunca terminasse. Eu lambia os seus pés, perdido nos meus pensamentos e desejos, quando ouvi sua voz máscula me dizendo: - "De joelhos, vem mamar a pica do seu macho..." Rapidamente me posicionei de quatro no meio das suas pernas e comecei a mamá-lo vorazmente, como se eu nunca mais tivesse uma pica pra mamar na vida. - "Empina a bunda, viado... rebola, porra, você está servindo a um macho que adora meter em viado escravo e em puta..." Claro que obedeci, era o que eu mais gostava, o clima de erotismo misturado com a dominação e disciplina. - "Fica assim mesmo..." ele se levantou e posicionou-se atrás de mim e esfregava o pau na minha bunda... depois sentou-se no meu lombo e me mandava rebolar mais. Eu sentia o peso dele no meu lombo e delirava com as imagens que só podiam passar pela minha imaginação, porque não podia olhar pra trás, só senti-las. Não pude conter os meus gemidos de prazer e parecia que ele adorava quando eu gemia. Só sentia o saco dele esfregando em mim e a mão dele punhetando aquela piroca deliciosa, grande e grossa, sentindo a minha bunda rebolar pra ele. - "Sobe na cama, de quatro com a bunda empinada..." Como cadelinha obediente subi imediatamente na cama, abri as pernas pro macho e me posicionei pra ser usada. O macho alisou a minha bunda e me deu mais umas chineladas... foi tirando o fio dental branco que eu usava, me deixando com o cu totalmente exposto... passava o dedo no meu cuzinho, que eu correspondia piscando e gemendo nos seus dedos. - "Vai buscar a camisinha e o ky que você trouxe pro seu macho, anda, vai... não quero usar as minhas camisinhas com puta imunda!" Me sentindo humilhado e usado, me levantei e fui rapidinho à sala e peguei no bolso da calça a sacolinha com o kit do prazer. Voltei, e nova ordem me foi dada: - "Mama o seu macho e põe a camisinha..." Fiz tudo como ordenado, submissamente, me preparando para dar prazer ao meu macho. Passei o ky com medo de ser estuprado, não sei porque sempre espero isso dele, e fiquei com a bunda bem empinada e aberta para ser penetrada pelo pau que eu tenho verdadeira adoração. Posicionou na portinha e foi introduzindo aquela verga dura, viril no meu interior e eu respondia, como uma cadela, com gemidos e sussurros. Aquela pica entrava e saía devagar me dando as sensações de arrombamento mais depravadas que podia sentir. Me sentia como se fosse um buraco para o macho, uma puta que se oferecia a qualquer macho, apesar de não dar pra qualquer um, mas ele me fazia sentir como se eu fosse assim mesmo. Todo o meu respeito angariado na sociedade, no trabalho e na família, naquele momento não tinha o menor valor. Eu era a puta dele, pra ele usar, abusar, fazer de mim o que bem entendesse. - "Tá sentindo a pica do seu macho.. puta serve pra isso, pra fazer o macho gozar... se gozar antes de mim, apanha, entendeu, viado?" - "Sim, senhor, vou me controlar pra não gozar..." - "Acho bom!!" Eu sabia que não ia gozar, porque só o preparo de me encontrar com ele, iniciado desde a véspera, me fizeram me masturbar umas duas ou três vezes. Além do tesão e da ansiedade incontidos, também era uma precaução para não desagradar ao macho e me preservar de mais surras. Ele passou a meter vigorosamente, me fodia como se fosse um máquina, com força, com suavidade, deitava o seu corpo em cima do meu sobre a cama, mas eu sempre mantinha a bunda empinada para dar maior profundidade às estocadas que ele dava. Me sentia como uma vagabunda, escrava dos prazeres daquele macho que me tirava a noção de tudo. Eu gemia e gania, enfiava a cara no colchão e gritava... rebolava e jogava a bunda pra trás, fazendo aquela piroca entrar o mais fundo que podia... Estava extremamente excitado e sentindo o meu macho todo dentro de mim. Aaaiii, que sensação maravilhosa... indescritível!!! Era o inefável sendo atingido pelo prazer carnal da subserviência e delícia em sentir o poder do macho sobre o meu corpo, dominando os meus sentidos... Em um momento de total tesão, carinhosamente, ele me beijou as costas e me fez sentir arrepios que percorriam as minhas costas, as minhas pernas, o meu corpo todo, me fazendo sentir a essência do prazer. Doses certas de dominação, erotismo e prazer me faziam delirar nas mãos deste macho perfeito. Até que ele tirou sua pica de dentro de mim, em seguida tirou a camisinha e comentou que estava limpinha. Eu me senti orgulhoso de ouvir aquilo porque sempre me preparo antes e, em seguida me mandou mamá-lo novamente. Volto a fazê-lo com gosto, mas preferia que a sua pica ainda estivesse dentro de mim, me estocando as entranhas, mas, obedientemente, procurei dar o maior prazer que podia oferecê-lo. Mandou-me masturbá-lo e o fiz com todos os meus esforços, por vários minutos, me deixando com os músculos dos braços doídos do esforço, até que anunciou: - "Fica de joelhos..." Fiquei na posição ordenada, ao lado da cama. Ele se posicionou atrás de mim e esguichou aquele líquido precioso... veio grosso, quente, escorrendo pelos meus ombros e peito, me dando um banho da mais pura essência do macho. Em seguida me mandou para o box do banheiro, me ordenou a ficar de joelhos e despejou um rio de mijo, me dando um banho quente e perfumado da urina daquele macho adorado. - "Pode gozar agora, escravo, todo mijado e esporrado pelo seu macho..." Me masturbei feito um louco, porque não tinha mais noção de nada. Gozei nas minhas mãos e misturei a minha porra com a dele. A sensação foi maravilhosa... Em seguida ele ligou o aquecedor e me mandou tomar banho e me deu a sunga dele para lavar, o que fiz agradecido. Depois sentamos para conversar.