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Spanking Doméstico - Torturas no Apartamento
Era um belo sábado, com um breve sol se marcando no horizonte, mas MEUS DONOS, LUCIANA E SIDNEI, resolveram passar o dia em seu apartamento. O interone tocou e MEU AMO E SENHOR ordenou-me que fosse atender, era o porterio avisando que havia uma encomenda para MEUS DONOS.
Fui à portaria e recebi o pacote, levando-o imediatamente aos MEUS PROPRIETÁRIOS. Era um jogo com roupas de couro, cannes, chicotes, algemas e dois cacetetes.
MEUS AMOS se olharam, trocaram sorrisos e começaram os preparativos para o que eles chamaram de castigo premeditado. Eu não havia cometido qualquer delito, mas os castigos e as punições inflingidas por MEUS DONOS não precisam ser impulsionadas por qualquer motivo.
MEUS DOMINADORES me amarraram, então, em uma cadeira, colocaram socos ingleses nas mãos e coemçaram a me bater; os murros eram muito fortes e o soco inglês provocava inchaços imediatos em meu rosto. Em seguida, colocaram-me em um pau-de-arara doméstico e começou a surra com chicotes, foram vinte chibatada dadas por MINHA AMA E SENHORA e por MEU AMO E SENHOR, em minhas pernas, costas, nádegas, pênis e rosto.
Então, MEUS DONOS pegaram os cannes e começaram a me espancar. Minhas costas pareciam que iam quebrar a cada pancada e, meu rosto sangrava pelos cortes nos supercílios provocados pelos socos que eu havia recebido.
MINHA AMA E SENHORA resolveu, então, que eles deveriam descansar um pouco, tomar alguma coisa, MINHA DONA adora um dry martini e MEU DONO gosta de uísque. MINHA SENHORA, aproveitou para se deitar no colo de MEU SENHOR, tirando-lhe o pênis maravilhoso para fora e chupando com toda a volúpia, gula e desejos, enchnedo-me de vontade de fazer o mesmo e me deixando com água na boca, emquanto eu gemia de dores, pendurado no pau-de-arara. Em seguida, recomeçaram as torturas e MEUS DONOS pegaram os cacetetes.
Eu nunca havia sido surrado com cacetetes, é terrivelmente dolorido. As pancadas soaram em todo o meu corpo e eu me contorcia de dor, gemia, mas não gritava, agüentando quase calado as torturas que me eram impostas. Até que eles pararam de me bater e enfiaram os cacetetes em meu ânus, um de cada vez, é claro, provocando uma dor incomensurável; parecia que eu estava sendo rasgado ao meio, enquanto os cannes e os chicotes rasgavam minhas costas.
MEUS AMOS, entao, soltaram as algemas e me deixaram cair desajeitado ao chão, o que me provocou doresuma dor absurda nas costas, e começarm a me chutar e a pisar em minha cara. Finalmente, um pouco cansdos, MEUS DONOS ordenaram que eu rastejasse atrás deles até a área de serviço, onde encharcaram meu corpo com álcool, uma tortura habitual deles, e me fizeram esfregar sal em todos os meus ferimentos, ou seja, no corpo todo, a dor era, naturalmente, absurda.
Logo depois, fizera-me deitar em uma mesa, abrir bem as pernas e segurar meu pênis para cima para que eles, que fumassem e apagassem seus cigarros na ponta de meu pênis, o que me fez, pela primeira vez, urrar de dor, e me valeu sonoras pancadas com os cacetetes em pleno rosto, provocando feridas ainda maiores em minha cara.
Eu já estava todo desfigurado, quando MEUS AMOS resolveram terminar a sessão de espancamentos no tronco, ali mesmo na área de serviço, amarrando-me a uma pilastra e, primeiro com os chicotes, catigando-me impiedosamente, enquanto eu era obrigado a contar, em voz alta, cada lambada que eu recebia. O mesmo aconteceu com os cannes e com os catetes. Até que, praticamente desmaidao, fui tirado do tronco e recebi ordens para ir à minha cela, um pequno quarto de criadas com um banheiro, para me lavar, depois, de acordo com as ordens que eu recebi DE MEUS PROPRIETÁRIOS, voltei, vestido com uma roupa de empregadinha doméstica, servi-lhes mais drinques e o almoço e cumpri a rotina de escravo, acompanhando-os ao banheiro, para receber na boca suas necessidades, limpá-los com a minha língua e me deitar, como um vira-latas, aos pés de MEUS DONOS, à espera de novas ordens e de novos castigos, até que a noite chegou e abraçou MEU AMO E SENHOR SIDNEI e MINHA AMA E SENHORA LUCIANA, que eu amo mais do que a minha própria vida e que sao a razão de minha existência de escravo, de animal, de latrina, de objeto de seus prazeres.
Por favor, entrem em contato: escravo -