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Escrava Liu - Primeira parte
Depois de um dia cheio de reuniões finalmente chegou hora de desfrutar um pouco sua estadia na cidade. Kei chamou um táxi e deu o endereço de destino para o motorista. Era um endereço um pouco distante do centro e o motorista lhe avisou que iam precisar uns vinte minutos para chegar lá. Kei disse que estava OK e que não tinha muita pressa, era sexta-feira e tinha tempo de sobra.
Durante o trajeto Kei começou a pensar sobre o que lhe esperava no encontro com sua escravinha oriental. Sabia que a casa na qual Liu tinha marcado o encontro pertencia a um parente rico que há anos era adepto de BDSM e emprestou a mansão para ela usufruir durante o fim de semana prolongado. Portanto Kei não conhecia a casa, mas tinha certeza que teria os recursos necessários para poder tornar a estadia com sua escrava em algo inesquecível.
Também estava curioso de conhecer melhor a Liu com quem havia tido até agora somente relações virtuais. Conhecia um pouco sua alma, seus pensamentos, sentimentos, mas do lado físico só viu algumas fotografias na sala de bate-papo.
Ele começou a fantasiar com o que ia fazer uma vez que tinha a escrava em suas mãos e sob comando, e quando menos esperava já estavam chegando a casa.
Ele pagou o motorista, pegou a pequena mala e foi em direção da porta. Não era necessário tocar a campainha, pois a porta já se abriu quando se aproximou. Liu, cabisbaixa lhe cumprimentou.
- Bem vindo Mestre, espero que tenha tido uma viagem tranqüila até aqui. Por favor entre em casa , que a partir de agora pode considera a sua. Sua escrava humilde está a sua disposição.
Kei deu uma boa olhada em Liu e gostou do que viu. Embora estava usando um vestido longo pôde perceber por baixo da roupa um corpo saudável e apetitoso. Entregou a mala a Liu e seguiu-a para dentro de casa.
- Suponho que o Mestre deseja se refrescar e trocar de roupa. Vou lhe mostrar sua suíte onde poderá tomar um banho refrescante. Já preparei todas as coisas como o Mestre mandou.
- Bem, escrava, vejo que está seguindo minhas ordens corretamente. Continua assim.
Liu levou Kei até a suíte, colocou a mala em cima da cama.
- Mestre, vou deixar-lhe agora e preparar seu jantar enquanto o Senhor se refresca. Precisa algo mais por enquanto, Mestre?
- Não escrava, está bem. Esteja preparada quando terminar meu banho. Pode ir agora.
- Obrigado Mestre, estarei pronta e a sua disposição quando o Senhor chegar na sala de jantar. Ela fica no final do corredor a sua direita.
Kei abriu a mala e removeu uma troca de roupa e foi para um banho de imersão relaxante. Depois fez a barba e colocou a roupa que tinha escolhido para usar no jantar de hoje e as atividades posteriores.
Quando chegou perto da sala de jantar já sentiu o cheiro de comida gostosa, feito especialmente para ele por sua escrava. Entrou na sala e viu que Liu já estava vestindo o uniforme que Ele tinha prescrito para uso durante a primeira noite.
Liu vestia um conjunto de mini-saia de látex preto com um sutiã do mesmo material. Na verdade era mais um suporte para as tetas pois deixava os mamilos expostos. No pescoço a coleira de couro com diversos anéis metálicos e o nome ``Kei´´ gravado no mesmo, deixando claro que a escrava era propriedade Dele. Pulseiras e tornozeleiras do couro e sapatos de salto alto completavam a vestimenta. Liu estava simplesmente radiante.
Kei sentou-se na mesa e ordenou à Liu de iniciar o serviço. Liu foi para a cozinha e voltou com uma panela de barro contendo uma deliciosa mistura oriental. Ficou ao lado de Kei e usou a concha para encher o prato do Mestre. Enquanto fazia isto suas tetas estavam bem perto do rosto de Kei e Ele não resistiu e deu umas lambidas no biquinho mais próximo. Também colocou uma mão por baixo do vestido e apalpando a bundinha da escrava confirmou que não estava usando calcinha como tinha sido Suas instruções.
Teve uma refeição digna de um rei servida pela sua escrava seminua e apetitosa e quando terminou com a sobremesa deu-a o cumprimento.
- Escrava, você realmente caprichou nas comidas para seu Mestre. Espero que nas tarefas que nos esperam também se saia tão bem. Pode agora comer um pouco se tiver vontade e depois guardar as sobras. Estarei te esperando no terraço para iniciar nossa sessão.
Kei não teve que esperar muito tempo. Depois de uns 10 minutos de relaxamento no terraço, desfrutando do ar refrescante, Liu apareceu no terraço e disse:
- Mestre, sua escrava está pronta para te servir de todos os modos que o Senhor deseja. Podemos ir até o quarto de deveres e prazeres para o Senhor abusar do meu corpo e satisfazer os Seus desejos. Por favor, me siga.
Kei seguiu a Liu e depois de passar por alguns corredores desceram até o porão onde Liu abriu uma porta para o Mestre entrar. A vista era impressionante, não era bem um quarto e sim um salão grande equipado com tudo que Ele poderia imaginar. Uma das paredes era repleta de ganchos nos quais estavam penduradas correntes, cordas, chicotes de todos os tipos, consoles, mordaças e as mais diversas ferramentas. No piso, encostado nesta parede estava uma bancada com gavetas que certamente também continha apetrechos muito úteis. Uma outra parede era de pedras rústicas e irregulares e tinha uma seleção de grandes argolas fixadas em diversas alturas. Nesta mesma parede estava fixada também uma cruz de madeira tipo St. Andrews e um rack metálico. Na terceira parede uma roda de madeira estava fixada verticalmente num mecanismo giratório. Num canto se encontrava ainda uma estrutura de madeira que Kei não conseguiu identificar o que era, mas com certeza Ele ía descobrir mais tarde. E no centro do salão havia dois pilares redondos e metálicos com argolas na sua parte superior, além de uma mesa de madeira com argolas nas extremidades além de um mecanismo de esticar na cabeceira.
No teto do salão tinha uma estrutura de trilhos e uma ponte rolante com duas talhas motorizadas. Isto não era um quarto, era realmente uma masmorra.
C O N T I N U A