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A Consagração da Primavera Segunda Parte
Já fazia um bom tempo que ela esta ali quando sente que alguém estava tirando as correntes dos pés dela. Em seguida lhe colocam uma coleira e a empurram de quatro para fora daquela sala.
Como estava usando uma máscara, não podia ver o que estava acontecendo, mas pressentia algo e estava gostando da situação. Era levada até num ponto daquele galpão, pela guia é levantada, sente mais duas pessoas prendendo as correntes nas suas pernas, e a pessoa que tirou daquela sala prende os braços dela com outra corrente. Depois ela sente que estava sendo suspensa, cada vez que subia as pernas dela abriam deixando-a exposta. Deixaram ela a um metro e setenta centímetros suspensa do chão.
Nos primeiros minutos não sentia nada, mas depois dos cincos minutos ela sente ser penetrada no cuzinho por algum acessório, a penetração era gradual, aos poucos sentia ser preenchida por algum acessório que ela não conseguia descrever o que era.
A respiração estava ofegante quando sentia uma língua passar nos lábios vaginais, dava contorções, soltava gemidos. As únicas coisas que ela escutava eram as correntes balançando um mínimo possível por causa das contorções que ela dava.
Depois de vinte minutos ela já sentia dores nos braços e nas pernas, mas ela estava tão excitada que essas dores eram mínimas, eles gozam quatro vezes seguidos. Assim com esse número de gozo eles param para que tenha um pequeno descanso.
A respiração estava ofegante quando sente uma língua passar nos lábios vaginais, dava contorções, soltava gemidos; as únicas coisas que ela escutavam era as correntes balançando um mínimo possível.
Depois de vinte minutos ela já sentia dores nos braços e nas pernas, mas ela estava tão excitada que essas dores eram mínimas, ela goza quatro vezes seguida. Assim com esse número de gozo eles param para que tenha um pequeno descanso.
Passando uns dez minutos eles a soltam das correntes e levam de volta para o caminhão, antes de fechar a porta tiram a máscara e dão um pouco de comida. Ela estava cansada e nem pôde lutar, olha para a comida, sem dar conta que estava comendo como uma cadela.
Depois de duas horas voltam a abrir aquela porta e ela é levada para o galpão. No centro do galpão tinha uma mesa e sobre ela tinha alguns assessórios que ela nunca tinha visto na sua vida. É levada até perto daquela mesa, forçada a ficar debruçada na mesa. Logo em seguida, com um chicote, começam a chicotear sua bunda; ela soltava gritos, gemia, contorcia, e aqueles homens estavam adorando.
A bunda dela já estava ardendo quando, pegam uma corda, passam na cintura apertando bem, essa corda media entre 30 a 40 centímetros de comprimento, depois pegam os braços dela cruzando eles, prendem nas costas com aquela corda. E como a corda ainda estava frouxa, pegam no cabelo dela, amarram numa ponta de um barbante, e na outra ponta prendendo naquela corda que estava prendendo os braços dela fazendo com que ficasse com a cabeça levantada.
Essa era uma posição bem desconfortável ao longo do tempo; um dos homens passeava com suas mãos nas coxas, entre os lábios vaginais provocando nela gemidos e contorções.
Passados alguns minutos eles soltam a corda que prendia seus cabelos dela, ordenam que ela fique de pé, e logo em seguida um daqueles homens passa uma outra corda nos seios apertando-os, descem uma corrente do teto, com uma ponta da corda que apertava os seios dela, prendem na corrente puxando os seios e provocando nela gritos de dor.
Depois de algum tempo tiram a corrente que puxava os seios dela, o corpo dela estava todo dolorido, mas para eles era excitante. Pelas pontas da corta que estava amarrando os seios, eles a puxam levando para outro ponto daquele galpão, na lateral do caminhão colocam quatro correntes.
Encostam uma mesa na lateral do caminhão para que ela pudesse subir, já estando em cima da mesa, ela é levada para a lateral do caminhão, prendem-na com seus seios pressionados na lateral do caminhão deixando as costas e o seu cuzinho livre para eles.
Assim que encosta, os seios voltam a latejar, as correntes não tinham folgas e com isso seus seios ficavam presos contra a lateral metálica daquele caminhão. Já estava ali presa à dez minutos, mas para ela parecia uma eternidade.
Ficou nessa posição por dez minutos, apesar de estar toda dolorida, o fato de estar em cima da mesa fazia com que ficasse relaxada, mas para eles não era suficiente. Eles tiram a mesa que dava apoio aos pés, porém ela estava presa pelos braços e pelos pés, mas sem o apoio da mesa ela escorrega um pouco provocando uma grande dor.
Depois de meia hora eles a tiram da lateral do caminhão, as suas pernas, braços e seios estavam doloridos. Como ela demonstrava estar excitada com toda essa situação, um deles a pega pelos cabelos e faz com que ficasse de quatro. Todos ficam nus. Dois se aproximam dela, um pela frente e outro por trás e assim eles ficaram até todos terem se saciado. Ela já estava exausta. Ela é então levada para o interior do caminhão, mas dessa vez a prendem no fundo com uma corrente que tinha uns 50 centímetros, colocam um prato de comida numa distancia . Será que ela consegue comer? Será que vai acontecer com ela?
(Continua)