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Segundo EncontroII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Com o atraso do ônibus fiz o Dono esperar por mais de trinta minutos. Pensava que por isso seria castigada. Assim que nos encontramos fomos para um motel. Dessa vez o Motel escolhido foi o Sunny em frente ao Shopping Del Rey, também em BH. Mais uma vez ele pede uma suíte linda, aconchegante e confortável para mais uma sessão de muito treinamento, sexo, prazer e dor. Nos despimos e conheci meus brinquedinhos: palmatória, chicote, plug anal grande, separador de pernas, algemas de couro e um lindo par de prendedores com pedrinhas rosas. Na hora que vi o prendedor de mamilos, vi que ele havia escolhido especialmente para mim. Agradeci ao Dono os presentes e me pus de joelho a chupá-lo. Como sentia falta de seu gosto, de seu pau duro em minha boca, de seus pelos roçando em meu rosto, de seu cheiro de macho, de Dono. Meu Dono colocou o plug em minha buceta molhada, certamente a fim de me lubrificar para o anal. A buceta engole tudo e ele começa a me fuder com o plug cada vez mais fundo. Novamente gemo, babo, rosno, suspiro, tudo que uma cadela que esta sentindo dor e prazer na penetração poderia sentir. A cama fica babada da minha boca e molhada da minha buceta que não para de escorrer. Deixei meu calcanhar a pressionar o plug enquanto eu o chupava volupiosamente, como uma cadela depravada que precisa ser arrombada, alargada, arregaçada pelo seu Dono. Muitas vezes engasgava com seu pau batendo em minha garganta e prendendo minha respiração, mas soube que isso excitava meu Dono e me entregava mais, chupava e engolia todo o seu membro. Babava e golfava minha baba que escorria pelo seu pau ate o saco. O sufocamento chegava quase no limite de eu engasgar e vomitar, mas meu Dono segurava e controlava o momento certo de tirar o pau e me deixar respirar. Sabia bem que a qualquer hora podia não conseguir segurar e vomitar no pau dele o que me renderia uma surra muito forte, mas sinto que daria muito prazer a meu Dono essa humilhação. Ganhava tapas na cara toda vez que batia o dente e machucava seu pau ou seu saco. Ele ordena que eu fique de quatro e passa o plug para meu cú. Como da primeira vez, não fiz enema, nem lavagem no cú. Porque não gosto, me dá muita cólica e porque meu Dono não curte. Quer penetrar meu cú no estado em que estiver e se eu sujar seu pau, sei que serei castigada, surrada e isso me excita. Sei que estou com o cú cheio e ele me penetra com o plug com força animal de propósito. Sente a resistência, sabe que está cheio e isso só aumenta seu prazer e seu sadismo. Sinto meu rabinho comendo o plug, mordendo aquilo que o invadia. O Dono me penetra, quase gozo apenas por tê-lo dentro de mim. Minha buceta não para de escorrer e já molha toda a cama bem como minha boca não para de babar molhando todo o travesseiro. Ele fode minha buceta com seu pau e empurra o plug pela força que faz. A sensação de uma DP é intensa e extasiante. A cadela estava sendo usada, a cada estocada gemia e ganhava tapas, tapas cada vez mais fortes. Minha bunda fica vermelha. Me sinto completamente satisfeita por estar com o Dono. Minha buceta babava, mostrando todo o meu cio. Eu me deixo cair sobre a cama e sinto o corpo do Dono sobre mim. Ele ordena que fique de quatro novamente, tira o plug de meu rabo e como eu e ele esperávamos o plug sai todo sujo do meu cú... que aberto cabem 4 dedos facilmente. Ele atira o plug sujo na pia e começa a me penetrar. O pau entra todo de uma vez no meu rabo... dou um gemido sufocado... Ele começa a fuder bem fundo e a surrar minha bunda. O cheiro não tem como sob ao ar, mas ele não liga, nem eu. Continua como um animal a cobrir sua cadelinha que só faz babar, gemer e escorrer a buceta aberta sem parar. Pouco a pouco deixa meu cú se acostumar com essa penetração animal. Sinto que ele quer enfiar até as bolas... Começa a si movimentar, a me foder mais forte ainda, acompanho seus movimentos, tento rebolar. Meu cio é intenso, começo a me masturbar e percebo que estou encharcada. Sinto suas mãos em meu corpo, tocando minhas coxas, costas e apertando minhas tetas, espremendo minhas tetas como ele gosta de fazer. Sei que não demorarei muito para gozar. Ali eu era inteira Dele, estava completamente dominada. Eu gozei, mais uma vez. Meu Dono me fez gozar pelo cú. Ele pára de me penetrar, diz que meu cú está aberto e lindo, me manda comprovar, enfio um dedo, Ele: "mais um", enfio o segundo, "coloque os quatro" assim obedeço e provo o quanto sou sua cadela arrombada. Me fodo com os quatro dedos e meu Dono bate uma punheta perto de meu rosto. Mantenho minha língua para fora, boca aberta. Tenho sede de seu leite, amo seu gozo farto. Ele esporra, enche minha boca, espalha seu esperma por meu rosto, fazendo com que escorra por meu pescoço. Bebo tudo o que posso, limpo meu Dono chupando a cabeça de seu pau enquanto sorrio. Ele se levanta e me deixa na cama, gozada, esporrada na boca e na cara, e com os 4 dedos atolados no cú, me fudendo para prolongar meu gozo... Ele vê e manda “fode... fode esse cú com força” e faço isso obedeço ate estremecer e me molhar mais uma vez... Ai ele ordena que me levante e me limpe. Saio com os dedos sujos, cú arrombado, buceta arrombada e toda gozada, satisfeita, realizada. Gosto desse tempo que Ele me deu, fico mais calma, sentindo como tudo foi maravilhoso, como a cada dia meu rabinho fica mais aberto e bonito, como é necessário e positivo para mim ter um Dono. Ele quer meu cú e buceta arrombados, abertos por ele... e sei que isso excita por ser uma puta, arrombada, apenas com 18 anos... e sei que serei dele por muito tempo pois desde o primeiro contato senti isso e meu Dono confirmou. Preciso de um Dono como ele, que me trata bem, que se dedica e sabe que está treinando uma cadela que é só dele. Mesmo não perguntando ele me diz que não pretende me emprestar, nem me deixar ser usada por outro homem ou Dono. Em sinal de obediência e agradecimento digo a Ele que não terei nem rolos, nem namorados, que não precisaria me proibir que seria apenas e tão somente dele, totalmente fiel. Assim que ele volta, me dá dois chupões fortes em meus mamilos e ao lado deixando duas marcas roxas de chupadas para que eu possa ver todos os dias... Coloca os prendedores em meus mamilos. São cor de rosa claro, combinando com minha aureola, fazem barulhos com cada movimento meu, me sinto como se estivesse com sininhos pendurados nas tetas. Deito ao lado do Dono, fico quieta em seu ombro, sentindo sua respiração, sinto sua mão encostada em meu corpo, em minha cintura, acho mais que delicioso. Mesmo com todo o trabalho ele procurar dar um pouco de seu tempo a mim. Em nossas conversas sinto o quanto Ele me dá valor, não fala isso diretamente, mas eu consigo notar as entrelinhas e nesses momentos eu me sinto mais que realizada, como mulher, como cadela, como submissa. Sinto que a cada dia nossos laços estão cada vez mais fortes.