Back to Browse
Submissão de Safira II
Assim que chegamos ao motel, meu Dono ordenou que eu tirasse toda a minha roupa, mantendo apenas a calcinha e a sandália. Fiz conforme ordenado, levantei-me da cadeira onde eu estava sentada e ele colocou minha venda, que veio acompanhada de um longo beijo. Segurando-me pelo braço, meu Dono me acompanhou até uma cadeira e me ajudou a sentar. Pediu para que eu colocasse meus braços para trás e os amarrou com uma cordinha. Colocou minha tornozeleira, prendeu uma corrente em cada uma delas, afastou minhas pernas e prendeu esta corrente aos pés da cadeira, fazendo com que eu ficasse impossibilitada de movimentá-las. Pediu para que eu abrisse minha boca e me proporcionou o imenso prazer de chupá-lo. Em seguida, começou a movimentar a cadeira, o que me deixou com muito medo de cair, pois esta já era bem instável... Disse isso a ele, mas não mudou nada... Ele riu e continuou a movimentar a cadeira... Que medo!!!! Parou e começou a passar levemente seus dedos sobre minha pele, avisando em seguida que iria me torturar com a vela. Eu disse que estava com medo, mas ele nem ligou... Apenas disse bem baixinho que era para eu ficar quietinha. Percebi que a vela foi acesa e, logo em seguida, senti o primeiro pingo, na parte de cima da minha coxa. Apesar da dor, fiquei quietinha para não contrariá-lo. Recebi inúmeros outros pingos pelas coxas direita e esquerda, outros nos seios, abdome e virilha. Algumas vezes, sentia o calor da vela próximo a minha boca, me deixando muito assustada, porem fiquei quietinha, não reclamei, recebi um elogio do meu Dono por ter me comportado assim e um longo beijo. Em um minuto tudo se transformou e aquele homem que me acariciava novamente começou a movimentar a cadeira, me deixando com muito medo. Tocou meu corpo todo com a ponta dos seus dedos, desde a nunca até os pés; parou um pouco seus dedos sobre os meus seios, apertou sadicamente os meus mamilos até que eu gemesse de dor e voltou a me acariciar. Afastou minha calcinha, posicionou seus dedos no meu clitóris e me fez gozar duas vezes consecutivas, chegando a gritar de prazer. Comentou baixinho que eu estava muito molhada. Soltou a corda que unia minhas pernas à cadeira e soltou meus braços. Ajudou-me a levantar da cadeira e segurando pelo meu braço, levou-me até que eu chegasse próxima a uma parede. Ordenou que eu encostasse meu rosto, seios e braços na parede, que eu inclinasse meu corpo para frente e afastasse minhas pernas. Pediu para que eu não me mover e começou a me bater com seu cinto pelas minhas costas, região lateral do tronco, glúteos e entre as minhas coxas. Inúmeras vezes gritei de dor; gemia baixinho devido a posição incomoda em que me encontrava, a qual me deixava com muita dor na coluna. Quando terminou de me bater, me levou até a cama e pediu que eu fosse ao centro dela. Tirou minha calcinha e minhas sandálias. Me amarrou, unindo meus punhos ao meu tornozelo, pediu que eu colocasse as mãos atrás da cabeça, o que me deixava exposta, tendo acesso total ao meu corpo. Desta maneira, transamos e gozamos deliciosamente. Ele foi tomar banho e eu fiquei amarrada, a sua espera. Quando terminou, soltou meus punhos e tornozelos e retirou minha venda. Ganhei um delicioso beijo e um elogio por ter me comportado e obedecido durante a sessão. Deitamos, conversamos e descansamos. Através de um movimento ágil, ele entreabriu minhas pernas, pediu para eu ficar quietinha e posicionou novamente seus dedos no meu clitóris. Pela primeira vez, tive o imenso prazer de gozar sem estar vendada. Observei todos os seus movimentos, seus dedos entre os meus pequenos lábios, os meus gestos, as minhas reações perante seu toque. Indescritível sensação. Com uma mão ele me penetrou, alcançando meu ponto G; com a outra, tocava meu clitóris. Gozei duas vezes consecutivas, gritando de prazer. Terminamos a noite abraçados na cama.
As fotos referentes ao relato se encontram nos grupos criados pelo meu Mestre... cadastrem-se:
http://br.groups.yahoo.com/group/escravasafira/
e http://br.groups.yahoo.com/group/pes_de_safira/