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A Segunda Escrava - Parte II de II

O vinho que escolhi era um tinto seco suave, chileno, que era um dos meus preferidos há tempos. A meia luz, eu observava minhas duas putinhas na cama. m, agora minha m{N}, como se esperava era a mais ativa - não que ela o fizesse propositalmente, mas seu instinto junto de minha pequena v{N}, era dominar. v estava de quatro sobre a cama, com a cabeça mais baixa que seu quadril, apoiada em um travesseiro alto. O interessante era que m ordenava, e ela simplesmente obedecia, ainda que só tivessem se conhecido pessoalmente naquele mesmo dia - metade por estar confiante que só ocorreria com ela o que eu permitisse, metade por realmente se sentir extremamente excitada em servir àquela morena deliciosa, na frente do seu Dono. Era algo novo, e um tanto confuso para sua cabecinha, mas o tesão vencia em muito o receio, ou a vergonha. m dava ordens com voz mansa, porém firme: - Abra bem as pernas, e empine mais essa bunda! m virou estrategicamente v de forma que seu sexo ficasse diretamente exposto para mim. Ela me olhava, e exibia abrindo para mim a vagina e o ânus de v, com um claro orgulho nos olhos, como se manuseasse uma obra de arte de sua autoria. A bunda de v era realmente linda, e quando m começou a dar tapas naquela pele branquinha, não demorou a que sua mão ficasse desenhada, enquanto v gemia cada vez mais alto. Encho novamente minha taça de vinho. A visão daquelas duas cadelinhas na cama, subjugando e sendo subjugadas na minha frente, era em muito mais inebriante que a bebida. Logo m estava brincando com os mamilos intumescidos de v, puxando, torcendo, beliscando. v soltava gritinhos para cada ação de m, e isso começou a perturbá-la. Enfiou quatro dedos dentro da boca de v, como se quisesse calá-la. - Chupe, e deixe meus dedos bem molhados! Ah! Minha putinha v adorava chupar, e nessa hora ela fez questão de procurar por meus olhos no espelho a sua frente, uma vez que estava de costas para mim, e me mostrar o prazer que derivava daquela chupada. Foi aquela mesma mão, lubrificada de saliva, que m introduziu na bucetinha aberta, e já muito melada de v. Aquela bundinha desenhada com palmas vermelhas em ambos os lados foi recebendo, dedo a dedo, a mão delicada de m, até recebê-la por inteiro, em um fisting que deixou minha v alucinada. Com os olhos cerrados, e o travesseiro abafando seus berros, gozou vigorosamente, com a mão de m a penetrando até o pulso. Nessa hora, resolvi intervir: - Quem te deu permissão para fazer minha putinha gozar? m arregalou os olhos. No calor da cena, ela não se lembrou de me pedir permissão para levar minha primeira escravinha ao gozo. É claro que eu poderia ter interrompido, mas então não teria esse prazer tão especial, e exclusivo do Mestre Dominador: o prazer de castigá-la. Mandei v se levantar, e pegar minha pasta de couro, com alguns dos meus “apetrechos”. Ordenei q m permanecesse sobre a cama, de joelhos, com os olhos baixos, mas o tronco ereto, e as mãos cruzadas nas costas. Vindo por trás, a segurei firme pelo cabelo, puxando bem forte junto à nuca, e a trazendo para junto de mim, a fim de sussurrar no seu ouvido: - Por ter sido uma vadia desatenta, que só pensou no seu próprio prazer, e não no do seu Dono, agora vai ganhar o castigo que merece. Puxei sua cabeça por sobre meu ombro, lhe dei três tapas fortes no rosto. Ele fez que ia chorar, mas se segurou - é uma putinha orgulhosa. Em seguida, usando uma echarpe de cetim de seda preta, vendei seus olhos, e com a outra ponta do mesmo tecido, atei suas mão juntas nas costas. Mas ela ainda não estava pronta para o castigo: um clipe de aço para cada mamilo, preso um ao outro por uma corrente, completavam a preparação. Sem dizer uma palavra, mas apenas puxando-a pela corrente que torturava ainda mais seus mamilos, a fiz levantar, ajoelhar à beira da cama, e curvar seu corpo direto sobre a mesma, uma vez que suas mãos estavam presas, ficando ao mesmo tempo totalmente disponível e indefesa. A bunda de m era realmente uma escultura, um convite ao spanking com as mãos. Mas hoje eu desejava lhe infligir algo bem mais forte. Peguei meu flogger de tiras de couro, fabricado sob encomenda, e a fiz contar 30 golpes, não tendo sido sequer o primeiro mais fraco. Todos, sem exceção, deveriam ser fortes, para que ela tomasse consciência do peso da mão do seu Dono. Não demorou para que aquela bunda linda ficasse coberta de marcas vermelhas, algumas quase roxas, das tiras do meu chicote. Ela chorava baixinho, e apesar da venda não permitir ver seus olhos cheios d'água, seus gemidos não o deixavam esconder. Sem perder o ritmo do castigo, seu fim também seria sua recompensa. Com lubrificante à base d'água, umedeci toda a mão direita, e sem pena enfiei em sua bucetinha. O ato, para ela inesperado, uma vez que não podia ver o que eu iria fazer, a fez gemer alto. Sem dó, fui forçando caminho, até que quase toda a mão estivesse preenchendo seu sexo, com exceção do dedão. Este foi devidamente enterrado em seu cuzinho. Hoje, ela só teria o privilégio de gozar na minha mão. Em alguns minutos daquela penetração extrema, minha nova putinha gozou, em meio a berros de prazer, choro, e dor. Minha pequena v, abraçada as minhas costas, observava de perto tudo aquilo, num misto de tesão e medo, sem saber ao certo se sentia pena por m estar recebendo aquele castigo, ou se desejava estar no lugar dela... Em seguida a desamarrei, e retirei-lhe a venda, colocando-a em meu colo, e a abraçando com carinho. v também se aninhou junto de mim, pedindo um espaço daquele colinho, e assim ficamos por um bom tempo. Durante toda aquela noite, continuamos a desfrutar de um sexo delicioso, agora muito mais calmo e carinhoso. Quase de manhã, observei minhas duas escravas adormecerem, cada qual com um sorriso nos lábios. E, durante toda aquela semana, minha nova putinha namorou, no espelho do seu quarto, as belas marcas que ganhou como presente no bumbum, por ter se tornado finalmente minha segunda escrava. Mestre Nathan_RJ ICQ: 23907988 MSN: