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Não Pares de te Punhetear, Cão
- Punheteia-te cão! De joelhos e com a pila pousada em cima desse tronco. Mas não te venhas - ordenou Minha Senhora em tom autoritário e com uma inflexão cruel na voz. Eu estava todo nu como sempre que estou sozinho na sua presença e ela envergava um top de cetim negro, muito justo descobrindo-lhe o decote dos seios abundantes, uma calcinha vermelha fio dental, que é o máximo de nudez que me consente ver-lhe, umas meias de lycra negras a ¾ das pernas, e os sapatos brancos de tiras de tacão alto que me deixam teso só de a ver com eles calçados nos pés. Os cabelos negros e compridos, caindo-lhe soltos pelos ombros abaixo davam-lhe um toque de mulher fatal, e eu achei-a ainda mais bela do que habitualmente. Que sorte a minha por ter arranjado uma Senhora assim tão bela e cruel que goza por me ver masturbar na sua frente.
Minha pila contudo ainda estava murcha apesar da figura de Minha Senhora quase despida, pois nunca fico de pau feito sem que ela mo consinta. Mas quando a ouvi mandar punhetear-me percebi no entanto que não tardaria a sentir na pele o peso dos seus instrumentos de domínio, aliás se não fosse com intenção de se divertir torturando-me não me teria mandado comparecer em seus domínios, e o meu caralhito mostrou logo a excitação que sentiu com tal ordem pois se pôs imediatamente em pé.
- Já estás com tesão só por saberes que vais apanhar, não é mesmo, meu grande frouxo? observou-me Se te tivesse antes mandado cobrir-me nem o conseguirias levantar, pois não meu onanista de pau curto e mole?
Não devo responder mas aceitar os seus comentários e fazer o que me manda. Com o saco bem cheio pois há várias semanas que não mo deixa despejar, ajoelhei-me conforme era sua vontade defronte do tronco que agora ficava à altura dos meus órgãos, envolvi o meu caralho na mão direita e como um adolescente sem mulher comecei a esgalhar uma punheta, mas com muito cuidado para não me esvair, algo que a acontecer me teria dobrado o castigo.
- Nem uma punheta em condições sabes tocar? criticou-me Minha Senhora batendo-me no pénis com uma chibata Não admira que nunca tenhas comido mulher alguma, já que nem para tocar ao bicho serves, porco imprestável. Vamos, já que não to cortaram em criança, quero ver o teu prepúcio todo puxado para trás, e a cabeça do caralho toda a descoberto. Ou queres levar nessa coisa pendente e inútil com mais força?
Não, não queria e além disso tocar ao bicho sei eu fazer bem, tão habituado estou a fazer à mão desde miúdo. Simplesmente então eu ia até ao fim e agora tinha de me acautelar para que a langonha não me saísse dos ovos. Apesar da contenção com que me ia tocando, aquela punheta era a melhor coisa que me sucedia nos últimos tempos, tamanha era a vontade com que estava de o fazer, custa-me muito mais apesar de Minha Senhora me dizer que sou um frouxo, aguentar tantas semanas e meses com os colhões cheios como ela me impõe, do que suportar-lhe as constantes chibatadas e bastonadas que me deixam a pele bem marcada. E aquelas iam começar agora.
À medida que a punheta me ia deixando mais teso, o leitinho acumulado tanto tempo nos balões ia começando a molhar-me a cabeça do caralho e a deixar suas marcas pegajosas na superfície do tronco.
- Meu porco esporrador .. gritou-me ela disse-te que não queria ver a porcaria da tua esporra a sair-te dessa amostra de caralho, não disse? E não disse que não queria ver nem uma gota? Então que coisa branca é essa que está começando a sair da tua piça miudinha, cão? Não admito que um escravo como tu se atreva a desobedecer-me, e por isso vou ter de te castigar severamente, meu inútil que nem as ordens de tua Senhora és capaz de cumprir devidamente. Continua a punhetear-te verme, que nunca serás capaz de satisfazer uma mulher convenientemente, mas quero ver a tua boca aberta pousada em cima do bocado de esporra que deixaste escapar.
Continuando a executar os movimentos manuais que desde sempre em todos os cantos do Mundo os rapazes solitários se habituaram a fazer para alcançarem o gozo do orgasmo, curvei minhas costas para a frente e deixei que o meu rosto pousasse agora no tronco, a boca mesmo em cima da pequena mancha de esperma que se soltara de minha pila.
- Já sabes o que tens a fazer, meu punheteiro barato, não sabes, ou preciso de to dizer? E não pares de dar à mão. Mas não te esqueças que quanto mais esporra sair desse teu palito mais tu vais ter de a beber, e mais chibatadas levarás.
Deitei a língua de fora e removi com ela os fiozinhos de esperma que tinha deixado derramar involuntariamente e que tratei de engolir. Ainda estavam quentes. Como a minha cabeça continuava pousada no tronco de madeira pois que não me fora dada ordem para a erguer, Minha Senhora sentou-se nela começando a dar-me palmadas fortes nas nádegas que ecoavam com estrondo na sala vazia. O meu tesão era agora muito maior, e o meu caralho cada vez mais esticado apresentava a cabeça cada vez mais melada.
- Limpa com os dedos da mão esquerda essa porcaria que está pingando da tua piroca, porco - ordenou-me E leva-os à boca. O gosto não há-de ser muito diferente da esporra que lambeste do tronco. E continua a punhetear-te, vadio. Quero ver-te o caralho esfolado de tanto o esfregares com a mão, que é o tratamento que merecem os caralhos pequenos e inúteis como o teu.
Os meus colhões emitiam agora um chelep-chelep- chelep, tão furiosos eram os meus movimentos à medida que me masturbava. Eu sentia-me cansado e pedi-lhe permissão para mudar a mão com que tocava à punheta mas Minha Senhora não o autorizou.
- Nem penses, cão! foi a resposta É com a direita que quero que toques ao bicho. Quero ver-te o caralho esfolado e a mão direita com calos de fazeres tanta gaiola.
E dizendo-me isto Minha Adorada Senhora já se inclinara sobre as minhas nádegas e me agarrava nos tomates com as mãos, os amarrava com um cordel e os puxava com força para trás. Era muito doloroso mas simultaneamente delicioso senti-la esticando-me os colhões até ao limite com que o conseguia fazer, levando-os em direcção do rego do cu, enquanto eu esticava o caralho mas no sentido contrário.
- Continua a punhetear-te, cão, que a tua piroca só para isso serve - e a agora esticava-me as bolas para os lados, para cima e para baixo, obrigando-me a soltar gritos de dor com mais frequência. Não era que não os conseguisse conter, mas porque também era um modo de lhe agradar pois sei que nada lhe agrada mais do que ouvir-me gritar e implorar que pare, quando me tortura ou me pune por qualquer falta, o que ainda lhe faz dar-me com mais força. E de facto Minha Senhora ouvindo-me gritar começou a apertar-me a cabeça com as suas coxas, esfregando-as nas minhas orelhas, impedindo-me de a mover e quase de respirar, tão espalmado meu nariz estava de encontro à superfície lisa do tronco. Apesar da calcinha eu percebia claramente que sua vagina estava agora tão húmida de excitação como a cabeça da minha pixota.
- Continua a punhetear-te, meia piça exortava-me que eu já vou mostrar-te o que gosto de fazer aos meninos como tu para quem sexo é apenas tocar punheta uma vez que nasceram com uma pila incapaz de satisfazer uma mulher.
Por acção do cordel meus colhões foram puxados para cima, senti sua pele rugosa encostada ao meu rego do cu e levei a primeira chibatada da noite neles. O grito que deixei escapar foi atroz. Minha Senhora riu-se.
- E estamos apenas começando, tinhoso. Vais já ver o que te espera. Os teus colhões podem não ser, e não são de certeza, bons para te ajudar a foder que é a principal finalidade deles, pelo que não podem ser considerados uns dignos colhões de homem, mas são bons para te castigar, pois os tens muito sensíveis e só por isso se podem considerar parecidos com uns autênticos colhões de homem. Grita. cão, grita alto como gosto de te ouvir. Quero que me demonstres quanto sofres por teres nascido com eles.
Em tal sítio do corpo não é difícil fazer gritar de dor um homem pelo que eu gritaria com desespero mesmo que Minha Senhora não mo tivesse ordenado. Bateu-me com a chibata largamente nas minhas bolas mas como sempre Minha Cruel Senhora não se dava por satisfeita.
- Continua a punhetear-te, piça mole mandou-me ela mas quero que dobres a pila toda por detrás das pernas e ma apresentes por cima dos teus bagos.
Sem parar de me masturbar, dobrei-a por cima dos tomates o que não foi fácil devido ao tesão que ela apresentava mas consegui cumprir as suas ordens.
- Que pilinha tão pequenina tens comentou desdenhosa É mesmo uma pilinha de quem há-de morrer virgem porque nunca nenhuma mulher, vendo-a tão mal feita se sentirá tentada a abrir-te as pernas. Só lhe consigo ver a ponta da cabecinha a espreitar envergonhada por sobre os colhões. Mas não faz mal. Na ponta da cabecinha é onde a chibata dói mais. Segura-a bem com a mão esquerda. Ai de ti, cão, se a deixares fugir.
E durante largos minutos tive de ficar ali segurando a pixota com as mãos e apanhando com a chibata nela, nos colhões e nas palmas gritando desalmadamente pois Minha Senhora tão amada me estava dando forte. Minha mão direita continuava esfolando o piçalho e apesar das dores nunca nenhuma punheta me soubera tão bem e eu na adolescência era o campeão delas. Quando se cansou, ou quando achou que os meus órgãos masculinos já tinham sido suficientemente vergastados, parou de me espancar mas minha glande estava razoavelmente coberta pelo meu líquido leitoso.
- A pilinha em cima do tronco, vagabundo. E os colhões por baixo dela exigiu. Quando puxei o piçante para a frente e o pousei novamente no tronco sobre o meu par de tomates vi que Minha Implacável Senhora tinha feito um bom trabalho nele, pois apresentava-se todo vermelho e inchado, e eu deduzia que meus colhões não estivessem melhores Diz lá, piça curta, se a tua piça não está agora com o tamanho mais condizente com uma autêntica piça de macho, muito embora ela nunca o venha a ser de facto?
Pensei inicialmente que com o caralho e os colhões naquela posição a intenção de Minha Senhora fosse continuar a chibatá-los mas seu propósito era outro como não tardei a verificar.
- Fecha os olhos meio quarto de piça, que não te consinto veres-me a rata.
Fechei os olhos e uma venda escura foi-me colocada sobre eles. Então de repente senti que Minha Senhora baixara a calcinha e subira para cima do tronco, e eu fiquei ainda mais excitado do que já estava só de a imaginar nua da cintura para baixo, mas a excitação não durou muito tempo pois quase de seguida senti um salto alto, fino e aguçado pisar-me o cesto dos tomates, esmagando-mos por completo e fazendo-me regurgitar ainda mais algum do esperma que se encontrava dentro deles.
- Vais limpar outra vez com a língua o que sujaste, porco avisou-me. Mas agora o seu baixo -ventre estava encostado à minha boca e ao meu nariz, e os seus pentelhos perfeitamente delineados faziam-me cócegas no rosto. E que cheirinho emanava da sua vagina! Suas mãos agarraram-me nos cabelos, puxando-me fortemente ainda mais de encontro a si.
- Faz-me um minete focinheiro, e bem feito. Mais bem feito que a tua ridícula punheta.
Minha Senhora estava mesmo muito entesada para me mandar fazer-lhe um minete já que habitualmente não aprecia que lhe toque sequer nas partes íntimas. Minha Senhora alcança normalmente o orgasmo só por me torturar.
- No grelinho meu meio quarto de piça mole comandava-me Quero sentir a tua língua bem dentro do meu grelinho, senão dou-te outro tratamento semelhante ao que acabaste de ganhar. E lambe tudo, porco, um homem como tu sem pau para foder deve-se contentar em satisfazer um mulher apenas com a língua, e engolir todo o seu gozo que é o que vais fazer, ó amante de punhetas.
Seus quadris esfregavam-se todos no meu nariz, e de sua vagina pingava um sumo melado que me enchia a boca e que eu tratava de engolir à medida que saía do buraco dela. Que feliz eu me sentia. Era uma das poucas vezes que ela me consentia satisfazê-la com a língua e uma das poucas vezes em que ela me dava a provar o paladar agro-doce da sua rachinha. E à medida que ia esfregando seus quadris em mim, ia rodando os pés, apertando-me e pisando-me os genitais com o tacão pontiagudo e acerado dos seus sapatos de salto alto.
- Lambe-me o grelo, paneleiro que é a única coisa que homens como tu tão mal servidos de pau sabem fazer. E não grites enquanto me estiveres a lamber o grelo, cão, pois quando gritas não me lambes como deve ser.
O minete terminou quando Minha Senhora se veio, inundando-me a boca com o mel do seu prazer. Só então é que saiu de cima de mim, voltou a vestir a calcinha, e tirou-me a venda dos olhos. Meu piçalho estava tão murcho como quando me apresentara a Minha Senhora no inicio da noite.
- Estás a ver, meu piça pequena, como ficaste com ela tão murcha como se te tivesses acabado de me comer e sem te teres esporrado?
Não foi isso contudo que me fez terminar a noite feliz. O meu contentamento vinha do facto de a ter satisfeito como se lhe tivesse metido.