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Humilhação, Castigo e Torturas Durante as Compras

Olá, relatarei, aqui, mais um fato que marcou a minha existência como escravo de MEUS DONOS, LUCIANA E SIDNEI. Após voltarmos do sítio (ESCRAVO VIRA-LATAS-TORTURAS NO SÍTIO), MEUS DONOS resolveram fazer compras para abastecer o apartamento e gastar um pouco de meu dinheiro. Antes disso, eles me fizeram ficar de quatro e enfiaram um vibrador imenso em meu ânus, um vibrador enorme, com dobras que machucavam e meincomodavam muito ao andar. Também esfregaram pimenta na cabeça de meu pênis, o que me causou muita dor, mas tive que agüentar calado para não os irritar. Primeiro, recebi ordens de ir ao supermercado, com uma lista de compras enorme. A dor no pênis e o incôdmoo vibrador em meu ânus dificultava muito meus movimentos e MEUS DONOS já haviam me alertado que a cada movimento em falso, tropeço e, cada vez que eu derrubasse algo ou gaguejasse ao falar, seria computada ao dobro que significaria o número de chicotadas que eu iria levar. Nem me lembro de quantas vezes tive que me abaixar, o que me era muito dolorido, para apanhar algo que eu deixara cair no supermercado, apenas me esforçava ao máximo para seguir a lista de compras e procurei não falar com a moça do caixa que me perguntou se eu me sentia bem. Para diversão de MEUS DONOS que ficaram o tempo todo ao meu lado. Mais tarde, fomos ao shopping, MEUS DONOS, de carro, eu, a pé, e ainda tive que subir escadas normais, não posso usar elevador nem escadas rolantes por ordens de MEUS AMOS E SENHORES. Encontrei-os sentado a uma mesa do Mc Donald`s e, com 20 minutos de atraso, o que me valeria uma surra por cada minuto, a escolha de MEUS DONOS. Comprei o lanche para eles e os servi à mesa, recebendo ordens para beber e comer os seus restos, e os segui a diversas lojas de roupas, jóias, calçados, tendo que pagar as compras que eles faziam, sem cerimônia e ainda carregar os pacotes, esforçando-me para não derrubá-los, apesar da dor imensa que eu sentia e do cansaço e um pouco de febre que eu começara a sentir, parando, de vez em quando, para comprar pizza, sucos e cerveja para MEUS DONOS, QUE, então resolveram que eu precisava de um incentivo a mais e, MEU SENHOR levou-me ao banheiro, onde me fez esfregar mais pimenta em meu pênis e aproveitou e urinou em minha boca. Levei os pacotes e bolsas menores ao carro e segui a pé até o apartamento, chegando com quase quarenta minutos de atraso, MEUS DONOS moram no oitavo andar. O que me valeria surras intermináveis. Após arrumar tudo, as compras do supermercado na cozinha e as do shopping no quarto de MEUS AMOS, ajoelhei-me, beijando o chão, e me preparaie para os castigos. Foram duas horas de chicotadas, tapas, socos, pontapés em todo o meu corpo, rostos, nádegas e pênis. devo ter desmaiado, em algum momento, antes de eles enfiarem uma lixa, dessas que se utilizam em calcanhares, em meu ânus e o esfolarem, esfregando depois em minhas coxas, deixando-as em carne viva. Foi, então, que MEUS AMOS fizeram o pior, derramaram álcool em meu Pênis, que havia sido muito chicoteado durante a surra que me deram, em meu ânus todo esfolado e em minhas coxas, o que fez implorar por piedade, suplicando-lhes perdão, um erro que me custou algumas chicotadas na cara e uma saraivada de palmatória nas mãos e na sola dos pés, que até aquele momento, estavam intactos. Em seguida, esfregaram as minhas feridas com sal e me levaram, pela coleira, ao banheiro, onde, como de costume, fizeram as suas necessidades, urinando e defecando em minha boca, ordenando que eu os limpasse com minha língua. Exaustos, após a chegada da viagem ao sítio, e após as compras, MEUS DONOS orderam-me que preparasse a banheira para eles tomarem banho e relaxarem, e, em seguida, fizeram amor, em seu qaurto, comigo deitado ao chão, como um vira-latas de estimação, esperando a hora em que MEU AMO E SENHOR e MINHA AMA E SENHORA fossem dormir para que eu pudesse descansar, atento a um chamado de MEUS DONOS, durante a noite e de madrugada, para que eu buscasse algo como água, bebidas ou para que servisse de privada e papel higiênico para MEUS DONOS, que eu amo e adoro acima e antes de tudo e me orgulho desesperadamente de servir como escravo, como capacho, como objeto e como animal de estimação.