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A Consulta
- Vamos não tenho tempo, ande logo mocinha, tire essa saia, deite aqui no meu colo para tomar logo essa injeção.
- Mas eu não quero, não preciso, deixa isso pra outra hora.
- Se eu tiver que me mexer daqui você vai se arrepender.
Abro o zíper da saia devagar, morrendo de medo, olhando para aquelas duas seringas em cima da bandeja, quero correr, fugir, mas não posso, tiro a saia mas não consigo me mexer, sinto um puxão, ele me coloca deitada no seu colo e começa a ralhar comigo.
- Onde já se viu? Me fazer perder tempo, você tem muito que aprender.
Sinto um tapa na minha bunda, mais um, outro, só consigo chorar baixinho, ele fica incomodado.
- Como é? Ainda está chorando? Você não presta pra nada mesmo, vai me dar muito trabalho. Sem mais um pio.
Dizendo isso, abaixa a minha calcinha e esfrega o algodão gelado na minha bunda, tento ficar quieta mas o medo toma conta de mim, sinto outro tapa e a ordem de silêncio. Pronto agora não posso me mover mais, sinto a agulha entrando na minha carne, o líquido ardido invadindo os meus músculos, dói, dói muito, reclamo, acaba.
- Nossa, mas parece uma criancinha, doeu tanto assim?
Nem tenho tempo de pensar em responder ele começa a passar o álcool novamente, a sensação de gelado na bunda quente é esquisita.
- Aaaaaaiiiiiiieeeeeeeeeeeeeeeee, essa tá doendo mais, para, para.
- Para com o que? Fique quieta senão eu vou acabar quebrando a agulha nessa sua bunda. Pronto acabei, levante-se, vá até a sala de exames, tire toda a sua roupa, preciso te examinar.
Vou para a outra sala, tiro a roupa, mas conservo a calcinha e o sutiã, fico em pé ao lado da maca de exames, ele entra e pra variar me dá bronca.
- Onde já se viu mocinha? Tira logo essa calcinha e esse sutiã, mandei você tirar toda a roupa, como espera que te examine assim?
Tiro a calcinha, o sutiã, ele vem ao meu lado e coloca o estetoscópio no meu peito, resmungo porque sinto frio com o contato do metal com a minha pele, ele não gosta nenhum pouco disso sai, volta com uma espécie de bola, coloca na minha boca e prende com uma tira na minha nuca.
- Será que assim você fica quieta? Cansei dos teus resmungos, você tem muito que aprender, muito o que melhorar e vamos começar aprendendo a ficar quietinha.
Começa a examinar os meus seios, puxa os mamilos, aperta, gira, e me tortura com as palavras:
- Esse mamilo merece um belo brinco, vai ficar muito bonito. Nossa, que cara é essa de desepero? Fica sossegada não vou fazer isso hoje, mas tenho esse direito, você sabe.
É ele tem esse direito, não tem volta, tenho que me resignar a vontade dele.
- Venha, quero examinar essa boceta, deite aqui na maca, de bruços com os pés no chão. Isso assim, agora abra bem essas pernas, pronto.
Ele senta num banquinho atrás de mim, sinto as suas mãos mexendo na minha vulva, abre, puxa meus pequenos lábios para fora, olha, examina demoradamente, machuca.
- É outra coisa que precisamos providenciar, isso aqui tá muito grande, precisaremos cortar.
O que ele falou? Vai cortar meus pequenos lábios? Não aguento essa agonia e me levanto, tento resmungar todo meu medo através dessa maldita bola na minha boca, vejo os olhos dele vermelhos de raiva, me deita brucamente novamente na mesa, prende as minhas mãos na própria maca e começa a ralhar novamente comigo.
- Mocinha, o que é isso? (calmamente vai tirando o cinto da sua calça) Onde já se viu se portar dessa maneira? A sua boceta, o seu rabo, o seu corpo, a sua vida, me pertence, esqueceu disso? Vou cortar o que eu bem entender, abrir, arrombar, dar, quando e como eu bem entender, eu pensei que seria mais fácil, mas sem problemas você vai aprender, por bem ou por mal você vai aprender.
Falando isso senti a primeira cintada na minha, bunda, outra nas coxas, outra, outra, eu não podia fazer nada, ele estava certo, não me achava no direito nem de chorar, mas as lágrimas teimavam em descer pelo meu rosto, algum tempo depois, com a minha bunda em chamas, ele cansou e voltou a me examinar.
Abriu as minhas pernas, sem nenhuma delicadeza ou preparo enfiou o dedo na minha boceta e mais uma vez só ouvi reclamações.
- Que bocetinha fajuta, não cabe nada, vamos ter que alagar, vai ter que entrar uma mão aqui, e sem reclamações. Agora quero ver esse rabo, ele é exclusivo meu, fique bem claro que vou ter livre acesso a ele quando eu bem entender, quero você de calcinha sempre porque adoro arranca-las, abaixa-las, mas quando sairmos para dançar você sempre estará sem, vou comer esse teu rabo no meio da pista de dança. Está me escutando? Em pé, deitada, de lado, como e onde eu quiser, você não pode questionar, você nem pode pensar em falar ai, ouviu mocinha?
Falando isso invadia o meu rabo, primeiro com um dedo, depois dois, depois com o pau, aquilo doia muito, eu nunca gostei de sexo anal, quer dizer, me excitava a situação, tinha vontade, mas na hora h eu escorregava sempre que podia, e agora não podia fazer nada, não segurei o meu choro, mas também não me debati, me resignei com o meu futuro, foi minha opção, eu sabia que seria assim, eu escolhi. Senti a força da sua vontade, do seu desejo, senti a intensidade do seu orgasmo.
- Nem sempre você me terá, está agoniada agora, mas vai chegar o dia que você irá me implorar para comer o teu rabo, e não sei se terei vontade de te atender, mas vamos terminar logo isso porque tenho mais o que fazer.
Me soltou, tirou a mordaça, me levou ao banheiro, lá me mandou ajoelhar no box e me deu um banho de mijo, ordenou que eu ficasse nessa posição, pensando em tudo o que tinha ocorrido hoje e que essa seria a minha ultima chance de recusar qualquer coisa, que apesar de eu já ser dele, ele me presenteva com essa opção, que eu ficasse ali pensando em tudo.
Depois de mais ou menos uma hora ele voltou.
- E ai mocinha? O que decidiu?
- Já estava decidido, só espero que tenha paciência comigo.
F I M