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O Excremento de Eliza
Bem gente ando meio sumida, descullpem...mas acabei ficando sem tempo pois estive em mais uma aventura.....
Estava sem trabalho (é duro viver depois de ser obrigada a assumir uma forma feminina), e consegui atraves de uma amiga um emprego de faixinera na casa de um casal recem casado.
Bem, podia trabalhar e morar lá, o que para euzinha é um bom negocio. Na verdade adoro esses empregos de faxinera, pois me sinto completamente humilhada o tempo todo, mesmo quando meus patroes nao sao dominadores, sempre arrumo uma maneira de passar por burra para eles ficarem rindo de mim e comentando com os outros como sou lerda.
Eliza e seu marido pareciam ser mais um desses casos, um casal normal, que precisavam de uma piniqueira para limpar a sujeira dos dois. Me impôs algumas regras, disse que nunca tinha deixado uma travesti trabalhar na casa dela, por isso queria respeito, nada de saias curtas e me deu um uniforme, para que nao abusasse de roupas extravagantes (uma havaiana, uma saia ate o joelho e uma camiseta). Confesso que fiquei encantada com o jeito dela falar, se impondo e com sua estaura, alta, magra e dona de maravilhosos pes. Como sou manicure, falei pra ela que quando quisesse poderia fazer suas unhas, mas sua resposta foi seca: Voce vai fazer faxina, tenho uma profissional que cuida de meus pes e maos. Baixei a cabeca e falei sim senhora.
Seu marido era igualmente seco, e nem me cumprimetava, a nao ser para me chamar a atencao por algo que havia feito errado. Os dias foram passando e eu me acostumando ao mal humor dos dois, que sempre arrumavam uma maneira de me chamar atencao pelos menores erros, ou de me deixarem trabalhando ate tarde tdos os dias, arrumando sempre uma desculpa. Dormia num quartinho onde tinha uma privada e uma pia, e chorava todas as noites, pois nao tinha pra onde ir se saisse dali.
Acordava cedo preparava o cafe para os dois, depois enquanto comiam arrumava a cama deles (sempre deixavam a calcinha no chao, e sinais de que haviam transado -lingeries, saltos, chicotinho, etc). Quando saiam ia arrumar o banheiro (que sempre deixavam dormir com coco ou xixi dentro, me obrigando a ter que dar descarga, e esfregar para tirar os restos que ficavam sujando as laterais). Quando reclamava escutava sempre a mesma respota, ganhava pra isso e se nao quisesse, melhor sair.
Certo dia sem querer, abalada pois estava sendo constantemente humilhada por eles (era escurraçada constantemente, ate mesmo na rua quando iamos a feira, me chamava de lacraia na frente das amigas que se divertiam, vendo a travesti empregadinha, e sempre falava rindo: isso ainda quer cuidar das minhas unhas e riam, eu baixava a cabeca, afinal foi assim que fui treinada e nao sei ser diferente, mesmo nao sendo com minha dona, uma mulher sempre é superior a mim, que sou uma copia imperfeita). Mas nesse dia quebrei uma louça dela que ela gostava muito, e fiquei esperando que quando ela chegasse me mandaria embora depois de me xingar muito.
Quando ela chegou servi os dois, mostrei meu servico do dia na casa e depois de estarem arrumados, e eu ter limpado a sujeira da noite pedi licenca para para falar com eles o que tinha acontecido. Ela me olhou e comecou a gritar me chamando de bicha burra, que eu so podia ser um viado mesmo pra quebrar uma louça tao cara, que nem que eu trabalhasse limpando todas privadas do mundo nao ia ter dinheiro pra pagar uma daquelas, que ela ia chamar a policia pra me prender, que eu ia ver na cadeia o que eles fazem com um viado de seios, comecei chorar e foi pior, o marido dela coecou me dizer: Viado chorao, e ela me xingando mandou eu pegar os cacos e levar para ela. Quando truxe ela me xingou mais ainda ate cansar e eu chorava, pedindo perdao, para ela nao me prender, foi quando ela me disse:
- Entao nao dou parte sua - mas para pagar a louça eu tinha que trabalhar um tempo de graca para ela alem de tomar uma surra sempre que ela achasse necessario, para ela passar aquela raiva. - Ou você aceita ou mando te prender, digo que voce me roubou viado safado. - Mandou me ajoelhar e beixar seus pes para selar o trato. Eu chorava pois sabia que na cadeia iam me estuprar, e ia ser a palavra de uma travesti contra a de uma mulher fina. Me curvei e beijei seus pes, foi quando o marido dela me deu um pontape no estomago que me derrubou, depois outro e os dois comecaram a me chutar e socar, chutaram minha genitalia, minhas pernas, puxaram meus cabelos, e riam com meus gritos, dizendo que estava sentindo a dor no corpo que eles estavam sentindo por dentro, pelo prejuiso que dei a eles. Depois de me baterem muito ela me pegou pelos cabelos e me arrastou para o quarto dela onde pegou uma algema e algemou minhas maos, amarrando depois meus bracos e pernas na pernas da camas dele, e disse boaa noite.
Enquanto fiquei ali me contorcendo de dores os dois trasaram na cama, demorei muito a dormir. Os dois levvantaram cedo e eu ainda dormia quando Eliza me puxou pelos cabelos, me desamarrou da cama e me arrastou puxando pelos cabelos ate meu cubiculo, onde amarrou bem minhas maos e pes, amordacou minha boca e me deixou deitada no chao, depois tiraram o cochao e a lampada e no escuro me deram outra surra, dessa vez chutando minha bunda, ele de sapato e ela de salto, sentia o bico do sapato dela e seu salto me ferindo a carne. Nessa hora pensei que devia ter deixado ela me dar parte, afinal aquilo era algo que nunca havia experimentado e era mais que um jogo, era real.
Depois de alguns chutes senti um liquido quente na minha bunda e ela comecou a arder, eles riram, e ela disse: gostou do banho? ta limpinha com o mijo do meu marido. Murmurei algo com a modaca, mas eles riram e foram embora. Fiquei ali, largada chorando o dia todo, quando eles voltaram a noite, demoraram e depois de um bom tempo, vieram no quarto onde estava. Estava com sede e faminta. Ela me puxou pelos cabelos e tirou minha mordaca. Esticaram uns papeloes no chao que cheirava a xixi, e eu pedi agua, ela riu e falou: coitada ela esta com sede amor pega agua pro viado aqui.
Ele foi na cozinha e voltou com um copo vazio, colocou dentro da privada e me deu, eu nao quis tomar, mas ela segurou minha boca e ele foi colocando a agua na minha boca enquanto eu resistia, tomei um tapa na cara e outro e outro e outro ate que segurei o copo e bebi toda a agua. Ai ela disse: ta vendo viadao, é so obedecer que você nao apanha mais. Entendi o recado e fiquei quieta. Disse apenas que estava com fome. Ela disse que o que eu ia trabalhar era apenas para pagar a louça, nao dava para comer, mas que ela daria um jeito. Me soltou, mandou me lavar e preparar a janta deles. Estava toda dolorida pela surra, mas temendo mais uma surra, me levantei tomei um banho e fiz janta.
Enquanto jantavam madaram eu arrumar a casa. Estava fraca e dolorida, mas obedeci. Quando acabei, mandaram voltar para meu quarto, pois no dia seguinte Eliza entraria de ferias e me levariam com ela para a chacara.
Mandaram lavar meu quarto e arrumar tudo pois sairiamos cedo. Saimos cedo e eu ainda estava com fome, mas Eliza que havia levantado de bom humor me disse que ia comer, ela ja havia arrumado com seu marido uma forma de me alimentar. Fiquei mais aliviada, e aproveitei a viagem para descansar.
Chegando la ela me obrigou carregar suas coisas e mandou eu arrumar tudo enquanto ela ia tomar um banho. Ela conversou com o caseiro e ele deu uma risadinha. Depois de arrumar tudo, exausta, dolorida e com fome, fui preparar a comida, sob a vigilancia de Eliza.
O cheiro da comida me deixava com mais fome, foi quando ela mandou voltar no carro e pegar uma caixa de isopor, fui com o caseiro e voltei com ele. Eliza riu quando me viu com a caixa, o caseiro tambem, ela abriu e pegou um marmitex, disse que era minha quentinha e riu... Quando tirou a tampa o cheiro de cocô subiu, o caseiro me segurou pelo pescoco e ela esfregou a merda na minha cara, e disse: de hoje em diante voce vai comer minha merda, seu viado! O caseiro rasgou minha saia e me deixou so de calcinha me segurando firme apertando meu pinto e segurando minha cabeca enquanto Eliza com uma colher jogava merda na minha boca. Eu fiquei com nausea, quando senti um membro rasgando minha bunda. Eliza entao disse: Seu Joao, leva sua mulher daqui, e da um trato nela, depois me devolve pra fazer as tarefas da casa. Ele meteu mais um pouco na minha bunda, enquanto lambuzava a merda que tinha caido no meu corpo, tirou um pouco o penis e senti o mijo dele entrando dentro do meu cu e enchendo minha barriga, tirou seu penis e colocou o dedo dentro me levando para a casa dele. Mandou eu esvaziar minha barriga com o xixi dele e tomar um banho.
Seu Joao era um homem de meia idade, rude e feio, e com um calibre grande. Enquanto me banhava ele entrou no banheiro e me fez chupar seu penis, depois me virou de costas e me comeu dando tapas e mais tapas na minha bunda, satisfeito disse que era para eu ir servir a patroa e que meu uniforme estava em cima da cama. Coloquei um tope um tamanco e uma calcinha fio dental e fui para servir a Eliza.
Quando entrei ela me chamou no banheiro, meu anus ardia ainda e eu andava com dificuldade devido ao tamanho do salto. Entrei no banheiro e ela mandou beijar sua bunda sem tocar nela, comecei beijar e ela mandou deitar no chao com a barriga para cima e em seguida colocaou seu anus na minha cara, soltando gases e mandando eu laber seu anus. Seus gases fediam a ovo estragado, nessa hora senti alguem levantar minha perna, e comecar a meter no meu cu de novo. A bunda dela suava e sua vagina tambem, foi quando senti algo cremoso escorrendo na minha boca, um gosto azedo, tentei tirar, mas meu novo macho socou seu penis com mais forca e disse que se nao comesse eu ia tomar uma surra dele, deixei minha boca encher de coco, eu fui engolindo o excremento da Eliza, Joao gozou e Eliza depois de soltar um gases me melou toda com a merda pendura no anus dela.
Com medo deixei a merda dentro da minha boca, mas Eliza mandou eu pegar da minha boca, colocar no chao e lamber como se fosse uma cadela. Enquanto estava como uma cadela de 4 comendo a merda dela recebi varios chutes de bico de salto da sandalia dela, e meu macho Joao e ela riam muito.
Depois de comer a merda ela ficou de quatro e mandou limpar seu anus que tive que lamber ate ficar limpo. Depois ela me obrigou dar banho nela e em Joao, e depois limpar o banheiro. Me equilibrando no salto que estava obrigada a usar limpei o resto da casa e quando entardeceu Joao gritou meu nome mandando eu ir pra casa. O cheiro de bebida nele era forte e se misturava com o suor, mandou tirar seus sapatos e acaririciar seus pes, depois mandou eu ficar desfilando para ele de calcinha, sutia e salto, e ficava me chamando de viado arrombado, bichinha rabuda, come merda.....e ria. Tirou seu penis para fora e me mandou chupar, estava tonta com o cheiro da bebida, e do suor, mas depois de tomar um tabefe no rosto, fiz uma senhora chupeta e comecei gostar de ter meu homem. Deitei no colinho dele e ele me contou que a Eliza sempre arrumava ou um viado ou uma putinha para eles zoarem.... Me senti feliz pois parecia que tinha encontrado novos donos de novo.
Dormi ali deitada no meu novo dono. Amanheceu, fiz o cafe para meu macho e fui na casa da minha dona, preparei o cafe e depois disso levei o cafe na cama para Dona Eliza, depois disso meu macho colocou uma coleira em meu pescoco e me amarrou na perna da mesa, foi no quarto e voltou com dois pinicos na mao, um com xixi e outro com coco, e disse que era meu cafe da manha. Tirou minha calcinha, sutia e salto e me deixou nua tomando o xixi e comendo a merda como uma cadela. Dona Eliza veio e parou na frente do pinico com seus lindos pes e eu continuei comendo olhando apenas para seu pe. Ela mandou Joao come-la em cima da mesa e disse que queria que eu comesse tudo. Escutava o gemido dela e meu macho dizia que era a buceta mais gostosa dessa vida, mas que eu era um viadao e gostava de tomar no cu...
(continua)