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A Violaçao de Sali
Colocou um capuz e vibradores de controle remoto e fez-me dançar so para ele. Naquela noite quando saiu ja o dia clareava. Eu fiquei do mesmo jeito que ele me havia deixado: assustada para falar, para chorar, nunca pensei que houvesse alguem assim como ele nojento. O cansaço acabou por vencer acabei dormindo assim. Descansei, quando acordei e com forças renovadas tomei um banho e lavei-me com tanta força que fiz sangue. A minha dona chegou de chicote na mao, batendo alegando que ja devia ter os quartos todos arrumados inclusive o meu, isso custou-me mais um castigo. Ela voltou a colocar os tais vibradores e desta vez nem sequer me entusiasmou. Depois de ter os quartos todos limpos fui fazer o almoço dos meus donos, enquanto eles comiam eu tinha que chupar o pau do meu dono ou a buceta dela, de gatas alternando ora ele ora ela. Quando estava prestes a virem-se devia latir e abanar o rabo de cadela como se fosse a maior alegria.
Depois de terem comido eles punham numa tigela o meu comer e ao lado a da agua, enquanto eu ficava presa ao chao. Depois de terminada a minha refeiçao eles punham um rabo de cadela menor para que eu conseguise andar arrumando a cozinha. Fui limpar a sala toda aonde novamente o plug vaginal trabalhava a toda força, fiz um esforço para nao me vir mas aquilo era impossivel. Novamente acabei recebendo um castigo e daquela vez ela nao pensou duas vezes: levou-me para a parte de trás da casa aonde me colocou arrerios e as ferraduras, um rabo de egua e fez me passear com um plug na vagina. Andei as voltas com ela, ja estava toda suada quando o vibrador começou a fazer o seu efeito. Ela ja se apercebia como eu ficava quando aquilo estava quase a provocar-me um orgasmo. Deu tantas chibatadas em mim que eu tinha que correr. Corria o mais depressa possivel, e ao invés daquela sensaçao passar, provocou uma sensaçao tao grande que parei a urrar de prazer, ela riu e voltamos ao estabulo e novamente fui colocada no cavalete para ordenhar. Eu pedia baixinho: isso nao por favor, mas a minha suplica ainda me fez pior, pois alem de ser ordenhada ela colocou um plug no meu rabo de C:18cm D:4,5cm de uma so vez e ali estive esquecida.
O marido dela veio e retirou o vibrador e pos o pinto dele no meu rabo, obrigava-me a movimentar batendo no meu rabo com uma palmatoria, e eu mexia para nao apanhar mais, mas isso provocava dores nos sitios que eu estava a ser sugada. Depois de uma hora de tortura ela chegou e desligou o aparelho. Retirou tudo quase de uma so vez, o que me fez dar um grito e valeu um estalo com tanta força que cai, e novamente arrastada pelos cabelos pos-me na sala presa ao chao com o rabo de cadela. Ele dizia: ladra sua cadela ladra, eu eu ladrava com medo de apanhar e vinha ela e me batia porque o meu ladrar lhe incomodava. Ela virava costas e ele dizia: ladra sua vagabunda sua ordinaria, e eu ladrava. Tornava a vir ela e batia-me com o chicote, andei naquilo quase 1 hora e depois fui fazer jantar.
Depois fui novamente presa ao chao e fui lembendo cada um ate atingirem o orgasmo. Naquele ele dia ele ja se tinha vindo muitas vezes de modo que ao jantar estava dificil de ele vir, e a esposa ria como me querendo avisar que ele estava quase terminado a refeiçao e nao se veio. A minha dona ja se tinha vindo duas vezes e ele nada. Acabada a sua refeiçao ele puxou-me pela a coleira e levou-me ate outra divisao da casa, fui colocada numa especie de cama aonde la existia uma maquina simuladora anal. Fui presa em forma de x de barriga para baixo, e ele ligou a maquina na velocidade 3 e meteu-me uma mordaça penis, e ali fiquei. Uma mulher ficou ali para de vez em quando meter a maquina na força 5 e chicotear-me . Fiquei transpirada de medo esperando o 1º impluso da maquina, e quando ela entrou em mim quase que desmaiei de dor. Mas ali fiquei, e a rapariga que la estava batia sem dó nenhum. As suas chicotadas batiam em quaquer parte, as lagrimas caiam dos meus olhos sem poder evitar, o pior foi quando a moça pos na força 5. Aquilo ia e vinha tao rapido, doia tanto que parecia rasgar. Aquilo durou muito tempo, e quando o meu amo veio ele desligou a maquina. Fomos para outra divisao ai ele disse o que queria que eu fizesse: queria que eu fizese de conta que ele me ia violar. Mandou eu gritar por socorro e falava serio. Dos olhos dele saltavam faiscas. Mandou vestir uma roupa de colegial por totos e deu-me um chupa para eu chupar, enquanto eu fazia de conta que vinha da escola.
Assim eu fiz, mas tremendo de medo porque eu sabia que ele ia ser muito bruto. O cenario iria ser de noite, eu vinha da escola, mas mal podendo andar quando ele se pos logo atras de mim e puxou-me por os cabelos. Arrastou-me ate um canto do quarto, eu gritava por socorro e esperneava quando ele me amarrou as maos. Depois ele me colocou um gag, e logo de seguida ele me encurrala supostamente dentro de um carro aonde eu vou toda amordaçada e dobrada. Chegado ao destino ele me puxa pelos cabelos com força, me joga no chao e eu continuo a emitir pequenos sons. Entao ele me despe, mas enquanto isso eu fico de pernas livre e dou-lhe um pontape e tento fugir. Fuga essa que ele me agarra e eu caio no chao, ele me puxa pelas pernas e prende-as com algemas e tornezeleira com um separador de pernas. Ja toda rendida pois sem me poder mover, ele puxa de uma navaha que rasga a minha roupa deixando-me toda nua e exposta, e entao ele poe-se em cima. Mas naquele instante a minha dona tambem entra na brincadeira, e poe entao uma cinta com penis. Ele vem entao e tira a mordaça e diz para eu pedir mais, para eu pedir para me bater, xingar, entao eu peço que ele me bata e me faça uma cadela sua, me xingue. Entao ele agarra no chicote e me bate, chamando-me puta, ordinaria, cadela no cio, porca, que eu nao presto e o chicote continua batendo bem na minha bunda que ja estava toda ardida de tanto ter levado com a maquina.
Para minha surpresa aquela moça tambem entra e ela entao obriga-me a chupar a sua xaninha toda melada de mel, e a minha dona vai pondo cada vez mais mel e eu tenho que lamber tudo. Minha dona coloca-se por baixo de mim enquanto o meu dono se vai pondo em cima de mim, e vai pondo mel na bucetinha da outra. Ele vai me penetrando por trás, sou avisada que nao posso gozar, so eles. Entao toda possuida eles vao fazendo sexo comigo. O mel nao para de cair e eu tenho que propocionar prazer a aquela moça. Meus cabelos estao todos melados, a minha cara e so mel, e eu tento me esforçar para dar prazer pra moça. O meu dono sai e troca de posiçao com a minha dona, então eu começo a sentir a moça cada vez mais excitada, o meu dono vem-se e sai, a minha dona tambem teve prazer juntamente com aquela moça e eu acabo por ter um orgasmo violento de prazer. Era impossivel nao ter eles percebido e colocam-me novamete naquela sala com aquela maquina. Mais 1 hora de castigo e finalemte eles levam-me para tomar banho, mas nao sem antes beijar os pes dos meus donos, deixando-os limpos.