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O Feitor e a Escrava

O Capitão do Mato vem chegando com uma escrava. Pelo jeito que ele a conduz, com as mãos amarradas pra trás e puxando a pobre por uma corda amarrada no pescoço, só pode ser uma negra fujona, capturada e pronta para ser castigada. Deve ser a negra que dizem que fugiu a uma semana atrás... Ela é jovem e bonita, mas está bem abatida, coitada. As roupas estão um trapo só, mas uma coisa me chama a atenção: Ela vem de sandálias nos pés... Gostei, mas é muito incomum, pois normalmente as negras andam descalças por aí, ficam com os pés todos cascudos. Mas vejo que não é o caso dessa escrava... Ela tem os pés mais bonitos e bem cuidados que qualquer outra escrava que eu já tenha visto. Seu rosto tem a força e a beleza marcante que só uma escrava negra pode ter. Seu corpo esguio, sensual e belo me atrai. - Senhor Feitor, trouxe essa negra pra ser castigada. - Essa é a escrava que fugiu e todos estão comentando, Senhor Capitão ? - Ela mesma... Fugiu da fazenda, ficou escondida no mato e foi pega quando tentava roubar comida na Vila. - Coitada, tão forte e bonita, mas tão burrinha... - Pois é... Os moradores me avisaram e fiquei de tocaia, foi muito fácil apanhá-la, nem deu trabalho. - Hum... Muito bonita, ela é nova na Fazenda? - Sim, mas não é para o seu bico... Ela pertence ao filho do Sinhô... Mas chega de conversa, taca logo a chibata com gosto que a pele dessa negra é dura como casca de árvore! Se for devagar com o chicote, não vai fazer nem fazer cócegas nessa escrava... - Mas que besteira você está falando? Ela é uma escrava bem cuidada... - Sim, mas quero que ela fique bem marcada pra todo mundo ver! Põe força aí no chicote que o filho do Sinhozinho quer ouvir os gritos dela lá da Casa Grande! Com essas palavras fui orientado a castigar a bela negra fujona. Bem, que posso eu fazer ? Esse é meu trabalho... Não posso me apaixonar por toda negra bonita que aparece por aqui. O Capitão do Mato deixa a escrava e vai embora... Burro-chucro, não sabe sequer apreciar uma bela escrava sendo açoitada. Melhor assim... Apenas eu, a negra, o tronco e a chibata... Mas não posso esquecer o principal espectador... O Sinhozinho estará observando atentamente na varanda, assim que ouvir a primeira chibatada, virá correndo para ver sua negra sendo castigada. Deus meu, o sol está queimando mesmo, a coitada vai sofrer no tronco, mas castigo é castigo, vou ter que fazê-la gritar sob a minha chibata, escravos ou escravas que fogem da Fazenda não são perdoados... Pelo contrário, o castigo deve ser exemplar. - Escrava, como você fugiu, vou ter que amarrá-la ao tronco e lhe dar quarenta chibatadas... Tremendo, ela me olha com medo, quase chorando... Certamente nunca foi açoitada antes, é uma escrava caseira, delicada, não tem marcas na pele. Enquanto a amarro no tronco, falo bem baixinho no seu ouvido: -Agüente firme minha escrava, não vai ser tão ruim assim... Os Feitores de outras fazendas quase chegam a arrancar a pele das escravas no açoite, mas eu jamais faria isso com uma criatura tão bela como você... - Então não vai me castigar Senhor Feitor ? - Sim, vou castigá-la, mas não vou arrancar sua pele... Apenas devo marcar sua pele no açoite e fazê-la gritar para contentar o seu Sinhozinho, ele sempre fica na varanda observando quando chicoteio as escravas da fazenda. - Meu Feitor, tenha piedade, nunca fui chicoteada em minha vida e nunca trabalhei nos canaviais... Na Casa Grande eu era tratada quase como filha do Sinhô Pai... - Sim, pelos seus gestos delicados eu percebi...Mas você fugiu e deve ser castigada... É a lei! Devo tirar a virgindade de suas belas costas na chibata! Nunca conversei tanto assim com uma escrava... Normalmente as amarro no tronco e já vou logo tacando a chibata... Devo estar me apaixonando por essa negra... Prefiro chibatar as negras, confesso. Não gosto de chibatar os negros. Vez ou outra Sinhazinha ordena chibatar algum escravo para o seu próprio prazer, mas para minha sorte ela prefere ver um negro chibatando outro negro, então meus serviços não são requisitados... Sinhazinha safada, se faz de santa e pudica, mas fica muito excitada vendo os negros sob o açoite, ela pensa que ninguém percebe? Só falta gozar observando os escravos no tronco... - Pronto, está amarrada. Prepare-se escrava! A pobrezinha fica na ponta dos pés. Tremendo, ela pressiona seu corpo contra o tronco, abraçando-o, como se isso fosse lhe trazer algum alento... Slatch! A primeira chibatada estala em seu lombo... Ah, que delícia quando uma escrava recebe a sua primeira chibatada... Um prazer quase que indescritível. Normalmente fico excitado chibatando as escravas da fazenda... Nada demais, algumas negras são bem atraentes, outras nem tanto... Mas sinto que com essa escrava está sendo bem diferente... Começo a chibatar bem de leve e pausadamente, mas pouco a pouco passo a chicoteá-la com gosto... Observo seu belo corpo negro quase que abraçado ao tronco, observo suas delicadas mãos amarradas com as correias de couro, observo seus belos pés nas sandálias... Chibato, açoito, chicoteio cada vez com mais intensidade... Eu a desejo cada vez mais. A chicoteio com desejo, com paixão, eu chicoteio a escrava com uma verdadeira febre que eu nunca havia sentido antes... Quero que o chicote abrace todo o seu corpo, quero que o meu chicote lamba a sua pele, quero que o meu chicote envolva o seu corpo, sua bunda, suas costas, seu lombo, seus braços e suas pernas... Quero que o chicote seja uma extensão de meus braços e envolva seu corpo completamente. Eu a quero muito. A desejo muito. Quero que ela seja a minha escrava. Na verdade eu é que estou ficando completamente escravizado por ela. Meu desejo incontrolável quase me faz perder a noção do tempo e do espaço. Quando desperto e volto à realidade, paro com as chibatadas e percebo que minha bela escrava grita, chora e implora piedade... Nem sei quantas chibatas apliquei... Não foram poucas, quebrei sua resistência, ela se entregou completamente à chibata. Foi devidamente castigada, dei-lhe um tratamento completo, mais que apenas um simples castigo, a açoitei com paixão, com desejo... Seu belo corpo negro está completamente chibatado, a bela escrava fujona foi açoitada das pernas aos braços. Só não carregam as marcas de meu chicote os seus pés e seu belo rosto negro. Sua alma de escrava foi selada sob o calor do açoite. Ela agora tem as marcas de meu chicote, de meu desejo, de minha paixão. Estou completamente louco por ela, preciso tê-la. Farei qualquer coisa. Vou acabar cometendo uma loucura... - Acabou escrava. A solto do tronco. Ela cai do chão chorando, sem forças, completamente suada e chibatada. - Prometa que não vai fugir mais, se tiver que chicoteá-la de novo, eu perco a cabeça... - Sim senhor Feitor... Não me chibate mais... Diz ela soluçando. - Eu a quero. Quero que seja minha escrava, mas não conte para ninguém. Vou tê-la só para mim, não quero mais ninguém colocando as mãos sujas em você. Você será minha. Sem pensar, a pego no colo e a levo para a Senzala. Passo pelo Sinhozinho na varanda que acena com a cabeça satisfeito com o espetáculo do açoite. Ele admira sua bela negra em meu colo, agora devidamente punida e marcada. Desfruta de seu momento de poder e prazer. É o Senhor dos negros e negras, tem o poder absoluto, vida e morte dos escravos da fazenda estão em suas mãos... Após passarmos, ele segue para o seu conforto na Casa Grande e eu sigo com a escrava, mas não a levo à Senzala. Carrego-a para os meus aposentos... Enquanto caminho, seu cheiro de negra suada vai me enchendo cada vez mais de desejo. O sangue do açoite mistura-se ao suor escorrendo pelo seu corpo e molha minhas roupas. Até suas sandálias de couro mancharam-se com o sangue e o suor de seu corpo. Chego. Entro com ela no colo e a coloco na cama de bruços, expondo seu belo corpo totalmente chicoteado. Dou-lhe água. Ela está esgotada. O sol forte em suas costas e minhas chibatadas exauriram suas forças. Ela foi valente, mas se entregou, pois perdi a conta na chibata... Trato dos vergões em seu corpo, alivio um pouco sua dor. Mas eu não resisto. Vendo-a ali deitada, meu lado animal fala mais forte... Não posso resistir mais, meu desejo atingiu o limite... A amarro na cama. Beijo seus pés e suas sandálias de escrava, beijo os vergões vermelhos a flor da pele causados pelo meu chicote em seu lombo, cheiro todo o seu corpo negro suado, chibatado e castigado. Seu cheiro me deixa completamente louco e arranco minhas roupas... Ela não resiste. Pelo contrário, ela está comigo... A escrava geme e fala baixinho: - Me come, meu Senhor... Quero ser só sua... Me come gostoso... Me possua... Ouvindo isso, eu não resisto... Nos amamos com paixão, como nunca antes um Feitor amou uma escrava... Gozamos juntos. - Eu quero ser sua escrava, meu Feitor... Eu quero pertencer ao Senhor... Me compre, eu quero ser a sua escrava para sempre... Eu quero amá-lo... - Eu vou comprá-la e alforriá-la minha amada, nem que seja a ultima coisa que eu faça. Eu, completamente enfeitiçado por aquela escrava, mais tarde pagaria caro por estas palavras...