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Rainha Sofia de SaraievoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Eu e minha Domme mantivemos um relacionamento que, além de nosso contrato
DOM/sub, também nos envolvia afetivamente. Nossas sessions sempre começavam, ou terminavam, com um encontro social. A ocasião que passo a narrar não foi diferente.
Combinamos de nos encontrar em um bar da Augusta, o Sarievo, e depois de alguns drinques nos trancaríamos em um hotel bem próximo para brincadeiras.
Ficou acertado que, como sempre, cada um levaria sua malinha de delícias.
Chequei antes da minha Rainha e pedi uma cerveja. Meia hora depois notei a presença marcante da morena escultural que atendia pelo nome de Rainha
Sofia, um metro e setenta e cinco de tesão absoluto, um quadril arrematado por uma cintura fina, seios grandes e duros, um rosto lindo coroado por longos cabelos negros. Maravilhosa. Como eu tinha prazer de fazer esse jogo com ela. Ela vestia uma calça preta justésima, com um top tipo regata que muito valorizava seu torso, nos pés scarpins pretos com um malévolo salto agulha.
Sem muita cerimônia ela me deu um beijo quentíssimo na boca ao mesmo tempo em que, com toda a força de dois dedos, torcia o bico de meu peito girando o meu piercing por dentro da camisa. Hoje estou inspirada, vá se preparando.
Aquilo já me deixou de pau duríssimo e com a cabeça a mil. Fui ao bar e pedi uma cerveja para ela e mais uma para mim.
Ficamos ali por uns quarenta minutos falando sacanagem e, entre um beijo e outro, nos provocávamos mutuamente. No final da terceira long-neck ela se afastou para ir ao toalete. Quando voltou, perguntei se podia comprar mais uma cerveja para ela, pois iria pegar uma pra mim. Ela me estendeu a sua garrafa e ordenou, Você bebe essa daqui!. Pelo sorriso em seu rosto saquei
na hora do que se tratava. Sem piscar, peguei a garrafa e a trouxe para a minha boca, havia um terço do volume da garrafa em líquido, bebi tudo de uma só vez. Ainda estava quente, levemente salgado, delicioso, sublime.
Bebemos mais umas duas cervejas cada um e novamente lá foi ela ao toalete.
Desta vez eu já sabia o que viria depois e estava de pau duro na hora em que ela terminou de pronunciar a frase, Vou ao toalete e já volto. Estava excitadíssimo esperando minha Rainha voltar com mais uma garrafinha de néctar celestial. Não precisei esperar muito e lá veio ela com a garrafinha
na mão. Já sabe o que fazer, não?. Desta vez a garrafa estava meio cheia.
Tomei tudo diligentemente.
Mais alguns beijos de língua, alguns beliscões no bico do peito e foi a minha vez de querer ir ao toalete. Quando anunciei, ela fez sinal com a mão
para que eu esperasse. Tirou da bolsa uma calcinha fio-dental preta de rendinha, Vista isso e volte sem mijar!. O cacete que já estava prestes a explodir ficou roxo de desespero. Fui para o banheiro sentindo um frio na barriga e pensando em que fim teria aquela noite. Me fechei na cabine, tirei os tênis, a calça e a cueca. Antes de vestir aquela pecinha maravilhosa da minha Rainha, percebi que a mesma estava deliciosamente usada. Por alguns
minutos fiquei ali tragando aquele cheiro de fêmea poderosa da minha algoz.
Quando voltei pra ela, me perguntou, Onde está a cueca?. Fiz sinal de que estava no meu bolso. Ela ordenou que lhe entregasse. Quando pegou de minha mão a segurou como se estivesse numa loja escolhendo uma peça para comprar.
Olhei ao meu redor e algumas pessoas não entendiam o que estava acontecendo.
Feita a inspeção ela guardou a dita cuja em sua bolsa. Não combina com você, escravo!
Mais alguns beijos, alguns beliscões nos bicos dos peitos e mais uma ida ao banheiro. Dessa vez a garrafa veio cheia. Durante nossas carícias, a essa
altura bastante obscenas, minha Rainha enfiava a mão dentro de minhas calças e puxava a parte de trás da calcinha para ficar à mostra enquanto beijava
minha boca. Eu já nem ligava se alguém estava olhando ou não. Minha bexiga estava estourando e meu pau, idem. Foi nessa hora que ela achou uma outra diversão, me pegava pelo saco e espremia com toda força. A cada espremida eu via uma constelação diferente. Mais adiante, sacou de sua bolsa um apetrecho por mim bastante conhecido. Minha coleira. Ali mesmo ela me encoleirou.
A coisa foi ficando quente e ela não conseguia mais se conter, decidimos que estava na hora de irmos para o nosso dungeon. Como saideira ela abriu os
dois últimos botões de minha camisa e me deu uma mordida no peito que ficou uma marca redonda e roxa na hora. Fui assim mesmo para o caixa. Na fila ela se aproxima por trás e desliza sua mão para dentro da minha calça, afasta o fio da calcinha, que a essa hora já não era sergredo pra ninguém, e crava dois dedos no meu cu. Foi assim que passei o cartão, plugado.
Já razoalvemente borrachos, descemos a Augusta até o Hotel Panamericano. Na recepção, RS resolve fazer novamente a gracinha de enfiar dois dedos no meu cu. Como eu estava falando com o rapaz de recepção, instintivamente tentei tirar a mão dela de lá. Realmente ela tirou, apenas pra me meter o maior tapa que eu já levei na minha cara. O recepcionista ficou estupefato. Eu tentei desconversar mas, de coleira, camisa semi-aberta mostrando um hematoma, calcinha fio-dental aparecendo, a mulher enfiando a mão no meu rabo e ainda um tremendo bofetão na cara, quem poderia eu enganar?
Graças a Deus a chave apareceu rapidinho, acho que o rapaz queria se ver livre de nós o mais rápido possível. No elevador ela me mandou tirar a roupa, Fique só de calcinha e coleira!. Obedeci. Chegando no quarto, eu só pensava em esvaziar minha bexiga. O caso é que os planos dela eram bem diferentes. Abriu nossas malinhas de maravilhas e espalhou tudo no chão ordenando, pegou uma venda e me fez cego, me calçou meu par de scarpins pretos tamanho quarenta e três, me algemou e me enfiou um consolo tamanho médio no cu seguro apenas pelo fio da calcinha. Me segurando pelo braço me conduziu ao banheiro.
No banheiro me ajudou a entrar e sentar na banheira, com isso o consolo entrou até o talo. Retirou as algemas e me algemou novamente, desta vez às torneiras com os braços para trás. O cacete duríssimo implorava por uma mijada. Ela perguntou, Quer mijar?. Minha resposta foi afirmativa. Ela então sacou meu pau para fora da calcinha e ordenou, Mije!. Obviamente que
segurando meu cacetones ela mirou bem na minha cara, Abra a boca!. Não dava mais para segurar e soltei a minha auto-chuvadourada. A próxima ordem
foi, Engula!. Uma vez mais obedeci. Ela ficou segurando e mandando tudo bem no alvo, ao que parecia, eram litros e litros de urina. Não terminava
nunca.
Fiquei ali quietinho desfrutando daquele prazer por alguns instantes, ela certamente havia posto o plug da banheira pois eu sentia que estava numa poça de urina quente. Tudo estava em silêncio até que percebi sua movimentação. Parecia que ela se preparava para entrar na banheira. Foi quando ouvi aquele barulinho e um jato quente começou a me atingir, em seguida, Abra a boca e engula!. Meu papel é obedecer. Uma vez mais obedeci.
Rainha Sofia me deixou ali ordenando que a esperasse tomar banho.