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A Segunda Escrava - Parte I de II
Foi numa festa em que coloquei as duas frente a frente - não numa festa BDSM, pois queria expô-las a este primeiro impacto em campo neutro, não no meio de conhecidos que poderiam por meio de algum julgamento inadvertido, ou olhares curiosos, inibi-las.
Não. Foi em uma festa de um curso universitário, em um velho cinema no centro da cidade, que apresentei v{N} - minha escravinha de coleira, pequenina, com sua carinha e jeito de menina levada, bunda deliciosa, e peitinhos delicados que cabem na boca - à minha nova candidata a escrava, m - morena ``meio árabe´´ de cabelos cacheados até o cócix, cintura perfeita, a bunda de uma deusa da fertilidade, e olheiras naturais de alguém que parece não dormir a anos, lhe conferindo um ar misterioso.
Hoje, neste dia, seria o teste final para que eu soubesse se ela realmente se tornaria minha m{N}.
m não era tão somente uma submissa - tinha certas características que escolhi a dedo: era bissexual, assim como minha v{N}, mas diferente desta, tinha também um toque de dominadora - já havia tido um escravo, e sonhava em dominar uma mulher.
Aliás, a idéia de dar a ela o prazer de dominar minha pequena v, e ainda assim ter ambas sob minha vista e poder, me excitava muito. E a ela também.
v{N} era, digamos, ligeiramente mais homossexual do que m, já tinha tido uma ou duas namoradas, e não raramente gostava de ser seduzida por mulheres mais dominadoras. Era, sem dúvida, uma dupla que prometia...
Foi no meio da noite, no segundo andar do cinema, que m não resistiu a tentação do leve vestido que v{N} usava, sem nenhum lingerie, e partiu para o ataque: beijou-a profundamente, com direito a uma gulosa ``encoxada´´, que observei atenta e divertidamente a um metro de distância, saboreando cada detalhe, além de uma Vodka Ice.
Dali, para um local mais ``reservado´´, foi um pulo. Fiz questão que ambas sentassem no banco de trás do carro, no caminho para o motel, e observava com cuidado no retrovisor enquanto m enfiava uma mão sob o vestido de minha v, entre suas pernas, ou quando ela punha um dos mamilos de v{N} para fora, e mordia por entre um sorriso maroto.
O mais delicioso era que, antes de cada pequeno limite ultrapassado, ambas, subjugante e subjugada, olhavam o retrovisor central do carro, em busca de meu olhar e minha aprovação. Eu apenas sorria, e balançava a cabeça dando o sinal verde.
Ao chegarmos ao motel, pedi uma garrafa de vinho, me sentei no pequeno sofá de frente a cama, e ordenei que ambas ficassem nuas, permanecendo apenas com suas sandálias de salto alto, e que pegassem suas coleiras. v{N}, já acostumada a esse ritual, se ajoelhou na minha frente, baixando a cabeça, e segurando o cabelo, deixando bem a mostra sua nuca, para receber seu símbolo de submissão, me agraciando em seguida com um sorriso agradecido e contente - ela realmente adorava sua coleira.
Em seguida veio m, pela primeira vez pronta para colocar a coleira que havia ganhado de mim na véspera, e que ansiava tanto colocar. Ajoelhada na minha frente, de cabeça baixa, aquele enorme cabelo se assemelhava ainda mais a uma longa crina, de égua nova de raça, a ser domada.
Observei por um longo instante, satisfeito, minhas duas putinhas, ajoelhadas aos meus pés. Agora ambas eram minhas escravas de coleira, e a visão era realmente inebriante...
- Quero que vocês duas vão para a cama, e se divirtam como quiserem.
Permaneci um tempo imensurável, sentado na penumbra, tomando um bom vinho, observando minhas meninas se entregarem às volúpias de um sexo sem pudores...
(CONTINUA...)