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Primeiro EncontroII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Ocasionalmente conheci aquele que completaria minha vida. Amigos apresentam conhecidos e surge uma grande empatia, desejos ardem na alma que almeja domínio, entrega. Sou uma garota de 18 anos, 1,63m, branca, cabelos ondulados e olhos castanhos. Soutien 46, coxas grossas, quadril em simetria com o resto do corpo. Estava sem dono a alguns meses e um de meus maiores prazeres dentro do BDSM é ser tratada como cadela. Sou uma Dogwoman. Dom Roberto, dominador praticante de SM a 14 anos, 1,87m, 95kg, branco, já teve algumas submissas reais e estava procurando uma cadelinha como eu. Deliciosas conversas dão forma a um mundo repleto de prazeres. Num instante uma proposta e uma confissão: "tenho interesse em sua coleira". O impacto dessas palavras revela a mais verdadeira entrega. É marcado o encontro. A cadela se apronta rumo ao Dono. Ele já está a sua espera, o celular acaba de comprovar isso. O coração bate forte, mas harmoniosamente, os olhos procuram o Dono ainda desconhecido. Um sinal...venha... Não ouso desobedecer. O sorriso, o abraço, conversas ligeiras. Entro no carro me acomodo, sinto o cheiro do Dono. Deixo minha mão cair sobre sua perna. "Será que Ele se importa?" Vamos nos conhecendo, conversando, sentindo a vibração da voz, a sutileza dos movimentos. Minha mão inquieta em sua coxa, sendo conduzida pela Sua. Passo o cinto para trás do corpo. Ele invade minha blusa, levanta um pouco minha saia, sinto Suas mãos em minha pele, me molho. Minhas tetas grandes e pesadas lhe agradam, meu cio é intenso. Ele me toca, conhece meu intimo e como ele é úmido. Minha boca semi-aberta louca pra me entregar, dizer que desejo ser possuída, mas hesito, não é a hora. Minha mão chega a seu membro, já rígido. Toco, aperto. Sua calça está desabotoada, me inclino, Ele tira seu pau para fora e, imediatamente, coloco minha língua, minha boca. Conheço Seu gosto, tamanho e espessura. Fico sobre seu colo, gravando o cheiro do Dono em minha mente, o lambendo, o chupando, sentindo suas mãos em meu corpo. De vez em quando ele força minha cabeça para entrar toda a rola dura na minha garganta e depois alivia quando começo a engasgar. Chupo muito... babo no pau porque sinto que meu Dono adora isso. A punheta fica mais fácil e mais gostosa e me inebrio com o gosto, o cheiro, o pau do meu Dono me invadindo. Às vezes ele geme, solta um suspiro que esta gostoso. Enquanto O chupo ele continua a acariciar minha buceta que já esta molhada, encharcada, pulsando... Estamos chegando ao Motel Capri, me levanto, ajeito meu cinto, mas mantenho minha mão em sua coxa. Ele pede uma suíte para pernoite, sei que será uma longa noite. Subimos para a suíte. Ele abre uma cerveja, me da um copo. Ficamos a conversar. Meu Dono compartilha comigo suas idéias e pede que faça o mesmo sobre as minhas. Tudo que gosto, aceito e desejo conhecer no SM. Me abro com ele totalmente. O frio na barriga do primeiro encontro desaparece, pois sei o quanto é espontâneo, e ao mesmo tempo experiente, atencioso e dedicado. De repente ele diz: "Você está me devendo algo!!!" Havíamos combinado que um beijo selaria nosso contrato. Me aproximo e o beijo, sinto seus braços a me envolver, retribuo seu abraço ate que Ele sinta que sou inteiramente sua, de corpo, coração e alma. Ele manda que eu tire minha roupa, obedeço, sinto seus olhos a me comerem. Deito na cama, chupo-o, toco suas coxas largas, pego em suas bolas. Fico de quatro como o Dono manda e ele de maneira vigorosa e firme começa a me foder, faz de meus cabelos uma rédea de uma égua no cio e minha coxa um couro de cadela a ser surrado. Peço para que Ele coma meu rabinho. Ele diz que sim, mas que será de uma vez, sem dó, com firmeza. Ele pára, ordena que abra mais minhas pernas, minha bunda, busca me lubrificar com meu próprio cio, finalmente me penetra de uma vez com uma estocada firme, porém deliciosa. Estremeço. Ele pergunta se dói, passas suas mãos pelas minhas costas, e eu como uma cadelinha arrombada pelo Dono, respondo gemendo que não. O Dono se importa com minha dor, com meu prazer, me surpreendi com sua atitude. Minha respiração começa a ofegar num sinal de que estou sofrendo e gostando ao mesmo tempo. Babo, gemo, ameaço um leve grito que não sai, gemo novamente, babo na cama e ele continua firme a me currar o cú. Com todo prazer, suando, mas feliz de estar fudendo e arrombando sua cadelinha. Apos a penetração forte, ele me fode devagar. Buscando, todo o tempo, me acalmar, fazendo eu me acostumar com seu membro. Dizia que eu tinha um cú delicioso e profundo, ou melhor, sem fundo, e isso o deixava com mais tesão selvagem e também me excitava. Podia sentir cada parte de seu pau. Ele me penetrava devagar, tirando o pau quase todo e enfiando novamente ate as bolas baterem pesadas em minha buceta. Depois de um tempo, novamente, passou a ser mais rápido e agressivo, eu gemia, rosnava, ate que gozei e senti meu gozo escorrer pelas pernas, caí sobre a cama e fui envolvida pelos braços do Dono. O Dono esporra na minha boca, na minha cara e bebo o primeiro Leite dele. Que leite delicioso... uma porra gostosa, consistente que adoro ter na boca... e de agora em diante sempre vou querer esse leite maravilhoso. Agradeço meu Dono sussurrando. Depois de descansados comemos um pouco e conversamos distraidamente. Imaginava que iríamos dormir, deitei sobre seu braço. Ele me colocou a tocá-lo, busco bater uma tímida punheta. Vejo o quanto ele esta rígido, ereto. Abro minhas pernas e o Dono se põe sobre meu corpo. Puxa minhas pernas para cima, encaixando-as em suas costas. Começa a me penetrar. Seu rosto junto ao meu me excita muito. Sua respiração colada a minha, suas mãos me prendendo, segurando firme em meus pulsos. A cada estocada sentia o pau do Dono bater no fundo de minha xoxota. Meu Dono ama beijar na boca e sua cadelinha arrombada também, então enquanto me penetra poderosamente, alterna beijos e estocadas, estocadas e mordidas na nuca, pescoço, ombros e nos seios que ele morde com firmeza eu me molho a cada mordida. Ele levanta mais minhas pernas, me fode em anal agora. Eu gemia, e não demorei a gozar. O segundo gozo de nosso encontro. Intenso, exaustivo. Ele pega seu pau e mais uma vez esporra copiosamente em minha boca, em minha cara... Eu, cadelinha sedenta, fico bebendo tudo, engolindo cada gota para não desperdiçar nada e ainda dou lambidas, sugadas fortes para extrair ate a ultima gota. Ele bate o pau na minha cara, esfrega, passa o pau esporrado por todo meu focinho para que fique com seu perfume e com seu gosto único, inconfundível e delicioso. Apos beber todo seu leite, ele permite que eu durma em seus braços. Está selado totalmente meu destino. Sou totalmente do Dom Roberto Humilhador. Não tem volta. A maneira como ele me tratou foi decisiva para me entregar a ele totalmente e sem ressalvas. Ele pode fazer o que quiser comigo, mas sei que não faria nada que me desagradasse devido a sua índole, ao seu caráter. Meu Dono, para quem já teve a oportunidade de ter sido sua cadela submissa ou tê-lo conhecido, é um Dono correto, íntegro, ético e posso confiar nele porque ele ganhou minha total confiança. Pela manha fui eu quem acabou acordando o Dono. Fomos pro banho. Me sequei mas não me vesti. Achei que fossemos tomar café e retornaríamos para meu destino, mas Dom Roberto tinha outros planos. Em seguida ele termina seu banho. Tomamos nosso café. Ele se mostra excitado. Passa a mão em minha buceta, dá vários tapinhas nela e ordena que eu fique de quatro. Pergunta se suporto mais um anal, afirmo que sim com a cabeça. Ele me masturba, me molho mais ainda. Começo a escorrer como uma cadela no cio novamente. Ele abre mais minhas pernas e tenta penetrar minha buceta assada. Eu sei que não vou agüentar, me movo para frente. Ele pára, abre mais minhas pernas, passa um pouco de ky em seu pau e no meu rabinho e me penetra. O cio por sentir o Dono dentro de mim é inevitável. Peço para que me foda, e novamente sou usada. Fico feliz pela disposição do Dono para nossos atos. Adoro sexo e com Ele não sou apenas masturbada ou torturada, sou como uma loba, escolhida pelo Lobo Alfa para ser sua parceira. Enquanto me fode no cú, sem dó, ele surra com a mão várias vezes minha bunda. Meu Dono diz que meu cú é delicioso de fuder e currar e que toda vez vai currar mais meu cú que minha buceta, que minha buceta ele usará mais para fist. me molho definitivamente pois ele sabe que desejo que ele pratique regularmente em mim tanto o fist vaginal quanto o anal. Ele fode meu cú com mais força e diz que primeiro vai treinar bem minha xoxota no fisting vaginal para depois partir para o anal, porem já sabe que suporto 4 dedos em anal, sabe que sou arrombada. Arrombada para ele, por ele e do jeito que só ele gosta. Sou sua cadelinha arrombada. Ele goza novamente na minha boca, na minha cara. A porra escorre pela boca, pelo queixo. Passo a língua, quero tomar tudo, não posso perder nenhuma gota desse leite... Em minha primeira sessão com meu Dono, tomo três vezes de seu leite. Já estou viciada em sua porra. Ele toma outro banho enquanto eu me visto sem tomar banho porque quero ficar com seu cheiro, com seu gosto, com seu perfume tomando conta de todo meu corpo e da minha boca... dando um toque especial ao meu hálito. Mudando minha vida... a coleira está colocada e a partir de agora assino {lais cadelinha arrombada}_Dom Roberto. Saímos do motel e sou deixada em casa. Assim termina nossa primeira sessão. Na semana seguinte não conseguimos nos encontrar, mas isso só aumenta meu cio e de meu Dono. Dias se passam e sempre trocamos mensagens via celular, msn, e nos falamos sempre que possível. Marcamos nossa segunda sessão e é chegado esse dia maravilhoso. Será que meu Dono será como a primeira sessão? ou será que mudará o comportamento comigo? Essas perguntas ficam no ar, em minha mente. Dom Roberto me liga diz que comprou presentes para sua cadelinha... fico louca de tesão, que presentes serão esses? Meu Dono só fala que foi na noite anterior ao sexy shop e a medida que foi pegando cada um dos presentes a vendedora se entusiasmava e perguntava para quem era, pois no começo ela achou que era para ele próprio, mas calmamente Ele diz que é para sua nova cadelinha e que ela tinha apenas 18 anos. Ele, assim, seleciona os presentes e leva para nosso encontro.