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Castigo Merecido
Este fato, ocorreu há alguns anos atrás. Vou contar a vocês esta minha aventura:
Eu estava em um barzinho juntamente com uns amigos, que curtem assuntos fetichistas. Lígia, uma mulher muito bonita que conheci, me confessou ter o desejo de ser escrava, pois falei a ela que tinha um grupo a qual eu participava. Convidei-a a conhecer o grupo, e ela aceitou prontamente. No dia seguinte, comuniquei ao meu mestre, que quis ver o ``produto'':
- Lica, traga-me a moça que quero vê-la!
No dia seguinte, eu disse a Ligia que eu poderia realizar seu desejo, mas exigia segredo absoluto, senão ela iria sofrer com as conseqüências. Assim sendo, no fim de semana, eu e meu mestre levamos Ligia a fazenda, onde tínhamos nossas reuniões com freqüência. Tanto eu quanto ela, estávamos vendadas. Fazia parte do ``ritual''. Eu estava com umas bolinhas no cuzinho, para deixá-lo bem relaxado para o que viria mais tarde. Ligia estava sendo acariciada na buceta por meu mestre e segundo ele, estava molhadinha, molhadinha!! Chegando na fazenda, eu tive a venda arrancada dos olhos, mas Ligia não. Meu mestre fez somente uma pergunta a ela:
- Você quer realmente participar disso?
Ela prontamente disse que sim, entusiasmadíssima! Isso fez meu mestre cair na gargalhada. Levamos Ligia a uma sala, onde ela foi amarrada pelos braços e com pernas bem abertas. Meu mestre dava leves chicotadas na sua buceta. Ela gemia baixinho e meu mestre foi aumentando a intensidade das batidas. Seu rosto já demonstrava feições de dor, o que nos fazia delirar.
Amarramos seus seios bem firmes, tão apertados que os mesmos começaram a ficar arroxeados e colocamos prendedores nos bicos, fazendo-a gemer de dor. Isso me excitou de tal forma que eu comecei a me masturbar, escondida de meu mestre, pois temia por um castigo. Fui ordenada a sentar na cara dela, para que ela me chupasse a buceta. Ela fez um sinal negativo, mas foi castigada severamente, tendo seu corpo todo gotejado por pingos de cera de vela quente! Eu estava passando minha xaninha em sua boca e ela estava gemendo, mas já acostumando com o prazer da dor! Meu mestre pegou cubos de gelo e meteu no cuzinho dela, e ela gritou:
- Não... nunca tive nada aí!!! Pare!
Para meu mestre foi o mesmo que ouvir ``meta no meu cuzinho virgem!!''. E lá veio ele com aquele pênis imenso 22X5.5cm, e arrombou o cuzinho dela, sem dó nem piedade, a seco, fazendo-a gemer de dor ao ser arrombada de tal forma. Meu mestre urrou:
- PRONTO SUA VADIA! NAO TINHA SIDO, AGORA FOI!
Mas meu mestre não parou por aí: Um de seus assistentes foi solicitado, um negro alto e forte, com um membro enorme, possuiu-a pelo cu e lambeu sua buceta. Para espanto de meu mestre, ela não reclamou do castigo. Assim que o assistente deu aquela gozada em seu rabinho completamente arrombado, levamos Ligia para o banheiro e demos um banho nela. Neste banho teve direito a tudo: dedos no cu e na buceta, mordidas nos seios, chupadas em sua bucetinha deliciosa e, claro, uma metida em meu cuzinho. Para meu prazer, pude gozar como uma cadelinha no cio!
Para meu espanto, meu mestre, disse ter visto me masturbando anteriormente, e que eu ainda seria castigada por isto, o que me fez estremecer. Ligia, após o banho foi levada para um quarto, onde iria ser possuída por 4 homens. Quando sentiu um pinto perto de sua buceta, ela disse que queria fazer um pedido ao meu mestre, e por ser sua primeira vez num ritual em nosso grupo, foi atendida. Mas ela pediu para falar o que queria a sós comigo, pedido que foi aceito pelo meu mestre. Ligia me confessou ser virgem, então, nervosa, eu lhe falei:
- Você é louca??? Jamais deveria ter aceitado participar disso antes de ter sido possuída!!!
Mas já era muito tarde, agora eu tentaria ajudá-la da forma que fosse possível! Ela estremeceu! Eu abri a porta e pedi para falar a sós com meu mestre e disse-lhe o que estava acontecendo. Ele me autorizou arrancar o cabaço da Ligia, antes que os homens fossem possuí-la e que eu a limpasse bem, para que não percebessem, e que seria a única excessão que ele daria para que eu fizesse esse serviço em uma virgenzinha e não ele. E lá fui eu, com pintos de silicone de vários tamanhos e lenços umidecidos para limpá-la. Meu mestre tirou-me estes lenços e disse:
- Limpe-a com sua língua e depois venha me beijar! Quero sentir o sangue dela pela sua boca!!
Eu obedeci prontamente! Entrei no quarto, amarrei firmemente suas mãos na cabeceira da cama e comecei a chupar sua bucetinha. Logo após, fui enfiando um, dois, três dedos na buceta dela, até que vi seu sangue.... Passei os dedos em sua boca, fazendo-a chupar seu próprio desvirginamento. Depois, meti sem dó nenhuma em minha escrava um pinto de 18X5, e disse:
- Não grite, senão os homens entram e te possuem!
Ela gemeu baixinho de dor, e eu excitadíssima por isso, pus minha buceta próxima a sua boca e disse:
- Me chupe, sua piranha! Faça-me gozar com sua língua!! E que meu mestre não saiba disso!!
Ela obedeceu prontamente e me disse que estava sentindo uma moleza nas pernas, o que me fez morde-la bem forte, porque ela não podia gozar ainda.
Ela quase gritou, mas lembrou-se dos homens e ficou em silêncio. Assim que vi aquela buceta toda arrombada, lambi-a toda e chamei meu mestre, que meteu as mãos no meio de minha buceta e sentiu meu gozo. Fui ordenada a deitar-me e permanecer lá até segunda ordem. Ele nem me beijou, como havia pedido. Senti sua ira pelo seu olhar. Foi até onde estava Ligia e disse:
- Agora você terá um pinto real... Um não, sua cadela mentirosa! Quatro!!! E verá sua amiga ser castigada por ter gozado com você.
Eu tive mãos e pés amarrados, levei gelo na buceta e no cú. Ligia estava levando o mesmo tratamento. Meu mestre enfiou um vibrador enorme no meu cu. Eu estava sentindo muita dor, pois meu cuzinho estava entumecido por causa do gelo, mas tornei a gozar, e percebendo isso, meu possuidor, me bateu na cara, colocou um lenço dentro de minha boca, selou-a com fita adesiva e me pôs nas cordas suspensas amarrada pelas mãos, fazendo-me tremer de medo, pois lá eu sabia que me esperava algum castigo mais pesado. Ligia foi amarrada e amordaçada, ficando a poucos metros de mim. Ela olhou para mim muito assustada.
Meu mestre ordenou aos seus assistentes que trouxessem os apetrechos necessários para meu castigo.... Comecei a chorar baixinho... Confesso que fiquei com medo, muito medo!!
Na medida em que as lágrimas escorriam em meu rosto, meu mestre ficava cada vez mais excitado, se divertindo com meu sofrimento:
- Você se arriscou demais, sua cadela vagabunda!! Você sabe que por muito menos, várias já foram castigadas!! Você abusou e agora será castigada exemplarmente!!
Os homens chegaram com os apetrechos e foi aí que entrei em pânico!! Havia tesouras, uma navalha, cremes de barbear e uma maquininha de cortar cabelos. Ligia olhava com um olhar atônito, como que não acreditando no que estava vendo. Amarrada da forma que estava, eu não tinha poder nenhum de reação, tentei lutar, mas em vão. Finalmente vencida pelo cansaço, minha cabeça pendeu para frente. O silencio era profundo, o único som audível era dos meus soluços, que eram incessantes.
De repente, um barulho me fez estremecer: Meu mestre aproximou-se de mim, com a maquininha ligada, e começou o serviço. Meus cabelos foram caindo, juntamente com minhas lágrimas... Ligia assistia a tudo incrédula, branca como cera, tremendo muito, esperando ser a próxima a ser castigada. O barulho da maquininha cessou, iniciando-se outra fase da tarefa...
Meu mestre começou a passar o creme de barbear na minha cabeça, já totalmente sem cabelos, e também na minha bucetinha. Terminada esta tarefa ele pegou a navalha e começou a passar vagarosamente na minha cabeça causando arrepios pelo meu corpo. A navalha foi retirando os últimos fiozinhos que ainda restavam... Após isto, desceu e começou a passar a navalha na minha bucetinha, ao mesmo tempo em que enfiava um colossal membro de borracha no meu cú, já totalmente arrombado. O contato do fio da navalha gelado e o membro enterrado nas minhas entranhas, me fizeram gozar abundantemente... Eu queria urrar, gritar, mas a minha boca amordaçada, só emitia grunhidos ininteligíveis. Finalmente soltaram as amarras dos meus braços que me erguiam ao teto. Desabei ao chão entre soluços e gemidos de dor. Fui carregada até um divã, onde tive novamente minhas mãos e pés amarrados. Deitada sobre o divã, com as costas viradas para cima, fui castigada com um chicote impiedosamente. Sentia que por varias vezes estava a ponto de desfalecer. Ele me batia no rosto com força, senti o gosto de sangue na minha boca, sangue este dos meus lábios que já estavam partidos. Já não via Ligia, não sabia o que estava ocorrendo com ela. Tiraram-me a fita e o lenço da minha boca, não conseguia emitir mais nenhum sonzinho sequer, minha boca estava totalmente seca e o gosto de sangue era forte. O meu mestre tirou o membro de borracha do meu cú e disse:
- Agora sinta um de verdade, vagabunda!! Goze com vontade agora!! Dito isso, começou a me comer, beijando e acariciando minha cabeça, agora carequinha, lisinha.
Seu urro de prazer me estremeceu inteira e na mesma hora, gozei também.
Meu mestre saiu de cima de mim, vestiu as calças e ordenou que me desamarrassem. Saiu da sala, dizendo:
- Agora é com vocês, rapazes, divirtam-se!!
Em poucos minutos, senti-me sendo estuprada, arrombada, fodida por todos os poros. Gozaram diversas vezes em meu cú, na minha boca, na minha buceta, em meu rosto e na cabeça. Não consegui ver mais nada...
Acordei horas depois. Já era de madrugada provavelmente. Estava deitada em uma cama grande muito confortável, macia e quentinha. Ao meu lado estava Ligia, com seus lindos olhos azuis fixados em mim. Ela tinha um pano úmido nas mãos, e estava limpando os ferimentos da minha boca e do meu rosto. Meu corpo doía terrivelmente. Minhas costas ardiam como brasa. Ela disse em um fio de voz:
- Desculpe-me, Lica! Por minha causa eles te deixaram em um estado lamentável! Canalhas!! Veja como está seu rosto!
Ligia trouxe-me um espelho. Não podia acreditar no que via! Meus lábios estavam inchados, meu olho esquerdo estava roxo e quase não abria. Pela primeira vez me vi sem meus longos cabelos negros e cacheados. Lágrimas começaram a escorrer novamente em meu rosto. Senti-me completamente estranha, parecia não ser eu no espelho. ``Uma escrava que havia recebido o seu merecido castigo'', pensei. Não tinha forças para falar, mesmo assim sussurrei baixinho para ela:
- O que esses canalhas fizeram com você?
- Não se preocupe comigo, amiga. Foi quase nada comparado ao que fizeram com você... Ficou só no susto que tomei. - Disse ela.
Ligia me deu alguma coisa para beber, um calmante talvez. Disse-me:
- Você é muito bonita, Lica. Apesar do seu rosto ferido, você carequinha ficou linda, uma princesa! Agora durma um pouco. Apesar de tudo, tenho que lhe agradecer, pois consegui satisfazer o meu desejo. - completou. Deu-me um beijo suave nos lábios e deitou-se na outra cama. Minha vistas começaram a escurecer e eu adormeci profundamente.
No dia seguinte, Ligia, por ter omitido que era virgem, foi levada para a cidade e não foi aceita no grupo. Eu não vi quando a levaram. Durante três dias, permaneci de cama, convalecendo da surra que tomei. Nos dias seguintes, o meu castigo teve continuidade: eu levei pau por tudo que era lado, cera de vela, ficava amarrada e amordaçada por varias horas, fui rasgada e devorada várias vezes por dia. Apanhei novamente com o chicote, mas eles fizeram de um jeito para que não me deixasse mais acamada. Meu mestre, durante estes dias, se incumbiu da tarefa de não deixar meu cabelo crescer, fazendo o serviço de barbearia todos os dias. Aquilo o excitava muito, e a mim também.
Para minha surpresa, o escravo negro, que nunca havia metido em mim, só gozado na boca, foi designado a meter no meu cuzinho. Quase morri quando vi o pinto dele, parecia de mentira! 26X7.5cm!! A sala onde estávamos tinha espelhos e neste dia foi tudo filmado! Riram de minha cara de susto, zombaram muito e meu mestre disse:
- Meta tudo no rabo da nossa carequinha!! Essa idiota foi nos trazer logo uma virgem!! E deu uma sonora gargalhada.
O escravo obedeceu prontamente, meteu um dedo no meu cuzinho, tirou e chupou o mesmo dedo.Encostou a piroca no meu rabinho, me fazendo tremer. Meu mestre e os outros assistiam a tudo masturbando-se. E aquele membro descomunal foi entrando devagar, arrancando as últimas pregas do meu cuzinho...
Quando estava tudo lá dentro, ele pegou o pinto de silicone e começou a meter na minha buceta Eu lhe supliquei, dizendo que não iria caber. Foi quando ele, em uma estocada só, enfiou todo o enorme membro em minha buceta. Desta vez fui literalmente rasgada. Lágrimas de dor escorreram pela minha face. Senti o seu gozo no meu cuzinho, e gozei como uma cadela novamente! Os outros que se masturbavam, gozaram pela minha cara e pelo meu corpo... Assistimos a foda algumas horas depois, e fui novamente enrabada pelo meu mestre, que gozou em minha boca e na minha carequinha fazendo-me engolir seu gozo. Após algumas orgias em que participei, cheguei a conclusão que desta vez eu me dei ``mal'' , mas apesar de tudo o que aconteceu, foi uma das orgias em que gozei com mais intensidade, com mais tesão, pois eu amo ser castigada! Cada vez mais!
Meu cabelo hoje já está relativamente grande, mas não vejo a hora de ser novamente castigada pelo meu mestre...
Depois deste episódio, nunca mais vi a Ligia....
Fim