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Um Dia Passado no Presídio
Meu nome é Mara. Mara Tastefull. Tenho 26 anos, 1,65m de altura e 54 kg. Meus cabelos são pretos e descem ondulados até o meio das minhas costas. Meus olhos são cor de mel e meus lábios são vermelhos e carnudos. Meus seios são delicados, mas não são muito pequenos e seus bicos são pequenos e rosados. Minha pele é clara e muito macia. Minha cintura é fina e a minha barriga é bem lisa. Meu bumbum também não é grande, mas é redondo e empinado. Minhas coxas não são grossas, mas são firmes e super bem torneadas. E meus pés são dois mimos tamanho 36. Sou uma mulher muito culta e sofisticada. Sou do tipo que está sempre de sapato alto. Até para ir à padaria. E adoro usar lingeries. Sempre fui viciada em usar meias 7/8 e lingeries bem sexies, principalmente quando eu ia nas festas que tinham lá em Nova Friburgo, minha cidade natal onde morei até os 17 anos, no Friburguense Atlético Clube. Aprendi isso com a Renatinha, minha melhor amiga na época em que eu morava lá.
Hoje eu trabalho em um escritório de advocacia, e naquele dia, eu estava me aprontando para ir ao trabalho. Vou sempre linda de morrer. Coloquei um par de meias 7/8 brancas, uma cinta-liga, claro e um corpete de renda branco. Coloquei um tailleur beje de linho e uma blusa de seda branca. Para completar o conjunto eu coloquei um par de scarpins marrons de couro de crocodilo e me encaminhei para o escritório.
Minha chefe se chamava Adriana. Ela era uma mulher muito bonita. Mais alta que eu (1,80 m), um corpo espetacular e muito malhado, coberto por uma pele morena e sempre bronzeada. Seus cabelos eram pretos e lisos. Ela era dona de uma voz linda e envolvente, de um tom ligeiramente grave. Ela era muito séria, mas tinha uma risada simplesmente deliciosa... Ela me chamou para a sala dela. Entrei e me sentei na cadeira em frente à mesa dela. Cruzei minhas pernas meio de lado deixando meus pés afastados e mostrando toda minha coxa gostosa para ela. Aí ela falou para mim sem levantar olhos:
- Mara, voce tem que ir lá em Bangu entrevistar uma detenta para acertar o depoimento que ela vai prestar amanhã no fórum.
- Tá bom. Eu respondi. Que horas é melhor eu ir?
- Voce pode ir depois do almoço. O Jorge te leva lá.
Já ia me levantando quando a Adriana também se levantou e se dirigiu até mim. Pegou minhas mãos com as suas (elas eram bem grandes...) e falou baixo com aquela voz grave e envolvente quase roçando seus lábios nos meus:
- Voce realmente é muito bonita e competente. Estamos muito felizes de ter voce aqui.
E eu falei simplesmente com a voz sumida:
- Muito agradecida.
Me virei na ponta dos pés e saí. Dessa vez colocando cuidadosamente um pé na frente do outro. Eu quase podia sentir os olhos dela grudados nas minhas pernocas enfiadas naquelas meias 7/8.
A detenta que eu ia entrevistar chamava-se Mara Fake. Ela tinha 23 anos e trabalhava em uma firma de importação e exportação e estava sendo acusada de participar de um esquema de contrabando e lavagem de dinheiro junto com seus chefes.
Após chegar ao portão principal, passei pela identificação e fui encaminhada para a sala de revista. Lá chegando, uma funcionária acompanhada por uma policial militar falou para mim:
- Vira de costas e põe suas mãos na parede e afasta essas pernocas.
Foi o que fiz. A guarda penitenciária se aproximou de mim por trás e se abaixou. Aí eu senti as duas mãos dela envolvendo meu tornozelo. Depois aquelas mãos foram subindo pela minha perna, pelo meu joelho, sempre me alisando de um jeito libidinoso. Até que elas chegaram bem no alto da minha coxa. Então, sem que me pedissem licença, eu fui apalapada por baixo da saia de linho na minha bunda e na minha xana, com os dedos daquela guarda se insinuando pelo rego da minha bundinha e pela minha vulva. Depois de fazer a mesmíssima coisa com minha outra perna, ela me virou de frente e me olhou com olhos de fogo! Passou as mãos pela minha cintura e subiu até os seios. A guarda penitenciária então apertou meus seios nas suas mãos e brincou com meus mamilos durinhos e entumescidos. Virei meu rosto tentando evitar aquele olhar que me devorava e aquela boca boca que estava quase se enfiando dentro da minha. Não satisfeita ela ainda levantou a minha saia e começou a acariciar a minha xaninha com os dedos enquanto eu apertava minhas pernas sem entender direito o que era aquilo. Não suportei mais aquilo; dei um empurrão forte naquela mulher e baixei a minha saia para me recompor.
- Afaste-se de mim, ou eu te denuncio à corregedoria! Eu sou advogada viu? Eu acabo com você! - Eu vociferei com o dedo em riste.
A guarda penitenciária me olhou com ódio e então se virou então para a policial que estava na sala com os olhos semi-cerrados passando lascivamente a língua nos lábios. Dava para ver que o que ela mais queria era poder se aproveitar de mim e me alisar do modo como a revistadora fizera. Então a guarda disse qualquer coisa no ouvido da policial e saiu sem me dizer mais nada. Em seguida a policial se aproximou de mim e disse:
- Meu bem, voce vai ser interrogada pela investigadora Teresa para esclarecimento, tá bem querida?
Que remédio. A policial me algemou e me conduziu para a sala de interrogatório. No caminho, ela falou para mim, sempre segurando meu braço:
- Voce é muito bonita sabia? Isso aqui não é lugar para uma garota assim como voce.
E continuou:
- Eu tô vendo que voce é uma moça muito fina e delicada também. Vir aqui, com essas roupas, de meias e sapato alto... É 7/8 que voce está usando não é? Adoro mulher que usa meias! Voce tá de cinta?
Estava de cinta e corpete de renda branca, sempre ando assim, mas achei melhor não dizer nada. Aquilo tudo estava muito estranho... A maneira como eu fora revistada... revistada não! Acariciada, bolinada e abusada!
- Voce vai ser interrogada pela detetive Teresa. - Ela prosseguiu. - Ela não é fácil. Cuidado com ela. Dizem que ela é lésbica. Ninguém vai no banheiro com ela e quando ela pega uma menina assim como voce para interrogar, é sempre com a sala fechada.
- Por que? - Eu quis saber.
- Dizem que ela gosta estuprar e torturar as detentas. Tem umas bem bonitas aqui, sabia? Dessas meninas ricas que gostam de baile funk e acabam se envolvendo com os traficantes. E eles nem dão bola pro que elas passam aqui dentro. Aqui acontece de tudo!
Chegamos à sala e assim que eu entrei a detetive veio se aproximando de mim e instintivamente meus passos me levavam para trás até eu encostar na parede da sala de interrogatório, que logo se tornaria uma câmara de torturas. Eu não sabia o que ela ainda faria comigo.
- Voce sabe que pesam sobre voce sérias acusações, não é Mara? - Ela dizia enquanto desabotoava minha blusa e examinava meus seios dentro do corpete de renda branca que eu usava. E eu não tinha a menor noção do que ela estava falando. Em seguida ela envolveu meus peitinhos com as duas mão e falou arfando no meu pescoço. - Ai Mara, que peitinhos lindos voce tem! - E ficou brincando com meus mamilos entre seus dedos. Virei o rosto com minha boca vermelha e carnuda entreaberta, mas a Teca segurou meu rosto e me forçou a beijá-la. Senti horrorizada a língua dela violando a minha boca enquanto ela ainda tinha meus peitos presos em suas mãos. Eu mantinha as minhas pernas bem juntas e sem que eu quisesse, meus joelhos se esfregavam e eu requebrava meus quadris sentindo o toque das meias que eu estava usando para aplacar o medo e o tesão que eu estava sentindo. Quando a sua boca finalmente se descolou da minha ela falou:
- Sabe, foram encontrados tres celulares e 25 gramas de maconha na sua bolsa. Eram para a Mara Fake?
- Eu não sei do que voce está falando, respondi.
- Resposta errada. - Ela replicou. Foi quando meus piores pesadelos começaram a se tornar realidade. A investigadora então puxou meus seios para fora do corpete e deu uma boa chupada em cada um deles. Eu estava completamente atônita com aquela situação. Tentei fugir, mas ela segurou meu braço com violência e me arrastou até o meio da sala, onde havia uma uma polia presa ao teto de onde pendia uma corrente. Então a detetive prendeu minhas algemas a uma das pontas da corrente e deu um forte puxão na outra ponta, o que fez minhas mãos serem suspensas para cima e eu fui obrigada a ficar inclinada para frente. Eu estava usando uma saia curta e minhas pernas ficaram totalmente expostas. Claro que a Teca se aproveitou e alisou bem minhas coxas sedutoras vestidas de meias 7/8. Eu pedi para que ela parasse com aquilo:
- Ai! O que voce quer?
- Eu quero voce! - Foi a resposta que eu ouvi. Aí ela levantou a minha saia para que a minha bunda ficasse igualmente à merce das suas fantasias e das suas taras. Ela então postou-se atrás de mim e acariciou deliciosamente a minha bunda passando seus dedos insinuantes por entre as minhas nádegas e roçando a minha bucetinha. Depois ela baixou a calcinha de renda branca que eu estava usando até os pés e passou a lamber minha vulva e meu cuzinho enquanto suas mãos arranhavam as minhas pernas super-sexies vestidas de meias 7/8. Não pude conter um gemido que era um misto de pavor e de prazer:
- Aaaaaaaaiiiiiii! Não faça iiisssooooo!
Então ela se sentou em uma cadeira em frente a mim ficando com a sua boca bem perto da minha e disse roçando seus lábios nos meus:
- Posso fazer isso e muito mais queridinha. Voce agora é minha. Só depende de voce. Se voce colaborar e responder direitinho o que eu perguntar, eu vou te fazer gozar de um jeito que voce nunca sonhou. Mas se voce pensar que pode me sacanear; aí amorzinho eu vou te ensinar o que é sofrimento!
E beijou novamente minha boca, mas dessa vez, só para me dar uma amostra, ela apertou com força os biquinhos dos meus seios com os dedos e eu senti uma dor realmente incrível enquanto era beijada! Eu senti meus joelhos fraquejarem e minhas pernas dobrarem-se. Ergui um dos meus pés quase sem querer por causa da dor que os dedos da investigadora provocava nos meus seios.
Tentei me afastar dela mas o modo com eu estava algemada e presa pelas mãos fazia com que meus braços doessem muito. Eu só pude implorar para ela:
- AAAiii!! Para com iiisoooo!!
Ela se levantou, pegou no meu queixo me ergueu e olhou impassível para o meu rosto. Então ela perguntou:
- Quem te forneceu as drogas?
- Eu não sei do que voce está falando! - Respondi soluçando.
- Resposta errada!
Então ela pegou um chicote de tiras de couro que estava sobre a mesa e golpeou violentamente o tampo fazendo um barulho ensurdecedor. Meu corpo tremia descontroladamente ante a possibilidade de eu sentir aquele flagelo ferindo a minha pele. Aí ela perguntou de novo ríspidamente:
- Para quem era aquela maconha que voce trouxe?
- Que estória é essa de maconha?! - Eu respondi aos prantos.
SLAPT! Fez aquele chicote na minha bunda, causando uma sensação indescritível!
- AAAAAAIIIIII!!!!!! - Foi a minha resposta. Meu corpo se convulsionava de dor e eu apertava minhas mãos em desespero e impotência. Comecei a chorar. Ela então se aproximou do meu ouvido e falou:
- Ai! Doeu meu benzinho! Num chora não! - E na mesma hora enfiou o dedo no meu cuzinho com violência. Eu tentei dar alguns passos para frente mas a calclinha baixada nos meus tornozelos fez com que eu tropeçasse e eu tive que ser amparada pela Teca que se aproveitou, e rindo muito da minha situação, atacou novamente meus seios escarnecendo de mim:
- Ai Mara, como voce é deliciosa! Vou me divertir muito com voce hoje! Ela falou enquanto enfiava os dedos na minha bucetinha. Eu me agitava e me debatia, mas estava completamente submetida àquela mulher, que já me conhecia no passado e de lá voltara novamente para me assombrar.
- Vou perguntar mais uma vez. Para quem eram os aparelhos de celular que voce trouxe.
- Como assim, e só vim com o meu!
- Eu estou perdendo a paciência com voce. Anda responde! Para quem eram os celulares?!
- Que celulares?!
- Este!
SLAPT!! E me bateu com mais força ainda. Minha bunda estava em chamas. Eu não tinha idéia de quanto tempo iria durar aquela tortura! Não sabia o que responder e apanhava contínuamente daquela desvairada! Meu corpo se torcia a cada chibatada que eu recebia e eu já quase não conseguia respirar de tanto que eu soluçava! E a Teca só para se deliciar, entre uma chiocotada e outra vinha lamber o meu cu e bolinar minha buceta. Ou então eram meus peitos que ela acariciava. Eu estava enlouquecendo com aquilo! E a ponto de gozar! Foi quando ela foi até um aramário e abriu a porta. Vi ela colocar uma espécie de cinto por cima da calça e eu fiquei me perguntando o que era aquilo. A resposta veio quando ela se virou e estava com um consolo enorme de silicone preso na cintura!
- O que é issooo?!!!
- Voce vai ver amoreco!
E veio para trás de mim e eu senti aquilo sendo apontado e roçando a entrada do meu cuzinho.
- AAIIII!!! NÃÃÃÃOOOO!!! Não faça issoooo!!
E tentei fugir, mas a Teca me agarrou pelos cabelos e eu não pude fazer mais nada a não ser suportar sentir aquela coisa sendo enfiada lentamente pelo meu cu adentro!
- AAAAIIIII!!! SUA CACHOORRAAAA!! NÃO!! PAARAAA!! - Eu gritei.
- Voce é que é minha cadelinha! - Foi a resposta!
E enfiou aquele instrumento todinho pela minha bunda, varando e abrindo meu cuzinho. Depois ela passou a manipular o meu clitóris enquanto arremetia ritimadamente o consolo dentro de mim. E eu que já estava a ponto de gozar, não pude mais e efetivamente gozei como uma cadela no cio!
- AAAIII!!! NÃÃOOO!!! NÃO PARA! Nãoo! Aii!Aii!
Minhas pernas já não eram mais capazes de sustentar meu corpo e eu corcoveava como uma égua selvagem em um orgasmo delirante. Foi quando a detetive soltou a corrente que prendia meus braços e desabei no chão ainda gozando. Então a detetive Teresa, que era a mesma Teca de antigamente, abriu a porta da masmorra e gritou:
- Soldado Peçanha! Leva a prisioneira para a cela!
E virou-se para mim e disse:
- Voce vai ser nossa hóspede por um tempo. Espero que voce aprecie a temporada. Vamos ver se assim sua memória se refresca um pouco e nós tornamos a conversar.
O soldado Peçanha, ou melhor, a soldado, chegou, e era amesma que havia me conduzido ao calabouço. Ela me encontrou ainda no chão me contorcendo de dor e de prazer e sem o menor controle sobre meu corpo. Então ela se inclinou sobre mim e com muita delicadeza me ajudou a me por de pé. Olhei para a Teca com os olhos encharcados de lágrimas e ela sorria sarcasticamente.
- Leva ela pra cela!
A soldado Peçanha então me pegou pelo braço com muito cuidado e foi me conduzindo ainda com as mãos algemadas e chorando bastante. No caminho ela tentava me consolar:
- A detetive te maltratou muito?
- Nossa! - Eu falei entre soluços. O que foi aquilo? Eu mal conseguia caminhar e tinha que ser amparada pela soldado a cada passo que eu dava.
- Olha, voce ainda teve sorte. Tem vezes que as suspeitas tem que sair de maca direto para a enfermaria.
Chegamos na cela. Felizmente eu ia ficar sozinha.
- Voce vai ficar sozinha aqui. Mas olha, não sai daqui se eu não estiver por perto. Tem umas detentas que trabalham na faxina que são barra pesada! Se elas te pegam elas iam fazer misérias com voce.
- Como assim? - Perguntei assustada e antevendo as humilhações e torturas que me fariam passar se eu caísse nas suas mãos.
- Elas são muito revoltadas. Descontam todos os recalques nas novatas. Nas faxinas elas botam sempre as mais bonitas pra fazer as piores tarefas. E depois elas ainda são obrigadas a fazer sexo com as outras. Mas fica tranquila que voce não vai passar por isso não.
Então ela tirou as minhas algemas e o meu tailluer como se fosse uma recepcionista de hotel ou restaurante com um cliente. Aí ela me deitou sobre o catre para em seguida tirar meus sapatos e passou a acariciar e massagear meus pés delicadamente. Depois ela me cobriu com meu tailleur e se aproximou de meu rosto e falou para mim:
- Desculpa eu não ter um lençol pra voce ficar mais confortável. Sabe como é, aqui as pessoas não fazem distinção.
Foi aí que eu eu vi como a soldado Peçanha era jovem e bonita! Ela tinha os cabelos pretos e lisos presos na nuca por um coque. Tinha olhos grandes e amendoados e a boca estava discretamente pintada de batom. Senti uma necessidade urgente de ser beijada por aquela boca e pedi:
- Me beija, agora! - E ela quase sugou a minha boca, me apertando e acariciando minhas costas. Mas não foi um beijo muito longo.
- Não podem ver a gente assim. - Ela disse e saiu rápido.
Adormeci não sei por quanto tempo quando fui abruptamente desperta por uma voz rude:
- Acorda minha filha! Pode ir! As acusações foram retiradas.
Era a mulher que tinha me revistado que veio me soltar. Queria tanto que fosse a soldado! Me levantei meio tonta e pus meus sapatos. A revistadora veio segurar meu braço, mas com um safanão eu fiz quetão que ela o soltasse. Então nós nos dirigimos para uma porta de ferro que ela abriu e me fez passar. Quando eu me dei conta de onde eu estava eu me voltei mas fui empurrada de volta e a porta de ferro fora trancada na minha frente. Eu estava no pavilhão das detentas Ouvi uivos histéricos daquela detentas.
- Vem cá princesinha! Vamos fazer um amorzinho gostoso!
- Oi gostosa! Vem pra cá pr'eu te chupar vem meu amor!
- Ai tesão de garota!
Olhava apavorada por entre as grades das celas e as prisioneiras estendiam os braços para me tocar, e efetivamente algumas conseguiram arrancar o meu tailleur e outras ainda rasgaram minha blusa de seda deixando entrever os meus seios firmes e sensuais dentro do corpete de renda. Depois disso eu vi que várias mulheres começaram a se masturbar encostadas nas grades e eu me perguntava o que seria de mim se eu fosse entregue àquelas feras. Mal sabia eu que logo eu teria a resposta!
Alcancei finalmente uma porta no final do corredor interminável e abri. Entrei em um refeitório vazio com aquelas mesas compridas para várias pessoas se sentarem e com aqueles bancos de madeira sem encosto. Haviam quatro mulheres lavando o chão com esfregões. Não sabia o que fazer, mas achei que elas pudessem me ajudar a sair dali, já que voltar para o corredor das celas não era uma opção. Fiquei encostada à porta, mas elas me viram e foram chegando para perto de mim como uma matilha de hienas cercando uma corça indefesa. Uma delas chegou bem perto de mim e dise tocando nos meus cabelos:
- Oi princesa! A madame quer alguma coisa?
- Eu quero sair daqui. Eu disse com a voz trêmula e quase sumida.
- Ah, mas o que é isso? Fica aqui um pouco com a gente... - ela respondeu afagando meu braço.
Eu me afastei enojada, mas uma outra barrou meu caminho.
- Olha como a moça é bonita! E que roupas finas ela tem! Ah, mas que pecado, tá toda rasgada!
- É uma cinderela! Disse uma terceira.
- Pois é! Mas tá mais é pra gata borralheira! AHAHAHA!! Grasnou uma outra com uma boca banguela e uma voz rouquenha e desagradável. Eu ia tentando sair dali dando passinhos pequenos e apertados. Mas a primeira me segurou pelo braço e falou.
- Num vai saindo assim não, minha pequena. Isso é desfeita viu?
- Olha, por favor, deixa eu sair tá?
- Ah, mas péra aí! Tem muito serviço aqui pra ser feito! Será que a moça dá conta do recado?
- Ih, acho que num dá não! Olha só essas mãozinhas, que delicadeza! Unha feita...
- Olha, eu não sou empregada, sou advogada....
- Voce aqui é puta se a gente quiser! Aliás, aqui é tudo puta! Ouviu bem? Me interrompeu a banguela.
- Num assusta ela não Creuza! Disse a primeira. - Vem cá, senta aqui nessa mesa. E ela me fez eu me sentar sobre uma das mesas do refeitório.
- Olha, que coisa bonita, de meia é? Ela falou. E passou uma mão imunda e asquerosa pela minha perna gostosa de meia 7/8. Eu apertei as minhas coxas mas senti aquela mão nojenta subindo pela parte de dentro das minhas pernas e apertando as minhas coxas. Eu pus minha mão naquele braço e virei o rosto enojada e falei quase sem voz, apavorada com aquela situação.
- Tira essa mão de mim! Não me toque!
- Mas o que é isso! Eu adoro meia fina!
Então, a primeira, que estava fissurada com a beleza delicada das minhas pernas vestidas de meias brancas, começou a tirar minha saia, sempre esfregando as minhas coxas e alisando as minhas pernas torneadas e sedutoras de meias até chegar aos pés. Então eu encolhi as minhas pernas eu pus meus pés em cima da mesa para evitar que ela os tocasse. Tentei me afastar e me virar de costas, mas duas das mulheres da gangue me seguraram pelos braços e passaram a tirar o que restava da minha blusa, revelando meus seios àquelas maníacas, que na mesma hora passaram a agarrara-los e a beliscar meus mamilos. Tentei cobri-los com as mãos, mas aí, eu fui deitada de costas sobre a mesa ficando com minhas pernas ligeiramente dobradas e coladas uma na outra, e com meus pés esticados sobre os saltos dos sapatos, deitada, à mercê daquelas mulheres. E eu estava vestida somente de corpete, cinta-liga e meias finas, no meio daquela turba! Eu não sabia mais o que fazer! Enquanto isso, as duas que tiraram a minha blusa mantinham as minhas mãos presas acima da cabeça, expondo meus seios indefesos para serem chupados por aquela que tirou a minha saia. Então, a banguela, que eu agora sabia chamar-se Creuza, começou a passar as mãos entre as minhas coxas e a enfiar os dedos na minha vagina enquanto eu me contorcia e esfregava minhas pernas tentando evitar o toque daquelas mãos pusilânimes. Foi aí eu percebi que estava sem a calcinha! Em seguida, aquela mulher abriu as minhas pernas lindas, de meias 7/8, e colocou uma delas sobre os ombros, ficando com a cabeça entre elas, bem junto da minha xana. Minha bucetinha branca e depilada então foi abocanhada por aquela boca asquerosa e cheia de dentes podres, que a chupou e se deliciou com ela enquanto eu agitava freneticamente minhas pernas, que acabaram sendo agarradas e imobilizadas. Aí eu gritei em total desespero, contorcendo ainda mais o meu corpo:
- TIRE A SUA BOCA DAÍ SUA IMUNDA!!
Mas ela me humilhou mais ainda, dizendo que aquela era a bucetinha mais cheirosinha que ela já havia chupado! Eu me debatia loucamente sentindo horrorizada aquela língua invadir a minha buceta e lamber o meu clitóris! Até que eu consegui me virar de lado para tentar inutilmente cobrir minha vagina com as coxas. Mas a banguela afastou mais uma vez minhas pernas e começou a me chupar por trás enquanto agarrava e alisava minhas coxas deliciosas, e eu sentia aquelas mãos grossas sobre o nailon das minhas meias! Enquanto minhas mãos eram mantidas presas, as outras duas viraram meu busto para cima e passaram a sugar meus seios sôfregamente. Eu já não estava mais podendo com aquilo e eu senti meu corpo corcovear num frêmito enquanto lágrimas de prazer e desespero desciam pelo meu rosto. Mesmo sem que eu quisesse, gritos entrecortados saíam da minha boca carnuda e entreaberta.
- AAAAAAIIIIII!!!! AAHÃÃNN!! NÃÃÃOOO!! ME SOLTEEM!! AAHHNNN!!!! AAAAIIII!!! AAAAIIII!!! NÃÃÃOOO!!
- Olha Creuza! Você tá fazendo ela gozar! Vem cá minha delícia!
E eu fui abraçada por trás por uma mulher que apertava meus peitos e minha xana enquanto eu debatia freneticamente minhas pernas de meias 7/8 e sentia a mão dela entre as minhas coxas enquanto eu tentava sem sucesso tirar os meus seios daquelas mãos asquerosas que os seviciavam. E eu gritava desesperada enquanto meu corpo arqueava sem controle:
- NÃÃÃOOO!! TIRE AS MÃOS DE MIIIIM!! AAAAAAIIII!!
Mas eu era atacada pela frente e por trás ao mesmo tempo! E elas se aproveitavam de mim e enfiavam os dedos na minha vagina e na minha bunda. Aquelas mulheres estavam enlouquecidas de tesão com a minha beleza sendo vilipendiada daquela maneira torpe! Completamente indefesa, de corpete e meias brancas! Linda e delicada, sendo abusada de maneira impiedosa por aquelas brutas. Meu corpo sarado sendo aproveitado, meus seios delicados, minha bunda redonda. Meus pés pequenos de escarpin. Eu agitava minhas pernas que eram agarradas e minha buceta era invadida por dedos e línguas enquanto meu pescoço e meus seios eram chupados por mil bocas. Eu gritava e gemia e meu corpo arqueava. Elas não respeitavam nenhuma parte do meu corpo e eu era violada por todos os orifícios ao mesmo tempo em que minhas roupas eram rasgadas!
Não sei por quanto tempo eu fiquei naquela situação, mas quando minhas roupas de baixo já estavam todas rasgadas por aquela malta, ouviu-se um grito estrondoso ecoar pelo salão:
- QUE PALHAÇADA É ESSA QUE TÁ ACONTECENDO AQUI!!
De repente toda aquela mulherada que me seviciava brutalmente desapareceu. Assim como desapareceram minhas roupas. Eu estava em frangalhos, literalmente.
Era a soldado Peçanha que veio me salvar! Ela veio chegando e eu me atirei nos braços dela. E ela disse para mim com a voz mais doce do mundo:
- Meu amor!
Beijei-a muito. Com sofreguidão.
- Olha o seu estado! Aquelas malditas! Aha, mas elas vão se arrepender muito do que te fizeram! Ah, se vão! Mas onde estão as suas roupas? Ela perguntou.
- Eu não sei. Respondi.
- Olha, eu vou arrumar uma cela pra voce ficar. Voce não vai poder sair assim. Eu vou te arrumar um uniforme só pra voce não ficar nua, tá bom?
- Aí a gente chama alguém pra vir te buscar. OK?
Eu apenas chorava e acenava com a cabeça.
Fui posta em uma cela isolada, uniformizada como uma detenta. Eu que havia vindo para tirar uma mulher que estava injustamente encarcerada. Deitei-me no catre com esses pensamentos e ouvi quando a minha soldado trancou a porta da cela. Não dei muita importância. Afinal era melhor assim, pois dessa maneira os outros não poderiam entrar. A soldado, que eu só conhecia como Peçanha, me prometera ligar para a Adriana e eu acabei dormindo o sono mais profundo da minha vida.
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Até que de repente eu fui desperta por uma voz ríspida que berrava:
- Acorda! Sua advogada chegou!
Estava completamente zonza. Não entendia direito. A funcionária não havia dito que as acusações tinham sido retiradas? Fui levada ao parlatório. A tal advogada já estava lá. Fiquei muito impressionada com ela. Que mulher linda! E como se vestia bem! Ela era um pouco mais velha que eu e estava super chique e sexy ao mesmo tempo. Ela estava com uma saia e um tailleur beje bem sóbrio e uma blusa de seda elegantérrima! E mais um detalhe que eu não podia deixar de reparar: ela estava de meias finas brancas. Lindas! Sem se falar nos escarpins de couro de crocodilo. Então ela se sentou na minha frente e cruzou as pernas divinas, revelando mais um detalhe que me tirou o ar: a saia que ela estava usando subiu um pouquinho e deu para eu ver que aquelas meias eram 7/8. Então ela se dirigiu para mim e se apresentou:
- Olá. Voce é a Mara Fake não é? Muito prazer, meu nome é Mara Tastefull.
- Muito prazer, Mara. Eu vou contar para voce a minha história.