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O Jantar em Que Expus a Minha Condição de Corno Manso - II Parte

Durante todo o jantar Minha Dona Paula não perdeu ocasião de demonstrar perante os nossos convidados a sua posição de superioridade em relação a mim. Não me deixou tirar o avental, obrigou-me a comer de prato na mão uma vez que no apartamento de estudante não havia cadeiras suficientes para todos, e passou o repasto ordenando-me em tom autoritário e brusco, que lhe enchesse o copo com vinho sempre que ele se esvaziava, que lhe servisse a comida no prato, que lhe descascasse os camarões, e por aí fora. Os nossos colegas olhavam para mim com ar de gozo, rindo-se de mim por eu além de ser um corno também ser um serviçal disciplinado. Eu contudo já bem compenetrado do que Paula exigia de mim, não me sentia nada embaraçado com tal humilhação, antes pelo contrário sentia orgulho dela e estava até muito satisfeito, embora com receio de algum castigo não o demonstrasse. No final do jantar preparei e servi café a todos e enquanto lavei a louça e a cozinha, Paula e os colegas entretiveram-se a jogar póquer de dados. Minha Senhora deixara a cama desfeita após se ter deitado com o cliente que a visitara e a caixa de preservativos por arrumar, como ela mesma mo lembrou após ter limpo a cozinha, pelo que eu ainda demorei mais algum tempo a arranjar o quarto antes de finalmente ter ido ter com eles. A garrafa de uísque que eu comprara nessa tarde estava quase vazia, e os risos que soltavam e as conversas em alta voz que mantinham, indicavam-me estarem todos um pouco eufóricos. - Digam lá, rapazes – acicatou-os Paula quando me viu entrar – antes do jantar quando recebi a visita daquele sujeito que vocês não chegaram a ver a cara, que é que imaginam que eu fui fazer com ele? De facto o pessoal estava já um pouco etilizado pois logo um deles lhe respondeu provocando mais gargalhadas dos restantes: - Foder, não foi Paula? - Muito bem – assentiu ela – também não é preciso ser-se muito perspicaz para o ter percebido, para mais com a fama de mulher fácil que tenho, não é mesmo? E como podem ver não é a presença deste paneleiro com vocação para criada doméstica, que me impede de foder com quem muito bem quiser, de tal maneira o N está bem treinado para cornudo manso, não é? – perguntou voltando-se para mim. Agora sim, fiquei envergonhado mas não tive outra escapatória que não fosse dizer-lhe que sim. - Só que vocês não sabem uma coisa - continuou ela com todo o desplante – Há dois tipos de homens que recebo cá em casa. Uns são os que me vêm consolar e dar prazer quando me dá o tesão. E há outros que vêm cá para que os console e lhes dê prazer eu, cobrando dinheiro obviamente já que não tenho feitio para boa samaritana. O sujeito que esteve comigo pertence a esse grupo. - És então uma prostituta, como muitos dizem? – perguntou-lhe o Antunes. - Sou – confirmou ela – e também é verdade que embora não goze com os clientes, nada me dá mais tesão e me põe o grelo mais inchado do que foder com um homem por dinheiro. Quando o faço fico sempre com vontade de foder com outro homem a seguir. Todos comentaram então que nesse caso seria melhor irem-se embora a fim de nos deixarem sós, e eu pudesse assim com toda a intimidade acalmar-lhe os calores da pássara. Mas é claro, não era nada disso que Minha Dona tinha em mente. - Nem pensem em ir já embora – objectou – muito enganados estão vocês se pensam que um individuo tão pouco homem como o é aqui o cornudo me conseguiria satisfazer convenientemente. Aliás nem a mim nem a mulher alguma, e é por isso que este desgraçado ainda nunca se pôs dentro de nenhuma, e se depender de mim nunca o fará porque sujeitos como ele, já que não lhe posso chamar homem, existem para se conservarem virgens toda a vida, ou na melhor das hipóteses satisfazerem-se sozinhos. Podia-lhes explicar porquê mas há muito que desejo ouvir uma confissão pública da boca dele quanto à sua manifesta incapacidade e inaptidão para a prática do coito, e estou certa que vocês gostarão de a ouvir. Por isso, N, explica aos nossos amigos porque razão quando aceitei deixar-te vires viver comigo te impus a condição de seres o meu eunuco e nunca meu amante. Esta parte foi ainda mais embaraçosa para mim do que ouvindo-a chamando-me de cornudo na frente de todos ou tratando-me como seu servo desprezado, como acontecera durante o jantar. Teria preferido que o seu telemóvel de serviço voltasse a tocar, e um cliente estivesse em linha do outro lado do aparelho marcando-lhe novo encontro, poupando-me a explicação para outra altura. Mas como não foi isso que aconteceu, eu baixando os olhos e sentindo um enorme rubor na cara disse em voz sumida: - Minha Dona não me deixa pôr nela porque tenho a pila curta e ela só gosta de foder com homens de piça muito grande. - Mais alto, vil escravo, que ninguém ouviu nada do que disseste. Ou queres que te assente o chicote nas costas perante todos para que te ouçam gritando de dor? Na verdade teria preferido isso do que ter sido obrigado a confessar a escassez dos meus dotes masculinos, mas levantando a voz voltei a repetir que tinha a piroca muito pequena. - E que mais, eunuco? – insistiu – é só o teu caralho que não tem as medidas mínimas para ser considerado um caralho de homem? É só por causa do comprimento da tua coisa que não to deixo meter-me? - Não Minha Dona – volvi-lhe – também não tenho colhões. O oh de espanto que todos eles soltaram, demonstraram-me bem que nenhum deles estava à espera de tal confissão. A dizer verdade, o ar de surpresa que todos ostentavam no rosto indiciavam que a maioria nem sequer acreditara que de facto eu fosse desprovido de tomates. - Não acreditam, pois não? – tornou-lhes Minha Senhora – na verdade admito que não é frequente encontrar-se um homem tão mal servido de matéria genital que nem um par de tomates decentes apresente no meio das pernas. Eu por exemplo confesso que apesar de ser puta há já algum tempo, nunca tinha visto nenhum. Mas para saberem que não lhes estamos a mentir, e que por isso no que se refere a homens que me satisfaçam, eu tenha de os procurar fora pois o que tenho em casa não serve para o truca-truca, o N vai baixar as calças e mostrar a todos o que tem escondido no meio delas. Que poderia eu fazer embora não o quisesse nada? Por isso baixei as calças e expus a todos minha condição de eunuco. Ao verem o meu saco dos colhões vazio e o meu caralhito de7cms, fino como um dedo mindinho os ohs de admiração ouviram-se com mais intensidade. - É verdade que o N não te colhões – comentou um – Nunca tinha visto um homem sem colhões. O gajo de facto não deve ter tesão nenhum para se pôr numa mulher. - E não são apenas os colhões que lhe faltam – observou outro – Aquela coisinha ao penduro nem se pode chamar piça. Qualquer mulher que como a Paula aceite viver com ele, se gosta de sexo, tem mesmo de lhe pôr os cornos, de outra maneira não se safa. Minha Dona malevolamente ordenou-me que levantasse com as mãos o caralhito para cima e lhes exibisse bem meu escroto vazio para que não restasse a ninguém dúvidas da ausência dos bagos, e todos quiseram saber como eu os perdera, se a sua falta se devia a um problema de nascença, ou se fora Paula quem mos tirara já que alguns se lembravam de a ter ouvido dizer que sempre gostaria de ter um verdadeiro eunuco como seu escravo, e a todas as perguntas eu fui obrigado a responder. - Bem, ao menos tens cu – disse-me o Antunes – sempre podes foder com ele, já que na verdade com a piça parece-me muito difícil conseguires dar prazer a uma mulher a menos que ela seja freira. - E não é só isso – Minha Dona queria que a minha humilhação como macho cobridor fosse ainda maior – este capadinho que perdeu as bolas em pequeno, de facto de vez em quando consegue ter tesão, mas é só muito de vez em quando mesmo. E para isso o que tens de fazer, pila mole? Em voz alta, e sempre com as calças baixadas, confessei que quando estava muito tempo sem despejar o meu líquido seminal que eu nem sabia que nome atribuir pois que aquilo esporra não era, conseguia ficar de pau feito esfregando à mão, como os miúdos. Ou então quando via Paula fodendo com outros. - Esta última é verdade que te dá tesão – corroborou Minha Dona – Porque para ficares teso esfregando à mão, tens de tocar punheta durante mais de meia hora. É por isso que o meu eunuco tem a piça todo esfolada. E mesmo assim de pau feito não tem préstimo para o sexo. Explica-lhes porquê, capão. Expliquei então que mesmo de pau feito vinha-me ao fim d pouco mais de 30 segundos, pelo que mulher alguma conseguiria obter um orgasmo comigo. Fui então rotulado por todos de ejaculador precoce, vergonha dos homens, escárnio das mulheres, e nascido para ser corno. Paula estava adorando aquilo, e eu apesar da vergonha confesso que também, razão pela qual o meu caralhito começou a crescer. Todos se riram vendo-me entesado. - De facto – comentaram – mesmo de pau feito, o teu caralho não vale nem metade de um caralho de homem, pelo que tu nunca poderás ser um homem a sério. - Vejo que todos concordam comigo – disse Paula – e agora aqui o descolhoado vai-vos revelar qual a finalidade deste jantar. Minha Dona e Senhora tinha-me exigido que fosse eu no final de ter a cozinha arrumada a pedir-lhes para me porem os cornos e eu, sempre com a pilinha e o saco vazio à mostra, roguei-lhes então encarecidamente em nome da nossa amizade, que uma vez que eu por não ser um homem completo não a conseguia satisfazer, e como a amava muito, que a satisfizessem eles como ela tanto gostava, permitindo-me a mim assistir e tocando uma das minhas punhetas de 30 segundos. - E vamos comê-la todos? – perguntou um deles com os olhos brilhando de alegria com a perspectiva. Paula porém contrapôs: - Não queriam mais nada! Sou puta e tenho a cona bem aberta, mas não tanto. Como vivo com um meia pila, e gosto delas bem grandes e grossas, abrirei as pernas àquele de vocês que tiver o caralho maior, medido pelo eunuco, enquanto ele se masturba como está habituado a fazer desde que se conhece. Mas para que os restantes não considerem este final de jantar como mal empregue, farei uma mamada a todos vós. O resto não tem muito que contar. Paula era uma moça muito bonita e uma das putas mais caras de Coimbra, e por isso nenhum deles queria perder a oportunidade de se habilitar a pôr-se nela ou de ser por si chupado na pior das hipóteses, mesmo tendo para isso de ver sua piroca sendo medida por mim com uma fita de costureira, embora todos eles me tivessem recomendado para lhes não tocar nela com as mãos pois que não gostavam de paneleirices. A piça de Alberto era a maior e mais gorda, 21,5 cms e foi por isso ele o feliz contemplado. Minha Senhora contudo antes de se lhe entregar fez um broche aos restantes que me deixou roído de inveja, pois que ela a mim nem isso me fazia. Alberto montou-a então em cima da mesa onde eu servira o jantar, depois de eu ter limpo os vestígios da esporra dos outros, perante os nossos olhares, e todos me enxovalharam novamente: - Vê como se faz, corno de piça curta? Aprende como um caralho de homem se mantém teso dentro de uma mulher até lhe proporcionar todo o prazer antes de se esporrar. Estás a perceber agora para que servem os colhões, ó capadinho que só sabe tocar punheta? Meu pau teso como estava com o que via e ouvia, não atingia mesmo assim os 10 cms, o que levou todos a afirmar que ele nunca seria capaz de seduzir mulher alguma, ainda para mais uma assim tão experiente como Paula, e enquanto esta sobre a mesa, debaixo do sarrafo do Alberto, gemia de prazer como eu nunca lhe ouvira, exigia que eu me punheteasse já que não dava mesmo para mais nada, acto que fiz com tanto gosto, até em meio minuto ter vertido aquele líquido branco parecido com langonha, mas que todos reconheceram não o ser. - Temos de repetir mais jantares destes – disseram no final – afinal uma bela mulher como a Paula, tão mal servida de homem, não merece sofrer carência. E nós pela nossa parte não nos importamos nada de lhe suprir as carências que o sem colhões não lhe consegue suprir, pois não? Todos disseram que não. E eu apesar da humilhação sofrida tanto amor sentia por Minha Dona, e tão bem me soubera a punheta que tocara enquanto ela fodia, que não me importaria que o próximo jantar tivesse sido logo no dia seguinte.