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Fantasia de Uma Cadela sem Dono

Já havia me recomendado para ir de calcinha branca e manter as pernas levemente entreabertas. Como lia distraidamente um livro, sentada numa mesa enquanto te aguardava juntei as pernas, mesmo porque ainda faltava muito pra sua chegada, pois marcou para as 15 horas e ainda contava as 15 minutos passados das 14, fiquei surpresa, quando senti um empurrão na perna. Abrindo mais que devia minhas pernas, gelei quando olhei para cima e vi seu rosto petrificando pelo ódio, pois como ousei desobedecer a uma ordem sua? Disse que era para deixar daquele jeito, envergonhada abaixei a cabeça, vergonha por não ter cumprido uma ordem tão simples e vergonha por estar tão exposta. Queria sair dali correndo, mas o senhor simplesmente decidiu tomar um café. E não teve pressa de tomá-lo. Quando terminou saiu sem dizer uma palavra sequer, eu o segui no meu quase impossível mutismo. Quando chegamos ao carro, pega de surpresa meu rosto e aproxima bastante seu rosto no meu e me pergunta calmamente: - É tão difícil assim cumprir minhas ordens? - Falo aramaico? Respondo com um aceno negativo com há cabeça que pouco se move devido ao seu aperto. - Então por que esta com as pernas fechadas? - droga nem percebi que as tinham fechado. - Arreganha esta perna vadia! Abro as pernas o maximo que consigo e sinto logo uma tapa na minha coxa, na parte interna. Fica logo vermelha. E vem outro e mais outro, sinto meus olhos rasos de agua, e de repente vem um tapa no rosto, porem mais leve e uma pergunta gelada. - Por que minha cadela esta chorando? - Desculpe-me senhor, não queira ter falhado! - Não se preocupe você vai aprender, ou por bem ou por mal. Agora se cale. Engole o choro. E como sou muito sensível não consigo parar de chorar. O senhor fica parado por um tempo e afaga meus cabelos. E diz: - Vamos embora. Seguimos o percurso calados. De vez em quando o senhor alisa meus peitos, aperta os mamilos e os torce, gemo de prazer, ai o senhor retira a mão me deixando uma lacuna enorme. Quando chegamos ao destino, o senhor ordena: - Tira toda sua roupa, menos a calcinha, deixe-as no carro, não vai precisar delas. E desça de quatro, e deixa as pernas abertas. Encontro dificuldade para descer do carro de quatro, mas o senhor não tem pressa. Espera calmamente eu descer e ando com as pernas meio abertas, o senhor da uma tapa entre minhas pernas e sente que já estão úmidas, e fala rindo com uma sonora gargalhada. - Você gosta né cadela? Gosta das mãos desse seu senhor no seu corpo, mesmo que seja te batendo. Não é safada? Nada respondo, olho para trás com cara de quero mais e o senhor não faz de rogado e me da vários tapas ora na bunda, ora na xana. Enquanto vou subindo as escadas para o quarto vou apanhando, mas são uns tapinhas de leve nem é tão forte assim, o senhor só quer esquentar o sangue, deixa-lo correr célere em minhas veias e surte efeito, pois já não choro mais, já sinto o liquido molhando minhas entranhas. Já lá dentro o senhor manda que eu me levante e prepare umas cervejas para nos. Sentamos na mesinha e eu com as pernas bem abertas, não quero correr o risco de decepcioná-lo novamente. Enquanto o senhor sorve o liquido dourado vai alisando minhas coxas e vai subindo a mão, sem querer solto um suspiro, sinto um espasmo no estomago, o senhor fala com um sorriso maroto nos lábios: - Minha cadelinha esta no cio é? Olho com devoção para o rosto do meu senhor. E nada respondo. E o senhor me puxa pra seu colo e alisa mais ainda minha buceta e tira minha calcinha pra um lado e esfrega meu grelo que a esta altura já este muito intumescido, ignora qualquer reação minha e manda-me beber a minha cerveja, senão vai esquentar, sorvo cautelosamente, pois estou com a respiração acelerada, o senhor aperta o grelo eu gemo. E então, manda-me sair do seu colo. Levanto e de repente o senhor me empurra na parede beija minha nuca e me come ali mesmo sem nem avisar. Depois de saciar sua tara, deita-me na mesa e me da vários tapas na bunda e diz que isto é para eu não deixa-lo tanto excitando com minha tara. Manda-me tomar um banho e vir molhada de olhos fechados. Quando estou vindo devagar em sua direção o senhor coloca um venda em mim e me esfregam os mamilos na parede sinto uma espessura arranhar-los então o senhor amarra os seios de uma forma que eles aparentam maiores e ficam duros, suga os bicos, se deliciam e me leva para um lugar e me amarra meus braços abertos e pernas também ficam separadas, coloca um plug anal em mim com uma cinta impedindo que caísse, e um vibro na vagina e liga na potencia máxima. E me diz como se tivesse me dando um chocolate suíço. - Querida hoje vai provar do meu chicote, não quero escandalos, se quiser chorar pode, mas comportada, fui claro? Respondi que sim com um pavor nos olhos que o senhor se deliciou, depois de 10 chibatadas ouço o senhor pegar o celular e fazer uma ligação. - Entra minha cadelinha. Sinto o barulho da porta se abrindo. E o senhor da um beijo na cadelinha, e diz para ela: - Você tem 15 minutos pra me excitar. Ela vem em minha direção e alisa minhas marcas deixadas pelo meu senhor. Passa a mão nas minhas nádegas alisa meu grelo e eu não reajo estou travada, é a primeira vez que uma mulher me acaricia. Não consigo me excitar, ela conta para o senhor. O senhor levanta e beija meus lábios e fala com ternura no meu ouvido: - Se solta, libera, deixa ela te acariciar, vai ser gostoso. E da um tapinha na minha bunda já tão magoada pelo chicote. Então ela me solta das amarras e me leva para cama e começamos a nos beijar. Ela alisa meus seios eu sugo os delas, estou aflita para agradá-lo e vou descendo acariciando a cadelinha do meu senhor. E quando chego perto da bucetinha dela eu dou uma paradinha, então o senhor vem atrás de mim e introduz o dedo na minha vagina e começo a chupá-la freneticamente. E num espaço de poucos minutos gozamos juntas. Sem nem perceber que estava na verdade com uma mulher.