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Paguei Caro Pelo Divórcio

Sou casada e tenho 36 anos. Sou Diretora de Relações Públicas e tenho dois filhos menores. Casei com um homem com nível educacional abaixo do meu. Na prática, eu sustentava ele e tentava dar um "polimento". Passados 15 anos de casamento, nossa vida era inssossa e eu não tinha romantismo e até o sexo era automático. Ele muito conservador e eu, mais preocupada com a carreira, nunca dei asas a imaginação sexual. Me apaixonei por outro homem. Sua educação, finura, romantismo, fizeram meu coração bater mais forte. Chegamos a sair 3 vezes. Decidida a acabar meu casamento, procurei meu marido. Acontece que ele já sabia de tudo. Com chaves falsas, abrira meu pequeno cofre e descobriu cartas, bilhetes e outras coisas mais. Fiquei sem ação. Ele referiu-se de forma rude aos meus desejos trocados em carta. Chamou-me de despudorada, de adultéra e de cadela. Disse que não daria o divórcio consensual, seria litigioso e ele iria usar as cartas, bilhetes, fotos, como armas para me tirar a guarda das crianças. Oferecí dinheiro, renunciei aos bens e ele disse que só aceitaria se eu deixasse fazer coisas que só se fazem com uma putinha. Com medo do escandalo, aceitei ir com ele a um motel. Tremia de medo. Ele arrancou minha roupa, me pôs de joelhos e com palavras rudes disse que eu chupasse o pau dele (nunca fizera isso). Como não fiz direito, ele me deu 2 tapas, segurou nos meus cabelos e mandou-me reiniciar. Chupei e deixei o esperma escorrer pelos meus lábios. Deitou-me de quatro e mandou empinar a bundinha. Protestei e ele deu-me várias cinturanzadas. Minha pele ardia e a dor era intensa. Antes de fazer qualquer coisa, ele mandou-me implorar para ser comida por trás. Resistí e ele me bateu novamente, nas coxas, na bunda e na cara. Uma coisa estranha começou a acontecer comigo. Despertrou uma vontade de fêmea submissa. Eu odiava a situação(era dominadora) e via aquele homem que vivia comigo como um cachorrinho, obedecendo as minhas ordens, transformando num macho exigente e duro. Na minha cabeça, nada do que fizesse estaria errado, pois, estava fazendo tudo obrigado. Deite-me e empinei a bunda. Estava toda molhada. Ele enxugou e penetrou com força. Chorei de dor. Ele me segurou pelos seios enquanto mordia meu pescoço. Aquela vara na minha bunda doia a vontade, porém, comecei a sentir um formigamento e empinei mais a bunda, recepcionando toda a vara. Gozamos juntos. Pensei que a coisa iria melhorar. Ao contrário, ele mandou-me lamber seus pés e depois colocou pingos de vela nos meus peitos e na bundinha, enquanto me penetrava com vigor. Chamava-me de gaieira, puta e mulher safada. Mandava chamá-lo de macho gostoso e de meu dono. Em seguida amarrou minhas maõs e meus pés e começou a passar gelo em todo meu corpo, demorando nos peitos. Pegou um penis de borracha e colocou na minha bunda, enquanto me penetrava na frente. Vendou meus olhos, colocou uma coleira e obrigou-me a passear de quatro no tapete. Em seguida mandou-me sentar no seu penis e fazer uma ligação para o meu amante. Implorei por tudo para não fazer. Mas, quanto mais pedia, ele ficava violento. Aceitei fazer. Foi uma coisa estranha, estava me sentindo uma puta, uma vadia e ao mesmo tempo eu gozava de toda forma. Estava com o corpo dolorido. Ele mandou-me lamber todo o corpo dele. Pegou esperma e passou no meu rosto e lambeu-me como um cachorro. Pedí para dormir e ele amarrou a coleira na cama e disse: - Cadela dorme no pé da cama. Antes, ele colocou novamente pingo de velas no meu peito, um penis de borracha na minha bundinha e outro na vagina e amarrou-me no pé da cama. Tive sede. Ele colocou um prato com água no chão, colocou o penis dentro e disse: - Beba catraia. Acordei no outro dia, toda amarrada, com a bundinha e a vagina em fogo, os peitos quieimados e doloridos, as coxas cheias de marcas. Ele me liberou e disse: - Agora eu assino o divórcio. Deixo um puta que foi minha mulher. Divorciei-me e ele cumpriu sua palavra. Nunca tocou no assunto. Hoje sou casada novamente e meu atual marido não sabe da história.