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Spanking, Punheta, Humilhação e Sodomia com Minha Senhora

- De gatas, cão - ordenou Minha Senhora. Eu estava todo nu como é obrigatório que esteja na Sua presença, quando nos achámos os dois ou quando Ela mo impõe, e Minha Senhora vestia desta vez uma bata branca, curta que lhe dava pelas coxas, uma mini-saia da mesma cor, e umas botas de cano alto, igualmente brancas, subindo-lhe quase até aos joelhos, conferindo-lhe o ar asséptico de uma médica ou uma enfermeira, os cabelos loiros soltos dando-lhe pelos ombros. Nas mãos calçava umas clínicas luvas de látex, e era a primeira vez que a via usando tal acessório que no entanto achei o máximo. Gosto mais de a ver de preto ou de vermelho, cores que Ela aliás usa com mais frequência, mas mesmo assim achei que estava muito bonita e o meu caralho pequenino começou a insuflar e a dar de si, comportamento que Minha Senhora não admite sem sua expressa autorização, o que me valeu logo apanhar duas bofetadas antes de me colocar de quatro com os joelhos e as palmas das mãos abertas no mosaico frio do chão da sala. - Abre bem as pernas, vadio – mandou agora. Obedeci-lhe, Minha Senhora colocara-se por trás de mim contemplando minhas nádegas e meus colhões pendentes, enquanto eu abria as pernas ao máximo sem me desequilibrar, gozando-me muito como sempre. - Tens uns tomates tão pequenos que mal se vêem, porco, quando nasceste a parteira deve-se ter enganado e em vez de te aplicar uma palmada no rabo deu-te nas bolas, por isso elas ficaram esmagadas. Suas mãos enluvadas agarraram-me nelas, puxando-as o máximo para trás o que me fez doer e começaram por mas amarrar fortemente com um cordel, cuja extremidade foi passada por entre a costura das mesmas, dividindo-as ao meio e pressionando-as dolorosamente. Um novo nó foi dado e o resto do cordel ficou ali balançando indicando-me que o mesmo ainda iria ser usado novamente para me torturar com mais intensidade. - Desta vez não quero ouvir um pio – avisou-me – Já há muito que sei que meu escravo não tem colhões de homem, mas quero que me demonstre que apesar disso consegue aguentar um castigo como os homens de colhões grandes. Cerrei os dentes com força pois era difícil aguentar aquilo sem proferir um grito de dor, mas se Ela queria que aguentasse eu aguentaria. Dizendo-me querer ver se eu tinha os colhões duros ou moles começou-mos a apalpar vagarosamente como se me estivesse masturbando. Meu piçalho sentindo os colhões sendo estimulados começou de novo a demonstrar que apesar do seu pouco tamanho ainda estava apto a desempenhar as suas funções de macho pois que entesara e estava agora todo distendido como uma mola. Minha Senhora apertou-me os bagos espalmando-nos cruelmente e dando-lhes meia dúzia de torções que me obrigaram a soltar um grito incontido. - Não te quero ver a piça tesa – voltou a avisar-me – Já estás farto de saber que só podes ter tesão quando eu to consinto, e em mais circunstância alguma. Será que não te posso mexer nos tomates sem ver a tua mal formada pila de pé? Por teres gritado, no final vais levar 20 chicotadas e por teres ficado de pau feito sem minha autorização outras 20. Essa é a parte que eu mais gosto ainda que também saiba que quando Minha Senhora usa o chicote em mim eu só desejo que ela termine depressa, tamanha é a energia que costuma empregar em tal tarefa. - Quero ver como está a tua próstata – disse-me então ela depois de durante longo tempo me ter apertado e judiado meus tomates – ainda que eu suspeite que um homem como tu, com uns colhões tão irrisórios e um piçalho tão raquítico, cujo único sexo que pratica é tocar punheta porque quase nem tem tomates, nem deva ter igualmente próstata. Cospe-me no dedo, cão, para não te doer tanto. Chegou-me o indicador enluvado à boca e eu tratei de lhe cuspir antes de ele me ter sido enfiado pelo olho do cu dentro. Minha Senhora tem os dedos grandes e eu senti-a estocando-me todo até me atingir a noz. - Não é só a tua pila que é curta, miserável – observou – Também o teu cu é tão apertado como o de um menino. È sinal que o tens tão virgem como está o teu caralho, e isso é bom pois há-de fazer as delícias de muito paneleiro. Estremeci. Minha Senhora estaria pensando em obrigar-me a dar o cu? Eu gostaria de transar com ela mas não iria achar piada alguma ser forçado a apanhar no cu. Mas era isso que Ela parecia ter em mente pois acrescentou: - Vou tratar de to abrir mais. Assim quando tiveres de levar com um caralho avantajado que tratarei de te arranjar não tarda nada, não te custará tanto – e o seu dedo médio não tardou a juntar-se ao outro dedo no interior do meu olhinho imitando os movimentos de um pénis enrabando-me. Minha Senhora parecia estar satisfeita com o resultado obtido pois ao fim de mais algum tempo não tardou a certificar-me que estava ficando com ele mais aberto – Até já vai caber mais outro, paneleirote – garantia-me –já vais ver como vai caber outro – e o anelar lá foi fazer companhia aos outros irmãos, certificando o ditado que não há dois sem três. Eu procurava pousar a cabeça no chão não só porque a dor era muita mas porque com ela tombada eu poderia gozar melhor aquela enrabadela, que curiosamente me estava sabendo muito bem, até então nunca imaginara que apanhar no cu, mesmo de um conjunto de dedos, fosse tão prazeroso, mas Minha Senhora não o permitiu. - A cabeça direita, pila curta – ordenou-me – Estás gostando de apanhar no cu, não estás ò esporra-barato? Eu logo vi que um mal servido de pica como tu ia gostar de ser enrabado, afinal de contas os homens piça - curtas como tu só servem mesmo para apanhar no cu, já que o vosso órgão de macho não passa de um mero apêndice que nunca se desenvolveu. E enquanto me ia enrabando com os seus três dedos, com a outra mão continuava a apertar-me, a puxar-me, a torcer-me e a palmatoar-me sem dó com as costas das mãos os meus colhões. Apesar dos meus lábios cerrados e de ir cravando os dentes na língua para não deixar escapar nenhum som não pude deixar de voltar a gritar. - És tão pouco homem que nem um castigo consegues suportar sem gemer como uma mulherzinha. Já sabes o que te espera no final. Por cada berro são mais 20 chicotadas. E não tas vou perdoar. Claro. Minha Senhora nunca me perdoa nada, tanto prazer encontra em usar o Seu chicote em mim. - Já chega de brincar com os teus ovitos e de te enrabar– disse-me por fim, com bastante alívio meu – vou agora fazer-te com as mãos aquilo que estás mais habituado a fazer, punheteiro. Mas não quero ver sair leite. Minha Senhora nunca me punheteia, quanto muito permite-me que o faça perante Si quando me vê com os tomates demasiado cheios, e eu por isso imaginei logo que a sua punheta ia ser bastante diferente das que eu costumo tocar sozinho. E foi, de facto. Agarrando-me no piçalho por trás, entre as minhas pernas abertas começou a dar-me ao badalo, sempre denegrindo o tamanho do mesmo e a qualidade de meu tesão, dizendo que se o meu caralho nem sendo tocado por Suas mãos conseguia ficar suficientemente duro para penetrar e consolar uma mulher, apesar de estar muito acostumado a gozar punheta, de certeza que não conseguia ficar duro com nada, pelo que eu em matéria de sexo era mesmo um imprestável, bom mesmo para apanhar no cu e gozar com o trabalho de mãos. No entanto, e muito sinceramente, eu duvidava que fosse verdade o que Ela dizia, pois as Suas carícias e as humilhações verbais que proferia entesaram-me bastante, ao ponto de me deixarem totalmente de pau armado. E começou então a parte pior. - Então o meu escravo meio - impotente também tem tesão como os homens de colhões grandes? E quem te deu ordem para teres tesão, frouxo? Não sabes que os piça curta como tu não devem ter tesão, já que por mais tesão que tenham o tamanho do seu instrumento não é capaz de dar prazer a mulher nenhuma, e portanto o vosso tesão não vos serve de nada a não ser para tocardes ao badalo? A sua mão direita, coberta pela luva de látex, envolveu-me então meu caralho, que pequenino como é apesar de estar todo inflamado ficou coberto por ela, puxou-mo todo para trás fazendo-o dobrar em direcção ao meu cu, dando-me a sensação de o ter partido, e continuando a punhetear-me indiferente aos esgares de dor que eu fazia. A pele do meu prepúcio estava agora toda puxada para trás e eu fazia um esforço louco para não me esporrar. - Com uns colhões desse tamanho se metesse a tua piroca dentro de uma vagina, de certeza que não te aguentavas um minuto sem os despejares, pois não piça mole? Devias-me agradecer por eu te ensinar a permaneceres de pau feito sem te esporrares logo como um adolescente na primeira vez que vai às mulheres – dizia-me Ela. Apesar disso contudo, aquela punheta muito bem tocada, com todos os vagares, fez com que minha cabecinha fosse soltando algum do seu líquido branco que se lhe ia derramando na luva. - Não te consegues conter, meu grande boi? – exclamou – Já vais ver como elas te vão morder. Passando-me a mão pela frente da minha boca, obrigou-me a lamber as gotas que se me tinham soltado do saco, após o que me atou a pila com outro bocado de cordel. Meus colhões e meu caralho estavam agora amarrados, cada um com a sua corda, e Ela agarrando na extremidade destas entreteve-se longamente a puxar por eles. Eu de gatas não podia ver o tratamento que MS lhes estava dispensando, mas sentia o pilau e o saco serem esticados de tal forma que eu nunca pensaria ser capaz de esticar tanto. E se quando Ela me puxara o caralho para trás antes de me começar a masturbar, eu tivera a sensação que ele se tinha partido, agora de cada vez que Ela puxava pelos dois pedaços de cordel, eu tinha a certeza que Minha Senhora me queria arrancar aquelas duas excrescências masculinas e me tornar definitivamente incapaz para a prática do sexo. Desta vez era impossível conter-me e não tardou muito que meus gritos de dor se fizessem ouvir. Ela pelo contrário só se ria e esticava mais os dois bocados de cordel, como se eles fossem uma trela conduzindo um animal. - Isso, geme cão! – dizia-me – geme que é o preço que tens a pagar para ostentares um caralho e uns colhões de homem macho, e talvez dessa forma poderes vir-me a comer um dia, como tanto desejas, porque com uma pica assim tão pequena te garanto que nunca to deixarei fazer, como nunca to deixará fazer mulher alguma, meu virgenzinho de merda. Um homem tem de os ter grandes e escuros e eu hoje vou-te deixar com os pendentes bem maiores do que eram de tanto tos esticar. Geme, que é de maneira que as tuas costas sentirão longamente o peso do chicote, já que és tão veadinho que nem consegues aguentar as torturas que te faço como se exige a um homem com os bagos bem negros. A noite já ia alta quando Ela decidiu terminar e eu considerei uma sorte que nenhum dos meus orgãos tivesse sido arrancado embora a pixota e os tomates me doessem horrivelmente, como nunca tinham doído. Mas isso é uma característica de Minha Senhora e por isso a amo tanto. Cada nova sessão é diferente da anterior, sempre mais dolorosa do que a sessão que a antecedeu, e eu nunca sei que novas torturas Ela irá inventar para me fazer sofrer e se divertir. Minha Senhora porém não me ia deixar ir embora sem me punir como me tinha dito, por eu ter gritado sem sua autorização. Mandando-me permanecer de gatas, saiu da sala e voltou ao fim de pouco tempo com um chicote, um saco de milho graúdo, e um Plug-in anal, grande e grosso que eu duvidava fosse capaz de entrar no meu cu. - Levanta um joelho de cada vez, cão – exigiu – E depois uma palma da mão, alternadamente. Debaixo deles colocou uma boa mão cheia de milho onde tive de me apoiar. Depois mandou-me relaxar o cu. - Como há bocado pareceu-me teres gostado de teres apanhado no cu com os meus dedos, panasca, - gozou-me Ela – decidi proporcionar-te um gozo maior arranjando-te algo maior e mais gordo para te enfiar no cu, e mais parecido com um autêntico caralho de homem, que um tipo como tu que não fode com mulheres deve andar cobiçando há muito. E como já te abri o rego há bocado com os dedos, já o tens suficientemente aberto para precisares agora de lubrificante. Atendendo ao tamanho e espessura do Plug-in eu teria preferido que Minha Senhora me tivesse deixado ao menos cuspir nele, como fizera nos Seus dedos enluvados, mas preparei-me para ser sodomizado como Ela queria. O Plug-in entrou por mim dentro algo abruptamente, senti-o subindo por meu reto acima abrindo-me todo, “ rebola-te nele paneleiro” ordenou-me e quando me preparava para cumprir as Suas ordens uma primeira chicotada caiu sobre meus ombros, depois sobre minhas costas, uma, duas, três vezes, cadenciadamente, apenas o tempo necessário para me deixar gritar e respirar entre cada uma, e perceber bem a sua violência. Obrigou-me a contar cada uma delas. Só parei nas 80, quando Minha Senhora parou também, minhas palmas das mãos e meus joelhos estavam todos marcados pela aspereza dos grãos de milho suportando o peso do meu corpo. Minha piça estava novamente em pé. E agora é que começava o meu verdadeiro castigo. Minha Senhora sabia bem o que eu queria que Ela me deixasse fazer, mas não iria ter essa sorte. - Meu punheteiro caseiro que só sabes foder com a mão – ironizou – como te portaste mal e gritaste mais vezes do que as que te consenti, durante os próximos 30 dias não te permito que toques ao bicho. Todos os dias, de manhã e à noite quero que compareças aqui e me mostres a pila para eu ver se cumpres o que te ordeno ou não. E ai de ti, se te esporrares alguma vez, por pouco que seja. Amo-a sim. Como não A haveria de amar se Minha Senhora sabe sempre punir-me onde mais me dói?