Back to Browse
Crime e Castigo - Castigo na Madrugada
A história que eu vou contar é verdadeira, meu nome é marcelo e, durante anos, amei e adorei uma jovem chamada LUCIANA, que, mais tarde, passou a ser MINHA DONA, MINHA AMA E SENHORA, DOMINADORA, RAINHA E DEUSA. Uma mulher maravilhosa, perfeita, loura, olhos castanho-claros, rosto de deusa, corpo de deusa, seios firmes e fartos, coxas bem torneadas e grossas, ancas firmes e traseiro perfeito a quem devo toda devoção, veneração, idolatria e adoração.
Minha existência consiste em servir e obedecer à minha DONA, sem restrições físicas e/ou financeiras, e também ao MEU AMO E SENHOR, SIDNEI, um homem maravilhoso, alto, forte, cabelos e olhos negros e voz rouca e imperativa, que eu conheço desde a infância e que, lembro-me bem, quando crianças, eu obedecia a todas as suas ordens e sempre era surrado por ele, durante as brincadeiras.
MINHA AMA E SENHORA, LUCIANA, chegou mais cedo do que eu esperava e me pegou ainda lambendo e lavando suas calcinhas e as cuecas de meu AMO E SENHOR. Todo o trabalho de casa já havia sido feito: lavei as roupas de MINHA DONA e de MEU DONO, arrumei o seu quarto, limpei e encerei o apartamento, de joelhos, arrumei a cozinha e lavei toda a louça e limpei o banheiro.
Mas, a MINHA DONA não perdoou o meu erro, eu achava que ainda tinha mais umas duas horas, e me castigou com dois tapas na cara, ajoelhei-me, beijei suas mãos, curvei-me e lambi o couro de suas sandálias, implorei por seu perdão, e supliquei para que MINHA DEUSA me castigasse.
Fui rastejando até o quarto, apanhei o chicote e o levei, de quatro, segurando-o pelo couro, na boca, até MINHA DONA. Ela sorriu, chamou-me de escravo de lixo, de merda e vira-latas inútil e nojento, e me bateu com o chicote na mina cara, por quatro vezes.
O sangue e as lágrimas desciam pela minha cara e eu, mais uma vez, de joelhos, beijei suas mãos e lambi o couro de suas sandálias, até que ela ordenou que eu a seguisse, de quatro, ao banheiro, onde eu tirei suas calças de couro, desci suavemente sua calcinha e fiquei de joelhos, com a cabeça inclinada para trás, apoiada na privada. MINHA DEUSA, então, sentou-se em minha boca e urinou, um mijo quente, forte, gostoso, para que eu engolisse tudo, depois, lambi sua boceta que era um misto de urina, porra, e suor. Ela havia transado com um homem lindo e dominador chamado SIDNEI, que, quando vinha ao apartamento de minha dona, tratava-me como se eu fosse seu escravo, para delírio de MINHA DEUSA.
Assim que eu limpei sua boceta, MINHA AMA E SENHORA, desceu um pouco sobre minha boca e cagou dois troços maravilhosos nela; não perdi nada de sua bosta e lambi deliciosamente seu ânus, não deixando nenhuma parte sem limpar.
Para completar o meu castigo, MINHA AMA E SENHORA apertou um pouco mais minha coleira, que tem gravado os nomes de MINHA DONA e de MEU DONO, e me mandou deitar de costas, abrindo bem as pernas e segurando meu pau, que estava duro, com a ponta bem descoberta, e começou a chicotear minha glande, até que ela sangrasse e eu não agüentasse mais de dor. Em seguida, MINHA DEUSA derramou álcool sobre ela e despejou sal em cima da cabeça de meu pau, o que tirou muitas lágrimas de meus olhos.
Agradeci por mais esse castigo e rastejei atrás de MINHA DONA até o seu computador que eu havia comprado para ela e me fez transferir dois mil reais de minha conta para a dela, como pagamento pelo meu erro e pelo castigo que ela me infligiu.
Pouco depois, chegou MEU AMO E SENHOR e, após um breve relato de MINHA AMA, veio até mim, esperou que eu lambesse suas mãos e seus sapatos e me desferiu dois socos potentes na minha cara, que abriram meus supercílios e arrebentaram meu nariz. Eu mal conseguia me manter acordado, quando ele pegou o chicote e me desferiu várias pancadas pelo rosto e pelo corpo. Em seguida, MEU AMO E MINHA DONA, enfiaram fios de cobre descascados em meu ânus, enrolaram na cabeça de meu pau e me deram choques seguidos, o que me fez desmaiar de dor.
Fui acordado com mais chibatadas de MEU AMO e rastejei atrás dele até o banheiro, onde ele enfiou seu pau imenso e delicioso em minha boca e mijou demoradamente, um mijo tão quente, forte e gostoso quanto de MINHA DONA. Lambi delicadamente a ponta de seu pau, assoprei até ele secar, e ajeitei minha boca em seu ânus para engolir mais dois troços quentes, úmidos e macios de bosta, depois, lambi suavemente seu cu para não deixar nenhum vestígio de suas fezes. Depois, fui rastejando, mais uma vez, ao computador de MINHA DONA e fui obrigado a transferir dois mil reais também para a conta de MEU AMO E SENHOR.
MINHA DOMINADORA e MEU DOMINADOR, então, obrigaram-me a rastejar até uma pilastra, no centro do quarto, acorrentaram-me, com os braços em volta dela, algemaram minhas mãos e passaram, cada um, a me chicotear, nas costas, nas pernas, na cara, até que eu implorasse por piedade e por perdão e que o sangue me inundasse todo o corpo. Em seguida, enfiaram um consolo enorme em meu ânus, um consolo com vibrador que me dava choques e com pequenas pontas em seu corpo que machucavam muito meu ânus e me bateram à vontade, desferindo socos e pontapés, enquanto eu permanecia de quatro, com a cara encostada no chão.
Pouco depois, eu fui obrigado a tirar a roupa de MINHA AMA E SENHORA e de MEU AMO E SENHOR e eles costuraram a pele que cobre a ponta de meu pau para me impedir de gozar, sendo, pois ordenado, após lavar minha boca na água da privada, a lamber a boceta de MINHA AMA E SENHORA e chupar o pau de MEU AMO E SENHOR, deixando-os preparados para transar em minha frente e em cima de minha boca, quando eles me mandavam lamber o saco de MEU AMO e o ânus de MINHA AMA, para depois, gozarem em minha boca. Lambi e limpei MINHA DONA e MEU DONO, troquei a roupa de cama, preparei um lanche com sanduíches, tortas, sucos e cervejas, que eu levei para MINHA DOMINADORA E MEU DOMINADOR, na cama, levei mais alguns tapas na cara e umas chicotadas no corpo, cobri MINHA SENHORA e MEU SENHOR, apaguei as luzes e me deitei no chão, louco para poder gozar, esperando, acordado, que um deles acordasse, no meio da noite, para me dar alguma ordem, obrigar-me a buscar alguma coisa como água ou outra bebida, e me usar como privada e como papel higiênico, sonhando acordado com as torturas e humilhações que eles me aplicariam quando saíssem do leito maravilhoso onde dormiam calmamente MINHA DEUSA LUCIANA e MEU SENHOR SIDNEI.
No próximo relato, contarei sobre as torturas que eu sofri quando MINHA AMA E SENHORA e MEU AMO E SENHOR me levaram para uma viagem em um sítio que eu comprei para MINHA DONA e MEU DONO.
escravo (). Amas e Senhoras e escravos, por favor, escrevam para mim.