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Minha Primeira Experiência Com Uma Domme

Chego em casa, na porta um bilhete: Encontre-me no horário e endereço abaixo, não demore. Estranho...Não me lembro de termos marcado nada, mas enfim... Tomo um banho, e vou ao tal lugar. Lá chegando percebo que é uma bela casa, sou recepcionada por uma empregada que me leva até um quarto, onde ele esta sentando conversando com uma mulher muito bonita. Ele se aproxima e me beija. - Venha, deixe-me lhe apresentar a alguém. Chegando perto ela me olha de cima a baixo, como se avaliasse uma mercadoria, não gosto disso, levanto o rosto e a encaro também... Ela sorri e diz: - Muito bela meu caro, mas um pouco insolente eu diria. - Certamente Caríssima, lhe disse que ela não era dócil, mas sei que se entenderão muito bem. Olhando em minha direção, me diz: - Hoje você vai aprender mais uma lição, quero que seja obediente e faça tudo o que lhe for pedido, caso contrário ela tem a minha autorização para castigá-la. - Não! – Digo-lhe rapidamente – por favor, isso não! Ele pede licença a tal madame e me leva até outra sala. Um tapa em meu rosto. - Nunca me contradiga na frente de ninguém, fui claro, você vai ficar com ela sim, entendido? Mordo os lábios e respondo – sim Senhor. Ele sorri, me afaga os cabelos e acaricia o local onde a pouco bateu...- Confie em mim, sei que vai gostar da experiência. Já me ganhou novamente, mas...- tenho que obedecer tudo, tudo mesmo? Sua risada ecoa alta na sala, ele me beija levemente os lábios e diz: - Ah minha cadelinha, pedir que você obedeça cegamente a alguém seria como pedir ao sol que não brilhasse ao amanhecer, não, quero que seja você mesma, mas assuma as conseqüências, qualquer problema sabe que basta usar a palavra de segurança, não sabe? Dou-lhe um largo sorriso – hum hum, sei. - Ótimo, vamos voltar. Voltamos ao quarto, ela estava lá, esperando, seu sorriso me irrita. - Pronto Caríssima, deixo-a em suas mãos, virei buscá-la mais tarde. - Claro querido, não se preocupe, nos daremos muito bem. Ele se despede de mim com um beijo e um leve tapa. - Comporte-se. Logo que ele sai, ela se levanta e me puxa pelos cabelos até a cama. - Venha aqui Puta! Tento retrucar, ela me da um tapa. - Isso foi só uma advertência... Assim dizendo senta-se na cama e me manda sentar a seus pés. Obedeço, no fundo estou gostando. - Agora me escute bem Cadela, você vai aprender a dar prazer a uma mulher, sei que é rebelde, mas sei como cuidar disso. Dizendo isso me puxa novamente pelos cabelos até próximo do seu rosto e me beija, meu corpo estremece, de prazer, sinto suas mãos sobre meus seios, começo a respirar ofegante. Ela se afasta. - Muito bem Vadia, gostou não é? Fico quieta. - Responda! - Não, não gostei – respondo, mas sei que é mentira. - Puta Ordinária, pegue o chicote que esta sobre a mesa, mas vá de quatro e o traga na boca, como uma boa cadela. Obedeço e logo lhe coloco o chicote nas mãos. - Boa menina, agora tire a roupa e vire-se! Enquanto tiro minha roupa ela faz o mesmo. - Venha, me beije inteira! - Ah?!?! - Tenho que repetir? Já vi que você só vai aprender de um jeito, deite-se de costas sobre a mesa, anda. Sinto o chicote bater nas minhas costas, 1, 2, 3 vezes, seus dedos me invadem sem aviso, ela percebe que estou excitada. - Hum, esta molhada Cadela? Gosta disso não é? Não importa da onde venha o castigo, agora faça o que lhe mandei. Ela se deita, e eu começo a beijá-la, pelos pés... “Então quer prazer, então terá prazer” penso. Beijo-lhe os dedos e vou subindo lentamente, alternando mãos e lábios, ela suspira de prazer. - Não pare Cadela, não pare... Chego em suas pernas, suas coxas, ela se abre, isso me excita, seu cheiro me excita. - Vamos me chupe Vadia. Paro. - Mas. - Agora Puta, eu disse agora, e assim dizendo me pega pelos cabelos e me coloca entre suas pernas... Começo a passar minha língua lentamente, abro-lhe o sexo com os dedos, percebo o quanto esta quente, excitada, eu também estou, não penso mais, me entrego, começo a morder-lhe de leve, sugar-lhe rápido, com vontade... - Isso Puta, assim Cadela, não pare, ahhhhhhhhhhhhhh. Sinto seu gozo chegando quente, forte, também não resisto mais, e gozo como nunca. Silencio. - Venha aqui. Aproximo-me, ela me beija novamente, sinto seus seios junto aos meus.Gosto dessa sensação... - Quero mais, explore meu corpo inteiro dessa vez. - Mas agora? - Claro! A não tem jeito mesmo – assim dizendo me leva até a mesa. - Deite-se e coloque as mãos pra baixo. Obedeço, e ela algema minhas mãos. - Agora não quero ouvir um grito, fui clara? Vai ate minhas costas e sem dó nem piedade enfia o cabo do chicote no meu cu. - Ahhhhhhhhhhhh, não resisto que tesão. - Quieta! Com os dedos ela me provoca, enquanto faz um vai e vem com o cabo do chicote. Vou ao delírio. - Quer gozar Cadela? - Ssim sim Senhora. Ela para, retira o cabo do chicote, as algemas me olha e diz. - Não, até que faça o que lhe foi ordenado! Fico com raiva, penso em sair dali, mas é como se escutasse a voz do meu Dono dizendo ao meu ouvido...- Não, não faça isso! Olho para os lados e percebo um espelho que ainda não tinha reparado antes, mas... É isso alguém esta em outra sala, nos observando... Seria ele? Novamente a sua risada ecoa em meus pensamentos, me arrepio inteira... Agora estou excitada, então ele estava ali, o tempo todo. - O que houve Cadela? Algum problema? - Nenhum Senhora, imagine...- Ele vai ver só...Sabe que odeio ser provocada... Assim dizendo, deito-me sobre ela e começo a minha viajem, pelos seios, chupando, apertando de leve, lambendo e olhando em seus olhos... - Assim, assim mesmo! Continuo a excitá-la, a penetrá-la com os dedos, a beijá-la inteiramente. O fogo do desejo me consome, é como se pudesse vê-lo ali, sentado na minha frente se masturbando, se tocando... - Puta deliciosa, não pare... Chego novamente em seu sexo, começo a chupá-lo, tendo o cuidado de virar com a bunda pro lado do espelho, rebolando enquanto a provoco com a língua. Ela se vira de costas e começo a massagear-lhe com as unhas, passando pela sua espinha, sinto-a estremecer. - Mais mais...Cadela Vadia... Vou descendo e abro-lhe a bunda, então começo a penetrá-la com a língua, varias vezes, enquanto meus dedos a penetram totalmente. Ela grita de prazer. - Não pare, Cadela, não pare... Não vou parar, sinto novamente seu gozo em meus dedos, ela suspira exausta. Ela se deita de frente pra mim. - Você é uma Puta e tanto. Mas não parei, novamente a ataco com minha língua, e deixando que ele tenha uma visão de tudo... Ela geme, grita se contorce, chegamos ao clímax juntas e acredito que ele também... - Menina, você é demais, vou dar os parabéns ao seu Dono quando ele voltar. Dou apenas uma risada e olho na direção do espelho... Mais tarde ele chega, entra na sala e me da um beijo. - Ela é maravilhosa Querido, traga-a mais vezes para uma visita. - Trarei sim, mas agora estou com um pouco de pressa, vamos? Ao chegar em casa, mal tenho tempo de entrar, ele me joga sobre a cama e começa a me despir... - Puta, Ordinária, cadela, você sabia, você fez de propósito, agora quero o que é meu... Sorrindo, excitadíssima, eu respondo: - Sabia o que? Ele me vira de quatro e me penetra com força, do jeito que gosto. - Sabia que eu estava ali, olhando pra esse cu maravilhoso que é só meu... Te garanto que agora será melhor que o cabo do chicote. - Como poderia saber? – respondo ofegante e fingindo inocência... 29/Setembro/2004