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Fantasia Dois
Sorvia calmamente um café e procurava desfrutar cada gole, enquanto te esperava, tinha que apreciar cada minuto, pois sabia que quando chegasse à ora de servi-lo, tudo seria diferente. Não seria mais dona nem mesmo dos meus pensamentos. Não que isto me desagradasse, de forma alguma, mas quando estivesse junto de ti, só havia espaço para duas coisas: servidão e sexo. E só de pensar nisto já começava a ficar encharcada.
Não demorou muito, sinto sua presença, que calmamente senta ao meu lado e entrega um caixa e me diz vá ao banheiro e coloque nos devidos lugares fico apreensiva e excitada.
Levanto e sinto seus olhos pousarem em minhas pernas, sinto minhas passadas indecisas, e sinto sua voz, não se demore muito, não temos o dia todo eu digo que sim senhor e saio com passos trôpegos.
Quando chego ao banheiro e abro a caixa sinto meu corpo suar, e minhas mãos tremerem. São dois vibro sendo um menor e um clamps para os seios. Coloco o menor no ânus, pois sinto medo ainda de magoar esta região. Lubrifico-os e os coloco já meio ansiosa, pensando nos clamps. Mas obedeço, alias nem passou pela minha cabeça não obedecer coloco de um lado e já sinto muita dor, e apreensiva com medo de as pessoas notarem minha demora no banheiro, gemo baixinho com a dor e o desconforto dos vibro nos orifícios, coloco o clamps no outro seio, gemo de dor. Mas já excitada, sinto a calcinha molhar e o vibro desligados incomodam, fico pensando como andar com tudo aquilo dentro de mim. Saio do Box suando frio e lavo minhas mãos meio curvadas, com receio que alguém me veja com aquilo por baixo da blusa, me arrependo de não ter trazido uma jaqueta. Coloco os livros na frente do corpo e ando calmamente. Parece que estou sendo observada por todo mundo que passa por mim. Chego à mesa onde o senhor se encontra e calmamente ordena que eu me sente. Fico com receio, se eu me machucar? Mas vou sentando devagar, o senhor olha compenetrado nos meus olhos, observando cada reação do meu rosto e me pergunta:
- Como se sente?
- Bem, digo eu.
- Bem? Só isto?
- Não senhor, excitada também!
- Ah sim, então vamos caminhar um pouco!
- Caminhar senhor?
- É caminhar! Não aprecias caminhar em minha companhia?
- É um prazer senhor, mas com tudo isto dentro de mim?
- E o que tem? Ninguém esta vendo! Não questione, e vamos logo.
E o senhor segue em passos largos, é difícil para eu acompanha-lo. Depois de andarmos bastante, paramos numa choperia, o senhor pede dois chops e sorvermos com gosto, pois o calor assola à tarde. Eu já empapada de tanto aquilo esfregar entre minhas entranhas, e o senhor pergunta novamente.
- Como se sente?
- Muito excitada senhor, respondo já descontroladamente com a respiração difícil.
- Aproxime seu peito por baixo da mesa! Obedeço, e o senhor puxa a correntinha do clamps. Gemo de dor e fico mais molhada.
O senhor ordena que eu termine o chope de uma só vez. Sorvo com cautela com medo de engasgar, pois se isto acontecer chamarei a atenção pra mim, e é o que eu menos quero neste momento.
O senhor sai andando na frente e eu custo acompanha-lo. Quando chegamos perto do carro o senhor me da à chave e ordena que eu abra a porta pra o senhor entrar, obedeço e quando estou me curvando para tirar uma pasta do banco que o senhor deixou propositalmente, levo uma tapa nas nádegas, levo um susto e fico mais molhada, o senhor manda que eu de a volta e entre no carro.
Quando já estamos dentro do carro, o senhor ordena que eu tire o vibro da xana. E abra bem as pernas e alise meu grelo, mas não é para eu gozar. Obedeço, vou me alisando, mas é com grande dificuldade resisto pra não gozar. Sinto uma dor lacerante nos seios e comento isto com o senhor, então o senhor me deixa tira-los, mas vou pagar uma prenda por não conseguir suporta-los. tiro e fico aliviada. Já não suportava mais.
O senhor ordena que continue com o grelo, mas já esta difícil agüentar, já estou tendo espasmos só de pensar em passar a mão, então o senhor ordena que eu introduza dois dedos na vagina, digo a ele que assim não agüentarei e estou quase gozando, ele continua a insistir que não é pra gozar. Introduzo e tento pensar em alguma coisa fora do contexto de sexo. Mas por pura maldade o senhor da umas tapinhas no meu grelo e não tem jeito, explodi num gozo tão intenso que urro. sinto o as vistas escurecerem, quase desfaleço. O senhor nada diz, apenas havia parado o carro e fica a me olhar. Recomponho-me e fico constrangida, pois molhei o banco do teu carro. Segue nosso dialogo:
- Perdão senhor, não agüentei.
- Olha o que você fez no meu carro?
- Desculpa senhor, mil perdoes isto não vai acontecer novamente.
- Não prometa o que não consegue cumprir.
- O que faço? Para me redimir?
- Nada. Você saberá, e o que eu disse sobre não gozar?
- Mas o senhor provocou!O que eu podia fazer?
- Quando chegarmos lá verá o que poderá ser feito!
Seguimos para o motel e eu já temendo o que o senhor reservava pra mim, alem de muitos orgasmos e o prazer de servi-lo.