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Uma Semana Com Meu Dono - 4º dia - O Castigo

Mal cochilei, presa ao tronco... Fui acordada por uma chuva fina que perdurou por toda a madrugada... Muito frio... E eu amarrada ao tronco... Debaixo de chuva... A bunda ardida e inchada pela ação do chinelo... Mas eu merecia aquele castigo... Falhei miseravelmente com meu Dono... Assim que o dia raiou meu Dono já estava postado a meu lado para o castigo prometido... Na mão ele trazia a chibata de adestramento... Tremi... Não sei se de frio ou de medo... Meu corpo nu ainda molhado pela fina chuva da madrugada... - Bom dia vaca mocha...Seu castigo será dividido em várias etapas durante o dia de hoje... E você irá agradecer a cada um deles... Assim que terminar... Adorando, lambendo e beijando os pés de seu Dono... Essa primeira parte que foi dormir no tronco será agradecida junto com a segunda que terá início agora... Serão 60 chibatadas distribuídas, igualmente, por suas costas, pernas e bunda... Até a chuva veio colaborar com seu castigo... Pois molhada assim... Cada chibatada terá sua intensidade duplicada... Isso é bom... Muito bom... Das palavras a ação meu Senhor começou a distribuir as chicotadas pelas minhas costas... Foram vinte... Doídas... Ardidas... Insuportáveis... Eu suava frio... Em seguida minhas coxas viraram os alvos do castigo... Uma a uma vou sentido as lambidas do chicote em toda a extensão delas... Agora e a minha bunda... Ele mal encosta o chicote e vejo estrelas... Minhas nádegas ainda estão doendo do castigo anterior... Sinto que algumas áreas são poupadas dos beijos da chibata... Principalmente o centro da bunda... Percebo o cuidado de meu Senhor em não atingir as partes com hematomas da surra anterior... Quando meu Senhor termina... Estou chorando... Meu rosto banhado em lágrimas... Meu Senhor me solta do tronco... Caio... E meu Senhor oferece suas botas sujas para meu agradecimento... Nunca vi meu Senhor com as botas tão sujas... Estas foram escolhidas especialmente para me humilhar ainda mais durante meu dia de castigo... Sem pensar duas vezes limpei-as com minha língua... Deixando as sem um grão de poeira... Beijei e adorei cada centímetro das botas de meu Senhor... Quando ele ficou satisfeito me pegou pelos cabelos e me arrastou para o estábulo... Lá chegando fui colocada sobre cavalete de ordenha para a terceira etapa do castigo... Meu Senhor havia comprado uma máquina elétrica para ordenha de animais de pequeno e médio porte... Meu Dono prendeu minhas pernas e tornozelos ao cavalete... Fazendo com que minhas tetas ficassem penduradas e meu clitóris a mostra... Para facilitar a ordenha... Meu Senhor sopesou minhas tetas... Acariciou minha bucetinha... E calmamente acoplocou os sugadores às tetas e ao meu clitóris... Eu já suava frio... A princípio os sugadores pareciam inocentes... Mas com o tempo a sucção parece aumentar e a pressão sob os mamilos e o clitóris fica insuportável... Para finalizar meu mestre colocou um plug no meu cuzinho... Mas não teve o cuidado que sempre tem em usar lubrificante... Fui às lágrimas mais uma vez com a brutalidade da penetração... - Bem mocha... Agora vou tomar meu café da manhã... Enquanto você é ordenhada... Volto em 40 minutos... E nada de gozo pra minha Kdela... Não esqueça... Está sendo castigada... Balancei a cabeça afirmativamente e meu Mestre saiu... Meu clitóris já estava doendo com a pressão... Minhas tetas sendo esticadas pelos mamilos... Minhas costas ardiam... O cavalete era desconfortável e incomodava cada vez mais com a ação da ordenha... Em poucos minutos já chorava... A cada minuto do novo castigo, mais consciência eu tinha da falta que cometi... Percebia o quanto ele havia ficado chateado com sua kdelinha de estimação... Quando meu Mestre voltou, eu já chorava copiosamente... Tudo doía... - Que houve mocha??? Chorando... Mas sua ordenha mal começou... Você não quis tanto aquele gozo... Desobedece-me foi tão fácil... Por que chora agora que cobro o preço por essa desobediência? Tentei parar com o choro, mas a dor era imensa... Meu Senhor trazia na mão um borrifador... E com ele começou a jogar um leve spray em minhas costas, bunda e coxas, sobre as marcas deixadas pela chibata... Soltei um grito... Levei um tapa na cara... E veio a ordem pra ficar calada... E meu Senhor com aquele spray maldito queimando minhas costas... - Fica quieta mocha... Estou tratando do seu couro... É uma solução de água e sal para não dar bicheira... Você não merece... Mas meu investimento nessa vaca leiteira foi alto... Não posso perder você para as bicheiras... Sei que arde... Mas é para seu bem... - Vamos ver o resultado da ordenha... Meu Mestre confere as tetas...E meu clitóris... Parece satisfeito... Balança minhas tetas... Novas lágrimas correm em meus olhos... Ele desliga o aparelho de ordenha... Retira os sugadores... E volta a atacar com os jatos de água salina... Lavando bem meu clitóris e tetas... Dor insuportável... A fricção do aparelho de ordenha deixou feridas invisíveis... Que o sal queima... Meu Senhor confere o plug anal... Tudo dói... Ele dá a volta pelo cavalete... E me oferece seu membro... - Chupa kdela... Não é isso que você gosta... Deixe-o bem lubrificado vou comer sua bucetona que está com o clitóris todo inchado... Chupo seu kcete até deixa-lo em riste... E meu Senhor volta até minha bunda e com uma única estocada penetra minha bucetinha...Quando seu saco encosta meu clitóris... Pulo a frente... A dor é insuportável... Meu Senhor me pega pelos cabelos... Impedindo novas fugas... Com estocadas firmes e fortes ele chega ao orgasmo... Ele me retira do cavalete e me leva para área de banho... Uma ducha rápida de mangueira e sou arrastada de volta aos estábulos... Sou obrigada a lamber suas botas em agradecimento mais uma vez... Deixo-as limpas... Agradeci a cada castigo do meu Dono amado...Ele me amarrou junto ao coche e saiu em direção a casa do sítio... Voltou com um balde... Nele a refeição da mocha... Milho do tipo canjica cozido em água e sal... Essa era a refeição... Que foi atirada ao coche... Veio, então, a ordem para eu comer... A refeição não era nada convidativa... Mas a fome, mais uma vez, falou mais alto... Comi aquele milho cozido... Em água e sal... Muito sal, aliás... Como sempre... Meu dono esperou que eu terminasse a comida e despejou a água... Que bebi bastante... Pelos cabelos meu dono me conduziu até uma baia... Mandou que eu repousasse... Olhei em volta... Só uma cama de feno... E um saco do tipo que armazena farinha estava no local...Ajeitei o saco sobre o feno e deitei... Exausta... Já dormindo... Senti o carinho de meu Dono em meus cabelos... Vi seus olhos...Parecia triste por ter me tratado com tanta crueldade... Mas eu sabia que merecia aquele tratamento... Sorri languidamente... Ele fechou o semblante... E soltando meus cabelos... Saiu em direção a casa... Aconcheguei-me como pude e dormi a sono solto... Estava cansada da noite presa ao tronco... Mas feliz... Estava pagando minha dívida com meu Senhor... Acordei quatro ou cinco horas depois... Tremia muito... Sentia o corpo doído... Ardia em febre... Encolhi-me junto ao saco... Tentando me aquecer... Nisso meu Dono chega... E logo vê que tem algo errado... - Minha doce kdela o que aconteceu... Não posso me afastar por algum tempo e você já está em encrencas... Nossa quanta febre... Venha... Vou leva-la para a nossa cama... Venha meu amor... Minha mulher... Cuidarei de ti... Fui seguindo meu Senhor... Amparada por ele...Até nosso quarto... Ele me conduziu até o chuveiro retirou o plug... Ajudou-me com o banho... Levou-me até a cama... E foi em busca de um termômetro... - Minha kdelinha... Vira a bundinha para mim... Só encontrei um termômetro retal... E preciso medir sua temperatura... Obedientemente segui sua orientação... E senti o termômetro sendo introduzido com carinho e cuidado por meu Dono... Enquanto esperava ele me tomou em seu colo... Beijando minha testa... Minha face... Murmurando palavras doces em meus ouvidos... Constatando que a febre estava alta demais... Meu Senhor resolveu chamar um médico... Nosso amigo... Que também fazia parte do meio BDSM... Afinal minhas costas estavam marcadas e eu não poderia ser atendida por qualquer médico... Meu Senhor ficou a meu lado até o que nosso amigo médico chegou. Após exame detalhado ele chegou ao diagnóstico de um resfriado... Receitou uma bezetacil... Para um restabelecimento mais rápido... Estremeci com o remédio receitado... Meu Dono percebeu... - Com medo da injeção Kdela???? Depois de tudo que passou hoje... Está com medo de uma simples injeção??? Venha... Deite-se no colo de seu dono que o Médico vai aplicá-la... Amanhã a quero boa de novo... Para continuarmos nossa brincadeira. Demoro a obedecer... Enquanto vejo o médico preparando tudo... A seringa... O algodão embebido em álcool... Meu Senhor me pega e me puxa para seu colo... Imobilizando-me... O médico observa bem o estrago que foi feito em minha bunda... Elogia meu Senhor pelo carinho e cuidado com qual ele se dedica ao meu adestramento...Sinto a mão passeando por minha nádegas... E o frio do algodão... Limpando... Aperto as mãos do meu Mestre e recebo ordens para relaxar... A agulha vai entrando... Rasgando a pele... Devagar bem devagar... O médico não nega que também é um sádico... Choro baixinho... Com o líquido sendo aplicado... O Doutor não faz questão de ter uma mão leve... Muito pelo contrário... - Sem choro kdelinha... O Doutor já está acabando... Terminada a aplicação... Meu Dono me vira e me coloca em Seu colo... Oferecendo uma cadeira ao Médico... Tendo meus cabelos acariciados pelo meu Senhor... Escuto a conversa... - Meu bom amigo... Convido-o a permanecer no sítio até amanha... Quando minha kdelinha já estará restabelecida... E, creio Eu, já poderá receber os piercing... Conforme havíamos combinado... - Claro que sim... Se tudo correr bem durante a noite... Amanhã ela com certeza ficará linda com os piercing novos... Pretende mesmo colocar quatro deles???? - Isso mesmo... Um em cada teta... E dois para os grandes lábios vaginais... Até amanha decido se quero um quinto no clitóris... O que você acha... Cabe um no clitóris? Abra as pernas para o Médico Kdela... Obedecendo ao meu Dono... Abro as pernas para ser examinada... Ele me tocou a bucetinha... Abrindo... Investigando... Inspecionando cada detalhe... - Bem... O clitóris parece muito pequeno apesar do inchaço em que se encontra... Mas, tudo indica que seja possível sim... Amanhã poderei emitir um diagnóstico mais confiável... Melhor deixar a mocinha descansando agora... - Claro... Claro... Descanse minha kdela – disse meu Senhor ajeitando-me sob os lençóis – Vou tomar um uísque com nosso amigo... E acomodá-lo e volto para ficar com você pequena... - Antes de ir dormir venho ver minha paciente também... Vinte minutos depois meu Senhor volta com um prato de sopa... E me faz tomá-la... Colherada a colherada... Apesar da minha falta de apetite Ele não admite recusa... Em seguida desce para conversar com nosso amigo... Sinto-me protegida por meu Senhor, e pelo carinho, que a mim, ele dedica. Fiquei escutando a conversa no andar de baixo... Meu dono discutia com o médico sobre as técnicas que seriam utilizadas para a colocação dos piercings no dia seguinte... O meu Senhor chegou a cogitar a colocação de um piercing no meu nariz... Ele, meu Senhor, queria que todos fossem removíveis... Pois meus parentes não entenderiam muito bem se eu aparecesse com piercings espalhados pelo corpo... Mais tarde ambos retornaram... O médico me achou meio quente ainda e se decidiu por medir minha temperatura... E lá foi minha budinha novamente invadida pelo termômetro retal... Mas estava tudo bem... Dentro do previsível... No dia seguinte, segundo as palavras do médico, estaria prontíssima para tudo o que haviam planejado... Meu Dono acompanhou o médico ao quarto de hospedes e voltou para se deitar a meu lado... - Durma Kdela... Amanhã o dia será longo... E pela sua febre considere-se castigada por sua falta... Sonhe com seu Senhor. - Sonharei sim... E obrigada por mostrar a sua kdelinha o lugar dela... E me perdoe por minhas faltas Senhor... - O castigo que lhe apliquei foi suficiente para que eu a perdoasse Kdela... E não falaremos mais nisso... Dizendo isso meu dono beijou minha boca e me colocou para dormir... Sob sua proteção e seus carinhos.