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Após aquela sessão, nunca mais fui a mesma. Passei a ser mais maquiavélica e procurei encontrar uma forma de unir rentabilidade ao prazer. Meu diretor passou a me tratar com muita atenção e principalmente respeito. O que começou como brincadeira virou real. Agora eu, que nunca havia sonhado com isso tenho meu escravo. Resolvi tirar proveito. Informei a ele que não só contariam como penalidades as ofensas causadas pelos colegas de trabalho, mas também as adversidades do dia a dia. Escola de filhos, brigas com marido, problemas no transito, alta no supermercado até chuva fora de hora significaria surra para ele e prazer para mim. Passei a exigir que ele comprasse sapatos, perfumes, pequenos mimos como lingeries e outras cositas mais. Falo dessa maneira, mas sempre mantive a racionalidade. Apenas passei a levar mais a serio minha válvula (e percebi que dele também) para eliminar stress. Mais um mês se fechou e agora sem nenhum pudor anunciei que a contabilidade estava a meu favor e contra ele. Em resumo o balanço apontou: 350 chicotadas, 400 golpes com a vara, 200 cintadas e 600 chineladas. È isso ou... R$1.550,00 reais. Ele se assustou, riu e ironicamente falou que dessa vez não iria ganhar nenhum real. Mal sabe ele a gana que eu estava de aplicar meus brinquedinhos nele. Aproveitei e acrescentei a encomenda de uma corda, uma venda e uma mordaça. Marcamos para próxima segunda feira. Seguimos direto para nossa “senzala” já no clima. Eu dou as ordens ele obedece! Logo que entramos exijo que ele fique de joelhos e lógico que ele obedeceu. Informo que desta vez o chinelo será aplicado enquanto ele beija e acaricia meus pés... com a língua pois as mãos estarão amarradas. Exijo que ele tire a roupa coloco a venda em seus olhos, e ordeno que fique de joelhos. Amarro suas mãos aos tornozelos de maneira que naturalmente a bunda dele fica empinada e cara no chão. Ele se surpreende e pergunta aonde aprendi tudo isto e eu afirmo que rainha já se nasce não se aprende. Já com ele adorando meus pés não poupo sua bunda com o chinelo, mas bato de uma maneira que ele agüente. Meu interesse é preparar a bunda dele para meu cinto e minha vara. Bato forte e firme e tento atingir a maior área possível ele geme e para minha surpresa pede um alivio. Como não sabia quantas eu havia dado (calculo pelo menos umas 200) o azar é dele, contabilizo as 600. Para colocar um pouco mais de erotismo na relação, informo que não usarei o cinto. Ele agradece, eu dou uma forte gargalhada e digo que as cintadas serão acrescidas no chicote. Ele suplica que não e eu de imediato já ponho a vara em funcionamento. Ele grita esperneia, mas não sede,pois sabe que será mais R$450,00. Começo a ter a tentação de abusar sexualmente dele. Ali escancarado indefeso com o penis absolutamente ereto, sem me enxergar, não resisto a tentação e começo acariciá-lo. Imediatamente os gemidos de dor se transformam em gemidos de prazer. Passo meus pés sobre os vergões meio que medindo a temperatura da pele dele. Está fervendo... Repentinamente aplico a vara com toda força na bunda dele. É um assobio assustador e um gemido de dor. Estou, e ele também, adorando a alternância: Dor e prazer. Continuo aplicando a vara com precisão e ele contando e agradecendo. Suando muito e já exausto conseguiu suportar os 450 golpes. Como premio esfrego o suor dos meus pés no seu rosto e deixo–o se deliciando com minhas solas. O pior está por vir! Desamarro-dou um copo de água acaricio sua bunda comentando que ele foi muito valente e suportou bravamente. Aviso para não se preocupar, doravante será sempre assim, sua dor será meu prazer. Pego o chicote, passo em suas costas, acaricio seu rosto e lembro-o que serão 550 chicotadas. Não terei pressa, farei questão que ele sinta profundamente cada chicotada como se fosse um carinho. Informo que aplicarei todas em suas costas e exijo precisão na contagem, no agradecimento e na suplica por mais. Ele concorda. Recoloco a venda em seus olhos, e me asseguro que ele não esteja enxergando nada. Fico só de calcinha, imagino loucuras, e meio que para afugentar o tesão, lá vai: Plá..., bem em cheio no meio das costas, o vergão é imediato seguido por obrigado minha rainha, bata novamente por favor. Obedeço imediatamente. As chicotadas são ritmadas e precisas. Paro de vez em quando, me aproximo e encosto meus seios em suas costas, murmurando palavras obscenas, e prometendo cada vez mais. Não sei mais se os gemidos são de dor. O penis dele parece que vai explodir. Admiro, reflito, acaricio, chego a falar que qualquer dia vou usá-lo diferente mas me afasto e aplico sem dó o chicote. Ele chega a pular e implorar clemência. Ele nunca havia feito isso. Resolvo que é a hora certa de informá-lo que abrirei desta vez a mão do dinheiro, coloco a mordaça, e perante seu olhar de espanto, tesão e vontade informo que irei até o fim. O chicote assobia no ar seu corpo se remexe como querendo fugir mas desejando ficar. Meu escravo esta cada vez mais bem treinado, tenho a sensação que minhas surras relaxam mais a ele do que a mim, encontramos definitivamente a válvula de escape que buscávamos: Eu prazer, presentes e por que não dizer uma graninha a mais. Ele uma dona que vai usá-lo cada vez mais. (em breve conto como estamos ainda hoje...)