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Escravo dos Peões, o Tormento do Escravo de Sunguinha Azul

No caminho para o canteiro de obras fui alvo de xingamentos por parte das pessoas que me viam naquele estado, só de sunguinha e com as mãos amarradas às minhas costas. Eram palavrões e ordens para que os meus 5 algozes não tivessem piedade de mim, que me batessem. O rapaz que se proclamava meu dono retirou de sua calça o cinto,que era muito grosso, e começou a bater em minha bunda. Gritando:¨Depressa,seu VIADO!Estamos atrasados e já vai clarear o dia!¨ Ao chegarmos ao empoeirado canteiro de obras, os rapazes desamarraram meus braços e eu, exausto, tombei. Rapidamente meu dono me levantou, esbofeteou-me e gritou:¨Tá cansado, SEU PUTO?! Agora é que eu vou começar...¨ Nisto ele cravou minha sunguinha, fazendo-a ficar igual a uma calcinha fio-dental. ¨Agora, tu vai ficar assim feito PUTA. MEU ESCRAVO!¨ Fui posto numa roda e os cinco rapazes me empurravam, cuspiam-me, esbofeteavam-me e aí MEU DONO gritou com os outros quatros: ¨Vamos comer este viado agora mesmo!¨ Fui posto de bruços, no chão, e um por um, começando pelo MEU DONO, fui sendo currado. A primeira estocada me doeu muito e gritei de dor, sendo logo advertido com um tapa: ¨Dá CALADO, PUTA! Não quero saber de você gritando por aqui¨. Os outros rapazes foram me violentando um por um, até que ao gozo do último que me comeu ,um deles teve a idéia.¨Pô,vamos mijar neste cara,tá vendo como ele gosta de ser humilhado...¨ Levei uma chuva de urina e ao final fui esbofeteado e meu dono gritou comigo: ¨Agora, PIRANHA E VADIA, tu vai ficar acorrentado lá naquela cabine abandonada. Ali será a sua senzala. Me dá esta corrente enferrujada e o cadeadão. Vou prender a puta pra ela não escapar.¨ Meu sofrimento estava só começando...