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Salvando o Casamento II
Depois de estar preparada como Domme de tales e sub de D. Laura, Maria deu inicio a fantasia de seu marido.
Logo que ela saiu do motel onde se encontrara com D. Laura, ela rumou para um sex-shop para fazer compras, aproveitou e passou em uma loja de ferragens para comprar cordas e correntes. Munida de tudo o que precisava, foi para sua casa preparar a noite de surpresas.
Assim que entrou em casa, foi para o quarto e abriu todos seus novos presentes e artigos em cima da cama, em seguida, pegou a mala onde estavam guardadas todas as roupas sexy que havia comprado e ganho ao longo do tempo. Arrumou e limpou tudo. Tirou à tarde para ir se arrumar com cabelos, manicures, massagens etc,
Assim que voltou da rua observou sua cama, estava repleta de acessórios e roupas eróticas. Dentre suas novas aquisições estavam algemas de couro, uma mascara de couro totalmente fechada e outra de látex apenas com a boca e narinas abertas, cinto de castidade, vários metros de cordas, todas vermelhas e alguns pesos para mamilos e escroto e alguns modelos de gags.
Ela se preparou com uma calcinha minúscula de látex transparente, meias 7/8 do mesmo material, com corset underbust de vinil vermelho e por cima de todo o conjunto, um vestido de malha comprido, que escondia toda a roupa fetichista. Nos pés, um sapato com salto baixo, só para esconder a meia, e guardou todos os acessórios em um baú, perto da cama. Logo que Tales entrou pela porta, a viu cumprimentou e nem reparou na roupa, tão pouco falou do cabelo arrumado ou qualquer outro cuidado que ela teve durante a tarde.
Isso só ajudou a criar mais insatisfação e vontade de puni-lo. Durante o jantar tudo correu tranquilamente, eles apenas conversaram o básico e ele logo foi para o PC.
Quando ele ali chegou, viu que todos os seus arquivos estavam revirados, inclusive os secretos e entrou em pânico, nisso ele vê a sombra de sua mulher à porta. Antes que ele começasse a se desculpar, ela já ordena que venha até ela de quatro e peça perdão pelo ato cometido há minutos atrás.
Ele, mais do que depressa entra no clima, achando que será apenas passageiro e sem ênfase, e vai ate sua amada de joelhos no chão. Assim que chega perto de seus pés, ela o empurra para traz. Com ele deitado de costas no chão, ela vem por cima dele e apóia seus pés sobre seu peito e dita as regras daquele momento em diante. Assim que ele as ouve e repara em suas roupas por baixo do vestido, seu membro que já estava ereto dá um pulso ainda maior, pressionando a calça.
Sua primeira ordem foi que ele ficasse de pé, para que ela o inspecionasse e o preparasse para a noite que viria. Ele se ali se colocou e passou por uma humilhação que nunca havia pensado passar, nem quando foi para por uma blitz policial. Ela tirou toda a sua roupa, examinou cada parte de seu corpo, sentiu seu cheiro e decidiu que não o dominaria desse jeito.
Amarrou as mãos de Tales a costa, com outra corda mais fina amarrou bem apertados seus testículos e a base de seu pênis, ainda ereto. Com a mesma corda amarrou por baixo de suas pernas a corda que prendia seus pulsos ao nó em seu testículo. Gerava um desconforto imenso e uma dor razoável quando ele se mexia. Com mais um pedaço de corda fino, amarrou na cabeça de seu membro e usou como guia, para levá-lo até o quintal. Nesse momento Tales mal pensava, mas ficou intrigado de como Maria havia aprendido a usar a corda com tanta prática. Assim que cruzaram toda a casa, ela vestida normalmente e ele todo nu, sendo puxado por uma corda vermelha amarrada a seu membro, e chegaram ao quintal, ela amarrou essa guia em uma viga no teto, já preparada para recebê-lo, com uma mangueira e uma vassoura o lavou igual se lava um cavalo. Ele se contorcia pela dor que as cerdas da vassoura criavam ao passar por sua pele, ele gemia e urrava. Quando o barulho chegava a incomodar, Maria molhava todo o rosto de Tales fazendo com que se calasse. Depois de limpo, Maria voltou a inspecioná-lo e naquele momento ela o julgou limpo para servi-la.
Ele ficou ali, preso a viga por mais alguns minutos enquanto ela o secava com uma toalha. O tesão dos dois era incontestável, porém Maria não se encostou ao pênis de Tales nem um minuto sequer. Depois de secá-lo, Maria o soltou e trouxe para o meio da sala, onde tirou algumas fotos de seu escravo e o encapuzou com a mascara de látex, que deixava apenas a boca e as narinas abertas. Ela se sentou no sofá e mandou que Tales viesse chupá-la. Ele ficou ali alguns segundos ate se localizar na sala de sua própria casa. Para certificar que ele não viria andando, Maria amarrou seus pulsos a seus tornozelos, fazendo com que ele ficasse de joelhos. Ele demorou um pouco até encontrar Maria, mas assim que chegou começou a beijar de lamber seus sapatos e suas pernas, cobertas pela borracha da meia. Quando chegou ao meio de suas pernas, pode sentir a umidade que ela exalava, e rapidamente Maria puxou a calcinha de lado e Tales começou a lambê-la como há muito tempo não fazia. Ficaram ali na sala por mais de 1 hora. Ele já havia gozado em suas pernas sem se tocar, apenas no prazer que estava sentindo. Ao ver isso Maria o levou novamente até o quintal e dessa vez o prendeu em volta de um pilar, o mesmo que ela já havia ficado presa. Com ele ali, preso de costas ao pilar, ela tirou a calcinha, levantou o vestido e fez com que ele a chupasse novamente, mas ele não esperava que ela fosse fazer xixi em sua boca e rosto.
Depois dessa cena, Maria sorriu e disse que ele ficaria ali durante algum tempo. Sem poder ver nada, apenas sentindo o cheiro e gosto de sua urina, já que a mascara de látex o privava de alguns sentidos. Depois de um banho relaxante, Maria voltou ao quintal onde encontrou Tales ainda com tesão. Dessa vez, ela colocou uma pesada coleira de postura que não deixava que Tales movesse a cabeça, fechou na parte de traz com um cadeado que junto unia uma corrente que estava presa ao pilar. Soltou as cordas e tirou sua mascara. Ordenou que fosse ao meio do quintal se lavar novamente para se limpar do gozo e da urina em seu corpo. Ele ali no meio do quintal se lavava e observava sua esposa, que havia mudado de roupa e de atitude. Ela agora usava um macacão de vinil preto com botas e luvas do mesmo material. A única parte de seu corpo que aparecia era seu rosto, do resto, tudo estava coberto pelo vinil que brilhava sob a luz branca da sala.
Ao voltar ao lado de seu escravo, Maria ordenou que ele ficasse de quatro e a levasse até o quarto. Soltou a corrente que estava presa ao pilar e montou em cima do escravo.
Preso ao cinto dela, tinha um cinto de castidade de aço e couro, que foi logo colocado em Tales. Um fino cinto de couro passava pela cintura, na parte da frente era como uma saboneteira de aço, com vários parafusos soltos na parte de fora, no final dessa saboneteira saia um cabo de aço que se unia a parte de trás do cinto de couro. Pronto, Tales agora estava de quatro, com sua Sra. montada nele com uma coleira de postura que não o deixava mover a cabeça e com um cinto de castidade que prendia todo a região genital dele. Antes de seguirem rumo ao quarto, Maria obrigou tales a colocar um bit gag, igual aos usados em cavalos.
Assim que chegaram ao quarto, Tales não acreditava no que via, pois seu quarto havia se transformado em um Dungeon BDSM. Havia correntes e argolas nas paredes, a cama agora tinham cintas nos quatro lados, a luz não era mais a branca, e sim uma luz negra que mudava o ambiente por completo.
Maria o colocou de pé no meio do quarto, e do teto desceu uma barra onde suas mãos foram presas com algemas de couro. Nos pés foram usados separadores que o deixava totalmente exposto e vulnerável aos luxos de Maria. Os parafusos do cinto de castidade que estavam soltos, agora ela começou a rosquea-los de maneira que na parte de dentro do cinto de castidade, os parafusos de ponta apertavam e esmagavam os testículos e membro de Tales. Ele não acreditava no que estava passando.
Maria pouco falava, e Tales quando tentava se comunicar, ou apanhava ou sentia o gag impedindo qualquer som.
Naquela posição, Tales foi açoitado nas costas e nádegas, experimentou prendedores de mamilos, zíper de prendedores de roupa, foi uma noite de tortura.
Depois de algumas horas brincado com Tales, Maria estava encharcada de tesão. Soltou seu escravo totalmente, colocou uma pesada mascara de couro, que possuía apenas três pequenos furos na região da boca e nariz, a prendeu com suas quatro tiras de couro e fechos com cadeados. O colocou deitado na cama e prendeu suas mãos e pernas bem abertas em cintas que estavam presas a lateral da cama. Sem poder se mexer, e isolado do mundo pela sua mascara, Tales sentiu um creme sendo passado em seu pênis, anus e peito. Após poucos segundos, essas regiões estavam quentes como brasa, e ao toque das mãos de sua Sra. a sensação era de mais conforto.
Tales não sabe como foi o sexo com sua esposa e Sra., ele não sabe exatamente o que era aquele creme, e nem o que aconteceu para Maria ter se transformado dessa maneira.
Durante aquela noite, ele só sentiu as torturas que iam e voltavam, o sexo e depois do sexo, ter que chupar sua Sra, até ela ficar com tesão novamente.
Na manha seguinte, Tales acordou meio dolorido pelas torturas e quando olhou para o lado, teve uma surpresa, tudo estava normal, não havia mais correntes e roupas. Sua esposa nem estava na cama mais. Ele correu pela casa e a encontrou na sala, conversando com D. Laura e mostrando um vídeo amador, feito pela câmera deles durante toda a noite anterior. Ele ficou ali, de canto, escondido só ouvindo o que elas conversavam. Naquele canto de sala, escondido, ele ouviu que sua esposa agora era uma sub. profissional que trabalhava no estúdio de D. Laura.
Depois de D. Laura ir embora, Maria voltou e se encontrou com Tales, eles conversaram sobre a rotina que haviam caído e resolveram que sairiam daquela situação. Tales questionou Maria de como ela havia se preparado para tudo isso, ela apenas comentou que tinha lido artigos na net. Para o casal, estava tudo se resolvendo, com as seções cada vez mais fortes e freqüentes.
Semanas depois Maria recebeu um e-mail de D.Laura dizendo que havia um cliente que queria uma seção com D.Laura e uma escrava. Essa escrava seria dominada pelo escravo/cliente de D. Laura sob sua supervisão. Na data marcada, Maria se apresentou no estúdio como escrava, D. Laura js estava com tudo preparado para seu novo cliente/escravo. Toca a campainha e a escrava Maria que atende a porta, e para sua surpresa Tales esta a porta com um sorriso sarcástico.