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Gritava desesperada, ninguem me segurava. Meu tutor batia em mim como uma criança, sentado numa cadeira e eu de rabo para o ar apanhava com uma palmatoria, era sempre assim cada vez que eu chegava da escola. Estava a sua merce, tinha 19 anos e era prisioneira de um castelo dourado e de um tutor que me obrigava andar numa escola diferente das outras. Alem do nosso traje, saia preta ate o joelho e blusa branca com gravata preta, a mochila fazia parte dos anos 30, pequena com alças. Alem de uma carinha vir nos buscar todos os dias e trazer-nos, não era a unica. A minha amiga Cris tambem andava ali, nao tinhamos pais mas tinhamos tutores cheios de grana. Por mais que a gente tentasse fugir daquela vida doida era pior, eu apanhava porque o meu professor havia mandado um e-mail ao meu tutor dizendo que eu havia me portado mal na escola, alem de pertubar a aula nao tinha feito um trabalho de casa de portugues e de matematica, estava muito mal. Achavam inclusive que nao valia a pena eu continuar a esforçar-me. Era sempre dificil fazer os trabalhos porque ele nao me deixava. Depois de chegar a casa tinha de ir limpar a casa, alem de servi-lo naquilo que quisesse. Eu apanhava sempre com motivo ou sem motivo. A palmatoria batia no meu rabo com toda a força. Vou explicar melhor como funcionava a escola para voces perceberem melhor. É no interior de São Paulo, é uma escola diferente. Ali andam escravas e meninas como eu, é frequentada só ate aos 35 anos de idade. Naquela escola os professores e professoras são Mestre na arte de Sado, podem nos punir por qualquer coisa que seja, por mais insignificante, e se nos portarmos bem para nao termos problemas, o castigo é bem maior. Podemos ficar retidas la e ser severamente castigadas. Tudo o que possam imaginar que possa ser feito numa escola. As nossas notas e faltas cometidas eram mandadas por e-mail para nós alunos nao mandarmos para o lixo. La dentro cada um tem o seu banco e ninguem troca. Usamos totos no cabelo e riduculo mas nao tenho como fugir, a 1ª e ultima vez que tentamos fugir da escola fomos apanhadas antes de chegarmos ao portao. Alem de sermos presas no tronco que há la na escola levamos muita tarefa, e em casa ficava a noite toda presa dentro de uma jaula de porte pequeno com vibradores e sem comer nada. E na escola todos batiam em nós, tive ate um professor que me levou com ele pra passar um fim de semana. Ele usou e abusou de mim mas isso eu vou contar la para mais adiante. O meu tutor batia no meu rabo e quando acabei de apanhar fui obrigada a lamber o seu pinto duro de exitaçao. Levou-me para aquele quarto escuro, eu suplicava por clememencia mas ele estava certo das suas ideias. Despiu-me toda e sentou-me naquele banco que tinha um penis duplo borracha com pedal, algemou-me os pes com tornelezeiras ao banco que era alto e a minha cintura estava tambem presa as pernas do banco. Impossivel de me mexer. Um gag na boca, da escrivaninha alta e preta saiam umas correntes pequenas para prender os pulsos. So tinha espaço para escrever. Com uns grampos de choque no peito estava pronta para o castigo, apenas com uma luz para incidir sobre o trabalho a ser feito. Era sempre ali que eu fazia os meus trabalhos da escola. Naquele dia eram muitos pois tinha tambem que apresentar o trabalho que eu nao havia feito. O meu rabo estava dorido de tanto ter apanhado, ele sentou-se confortavel num cadeirao e mandou-me fazer os trabalhos em 30 minutos. Eram tantos, logico que nem sequer eu conseguia porque o penis duplo trabalhava com alguma intensidade, alem dos grampos transmitirem choques. Acabou os 30 minutos e ele aproximou-se e bateu-me com toda a força na cara. Ele saiu e eu fiquei ali sozinha fazendo os trabalhos de casa. Acabei tudo e ainda era de dia, notava-se por debaixo da porta. Ja era noite cerrada quando ele veio ter comigo. Depois de rectificar os trabalhos é que pude sair do castigo. Agradeci o castigo e fui tomar banho. Regressei a sala e jantamos calados. Arrumei a cozinha e pedi ordem para ir me deitar. Ele disse que eu ia dormir no seu quarto com um sorriso ironico, ordem que acatei sem contestar. Ele foi logo depois de mim usou-me para despejar o seu semen, e logo depois adormeceu. Nem me atrevi a sair da cama tinha medo. Continua.........................