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Conhecia ela da faculdade. Sempre quando nossos olhares se cruzavam, enquanto amigos, eu sentia que a dominadora seria ela. Com o namorado, ela mandava, ele obedecia, estava claro, mesmo em coisas simples como pega a minha bolsa. Até aquele cara bonito e que ganhava muito mais do que eu, ele já gerente de compras de uma grande empresa, era um escravo em sua mão. Ela dominava falando no mesmo tom... Uma vez saímos para uma festa da faculdade, como amigos mesmo. Umas cervejas e já estávamos longe de todos. Nos beijamos tão apaixonadamente que não teria como descrever... Fui a sua casa. Ela me levou em seu carro. Entrando no apê dela, na maior inocência, comecei a falar besteiras melosas. Daí ela se transformou em outra pessoa. Naturalmente mandou que eu tirasse a roupa. Enquanto eu desabotoava a camisa, ela foi ao quarto, e quando voltou, alguns brinquedinhos estavam em sua mão. Mal tirada a camisa, ela pegou uma faca e cortou-a. Fez o mesmo com a minha calça, praticamente nova. Cortou a cueca com tanta violência que chegou a machucar minha perna. Me algemou com as mãos para trás, me amarrou no canto da sala e me bateu tão forte com o chicote que eu só pensava em não me machucar muito. O pior é que eu gostei. O jeito que ela passou a me olhar já não me assustava, era sim um convite para fazermos aquilo de novo. Não é que fizemos? Primeiro o amasso gostoso, depois o castigo infernal. Foi quando ela propôs o pacto: Você seduzirá aquela que eu escolher, e eu domino os dois. Saímos a caça. No bar, ela apontou uma mulher: bela, de bom coração e ingênua. Para encurtar conversa, começamos a namorar. Com três meses, fizemos sexo. Já estava me sentindo livre daquela maldição divina quando em uma ocasião ela nos pegou na cama. O olhar superior dela me deixou sem palavras. Até minha nova companheira ficou sem jeito. Agora eu dominaria ela (o que eu não gostava, já que nossa relação era entre iguais) e minha deusa dominaria a nós. E isso foi feito. Recoheço que a sensação de dominar foi muito boa. Naquele dia, amarramos ela a cama, dei muito tapa na sua cara, e o fetiche foi se alongando. Ela ficou três dias e três noites presa, defecando e urinando ali mesmo. Resolvemos soltá-la para que não morresse ali mesmo. Não queria aquilo, falei para minha dominadora. Torturei alguem de quem gostava, isso fazia mal para mim. A resposta, surpreendente: Tá bom, então você está liberado de ser o senhor dela. Fizemos um amor maravilhoso aquele dia. Mas nada ficaria sem punição. Depois do sexo, ela foi a cozinha fazer um café, e voltou com aquelas malditas algemas. Me prendeu e mandou que eu fechasse os olhos. Senti minha perna sendo presa também, e repentinamente ela mandou que abrisse a boca. Senti um ferro entrando, como uma arma. Sem querer abri os olhos. Era uma arma, e estourou os meus miolos...