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República Feminina
I
Acocorado num recanto escuro ouvia, cada vez mais longínquo, o som das sirenes da polícia. Que alívio, a minha pena ia continuar suspensa.
Resolvi esperar mais uns minutos antes de iniciar o regresso a casa. De madrugada as ruas estão vazias e a polícia ainda pode andar por perto.
Uma luz forte nos olhos ... maldição ...
Uma lanterna apontada à minha cara e ouvia vozes femininas:
- Está aqui um homem ... deve ser um ladrão ... telefonem à polícia ... rápido ...rápido...
- Por favor ...
Balbuciei várias vezes esta expressão.
- Eu vou-me já embora!
Pareciam não me ouvir e já corriam para dentro de casa.
- Alto!
Parei quando já me preparava para saltar o muro e encetar uma nova fuga. Uma moça muito alta vestida com um roupão vermelho com uma pistola na mão direita e o telemóvel na esquerda impedia a minha fuga.
- Vou entregar-te à polícia ... Quem nos garante que não tentas assaltar-nos novamente.
Nada havia a fazer, ia ser mesmo preso, tinha de implorar a sua ajuda.
- Juro que não vos queria assaltar ... mas não chamem a polícia ... tenho uma pena suspensa e vi-me envolvido num problema na discoteca desta avenida ... só me refugiei aqui para não ser preso ... juro que não vos queria assaltar.
Em silêncio tinham-se aproximado várias jovens seriam sete ou oito, todas em roupão ou com pijamas.
Coloquei-me de joelhos, uma posição teatral, para ser mais convincente no meu pedido.
Começaram a falar baixo entre elas ... com a minha preocupação já não me esforçava para perceber o que diziam.
Passados alguns minutos a jovem que empunhava a pistola dirigiu-me a palavra:
- Para não te denunciarmos à polícia seremos consideradas cúmplices do teu crime. O que nos podes oferecer em troca desse risco?
- Façam o que quiserem ... estou nas vossas mãos! - Disse com o desprezo normal de um desesperado.
Voltaram a discutir com vozes imperceptíveis. A certa altura pareceu-me ver alguns sorrisos nas suas caras, talvez estivesse enganado.
Novamente se dirigiu a mim:
- Vem ... com as mãos no ar ... vamos combinar as condições de um possível acordo dentro de casa.
Atravessei o jardim com os braços hirtos. Ao entrar na casa parei no hall à espera da próxima indicação.
- Entra na porta da direita.
Era uma sala normal, pequena, um jogo de sofás de couro negro, uma mesa rectangular de madeira com algumas cadeiras de vários formatos e o inevitável aparelho de TV.
Algumas das raparigas colocaram uma cadeira no centro da sala.
- Senta-te nessa cadeira ... coloca os braços atrás da cadeira ... assim ... isso ... agora.
Prenderam-me os pulsos com algemas.
- Então ... enganaram-me ... vão-me entregar à polícia?
- Não ... vamos combinar o nosso acordo ... ou melhor impor as nossas condições ... vamos meninas ... vamos reunir ... apaguem as luzes.
Ali no escuro ouvi os seus passos rápidos a subir as escadas e pensei na minha má estrela e como pode acabar mal uma noite de sexta-feira.
O tempo custava a passar e a cadeira era cada vez mais desconfortável ...
II
Duas violentas estaladas afugentaram o meu estado de sonolência e vejo na minha frente oito jovens vestidas com roupas interiores, tinham lingeries de cores diferente, três de azul escuro, uma de vermelho, duas de amarelo e duas de roxo.
Que dor nos braços.
Afinal não foi um sonho, estou algemado ...
- Vamos começar a cerimónia ...
Fechei os olhos, não pode ser, ainda devo estar a dormir. Tornei abrir os olhos e virei a cabeça para o lado da janela, era já dia.
- Que horas são?
A jovem de lingerie vermelho com a face irritada espeta-me mais duas violentas estaladas.
- Preste atenção quando eu falo ... sua besta. -
E voltou a esbofetear-me violentamente. - Estava eu a dizer que a cerimónia vai ter o seu início.
Sentaram-se alinhadas por detrás da mesa, muitas cruzaram as pernas e todas sorriam ...verifiquei que todas calçavam sapatos pretos de salto alto.
- Pedro, já sabemos o teu nome pela análise dos teus documentos, vamos propor o seguinte acordo.
E levantou um pouco duas folhas de papel reciclado que tinha entre os dedos longos e finos.
- Em troca do silêncio das estudantes da República das Sonhadoras, eu Pedro Afonso Dias Pereira, comprometo-me a ser seu escravo, a obedecer a todas as ordens e a cumprir todos os desejos das minhas senhoras e donas. Receberei todos os castigos que decidam aplicar-me e jamais me insubordinarei ou tentarei a fuga. Serei obrigado a executar o trabalho doméstico da República e todas as outras tarefas que me forem solicitadas. Não tenho quaisquer direitos e por qualquer erro, leve ou grave que cometa, serei julgado em plenário e castigado devidamente.
Estava estupefacto, estariam a brincar!
- Bem, qual é a tua resposta ...
Não sabia o que havia de dizer. Estariam a brincar!
- Aceitas estas condições ou chamamos a polícia?
E levanta, com um gesto calculadamente lento, o pequeno telemóvel da mesa.
- Não me parecem justas ...
Fez-se um silêncio sepulcral, o que me fez reconhecer que o acordo era inegociável. Quebrei o silêncio com a frase que me parecia inevitável.
- Mas tenho de aceitar ... aceito.
Pousando o telemóvel na mesa a dux veteranorum inicia a condução da dita cerimónia.
- Carina ... tira-lhe as algemas para que possa assinar esta folha.
Uma mulher jovem, alta e espadaúda dobra-se por detrás da cadeira. O curto alívio das dores nos braços animou-me um pouco ... mas não conseguia imaginar o que se iria passar em seguida.
- Não tentes ser engraçadinho porque a Raquel tem a pistola apontada às tuas trombas ... Assina aqui ... assim ... nessa linha. Carina volta a algemá-lo. Agora vou fazer as apresentações.
- Eu chamo-me Ana, para ti será Dona Ana, e tenho lingerie de cor vermelha porque estudo Direito. No teu lado esquerdo tens a Dona Irene, que estuda medicina, as Donas Carina, Raquel e Carla, estudantes de letras, como podes ver pela lingerie azul escura; as Donas Cristina e Sandra estudantes de Farmácia, que estão de roxo, e a Dona Marta que estuda Psicologia, e por isso a lingerie laranja ... Para demonstrares a tua fidelidade e obediência às tuas donas vais ser sujeito a algumas provas iniciáticas ... Começarás por sentir o peso das nossas mãos, para te ires habituando ... Receberás nas nádegas vinte palmadas de cada uma de nós e no fim de cada espancamento, de joelhos, agradecerás beijando os sapatos da senhora que te castigou.
Rapidamente se sentaram em círculo à minha volta e pareceu-me ser a Carina quem me voltou a retirar as algemas. Olhei em volta e desta vez era a Marta que me apontava a pistola ... tinha de obedecer.
- Despe-te completamente.
Enrubescido pela vergonha fui tirando a roupa até ficar completamente nu. Sorriam alarvemente e comentavam em cochicho ou em voz alta aspectos da minha anatomia.
- Está um pouco gordo ... mas não é mal apetrechado ... sim teremos de o fazer emagrecer ah ah ah ah ... dá uma voltinha ... isso ... dobra-te ...tosse ... está bem ... ah ah ah ah ...que cú tão porco ...
- Eu como dux serei a primeira a espancar-te ... senta-te nas minhas pernas ... assim ... não contraias as nádegas senão serei mais dura contigo ... estás preparado ...
E soltou uma valente palmada, Trás, que fez imenso estrondo, sentia o rabo a arder, continuou a espancar-me cada vez com mais força ... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ...
- Quantas palmadas já recebestes?
- Não sei ... doze ...
- Não estúpido, já te dei quinze ... e pela desatenção vou iniciar o meu castigo ... agora vais contá-las ... uma ... diz...
- uma ... aiiiiii
- duas ...
- duas ... aiiiiiiiiiii
- três ... uiiiiiiiiii
- quatro ... uiiiiiiiii
- cinco ... aiiiiiiiiii
E prolongou o violento espancamento até às vinte prometidas palmadas.
- Agora agradece.
De joelhos com o rabo escarlate dobrei-me sobre os sapatos negros que beijei repetidas vezes rodeado de risos histéricos.
- Agora é a vez da Irene.
Olhei nos olhos da jovem de aspecto um pouco rústico que já se compunha na cadeira passando as mãos gordas pelas pernas como que antecipando o gozo de me espancar.
Novamente choveram vinte potentes açoites no meu traseiro e de joelhos tornei a agradecer lambendo os seus sapatos negros. Repetiu-se o ritual por todas as presentes que pareciam autênticas máquinas de espancamento, não demonstravam qualquer piedade pelo meu sofrimento. No fim ouvi comentários entre elas sobre as nódoas negras que me afloravam a pele. Sentia-me completamente entontecido pela dor e as minhas nádegas pareciam insensíveis.
- Bem ... agora vamos fazer um jogo para ver se aprendeste a lição ... coloquem-lhe a venda bem apertada.
Tudo escureceu ... e à minha volta sentia grande movimento de pessoas.
- Vais receber duas palmadas de cada uma de nós e de cada vez terás de acertar no nome de quem te bateu ... senão essa pessoa vai continuar a bater-te até acertares o seu nome.
Impossível ... já nem me lembrava dos seus nomes ...
Durante mais de uma hora continuei a ser violentamente espancado perante risos e risos que pareciam não terminar ... ia dizendo nomes ao acaso ... mas as palmadas não paravam no meu dorido traseiro.
Ressoavam pela divisão o som dos açoites: trás, trás ...
- Quem te bateu?
- Cláudia ...
- Não ... trás, trás, trás ... não existe nenhuma Cláudia ... trás, trás, trás
- Carina ...
- Não ... trás, trás, trás, trás ...
- Elisabete.
- Ah ah ah ah ... trás, trás, trás ... não existe nenhuma Elisabete ... trás, trás, trás, trás ... Tens estado distraído ... trás, trás, trás ...
- Marta ...
- Bravo ... acertaste.
- Agora é a minha vez ... vais levar uma em cada nádega ... trás, trás ... quem te bateu?
E tudo recomeçava de novo ...
Completamente entontecido foi-me retirada a venda. Todas as minhas jovens senhoras estavam enrubescidas pelo exercício e mostravam-se felizes, como quem o está, depois de um bom divertimento.
- Vais ser conduzido aos teus aposentos ... Logo à tarde continuaremos.
Quase carregado pelos braços subi dois lances de escadas e fui lançado para cima de um colchão numa pequena dependência do sótão.
Como é possível que isto me esteja a acontecer. Como é possível ...
III
O som irritante do bater da porta ... olhei para o relógio de pulso, eram três da tarde, senti-me mais recomposto, mas ao virar-me senti que tinha o meu rabo totalmente dorido.
Abriu-se a porta ... era a rústica Irene e a espadaúda Carina.
- Ó badalhoco, está na hora do banho ...
- Como?
- Ai comes ... comes.
As duas seguraram-me pelas orelhas e com pontapés e caldaças arrancaram-me para fora da minúscula dependência.
No corredor estavam todas as outras. Pareciam não parar de sorrir perante a minha desgraça.
- Antes de iniciares as tuas tarefas, iremos proceder à desinfestação do teu corpo. Ficas também a saber que iniciaste uma rigorosa dieta e muito exercício para derreteres essas banhas.
Fui conduzido a uma casa de banho espaçosa e moderna. Aí despiram-me obrigaram-me a subir na balança e, depois, enfiaram-me numa banheira com água tépida que libertava uma mistura de odores perfumados.
Várias mãos femininas esfregavam o meu corpo com variados sabonetes. Senti uma forte erecção que mereceu comentários abonatórios das minhas senhoras. Várias delas apalparam-me os testículos, como se tivessem a sentir-lhe o peso. O pénis e a glande também foram esfregados repetidamente por todas as jovens. Não sei como consegui evitar a ejaculação.
Pediram-me para me colocar de costas apoiado sobre os joelhos e com as nádegas viradas para o ar. Senti que um líquido frio me escorria para o ânus. A esta sensação agradável seguiu-se uma dor lancinante com a penetração. Tentei libertar-me mas estava sujeito por várias mãos. Verifiquei que era a Irene que com luvas assépticas fazia deslizar dois grossos dedos pelo meu virgem ânus. Todas as oito jovens calçavam dessas luvas e, cada uma por sua vez, com os dedos: dois, três e mesmo quatro forçaram o meu ânus abrir.
Senti-me violado.
Encorajavam-se umas às outras, com ditos escabrosos:
- Fode-o bem ... isso ... vai até ao fundo ... mais rápido agora ... tenta mais um dedo ... isso ... o porco até está a gostar ... não páres ... acelera ... tenta mais fundo ...
Quando me tentava mover recebia uma ou mais palmadas violentas no dorido traseiro.
Ana, que parecia deter a máxima autoridade nesta casa, foi a última a penetrar o meu ânus. Mas utilizou um grosso didlo de cor negra que me ia rebentando as entranhas. Enquanto empurrava esse maldito objecto insultava-me com gritos histéricos.
- Quieta ... sua puta (risos) ... quieta já disse ... abre-te mais ... vou-te rebentar com o rabo minha querida (risos) ...
Fui retirado da banheira em peso e colocado sobre um fofo tapete na casa de banho. Com um pé sobre a minha cara a Raquel obrigou-me a estar com a cabeça encostada ao chão. Pelos diálogos percebi que preparavam um clister. Novamente a Ana enfiou a ponta de borracha através do esfíncter e, imediatamente, senti o ventre a crescer.
Passados uns minutos:
- Bem ... deixemos a casa de banho para este porco se cagar ...
E virando-se para mim com um tom de voz mais elevado e autoritário:
- São quase 4 horas da tarde ... vais ficar aqui até às 7 horas ... vais cagar tudo o que tiveres e depois de tomares duche serás levado para baixo para nos servires o jantar que é às 8 horas em ponto.
Depois de 3 horas sentado na sanita, em que me pareceu que tinha descarregado os próprios intestinos, tomei um prolongado duche e esperei que me viessem buscar.
IV
À porta aguardavam-me a Cristina, a Sandra e a Marta. Todas as 3 estavam, calmamente, a conversar sobre as aulas e a fumar. A sua juventude e beleza impressionaram-me. Fixei-me essencialmente nas suas mãos alvas onde eram perfeitamente visíveis as veias azuis.
Ao darem pela minha presença calaram-se e olhando para o meu ar abatido brindaram-me com uma prolongada gargalhada.
Arrastaram-me pelos braços e orelhas até a um quarto que ficava próximo da casa de banho. Fiquei nu no meio do quarto enquanto a Marta abria um gavetão e retirava uma peça de roupa.
Abanando o que me parecia ser um avental em tons de amarelo.
- Deves ficar muito elegante com esta indumentária.
A única peça de roupa que iria utilizar ao servir o jantar era um avental que me cobria a frente mas ficava totalmente descoberto atrás.
Cristina e Sandra fizeram-me perceber o porquê desta situação ao dizerem à Marta para me segurar as mãos enquanto elas me espancavam com alguns açoites.
Devia ser um pequeno aquecimento para a noite que se ia seguir.
Davam uma palmada à vez em cada nádega enquanto a Marta contava.
Levei cinquenta açoites.
V
Desci para o jantar já levava o rabinho quente.
Na cozinha estavam Irene e Carina que percebi serem as caloiras da casa e, por isso, as mais sacrificadas com trabalho.
A Ana berrava com a Irene por esta se ter esquecido de fazer a salada. E disse-lhe que naquela noite ainda teriam que tomar medidas devido à sua distracção. Irene parecia aterrorizada. Ao ver-me a Ana obrigou-me a dar uma volta.
- Sim senhor! ... está apto para nos servir o jantar ... pelo que vejo já te marcámos bem as nádegas ... e o pior para ti é que isto é só o início ... ah ah ah ... só o início ... ah ah ah ah ah ah ah ...
Estavam as oito senhoras sentadas na mesa rectangular. Vestiam roupas simples e desportivas.
Comecei por levar as sopas. Sempre que me aproximava da mesa era apalpado e beliscado em vários pontos do meu corpo. Também recebia algumas palmadas no traseiro e por vezes no pénis.
A Ana e a Raquel, cada uma ocupando as respectivas cabeceiras da mesa, tinham uma colher de pau junto ao seu prato, com a qual me açoitavam, enquanto sorviam mais uma colher de sopa.
Em determinado momento a Raquel levantando-se e inclinando o meu tronco sobre a mesa.
- Deixa-te estar costas ... assim ... toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma, toma ... podes continuar a servir ... rápido ... rápido ...
Depois de recolher os pratos de sopa vazios trouxe da cozinha as travessas com febras grelhadas e arroz.
Enquanto estavam a comer as febras obrigavam-me a ajoelhar no chão e alimentavam-me como é costume fazer com os cães.
- (Sandra) De joelhos ... patinhas no ar ... ladra ...
- au au au au
E depois empurrava-me um bocadinho de carne para dentro da boca dizendo:
- lindo cão ... lindo - passeando a mão pela minha cabeça.
A meio da refeição a Ana chamou-me para o seu lado e ordenou-me, mais uma vez, a posição de joelhos, levantou-se e despindo a saia e as cuecas esfregou repetidas vezes um naco de febra pelo seu ânus e atirando para o chão.
- Come porco ... vais experimentar os meus temperos de cú ... que tal ... gostas não gostas ... mastiga tudo ... tudo...
E afastando a cadeira pontapeou-me várias vezes com força nas nádegas enquanto eu mastigava aquele pedaço de carne.
Todas acharam piada à situação e repetindo o gesto da dux foram retirando as suas roupas.
Obrigaram-me a comer vários pedaços de carne que esfregaram nos respectivos ânus.
Depois Irene foi chamada pela Ana e pela Raquel e colocando-se na borda da mesa com o rabo para o ar. Foi-lhe introduzido, com algum esforço e protestos seus, um pouco de carne no ânus.
- (Raquel) Descontrai Irene ... é melhor para ti ... descontrai filha ...
E davam ligeiros açoites para conseguirem a dita descontracção do ânus.
Só percebi a intenção desta actividade quando me mandaram deitar de costas no chão. Depois colocando Irene de cócoras sobre a minha boca obrigaram-na a fazer força para expulsar esse naco de carne directamente para a minha boca.
- Força Irene ... força ... fá-lo comer essa carne ... isso ... força ... puxa como se tivesses a cagar ... ah ah ah ah ah ah ... ou a pôr um ovo ... cocorócócó ... cocorócócó ... ah ah ah ah ah ah ah ah ...
O pedaço de febra libertava-se lentamente do seu negro olho do cú. Alguém me pressionava os maxilares para me obrigar a manter a boca aberta.
Com o esforço Irene libertou dois prolongados e sonoros peidos que fizeram rir toda a assembleia.
- (Sandra) Bem Irene ... dá-lhe pique ... ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ...
E mastiguei a costeleta com os respectivos resquícios de merda, enquanto felicitavam Irene, que estava a suar, pelo seu esforço. Todas acharam tão interessante esta brincadeira que decidiram fazer o mesmo com a outra caloira, a Carina. Dobrada no sofá novamente se repetiu a situação de lhe enfiarem um pedaço de carne para dentro do ânus. Também se repetiram os ligeiros açoites da Ana e da Raquel nas nádegas tremelicantes da Carina com vista a obterem a desejada descontracção do esfíncter.
- (Raquel) Vamos Carina ... trás, trás ... não contraias o olhinho do cú ... respira fundo ... trás, trás, trás ... vamos respira fundo trás, trás, trás ...
- (Ana) Estou a perder a paciência Carina ... abre a merda do cú senão começas a levar a sério ... trás, trás ... tu já conheces o peso da minha mão ... trás, trás, trás...
Quando, finalmente, conseguiram completar a tarefa obrigaram-na a acocorar-se sobre a minha boca.
- (Ana) Vamos filha ... faz força ... vamos puxa ... vá tens de fazer mais força senão sou eu que te cago na boca. (risos)
E Carina esforçou-se demasiado e, tal como tinha acontecido com a Irene, libertou vários peidos sobre o meu nariz antes de libertar a febra na minha boca.
Esta noite parecia não acabar.
Na hora da sobremesa a Ana descascou uma banana e depois de a introduzir lentamente na vagina retirou-a e colocou-a na minha boca.
- E que tal os meus sumos vaginais? ... são saborosos? ... têm vitaminas? ... ah ah ah ah ah ah ah ...
E esborrachava a banana contra a minha garganta.
Todas as jovens, embriagadas por várias garrafas de vinho, imitaram a Ana com pedaços de outros frutos (maçãs, laranjas, e kiwis) que esfregavam ou introduziam na vagina delas ou de outras companheiras e depois me obrigavam a engolir.
VI
Depois pareceram acalmar um pouco. Sentaram-se nos sofás, saciadas, e comentavam animadamente os acontecimentos do jantar. Esqueciam-se momentaneamente de mim.
Passados alguns minutos a Raquel levantou-se e batendo as palmas chamou a atenção de todas as outras.
- Meninas ... como viram não comemos salada hoje ... tudo porque a nossa caloira Irene tem andado muito distraída ... temos de a castigar ... esqueceu-se de uma das suas obrigações.
Todas olharam para a Irene que estava acabrunhada. Ninguém parecia ter dado por falta da salada. Mas, mesmo assim, ninguém se atreveu a levantar a voz em sua defesa.
- (Ana) Irene ouviste o que disse a Raquel, despe-te e deita-te sobre o braço do sofá enquanto decidimos o número de bengaladas que deverás encaixar.
Num breve conciliábulo em volta da mesa decidiram que cinco bengaladas de cada uma deveriam ser suficientes para a falta em causa. A Carina foi buscar uma bengala plástica de cor azul e branca que entregou de joelhos à Ana. Esta fez silvar a bengala no ar e acariciou-a com a mão esquerda.
- Irene ... foi decidido em processo sumário que cada uma de nós te irá aplicar cinco bengaladas ...
Aproximou-se, com passo imperial e decidido, das nádegas nuas e desprotegidas de Irene que pareciam tremer e deu-lhe cinco severas bengaladas enquanto a avisava.
- E (trás) que isto (trás) não (trás) se (trás) repita (trás).
Sublinhava cada palavra com uma forte bengalada. No futuro viria a verificar por mim próprio que este era um hábito que ela tinha bem arreigado.
Depois as outras cinco colegas, porque Carina, a outra caloira, não o podia fazer, repetiram as cinco bengaladas.
Quase todas iam aumentando a força das bengaladas entre a primeira e a quinta, sendo esta última particularmente dolorosa, o que arrancava gritos lancinantes à garganta da vítima.
Irene com o traseiro bem marcado levantou-se do sofá, ajoelhou-se e agradeceu o espancamento que tinha acabado de sofrer.
- Agradeço às colegas a preocupação que revelam com esta pobre caloira.
Depois todas a abraçaram e beijaram.
- (Ana) Tudo está esquecido. Bem sabes que não nos agrada castigar-te mas tens de ter mais atenção às tuas tarefas.
VII
Voltando a centrar a atenção em mim a Ana traçou os planos da noite.
- Esta primeira noite o escravo ficará no meu quarto em conjunto com a Raquel. Na próxima será entregue aos cuidados da Cristina e da Sandra. Depois irá dormir no quarto da Carla e da Marta. Quando estiver no quarto das caloiras Irene e Carina poderá ser visitado por qualquer uma de nós. Concordam?
Todas pareciam aceitar esta decisão.
- Agora o escravo, em conjunto com as caloiras, irá lavar a loiça, arrumar a cozinha e a sala de jantar. Quero tudo a brilhar. Depois obriguem-no a lavar os dentes e a tomar um duche e conduzam-no ao meu quarto.
A Carina não se esqueceu de perguntar:
- Ana ... podemos arrear-lhe enquanto fazemos os trabalhos de limpeza?
A esta ``inocente´´ pergunta da caloira todas sorriram.
E a Ana foi condescendente:
- Está bem ... mas não abusem porque o quero em boa forma no meu quarto ... O importante é que não o façam ejacular.
Acabei por sozinho lavar a loiça, enquanto Irene e Carina se divertiam a açoitar-me com as colheres de pau.
- (Irene) Espeta o rabo para fora (trás) ... não te encolhas (trás) oferece mais as nádegas (trás) deixa-te estar assim (trás)
- (Carina) Vamos lá a lavar a loiça mais rápido (trás; trás; trás) ... precisas de mais encorajamento (trás, trás, trás, trás)
O choque da colher de pau nas minhas nádegas já doridas, assemelhava-se ao espetar de alfinetes. Estava desesperado.
Passava da meia-noite e meia quando me levaram à casa de banho para tomar mais um duche.
Encheram-me o corpo de aromas e vestiram-me um bonito robe de cor creme.
VIII
Ao abrir-se a porta do quarto deparei com um quadro inesperado. A Ana repousava nos joelhos da Raquel que estava encostada à cabeceira da cama. Esta acariciava-lhe docemente os seios com a ponta dos dedos. As duas eram encantadoras.
A porta fechou-se nas minhas costas. Olhando em frente reparei que a Ana me fazia um sinal com o dedo indicador da mão direita para me aproximar.
- Despe-te ... Vais começar por me chupar todos os dedinhos dos pés e depois vais subindo conforme eu te ordenar.
Iniciei a minha tarefa beijando com verdadeiro prazer os pés maravilhosamente tratados da minha senhora. Uns pés compridos e macios, com as unhas curtas e bem tratadas.
- Vai beijando o resto das pernas ...
E dizendo isto foi beijada ardentemente nos lábios pela Raquel que lhe aflorava com a ponta dos dedos o pescoço.
- Lambe as coxas ... lambe ... meu suinosinho ... ah ah ah ah ah ...
Sentia cada vez mais próximo o calor e o odor intenso da sua vagina.
- Agora com cuidado e devagarinho titila o clitóris ... assim ... ahhhhh ... faz círculos com a tua língua ... isso assim im im im ... ahhhhhhh
Regia gradualmente com maiores gemidos aos avanços da minha língua.
- Chupa agora ... chupa agora o clitóris com os teus lábios ... bom ... bom om om om om om om om ... uiiii
Já sentia alguns dos líquidos agridoces a inundarem-me a boca.
- Vamos ... fode-me com a língua ... passa a tua língua pelas paredes da minha cona ... mais fundo ... não quero que percas uma gota do meu leitinho ... bebe todo ... todo ... uiiiii AH AH AH ...
Deu vários estremeções quando atingiu um violento orgasmo.
Pela primeira vez olhou-me com olhos doces e lânguidos enquanto balbuciava:
- malandro ... malandreco ... fizeste-me vir toda ... Agora tenho de experimentar a tua piça.
Coloquei-me de joelhos na cama com o tronco direito, enquanto a Ana se dispunha de quatro a beijar-me o pénis que ardia de tesão. Entretanto a Raquel acariciava-lhe a racha palpitante completamente inundada de leite. Depois de alguma lambidelas mais rápidas na minha glande disse-me para me deitar de costas na cama.
Deixou-se enterrar lentamente na minha piça e depois iniciou uma cavalgada lenta mas que ia aumentando gradualmente de ritmo. Enquanto isso a Raquel sentou-se sobre a minha boca ainda impregnada dos sabores da sua companheira.
Já estava bastante húmida com a cena a que tinha assistido e falou com uma voz sôfrega e abafada:
- Chupa ... chupa ... chupa querido ... que tesão ... chupa ... chupa ...
O ritmo da Ana aumentava freneticamente enquanto eu tentava aumentar o ritmo da minha língua no clitóris e no interior da vagina de Raquel. Isto conduziu a um orgasmo triplo simultâneo. A Ana parecia possuída por um espírito abanando-se com imensas convulsões e a Raquel parecia esgotada encostando a face aos seios firmes de Ana. Eu tremia de cansaço e tentava recuperar deste excelente orgasmo.
Raquel informou imediatamente que não iria dormir sem experimentar o meu pénis na sua vagina. As duas deitaram-se ao longo do meu corpo e fazendo uso das suas línguas e mãos tentavam recompor um pénis que parecia mais morto do que vivo.
Lentamente fui recuperando a rigidez necessária e a Raquel de forma rápida ocupou o seu lugar. Iniciou uma cavalgada rápida. Desta vez foi a Ana que se sentou em cima da minha cara.
- Quero esta vagina limpinha ... ouviste ... totalmente limpinha ... vá ... chupa ... chupa ... chupa ...
Com a língua retirava todo o sémen daquela vagina . Mas ela continuava a vir-se constantemente.
Sem fazer qualquer esforço com as minhas ancas a Raquel atingiu um novo orgasmo e proporcionou-me a mim o segundo da noite.
- Ana ... não te importas que ele me chupe a vagina enquanto adormeço ... estou estoirada ...
- Sim, mas depois tem de me vir chupar totalmente o ânus. Quero que esta noite conheça todos os meus buracos.
A Raquel adormeceu após alguns breves minutos em que estive a lamber-lhe o clitóris. Depois voltei-me para a Ana, que permanecia acordada, e comecei a lamber o ânus devagar enquanto ela me segredava com uma voz sonolenta:
- mete mais a língua ... mais ... quero o meu ânus bem chupadinho ... espera ... cola mais a boca que vou soltar um peido truummm...
- Então que tal ... gostas dos meus peidos ... não pares de chupar ... não me faças zangar contigo ... chupa ... abre bem a boca que me vou peidar outra vez truummmm truummmm ... Enterra mais a língua no meu olhinho do cú ... mexe bem essa língua ... mexe.
Eu próprio não consegui resistir ao cansaço e adormeci com boca colada no ânus da Ana.
IX
Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ...
Abri os olhos e passei os dedos pela boca e nariz ... nada ... completamente inodoro.
Estou só no meu quarto e o despertador não pára de tocar cada vez mais alto e incomodativo.
Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Tacteio com os dedos o antipático aparelho. Desligo o alarme com um gesto mecânico. Com horror vejo que marca 6.20 da manhã.
Merda! Foi tudo um sonho!
Fim
e-mail:
Se existirem senhoras, casais ou cavalheiros que desejem concretizar esta fantasia com o autor contactem para o e-mail indicado. Se quiser dar uma opinião ou falar sobre assuntos relacionados com o tema do sadomasoquismo também o pode fazer.