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Aventura Sexual de Um SequestradoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Chegavam-me aos ouvidos o chilrear animado de pássaros e um intermitente fluxo de água correndo. Meus sentidos aguçados buscavam preciosidades sonoras. Por uma pequena fresta,da janela,uma teimosa luminosidade adentrava, permitindo uma tênue claridade ao ambiente. O cheiro ativo,de mato molhado,pelo orvalho da manhã,invadia minhas narinas trazendo uma sensação de natureza lavada e limpa. Na noite anterior,o coaxar dos sapos e rãs me haviam feito companhia. Presumi estar em algum lugar campestre e longe de centros urbanos. Meus pulsos presos a uma argola fincada no chão,me mantinham quase imóvel e,uma mordaça,amarrada na minha nuca, me impedia de emitir qualquer som,além de provocar um banho de saliva,na medida em que não conseguia fechar a boca. Eu ainda usava uma fantasia que havia preparado para ir a uma festa. Estava numa cela não muito grande,com paredes cavadas na pedra, correntes pendendo do teto,onde a única janela,com grades,estava a três metros de altura. Impossível alcança-la,mesmo se estivesse solto. Talvez,dali,eu pudesse ver aonde me encontrava.Era um lugar asseado e limpo,com algumas enxergas de palha e uma cadeira de espaldar alto. Algumas grossas velas estavam apoiadas em vãos da parede. O som de música gregoriana inundava o ambiente. Como eu viera parar ali? Só me lembrava de que entrara no carro de uma amiga e desmaiara. Presa, da mesma forma que eu, do outro lado da cela, estava uma mulher vendada e nua. Eu despertara, de um sono pesado, com a chegada de uma mulher roliça e madura, que se dirigiu à acorrentada. Falou-lhe alguma coisa ao ouvido. Esta sorriu, enlevada. - "Sim, amada Senhora. Estou, aqui, às suas ordens.” ela disse. A mulher saiu e a acorrentada perguntou: - "Há alguém aí?” Eu não podia responder, mas consegui emitir alguns grunhidos. - "Ahhhhhhhhhhhh...deve ser a outra escrava da Deusa Ceres, né?” ela deduziu, sem perceber que eu era um homem. - "Sou Aleandra, escrava sexual e estou aqui à disposição dela e seus caprichos, como você” concluiu sorrindo. Entraram, na cela, dois homens e uma jovem mulher. Ela vestida com uma túnica de algodão cru e sandálias rasas. Eles dois, vestidos com calças e coletes de couro e botas. Corpulentos e usando loções diferentes. O ar se contaminou com seus aromas. Eu parecia invisível. Ninguém se deu conta da minha presença. Suspenderam Aleandra nas correntes do teto. - "Ao serviço, Erlinda!” tonitroou um dos homens. A jovem mulher iniciou um sexo oral na acorrentada, que se estendeu, também, ao ânus.Eu acompanhava aquela língua, com olhos esfomeados. Minha saliva aumentou de volume, tal o tesão em ver a cena. Aleandra se contorcia em sensações de prazer. Emitia sons guturais, de acordo com o tesão experimentado. Os pêlos, do corpo, arrepiados. Os dois homens se masturbavam colocando, em riste, seus membros. A pessoa que, antes falara à Aleandra, presumi ser a Deusa Ceres, entrou, sentou-se na cadeira e passou a apreciar a cena, acariciando seus mamilos. Antes que Aleandra atingisse o orgasmo, os dois homens,cada um a seu turno, penetraram-lhe a xota e o cu. - "A vagabunda gosta disso” dizia um deles e dava-lhe bofetadas na cara. - "É uma vadia mesmo,reles e imunda” completava o outro. - "Vamos puta,está gostando? Dois machos entrando e arregaçando você!” voltava o primeiro mandando-lhe uma cusparada no rosto. O bailado do prazer continuava, num ritmar cadenciado. Todos se entregavam àquele banquete de delícias. A Deusa Ceres abriu as pernas para que Erlinda realizasse, nela, o mesmo delicioso sexo oral. - "Masturbe-se mas, não se atreva a gozar!” Ordenou à moça. A língua passeando pelos lábios e grelo daquela xana voluptuosa e os ágeis dedos manipulando a si própria, eles entravam e saiam banhados pelo líquido abundante do prazer. Após algum tempo, o som dos orgasmos ecoou pelo ambiente. Os dois homens banharam a acorrentada, com jatos de sêmen, enquanto ela uivava em esgares de gozo. A Deusa Ceres estremeceu. Aleandra foi retirada das correntes e largada, no seu canto, na cela. Os homens se dirigiram à Erlinda. Chegou a vez dela ser pendurada nas correntes. Cada um dos homens pegou um chicote, que traziam na cinta, e iniciaram uma surra onde os golpes obedeciam a uma específica cadência. Os gemidos da moça não eram de dor. Pareciam sons de intenso prazer. Dando-se por satisfeitos, ambos os homens começaram a percorrer o corpo de Erlinda, com as mãos. Enquanto um se dirigia aos seios e mamilos, esmagando-os, o outro vasculhava sua virilha, alisando o grelo e penetrando a vagina. - "Nossa, que enxurrada, aqui.A mocinha gosta de um chicote,hein?” foi o comentário. - "Vamos faze-la derramar isso, de vez!” exclamou o outro, rindo. E aceleraram as carícias até que a moça sentiu o espasmo do prazer realizado. Eu estava excitado com aquele espetáculo, mas minhas mãos presas, não deixavam que eu me tocasse. Meu pau, duro, latejava. Arrepios percorriam meu corpo como centelhas elétricas. Saíram os homens e Erlinda, sem sequer me lançarem um olhar. A Deusa Ceres trouxe Aleandra, para perto de mim e a direcionou para meu órgão armado. Grudados, na pele da moça, o perfume e os fluidos dos homens. - "Há um serviço para você, criança. Faça este homem feliz!” ordenou a Deusa, sorrindo. Aleandra iniciou um sexo oral, massageando minhas bolas, alisando meu saco e puxando meu prepúcio pra lá e pra cá. A excitação frente à cena anterior, a língua quente e molhada, mais as macias e habilidosas mãos da moça e não demorei a gozar. O espetáculo que presenciara fora um bom combustível para o meu tesão. A moça engoliu todo o meu sêmen e me deixou limpo. A Deusa Ceres retornou com ela para seu lugar e saiu, nos deixando a sós. - "Pensei que você fosse uma escrava” comentou ela. Eu não conseguia falar nada. Soltava grunhidos ininteligíveis. - "Ahhhhhhhhh...você está amordaçado.” Deu uma risada e se aninhou em sua enxerga. Pareceu pegar num sono profundo. Algum tempo depois dois homens nus vieram me buscar e fui levado para um outro cubículo, tão pequeno quanto o anterior, onde havia uma cama alta, com ganchos nas extremidades. Fui algemado aos ganchos e vendado. Senti a presença de alguém entrando no lugar acompanhada de um aroma agradável de flores. Mãos fortes surraram as solas dos meus pés. Gemi alto. - Shhhhhhhhhhhhhhhh! Foi o som que ouvi. Meu saco e bolas foram espremidos até à exaustão. Gritei, sem pejo. - Shhhhhhhhhhhhhhhh! Novamente. Algo espremia meus mamilos. Urrei. Todos os gemidos, gritos e urros devidamente embaçados pela mordaça, que já dava câimbras nos meus maxilares. De repente...nada. Nem um movimento.Silêncio total. Fiquei na expectativa do que estaria por vir. Um misto de medo e excitação. Esse nada começava a me deixar nervoso na medida em que eu sabia que alguém estava ali, à espreita. O tempo passava e nada. Comecei a me remexer. Eu me sentia a caça sendo espreitada pelo caçador. Meus braços e pernas se ressentiam da imobilização. Estavam meio que doloridos. O suor escorria sem limites, pelo corpo. A baba inundava meu peito. Decidi, por fim, ficar quieto e atento. Minha mordaça e minha venda foram retiradas. Reconheci a amiga que havia conhecido, na praia, um mês antes, e que havia me convidado para uma festa à fantasia. Eu havia entrado no carro dela e fora vendado, amordaçado e amarrado tão logo sentara ao seu lado. - "Você ficou maluca? Isso é um seqüestro? Veja bem, não tenho dinheiro para resgates. Que raios de festa é essa em que eu não me divirto?” As palavras escorregavam aos borbotões. - "Você não se diverte?” ela riu irônica. "A informação que recebi fala de um sexo oral que você aproveitou muito bem!” continuou rindo. Ela me soltou da cama onde eu estava e me puxou para um chuveiro, escondido em um canto. - "Lave-se!” foi a ordem, jogando-me uma toalha. Em saindo do banho, ela me puxou para si. Nossos corpos se espremendo um contra o outro. O perfume dela me preenchendo as narinas e meu sexo se manifestando. - "Bem que me disseram que você é bem potente. Estou sentindo!” a voz rouca nos meus ouvidos. Nos beijamos selvagemente. Minhas mãos procurando seu corpo às apalpadelas. Agarrei a bunda carnuda e os seios fartos. Minha língua caminhando por seu pescoço. Mordo suas orelhas. Ela geme. Sua língua invade a minha boca e eu a prendo vigorosamente. Ela sacode a cabeça e se solta. Morde meus mamilos e eu uivo. Chupo seus peitos e me perco em abundância. Neste meio tempo, nos encaminhamos para a cama alta e eu a suspendo para encaixá-la no meu pau. Surgindo debaixo da mesa, Aldréa me agarra e coloca o preservativo. Eu me assusto com aquela presença mas logo me sinto envolvido pelos braços, pernas e boca de minha amiga. Eu a penetro e a tomo com força. Sinto sua xana molhada, pulsante, quente e gulosa. As estocadas se seguem, furiosas. - "Mete, mete, garanhão. Puto gostoso!” Aí vem um susto maior. Ela estala uma bofetada na minha cara. E outra, e mais outra. Apesar do susto, ao invés de murchar, meu pau se torna cada vez mais duro e esfomeado. Mais bofetadas. Mais tesão. Mais prazer. Nosso clímax chega junto. Ela uiva. Eu estou exausto. Ela se recompõe e diz: - "Ernst virá busca-lo e leva-lo para o bufê. Poderá comer e beber à vontade. Aproveita a festa!” Saiu, em seguida. Eu fico ali, pensando em como será o que se seguirá dali para frente. Um arrepio percorre minha espinha. Uauuuuuuuuuuuuu!