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Uma Noite no Hospital
Sentado no sofá de tons verdes apalpei o bolso à procura do maço de cigarros. Um gesto que repeti infinitamente nessa noite que os tinha esquecido.
Por detrás de uma porta de vidro martelado conseguia distinguir dois vultos graciosos que cochichavam e riam com gestos rápidos do corpo.
Continuava a sentir uma impressão dolorosa nas costelas do lado esquerdo. Respirava em movimentos pausados e breves para não sentir o agravamento da dor.
Entretive-me, num jogo paciente, a contar as lâmpadas da sala, com a finalidade de diluir o tempo de espera. Tudo estava anormalmente calmo nas Urgências do Hospital.
Finalmente, uma jovem sorridente e elegante, de bata imaculadamente branca, com um decote pronunciado que fazia adivinhar um apetecível peito, pronunciou, com a voz bem timbrada, o meu nome:
Senhor Manuel Marques.
Estranhei o tratamento de senhor e levantei-me mecanicamente, sentido uma ligeira pontada nas costelas do lado esquerdo.
Sou eu - disse com voz que a mim próprio soou empastada.
Entre para o gabinete do seu lado esquerdo ... tire o casaco e sente-se ... A senhora doutora não demora.
Ao acomodar-me na cadeira pensei que esta era menos confortável do que o sofá. Olhei com curiosidade para os aparelhos médicos que repousavam em cima da secretária e tentei identificá-los pelos nomes técnicos. Com tudo isto esqueci-me de despir o casaco.
Boa noite... - cumprimentou a médica ao entrar apressada. Deparei com uma mulher de meia idade, talvez de trinta e muitos anos, quem sabe quarenta.
Sentou-se à minha frente irradiando uma hiper-actividade. Era magra e não teria mais de um metro e sessenta e cinco. Em fracções de segundos reparei nas suas mãos que eram muito brancas e pequenas com as unhas bem tratadas. Sempre me senti irresistivelmente atraído pelas mãos femininas. Do bolso da sua bata espreitava a escala de um termometro.
Então... - e olhou para os papeis que estavam na sua secretária senhor Manuel - Encarando-me novamente que se passa para vir às urgências.
Recitei, com uma voz que transbordava de timidez, o pontapé de que tinha sido vítima na zona das costelas enquanto jogava futebol com os meus amigos
Levei um pontapé aqui...
Toquei ao de leve no meu lado esquerdo e devo ter exprimido dor com trejeitos do rosto Dói-me sempre que toco ... e quando faço uma inspiração mais profunda.
Vi a médica a levantar-se em silêncio e a retirar, com os dedos ágeis, o estetoscópio da caixa.
E quando respira normalmente também sente dor?
Não ... por exemplo agora não me dói.
Dispa o casaco e levante a camisa ... vou auscultá-lo.
Em movimentos lentos cumpri a ordem enquanto a médica ajustava o estetoscópio.
Respire fundo e de forma continuada.
Tacteava o meu corpo jovem, enquanto repetia as indicações sobre a forma de respirar.
Não deve estar partido ... deverá ser uma lesão muscular. ... Não saia daqui. Já volto.
Enquanto estava sentado voltei a ouvir cochichos imperceptíveis e risos declarados. Estava mais aliviado com o diagnóstico médico. Passaram mais vinte minutos e entretanto voltei a procurar nos bolsos o maço de tabaco mas, pensei, mesmo que o tivesse ali não poderia fumar. Percorri interminavelmente com os olhos o pequeno gabinete. Uma secretária moderna, uma cama, um cabide e duas cadeiras formavam a parca mobília do minúsculo escritório.
De repente ouvi que a porta se abria e por ela entravam a médica e a enfermeira. A primeira disse:
A senhora enfermeira vai aplicar-lhe uma injecção de um anti-inflamatório ... não tem medo de agulhas pois não.
E com este último comentário médica e enfermeira soltaram uma ligeira gargalhada.
Balbuciei qualquer coisa, que eu nem ninguém percebeu, enquanto a enfermeira depunha as seringas plásticas em cima da secretária. Dirigindo-se a mim disse:
Pode baixar as calças e deitar-se na marquesa ... a injecção é aplicada nas nádegas.
Com as mãos tremelicantes, pois não me sentia à vontade perante duas mulheres, desapertei o cinto, o botão das calças e abri o fecho. Puxei ligeiramente as cuecas.
Baixe as cuecas mais um bocadinho e deite-se na marquesa. - Repetiu a enfermeira num tom mais enérgico.
Baixei as cuecas um pouco mais e deitei-me de barriga para baixo na marquesa.
Vai ser só uma pica. - Disse sorrindo a enfermeira e piscando o olho com a médica, também ela sorridente.
Está a doer?
Não ... nada.
Está a ver ... a senhora enfermeira tem umas mãos de fada.
A médica fez à enfermeira um sinal com a palma da mão que, inicialmente, não compreendi. Mas que fiquei a perceber quando a enfermeira me aplicou uma palmada sonora no traseiro.
E esta ... doeu?
Nada. - Respondi surpreendido e confuso. A enfermeira com movimentos bruscos despojou-me das calças e cuecas. Não ofereci qualquer resistência.
Agora não se mexa sem a minha autorização. - Advertiu a médica com um tom agressivo. Vamos castigá-lo por nos ter vindo importunar sem qualquer motivo urgente.
Nisto, abriu a gaveta da secretária de onde retirou uma palmatória de madeira, semelhante a uma raquete de ping-pong, só que com o cabo mais comprido, e entregou-a à sempre sorridente, e agora diligente, enfermeira.
Levante os joelhos ... ofereça o seu traseiro às palmatoadas da senhora enfermeira.
Obedeci prontamente e a enfermeira não esperou mais tempo. Levantou o braço e fez cair a palmatória com estrondo nas minhas assustadas nádegas. Com tanta força que não consegui reprimir um grito agudo.
Enquanto a enfermeira repetia este movimento, com uma violência crescente, a médica dizia calmamente:
Não se atreva a mexer ... está a ser castigado. ... Faz o favor de não gritar senão terei de lhe colocar uma mordaça ... olhe que eu cumpro sempre as minhas ameaças.
As pancadas choviam copiosamente no meu traseiro, que devia estar cada vez mais vermelho, eu mordia os lábios e respirava de forma ofegante.
Dou-lhe mais dez? - Perguntou a enfermeira.
Aplica-lhe mais vinte.
Não queria acreditar no que me estava a acontecer. As palmatoadas pareciam queimar-me as nádegas, a dor era insuportável. Ao cruzar o meu olhar aflito com o olhar frio da médica descortinei o gosto sádico com que assistia à aplicação do castigo.
Terminada a aplicação das vinte prometidas palmatoadas a médica, com o termómetro seguro na sua mão direita ameaçou:
Vou verificar se tem temperatura. Descontraia o ânus senão pode ser doloroso.
E imediatamente impulsionou o referido objecto pelo meu recto virgem. Repetiu um vai e vem langoroso enquanto a enfermeira despia a sua bata.
Necessito de um orgasmo ... vire-se de barriga para cima para que a senhora enfermeira o possa excitar.
Ainda estonteado pelo tratamento que me haviam aplicado, rolei na marquesa e reparei na nudez da enfermeira. Uma mulher alta e magra. O peito rijo testemunhava o seu cuidado em manter uma boa forma física. As mãos eram largas mas finas com os dedos muito compridos.
O meu pénis foi manipulado pelas mãos experientes da enfermeira. A médica, apenas com a bata vestida, sentou-se em cima da minha cara. Senti o calor e o cheiro intenso da sua vagina.
Vai fazer-me um belo minete ... quero que essa língua trabalhe bem ... isso ... fode-me com a língua ... vai mais fundo ... isso ... isso ... não pares ... continua ... mais fundo ... ahhhh ahhhhhhh...
A enfermeira lambia com sofreguidão o meu potente pénis. Cuspia-me na glande que parecia explodir.
Senhora enfermeira vamos trocar de posições ... este jovem tem uma língua de veludo, vai ver.
A médica enfia de forma violenta o meu pénis na sua vagina e inicia uma louca cavalgada. A enfermeira esfregava o clitóris na minha língua cansada. Mesmo assim esforcei-me para a satisfazer. Passados alguns minutos senti nitidamente que a excelentíssima senhora doutora tinha atingido o desejado orgasmo.
Bom é bom ... estou quase vir-me ... ah ahhhhh ahhhhhhhhh...
Senhora doutora não deixe que ele se venha ... também o quero experimentar.
Médica e enfermeira voltam a trocar de posições. Agora sugava com a língua a vagina molhada da doutora enquanto a enfermeira se encavava com golpes profundos no meu pénis.
Que rica piça ... também me vou vir ... não posso mais ... ah ahhhhhhh.
Satisfeitas, as duas mulheres inclinam-se para a frente e beijam-se longamente sem abandonarem as suas posições.
Agora a médica sentava-se na cadeira junto à secretária e alisando a bata com as mãos diligentes, ordenava que me dobrasse sobre os seus joelhos. Nem pensei em desobedecer-lhe.
Aplicou-me com força algumas palmadas enquanto me dizia rindo e fazendo rir a enfermeira.
É este o tratamento que aplico a meninos mal comportados e irreverentes.
Por alguns instantes no minúsculo gabinete só se ouvia o som das palmadas no meu traseiro ... trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ...
Levante-se ... agora de joelhos agradeça o tratamento que lhe apliquei.
Sim senhora - respondi inocentemente, recebendo de seguida uma estrondosa bofetada no rosto.
Senhora doutora se faz favor... parece que ainda não aprendeu ... sente-se no colo da senhora enfermeira. São necessárias mais algumas palmadas para ser mais educado.
O sorriso da enfermeira era enorme. Cabisbaixo dirigi-me para o seu colo reparando, com terror, que ela descalçava um chinelo com sola de pneu. As chineladas começaram imediatamente a cair no meu desprotegido traseiro.
Sempre gostei de castigar meninos marotos ... principalmente quando têm um rabinho tão jeitoso.
Voltaram a ecoar os risos e depois novamente o som das chineladas ficou isolado trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás, trás ...
Está bom. Parece-me mais dócil. Agradeça de joelhos à senhora enfermeira os cuidados que tem consigo.
De joelhos beijei, verdadeiramente agradecido, as mãos do meu carrasco.
Era tanta a dor que sentia no meu traseiro que já não sentia a dor nas costelas que ali me tinha levado.
Enfermeira e médica afastaram-se sorridentes, novamente com cochichos imperceptíveis enquanto, de joelhos, procurei novamente o maço de cigarros nos bolsos do meu casaco.
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