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Sequestro
Você abre seus olhos bem devagar. Uma pequena dor de cabeça a incomoda enquanto está abrindo os olhos. Você tenta se levantar e logo percebe que suas mãos estão algemadas na cabeceira da cama. Olha em volta para tentar reconhecer o local, mas nota que está num quarto completamente desconhecido. Pequeno e com iluminação ruim, um ambiente um pouco gelado. Um vento gelado entra por debaixo da porta velha de maneira, descascada em algumas partes. A janela, também de madeira, está fechada. Não dá para saber se era dia ou noite.
Você começa a se lembrar de alguém ter entrado na sua casa. Você luta com ele, mas ele é mais forte! De repente, uma pancada na cabeça que a faz cair desacordada. Será que foi assim que você veio parar aqui? Ou seria apenas um fruto da sua imaginação? Confusão na sua mente...
Logo esta confusão é tomada por um certo desconforto ao perceber que você está amordaçada. Você tenta gritar, mas nada além de gemidos é escutado. O desconforto é trocado por desespero. O que está acontecendo? Por que eu estou aqui? Uma nova olhada em volta revela as suas roupas sobre uma cadeira próxima à janela. Você havia se preparado para uma noite à sós com o seu namorado. Estava com a lingerie que ele gostava: calcinha preta um pouco transparente na frente, sutiã meia taça também rendado e meias 7/8. Até mesmo seus sapatos haviam sido tirados. Será que aquele que a sequestrou havia abusado de você? Você fecha os olhos com força como se quisesse tirar esta idéia maluca da cabeça.
Seus pensamentos são interrompidos por um barulho na porta. Alguém está destrancando-a. Você tenta se encolher, mas suas pernas também estão presas à cama. Você fica ofegante, seu tórax se move intensamente e seu olhar fica fixo na porta. De começo você apenas vê um vulto, mas logo reconhece a figura do seu namorado. O que ele está fazendo aqui? Tê-lo ali era reconfortante, mas você ainda estava confusa com tudo aqui.
Ele olha para você com um surriso malicioso no rosto e se aproxima a passos curtos. Você tenta falar algumas coisas, mas a mordaça a impede. Ele se senta na cama em que você está e começa a acariciar a sua barriga com a ponta dos dedos.
- Nesta noite você será minha e eu vou fazer tudo o que eu quiser!
Há muito tempo ele vinha pedindo a você uma noite em que ele dominasse você. Você nunca aceitou a idéia, afinal você se achava dominadora. Mesmo ele já tendo se submetido a você algumas vezes, você nunca retribuiu a fantasia dele. Agora ele estava fazendo o que sempre quis, querendo você ou não.
As mãos dele sobem até os seus seios. Ele acaricia a parte descoberta do sutiã e logo começa a circular seus bicos bem devagar; um de cada vez. Imediatamente eles se saltam, devido ao estímulo. Você o encara com um olhar arrogante e irritada, afinal como ele tinha coragem de fazer aquilo? Ele a encara e logo dá uma risada. Um tapa certeiro na sua vulva a faz mudar completamente o olhar, para algo de dor e agonia.
- Hummmpf!!!
- Não adianta me olhar assim, vadia! Hoje eu vou fazer o que eu quiser com você!
As mãos dele continuam a passear pelo seu corpo, provocando você. Você se debate e grita. Sem falar nada, mas com o intuito de provocá-la ainda mais, enfia a mão dentro da sua calcinha rapidamente. Você dá uma tremida e um longo gemido quando faz isso.
- Ora, ora! Mas que putinha, está toda molhadinha...
Ele tira a mão e lambe os próprios dedos. Ele sabia como tocar você para deixá-la excitada e isto a irritava ainda mais. Ele colocou a mão de novo dentro da sua calcinha, desta vez bem devagar, acariciando seus pêlos de leve. Logo começa a passar o dedo em seu clitóris, masturbando você. Você geme bastante e se contorce na cama. Seus sentimentos são paradoxais: você gosta daquilo, mas ao mesmo tempo deseja não estar ali. Essa mistura de sentimentos tão contrários inundam sua mente até que você não consegue segurar o seu orgasmo que veio tão forte como nunca antes. Ele apenas ri...
Desde então você apenas quer ser a vítima dos desejos do seu namorado, aquele que hoje você chama de Dono.