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Minha Senhora determinara que me apresentasse perante Ela. Sempre que me manda chamar, eu devo despir minha roupa na antecâmara, perante a Dama de Honor que me anuncia, e comparecer perante Ela completamente nu. A ausência dos meus tomates que minha Senhora exigiu extirpar para me aceitar como Seu escravo, fornece-Lhe sempre o pretexto para uma sessão de humilhação, que muitas vezes é compartilhada pela Suas Damas de Honor. A minha Senhora escarnece de minha condição de eunuco, diz que me deixou imprestável para satisfazer qualquer mulher, que sem meus colhões eu não sou senão apenas meio homem, ainda que devido ao seu escasso tamanho, eu mesmo com eles, nunca seria um homem completo e coisas assim. Mesmo não tendo tesão gosto de ouvi-La dizer tais coisas pois me faz sentir mais Seu. Homens é coisa que não falta a minha Senhora, pelo que se ela tivesse querido mais um, não me teria castrado. Afinal de contas, eunuco Ela só me tem a mim por enquanto, e isso enche-me de orgulho, porque faz de mim um escravo único. Pensei por isso, que desta vez seria igual. Mas foi diferente. Minha Senhora vestida com um robe de seda vermelha, aberto à frente deixando ver uma sensual lingerie negra, muito curta que apenas lhe tapava as partes íntimas, e uns ligueiros modelando-lhe a forma esbelta das pernas, imagem que só por si faria qualquer homem desfalecer de tesão, recebeu-me como de costume na Sua câmera, e como é hábito colocou-me os prendedores de seios. Mas na Sua frente, sobre a mesa do Seu toucador, estava pousado um par de colhões decepados. Os meus colhões! Meus olhos pousaram de imediato neles, e pareceram-me mais cheios do que quando os tinha no meu corpo. Soube mais tarde que Ela abrira-os e os recheara com esponja para não os deixar mirrar. A dizer a verdade nunca mais me lembrara de minhas bolas, nem o que lhes teria acontecido desde que minha Senhora me fizera separar delas para sempre tão pouco amor eu lhes tivera enquanto elas me pertenceram. Pensara que Ela os tivesse destruído, afinal se não me queria com elas, porque as haveria de guardar? - Pensei em comê-las, até – disse-me Ela – E tê-lo-ia feito se elas fossem de um homem a sério. Mas assim, raquíticas como eram não me daria qualquer prazer comê-las, ou dá-los a comer a alguma das Minhas Damas. Mas acho que mesmo assim teus defuntos tomates vão-me proporcionar hoje muito prazer. Vou-tos reimplantar provisoriamente, e vou-te demonstrar de que forma me vão servir. Eu esperava que assim fosse, ainda que não percebesse como Ela mos poderia reimplantar. Fiquei a saber, quando a Dama de Honor que me recebera na antecâmera, entrou e me fez sinal para me deitar no sofá que se encontrava à direita da porta de entrada. Nas suas mãos trazia uma comprida agulha de costura e um tubo de linha. - Abre as pernas – mandou, como fizera quando me capara. Percebi que suas mãos me iriam mexer na piroca e apesar de lamentar não ser minha Senhora a fazê-lo senti de novo um calor gostoso percorrer todo o meu corpo, que era agora para mim o sinal que me estava entesando mesmo que o pau permanecesse murcho. A Dama de Honor, com todos os vagares, para me deixar mais tenso, começou a enfiar a linha no buraco da agulha como uma costureira preparando-se para pregar botões numa peça de roupa. Deu depois um nó na ponta, para que a linha não fugisse da agulha, e entregou-a assim preparada a Minha Senhora. Óptimo! Fosse lá o que fosse, que Ela se estivesse preparando para me fazer, seria Ela a executá-la e não a Sua Dama. Fiquei mais tranquilo. Nenhuma tortura me parece excessiva desde que seja minha Senhora a impor-ma. Minha Dona agarrou então meus tomates e contemplou-os com prazer assim cheios e redondos. Vi que a pele do saco apresentava uma costura, onde à semelhança de um corpo embalsamado, ele tinha sido aberto para lhe ser introduzido o material que os fizera aumentar de volume. - Parecem-se mais agora com os colhões de um homem a sério, do que quando os trazias no baixo-ventre. Castigados já eles foram pela sua pequena dimensão, quando em boa hora tos cortei. Vamos agora castigar-te igualmente o pirilau que também nunca me pareceu capaz de seduzir mulher alguma. O calorzinho gostoso voltou a tomar conta de mim. Talvez tivesse então a esperança que Ela se decidisse a livrar-me daquele pedaço de carne, que ao nascer me taxou como pertencendo ao sexo masculino. Mas não era isso que Ela tinha em mente, como logo vi. Empunhando a agulha e linha, agarrou minha pixota que punheteou um bocado como sempre fazia quando lhe pousava as mãos, encostou meus tomates a ela. Minha pila ficou como que repousando em cima deles. - Vou-te fazer doer – provocar dor a homens, era a especialidade de minha Senhora. Esticou então a pele todo do caralho até ela encostar na pele dos colhões igualmente esticada, formando uma prega dupla, e coseu-a lentamente como se estivesse remendando um trapo velho. Eu gemia à medida que o sangue ia pingando da agulha. Não que a dor fosse insuportável, mas sentir a agulha trespassando-me a pele fazia-me estremecer, tanto mais que tenho grande aversão a agulhas. Minha Senhora procurou demorar o mais possível tal operação, mas em pouco mais de 5 minutos tinha os tomates já fixados no pau, fazendo força nele para baixo, apesar de pequenos. - Vais-me agora satisfazer com a língua como um eunuco. A Dama de Honor despiu-A então, e minha Senhora deitou-se sobre mim, totalmente nua como eu. Sua vagina sobre minha boca, Suas mãos sobre minhas coxas, junto ao meu sexo. - Vou-me aliviar primeiro em ti, e vais-me lamber e engolir tudo. Eu sabia como era, já algumas minhas senhoras anteriores tinham-me feito o mesmo.Recebi o primeiro jorro morno e ligeiramente salgado na boca. Abria-a mais, estendi minha língua fazendo como que um canal para que o líquido dela melhor se encaminhasse a caminho do meu estômago, e deixei que ela esvaziasse a bexiga toda dentro de mim. Oh! Néctar divino de minha Senhora! Quando ela se aliviou, com a língua limpei-lhe todo a vagina procurando fazer com que minha língua lhe penetrasse bem na sua greta, para que ela não ficasse com qualquer vestígio de urina. Só então é que dei inicio ao minete massajando-lhe com a língua os grandes e pequenos lábios, o clítoris, a vulva. Minha Senhora rebolando-se toda em cima de mim, gemia de prazer com os movimentos de minha língua, como se estivesse sendo penetrada por um pau teso. Eu nunca fizera até então nenhuma mulher gemer de prazer, e estava contentíssimo por apesar de privado de minhas bolas lhe conseguir proporcionar tal satisfação. Até a Dama de Honor olhava-A com inveja como se quisesse que eu lhe proporcionasse idêntico prazer, mas não ficou parada muito tempo. Meu rabo empinado por cima de minha Senhora convidava-a a penetrar-me, e foi o que a Dama de Honor começou a fazer. Cuspiu no meu olho do cu, e penetrou-me. Primeiro com dois dedos nus foi-me alargando-me o anel da entrada virgem, mas logo de seguida, quando o sentiu mais largo introduzi os três restantes. Ui! Que maravilha apesar da dor de penetração, sentir-lhe os dedos violando-me o rego, invadindo meu reto, e socando-me as nádegas, como se fossem um caralho autêntico. De vez em quando, enquanto me socava ia-me desferindo violentas palmadas com a mão livre. Sentia-me nas nuvens apesar do pau morto, passeando minha língua na vulva e nos lábios de minha Senhora, enquanto meu cu ia sendo violado e palmatoado. - Ainda bem que sabes trabalhar com a língua – admitiu Ela – Poucos homens alguma vez me fizeram um minete tão bem feito como este. Mas também não admira. A língua e os teus dedos são a única coisa que te resta, que podem dar prazer a uma mulher. E também Ela não estava quieta. Apesar dos vestígios de sangue fresco que cobriam minha pila e tomates, minha Senhora abocanhara aqueles dois órgãos, e a Sua língua fazia agora neles, o mesmo que a minha fazia no Seu. Mesmo sem ficar de pau feito nunca mulher alguma me satisfizera tanto como minha Senhora. Quando Ela se veio, jorrando intensamente Seu líquido como se fosse um homem, abri mais minha boca a fim de tal como fizera com Sua urina poder engolir tudo. Seu líquido de tesão, espesso, quente e adocicado foi o melhor pitéu que provei até hoje. - Doravante, satisfazer-Me-ás com a boca – disse-me – E como não ejaculas, não tens tesão e não me podes sujar a boca com o teu leite, serás o único homem a quem eu chuparei a pila. No final farei contigo o que muito bem me apetecer. Hoje passarás o resto da noite, nu, com os tomates cosidos na tua pila pendurado na cruz. Era uma das torturas preferidas de minha Senhora, segundo já me tinham dito: pendurar Seus amantes favoritos na cruz, montada no pátio, com prendedores nos seios e no sexo, suspensos por cordas em volta dos pulsos e tornozelos. Era uma distinção que todos os escravos que se deitavam com ela, aspiravam, e que eu desprovido de meus orgãos masculinos nunca esperei vir a merecer. Pela primeira vez na vida, senti-me feliz por ter nascido homem, e ter por Dona uma Senhora tão cruel.