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Phanter
Tudo combinado... apenas aguardando a chegada de minha escrava panther para uma sessão onde alguns brinquedos novos a esperam.
Checo todos meus instrumentos que estão colocados em locais específicos na parede do porão adaptado para um dungeon particular e eficaz. Nenhum barulho
vaza de seu interior. Iluminado por lâmpadas de baixa capacidade, ficando com um aspecto lúgubre, suas paredes são apenas chapiscadas de cimento,
tornando desconfortável para minha escrava a sua permanência quando a prendo encostada à parede no quase X, argolas de ferro colocadas no extremo de cada perna virtual.
Argolas de metal e correntes penduradas ao teto completam o visual de calabouço que desejei implementar em meu canto de torturas.
No horário combinado, vou até a rodoviária pegá-la, sabendo que a deixei esperando por longos e ansiosos minutos, percebendo ao encontra-la, a
ansiedade que toma conta de sua mente.
Está vestida com calça jeans, sandália de salto alto e uma blusa decotada, conforme ordenei que viesse usando.
Ela entra no carro, e após um terno e caloroso beijo entrega-me suas mãos para receber as algemas que a imobilizarão em nossa jornada até minha
masmorra.
Coloco a coleira em seu pescoço, justa, feita sob medida, que ao ser apertada, a deixa com aquela sensação de mãos a asfixiando. A corrente
razoavelmente curta, presa à coleira, desce por trás de suas costas e é presa nas algemas, deixando as mãos de panther por entre as pernas, as quais
acabam ficando abertas o caminho todo.
Vamos conversando até minha casa, notando o desconforto que toma conta de minha escrava pela posição que a deixa praticamente imobilizada, pois a
corrente esticada deixa seu pescoço reto o tempo todo.
Ao por o carro na garagem, e baixado a porta, estamos sozinhos, abro a porta do carro e mando que saia, o que é uma operação bem complicada para ela,
pois a mantenho presa da forma que estava. Como ela não consegue, e logicamente, nem em pé ela conseguiria ficar, solto a corrente que está presa às algemas, e finalmente, ela consegue deixar o carro. Pegando a corrente, puxo-a em direção à porta da casa, ela vindo de lado, pois ela está presa atrás de seu pescoço.
Ao entrar pergunto se deseja algo antes de iniciarmos a sessão, pedindo-me então para que a deixasse ir ao banheiro, o que prontamente neguei, a cara espantada que ela faz mostrando que sabe que já está em andamento nosso encontro real.
Ato contínuo, ela ajoelha-se, implorando para que eu permita que ela vá, e um sonoro tapa em seu rosto ecoa pelo ambiente, dando-lhe a certeza de que
não adianta pedir-me mais.
Solto as algemas e mando-a despir-se, ficando apenas com as sandálias. Ela assim o faz, mostrando-me seu belo corpo, sua pele ansiando pelas marcas que deixo sempre, seu olhar baixo mostrando o respeito que tem pelo Dono de suas vontades, de seus desejos, o Mestre de sua mente, o Senhor de sua alma.
Coloco em seus pulsos e em seus tornozelos, as pulseiras de couro, forradas, com argolas de metal em torno, deixando-a maravilhosa, aqueles quatro
adereços de couro negro adornando minha peça, aliados à linda coleira negra também de couro em seu pescoço.
AJOELHE-SE, ESCRAVA. E DESÇA AS ESCADAS EM DIREÇÃO ÀS TORTURAS DELICIOSAS QUE TEU MESTRE LHE PREPAROU.
Ao panther ajoelhar-se, pego a corrente presa à coleira e seguro-a, puxando-a até os degraus que nos levarão ao local de nosso puro prazer e êxtase.
Dirijo-a até a mesa no canto onde ordeno que se deite de barriga para baixo. Ajeito-a, deixando seus braços e sua cabeça para fora do tampo. A mesa é do
tamanho do corpo dela deitada considerando de seus ombros até seus joelhos.
DÊ-ME SUAS MÃOS, ESCRAVA.
Assim o fazendo, amarro seus punhos, deixando-os bem juntos, e o restante da corda solta em duas pontas.
Amarro seu joelho direito, dando três voltas com a corda, prendendo-a ao pé da mesa, fazendo o mesmo com o joelho esquerdo, deixando suas pernas abertas.
As cordas são presas aos seus tornozelos, impedindo que panther os consiga encostar entre si.
Puxo a corda que prende seus pulsos por baixo da mesa, esticando seus braços o máximo que posso sem a machucar, prendendo cada ponta a cada tornozelo, as
cordas seguindo até a coleira, onde as prendo nas argolas que a ornamentam, impedindo-a de baixar as pernas ou voltar os braços para a frente.
CONFORTÁVEL, MOCINHA? - Pergunto ironicamente a ela.
Logicamente me responde que sim.
Passo uma venda preta em seus olhos, tolhendo sua visão, o que a deixa meio assustada, implorando para que eu a retire.
MINHA QUERIDA panther, AGORA TU TERÁS QUE ADIVINHAR QUAL PEÇA DE MINHA VESTIMENTA IREI RETIRANDO, SENDO QUE A CADA ERRO TEU, UM TAPA DAREI EM SUA BUNDA, ATÉ TERMINAR DE RETIRAR TUDO QUE VISTO, OU SEJA, PRIMEIRO ERRO UM TAPA, SEGUNDO ERRO DOIS TAPAS, TERCEIRO TRÊS E ASSIM POR DIANTE, ENTENDEU?
Sim, Senhor.
Retirando o sapato direito, pergunto a ela que responde correto. Retiro então o cinto, quando ela responde o sapato esquerdo, recebendo um forte
tapa em sua bunda, ouvindo um pequeno gemido por parte dela.
Ela diz a meia direita, recebendo dois fortes tapas.
E assim foi, ela mais errando que acertando, os tapas em progressão contínua, a sua bunda avermelhando-se rapidamente, até que finalmente
terminei essa etapa. Raspo minhas unhas em sua pele avermelhada e quente, fazendo com que ela gema pela dor sentida.
Coloco a gag em sua boca. Ao sentir a bola de borracha entrando em sua boca, ela balança a cabeça, pois ela detesta o gosto que ela diz ter essa gag.
Mas, infrutífera sua atitude, pois prendo a gag fortemente mantendo-a com a boca aberta.
Pegando um pequeno paddle, bato mais em sua bunda, a cada acerto os sons que ela solta demonstram a dor que ela sente. Paro ao ver sua bunda quase arroxeada pelas fortes pancadas, e pegando uma pedra de gelo, passo-a onde bati, panther urrando, se contorcendo, pelo contraste gerado do calor intenso de sua pele com a pedra gelada que passo em sua pele. O gelo se
desfazendo rapidamente, pelo calor, é enfiado por mim em seu cuzinho, panther novamente se contorcendo e urrando pela invasão gelada.
Retiro suas sandálias, deixando seus pés nus, as solas para cima. Faço cócegas nelas, e panther se sacode toda, tentando se livrar, sem sucesso,
emitindo gritos abafados pela gag.
Desamarro-a libertando-a desse martírio inicial, mas mantendo a gag e a venda.
Levo-a até uma outra espécie de mesa de metal, com espaços nas pontas, onde passo suas pernas e seus braços, prendendo-os pelas argolas das pulseiras e tornozeleiras, deixando-a novamente imobilizada, e com as pernas abertas. A mesa é móvel, o que permite que eu a deixe com o corpo
em posição ereta. Minhas mãos pegam seus peitos, amassando-os, apertando-os, seus bicos endurecendo em meus dedos, minha boca percorre seu peito direito, enquanto minha mão aperta seu bico esquerdo, sugo a pele de seu peito delicioso, deixando pequenas marcas vermelhas, vou marcando em torno de seu bico, até chegar nele, mordendo, mordiscando, chupando e sugando enquanto minha língua o prende entre ela e os dentes, apertando e soltando, serrilhando seu bico, deixando-o vermelho, duro e sensível. Estando bem duro, coloco um pregador forte, fazendo panther dar um leve suspiro. Minha mão substitui minha boca nesse peito enquanto faço o mesmo no outro, sugando deliciosamente seu bico que endurece em minha boca, como que implorando para receber também um pregador que o aperte fortemente, o que recebe rápido.
Olho para panther, vendo-a ali, ereta, sem membros, pois estão para trás de seu corpo, sua buceta raspada piscando para seu Dono, seus olhos vendados, sua boca presa pela gag, seus bicos ornamentados pelos pregadores.
Um chicote com várias pontas começa a lamber seu corpo, bato entre seus peitos, nos peitos, na sua barriga, levemente, apenas escorregando as tiras
pelo seu corpo, aumentando o ritmo mas sem colocar força nos golpes, apenas deixando-a sentir o roçar das tiras em sua pele.
Coloco quatro grandes pregadores nos lábios de sua buceta, prendendo-os fortemente. Castigo com o chicote novamente seu belo corpo, desta vez
aplicando força aos golpes, o que a faz emitir leves gemidos através da boca presa pela gag. Os golpes vão sendo aumentados, seu corpo sendo lambido pelo
chicote, as tiras acertando os pregadores em seu peito, balançando-os, o que faz panther dar gritos mais fortes a cada pancada, pela dor do balançar dos
pregadores que prendem seus duros bicos. Paro com os golpes massageando seus peitos, esmagando-os em minhas mãos, perguntando a ela se está tudo bem, ela
confirmando com a cabeça.
Inclino um pouco a mesa, deixando sua buceta mais a frente, mais a minha disposição. O chicote começa novamente seu doce trabalho, escorregando pela
pele suave de minha escrava, a cada golpe, a pele ficando mais sensível, sentindo mais e mais os toques das pontas de couro, avermelhando
rapidamente, descendo o alvo dos golpes para os pregadores em sua buceta, aumentando a força, acertando em torno, o lado de dentro das coxas, a
barriguinha dela, acertando os pregadores, fazendo com que eles saltem, e panther urre pela dor sentida quando os lábios de sua buceta são finalmente
libertados do aperto que sofriam.
Paro com os golpes e minha mão acaricia sua buceta, onde estavam os prendedores que a apertavam, meus dedos esfregam-na, invadem-na, sinto o suco que sai de dentro dela pelo tesão que está sentindo ao entregar seu corpo para o deleite de seu Senhor. Esfrego meus dedos em seu grelinho, enquanto acaricio seu peito, invado-a novamente com meus dedos e retiro puxando sem abrir o pregador de seu bico esquerdo, o que a faz contorcer-se levemente, subindo seu corpo, e meus dedos invadindo-a mais profundamente, sua buceta está fervendo, seu suco escorre entre meus dedos, enquanto retiro o outro pregador, e acaricio prontamente seu bico, minhas mãos agarrando, uma, seu peito, a outra, sua buceta, os dois pontos que adoro em minha escrava.
Lembro-a que não está autorizada a gozar, o que a deixa aterrorizada, sentimento esse demonstrado pela espécie diferente de grito que ecoa pela gag. Meus dedos entrando e saindo num ritmo cada vez maior, sinto seu corpo retesar, tentando evitar o gozo, seus gemidos contínuos, o calor de sua buceta esquenta meus dedos, cada vez mais molhada, mas paro, retiro-os de dentro dela, deixo-a suspirar, deixo-a controlar-se novamente.
Retiro a gag e a venda que cobre seus olhos, ela respirando profundamente ao ter a boca liberta, boca que recebe um terno beijo deste seu Dono,
correspondido pela escrava totalmente imobilizada, meu brinquedo, minha fonte de prazer.
Solto suas mãos e pernas, e me divirto vendo-a tentar sair dessa mesa torturante, uma tarefa difícil, mas vencida por panther. Mando-a ajoelhar-se no canto, virada pra parede, enquanto preparo uma nova diversão sensual para ela.
Amarro uma corda numa das paredes, com nós a cada 30cm mais ou menos. Mando-a colocar os braços para trás, amarrando-os, a mão esquerda sobre o braço direito e a mão direita sob o braço esquerdo, deixando-os em posição reta atrás de seu corpo. Levo-a até o início da corda, ela não entendendo o que significa aquela corda esticada com vários nós.
Coloco uma corda pequena entre as argolas de suas tornozeleiras, impedindo-a de dar grandes passos, forçando-a a andar bem devagar. Ponho a corda entre
suas pernas, levanto e passo-a pela sua buceta, enfiando-a por entre os lábios. Estico a corda, dirigindo-me ao outro lado da sala e mando que ela
venha andando até a minha direção. A cada passo a corda vai esfregando sua buceta, e ao chegar ao primeiro nó, eu levanto a corda e este esfrega seu
grelinho, e depois cruza sua buceta até passar, continuando essa seqüência até que ela chegue próxima a mim. Um pouco além da metade da corda, essa já começa a esquentar por onde passa, o grelinho começa a se sensibilizar, Ao chegar ao fim, mando-a virar-se, e novamente preparando a corda, a faço ir até onde iniciou seu percurso. O roçar da corda começa a arder, o grelinho começa a doer pelos golpes dos nós postos pela corda. Seus gemidos tornam-se música aos meus ouvidos, seus pequenos passos acompanhados dos gemidos me excitam.
Ao chegar ao fim da corda, mando-a ficar quieta ali virada pra parede. Vou até ela, e trazendo-a um pouco pra trás, prendo uma corda em um gancho no
teto, passo por entre seus braços e puxo, levantando seus braços, forçando-a a dobrar seu corpo, empinando sua bunda para mim. Suas pernas presas ainda, seus braços presos e levantados, seu corpo dobrado, formam uma divina pintura, uma arte em forma humana, a espera de um castigo que excite a
ambos, ao Dominador e a sua submissa.
A deixo ali, quieta, largada, esticados seus braços e suas pernas, seu corpo dobrado. A dor da posição começa a se fazer presente, panther eleva os pés tentando aliviar os braços, logo voltando a posição inicial, suas costas devem estar já doendo também, mas ela suporta essa dor calada, apenas se
mexendo na vã tentativa de alivia-la.
Pegando um pequeno chicote de montaria, feito de couro cru, grosso, vou até ela, e apertando um de seus peitos com minha mão, começo a chicotear sua
bunda. Os golpes vão se sucedendo, a dor aliando-se a dos seus braços, seu peito sendo impiedosamente esmagado por mim, segurando seu corpo, não o
deixando ir para a frente a cada golpe, seus gritos ecoando pelo ambiente, as pancadas se sucedendo, o tesão aflorando pelo ar.
Solto a corda que a prende ao teto, segurando minha escrava, pois sabia que ao soltá-la, ela cairia, o que realmente ocorreu, mas eu a amparei e
deixei-a suavemente descer até o chão.
Milhares de agulhas fazem-se sentir em seus braços e pernas, decorrentes da volta da circulação, fazendo panther chorar, pois não dá pra controlar essa sensação. Deixo-a chorar um pouco, agacho-me a seu lado, enxugo suas lágrimas com minha mão, e liberto seus braços e seus tornozelos. Ela me
agradece, repousando sua cabeça em minhas coxas, o que permito que faça, ela merece um pequeno afago pelo que está proporcionando de prazer a este seu
Dono.
Após este pequeno interlúdio, aproveito a posição e pegando sua cabeça, faço-a chupar o pau deste seu Senhor. Levanto-me, e ela ajoelhada, o engole,
chupando, engolindo, indo e vindo pra dentro e pra fora de sua boca, esfregando minhas bolas com sua mão, meu pau duro dentro de sua boca quente,
agarro seus cabelos e empurro-a em minha direção, segurando-a e sufocando-a com meu pau dentro dela, atingindo o fundo de sua garganta, logo em seguida
puxando-a pelos cabelos para trás e para frente novamente, até que sinto que se continuar irei gozar, o que não desejo ainda. Afasto sua cabeça tirando meu pau de dentro de sua boca, e bato em sua cara com ele, varias vezes, um pau duro em contato com seu rosto quente, sua boca aberta, esperando que
após os golpes volte a penetrar nessa quente abertura.
Levanto-a pelos cabelos, deixando-a em pé a minha frente, seu olhar baixo, a espera de minha próxima ordem. Mando ela por os braços para trás e amarro
seus punhos juntos, fazendo o mesmo com seus cotovelos, a fazendo gemer de dor.
Levo-a até a cama, onde a deito, e prendo seus braços por baixo de seu corpo nos pés da cama. Prendo suas pernas nas colunas da cabeceira, levantando sua bunda, deixando-a com as pernas abertas e sua buceta e seu cuzinho aparecendo para mim. Panther está completamente desconfortável e totalmente devassada. Pego a gag e ela ao ver implora para que eu não a coloque, pois ela sufoca quando nessa posição. Digo a ela que não colocarei se ela não gozar com o que farei, o que ela me promete. Penso que ganharei essa pequena aposta.
Uma pequena chibatinha começa a lamber sua buceta, os leves golpes nos seus lábios servindo para esquentar o local, seus gemidos indicando que está surtindo efeito. A chibata é logo substituída por meus dedos, que esfregam seu grelinho, sua buceta, invadem-na, sentem o molhado que se forma dentro dela, o suco aumentando, molhando meus dedos, que retiro e ponho em sua boca para que sinta o sabor dela mesma, mandando-a limpar meus dedos, deixando-os secos do seu sumo. Prendo seus bicos com pregadores ligados por uma pequena corrente, que os força a ficarem mais próximos um do outro, esticados. Outra corrente eu prendo com um pequeno mosquetão naquela, ficando com o poder de puxar os prendedores, e conseqüentemente os bicos, quando eu desejar. Pegando uma pedra de gelo, esfrego-a em torno dos bicos, descendo pela sua barriga, chegando até seu umbigo, enfiando a pedra dentro dele, deixando encher esse pequeno buraco com a água gelada que escorre dessa pedra, seguindo o caminho até a buceta de panther, esfregando ao redor, passando o gelo pelo grelinho, esfriando essa fonte de calor intenso, sentindo o grelo endurecendo pelo frio, enfiando a pedra dentro de sua buceta, meus dedos junto, segurando o gelo lá dentro, dois dedos apertando o grelinho, gelado, esquentando novamente pelo esfregar dos dedos, pelo apertar entre eles, seus gemidos aumentando, o calor sobrepujando o frio do gelo, a água escorrendo pela buceta ao derreter a pedra. Meus dedos entrando e saindo, aquecendo a
água gelada que escorre, sentindo o calor interno e o frio do gelo derretendo, meus dedos aumentando o ritmo, entrando e saindo, ela gemendo, seu corpo contorcendo, pedindo por favor para que eu pare, que ela não vai agüentar. Enfio fundo meus dedos e deixo-os quietos lá dentro. Com a outra mão pego um vibrador redondo e aperto ele em seu grelo, meus dedos dentro dela, a vibração no grelo expandindo-se por dentro dela, movimento meus dedos, aumentando o ritmo, entrando e saindo, aperto o vibrador em seu
corpo, o vibrador, os dedos entrando e saindo, o grelo presssionado, a vibração, os dedos, cada vez mais rápido, cada vez mais pressão, entrando e
saindo, panther grita, ela goza não conseguindo segurar a onda de tesão que a invade, seu corpo contorce, ela se mexe, tentando apertar as coxas entre si, meus dedos entrando e saindo, o aparelhinho vibrando fortemente, ela gozando, perdendo a aposta que fizemos.
Tiro meus dedos cheios de seu suco, e enfio-os em sua boca, mandando-a que sugue-os, limpando-os, enfiando-os de novo em sua buceta e novamente pondo
em sua boca, sentindo-a chupar meus dedos fortemente.
Pego a gag, e ela fecha a boca balançando a cabeça, implorando para que eu não a coloque. Digo a ela que não cumpriu com sua parte do acordo, e ela diz que não conseguiu suportar. Paciência, digo a ela, agora vou colocar em você este negocinho que tanto gostas. Ela volta a firmar a boca. Puxo a corrente que prende seus bicos de uma só vez, ela grita de dor e aproveito para colocar a gag, prendendo-a atrás de sua cabeça, bem apertada.
Lágrimas escorrem de seus olhos. Solto suas pernas, que desabam na cama. Mando-a virar-se de bruços, o que diminui o sufocamento que ela sente com a gag. Após uma pequena batalha, pois seus braços estão presos à parte de baixo da cama, ela consegue virar-se. Após conseguir, eu sadicamente a
liberto, pois não a quero mais na cama.
Levanto-a e levo-a até a parede onde a prenderei em X. Virada de frente para a parede, prendo seus braços e pernas, deixando-a completamente esticada.
Seu corpo esfregando-se no cimento rústico, os peitos raspando na parede, a machucando. As pernas ao serem esticadas, foram também arranhadas. Explico a ela que isso foi por causa do gozo não consentido. Portanto merece um castigo mais duro.
Alguns golpes de chibata apenas para que ela aperte e esfregue seu corpo na parede. Ela suporta bem a pequena surra evitando mexer-se, pois a parede
arranha e muito.
Deixo-a ali por vários minutos, enquanto preparo a próxima ação.
Finalmente, solto-a e virando-a, vejo vários riscos vermelhos em seu corpo, provenientes dos ásperos ressaltos da parede. Retiro a gag, e ela limpa com as costas de sua mão, a baba que ficou ao livrar-se desse incomodo instrumento.
Vou permitir que tu gozes uma vez com teu Senhor dentro de ti.
Ao dizer isto um sorriso iluminou a face de minha escrava que agradeceu.
Peguei-a em meus braços, enlaçando-a, e beijei-lhe ternamente, corpos colados, esfregando-se. Levo-a até a cama, onde a deito e esfrego sua buceta, meus dedos invadem-na, apertando seu grelinho, ela molhada, meus dedos entrando e saindo, o calor aumentando. Deito-me na cama e mando-a sentar-se sobre meu pau. Ela senta, meu pau a invadindo, penetrando, ela cavalgando meu corpo, subindo e descendo, meu pau entrando e saindo, seu ritmo aumentando, seu corpo vem pra frente, esbofeteio seu rosto, alguns tapas, ``vai sua puta, goza, goza com teu Mestre dentro de ti, esse pau duro
te rasgando, te invadindo´´. O corpo dela subindo e descendo, meu pau entrando e saindo, de repente, seu corpo arqueia, dou-lhe um tapa forte em seu rosto,
ela grita, se joga sobre mim, goza, sente o prazer e o tesão fluindo por seus poros, desabando sobre seu Dono, arfante, acabada.
Deixo-a ficar assim agarrada a mim por alguns instantes, logo a retirando para o lado, antes que eu goze também. Ela me agradece por esse raro momento que proporcionei a ela, permitindo o gozo no meio de uma sessão.
Levanto-me e ordeno que ela venha atrás de mim. Coloco-a sobre uma espécie de cano, preso entre dois cavaletes, colocando o cano entre os lábios de sua buceta molhada, gozada, e prendo suas mãos a
frente, deixando-a um pouco arqueada. Prendo suas pernas impedindo-a de se mover. Ela é obrigada a ficar quase na ponta dos pés, pro cano não a
machucar. Pego uma cane. Rapidamente dou um golpe forte em sua bunda, o que a faz arrastar-se sobre o cano, pela enorme dor que sente, poucos segundos
após o golpe. O gemido surdo que ela solta engolindo em seco para não gritar faz com que eu repita. Mas desta vez, o grito não é contido, ela emite um
alto gemido de dor, provocada pelo açoitamento e pelo raspar da buceta no cano. Mais alguns golpes, fortes, intercalados por um momento de descanso
entre eles, para que ela absorva a dor.
Liberto-a, dou-lhe um beijo, e mando-a para cima, tomar um banho, ir ao banheiro, e logo em seguida voltar para cá, tendo dez minutos para realizar
essas tarefas.
Antes de findo o prazo, panther está de volta, cheirosa, limpa, e necessidades feitas.
VOCÊ IRÁ RECEBER AGORA UM CINTO DE CASTIDADE, POIS IRÁS PRA CAMA ONDE A PRENDEREI E AMANHÃ CONTINUAREMOS. POR ISSO MANDEI-A TOMAR BANHO E IR AO
BANHEIRO, POIS NÃO PODERÁS MAIS FAZER ISSO ATÉ AMANHÃ QUANDO NOS ENCONTRAREMOS NOVAMENTE.
Pego então um cinto de couro com dois consolos presos nele, ela se assusta ao ver aquilo, mas não diz nada. Enfio um em sua buceta e o outro em seu
cuzinho, empurro pra cima, e prendo o cinto, deixando-a totalmente inacessível. Mando-a deitar-se na cama onde amarro seus pés, e os prendo na beira da cama, deixando corda suficiente para ela encolher as pernas até dobrar 90º. Prendo seus pulsos juntos, deixando-os em cima de seu corpo, e cordas prendem seus braços nas laterais da cama, de forma que ela consiga girar meio corpo, não mais do que isso.
Os consolos são vibratórios. Eu os ligo, e ela me implora para que desligue, senão ela poderá não agüentar durante a noite.
BOM, MINHA VADIA, TU JÁ SABES QUE SE GOZARES NOVAMENTE, SERÁS DURAMENTE PUNIDA AMANHÃ. BOA NOITE, DURMA BEM, E COMPORTE-SE.
Subi as escadas, apaguei as luzes e fechando a porta, meu dungeon torna-se um breu completo. Ela nada consegue enxergar. Consegue apenas ouvir e sentir o zumbido e a vibração provocada pelos consolos em seus buracos. A sensação de não ver, de sentir-se presa pelo seu amado Senhor, a vibração rolando em sua buceta e em seu rabo, ela não consegue dormir rápido, mas seu tesão vem
aumentando, o vibrador vai fazendo seu papel, o tempo vai passando, e o tesão de minha escrava vem aflorando, ela se mexe e sente as cordas
apertarem-na, o consolo em sua buceta a lembra do pau duro de seu Senhor dentro dela, os pensamentos a levam a idealizar que seu Mestre está nela, ela se mexe, as cordas a impedem, o vibrador mexe com seu grelo, com sua buceta, o sumo começa a molhar seu interior, ela se mexe, tentando controlar o impulso, quanto mais se mexe, mais os consolos entram, mais eles forçam, mais ela os sente, a vibração aumentando seu tesão, ela não consegue segurar
mais, ela goza, mais um gozo, desta vez prolongado, o consolo duro, vibrando, a mente em seu Senhor, ela goza sentindo-se no céu, luzes brilhando a sua volta, em extâse total. Após o gozo, mesmo continuando a vibração ela dorme, cansada, exausta, mas feliz, porque está perto de seu Senhor.
BLACK WOLF - AGOSTO/2003