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Paula, garota exuberante nos seus 21 aninhos, 1,77 de altura, cabelos negros levemente ondulados e longos, pele clara, rosto delicado, lembra um pouco a boneca da Barbie com nariz fino, levemente arrebitado, olhos verde esmeralda, lábios carnudos, corpo de modelo, seios fartos e empinados, bumbum perfeito, pares de pernas longas e torneadas e estonteantes, sem sinais de temidas celulites, caminhava numa rua deserta naquela tarde de verão quente, porém nublado, ameaçando despencar típica chuva torrencial, mas despreocupada, imaginando o que iria fazer a noite, pois era sexta feira, rolavam mil idéias na sua cabeça... Teatro?... Balada na boate?... Barzinho com as amigas?... Shopping?... Cinema?... Ela caminhava sensualmente com um par de tamancos, deixando parcialmente a mostra os belos pés bem cuidados, com saias de jeans mostrando as pernas até a metade das coxas esplendidas, e uma camiseta branca babylook mostrando contornos provocantes do seu tórax, com uma bolsa em couro marrom a tiracolo. De tão distraída não se deu conta da aproximação de um individuo desconhecido que o agarrou por trás e disse para passar a bolsa e não olhar para trás, senão o mataria ali mesmo, puxando a bolsa com violência saiu correndo e desaparecendo na esquina próxima. Paula de tão assustada com ocorrido não esboçou nenhuma reação, pois seu corpo estava paralisado, seu batimento cardíaco estava alto, sua respiração estava ofegante, suas pernas bambearam e tremiam como gelatina, desabando no chão como uma jaca caindo da arvore. Passado alguns minutos, já meio restabelecida do susto, Paula se levantou, olhando para todas as direções, mas a rua estava realmente deserta, não havia ninguém, era mais ou menos 17h30min, ainda tremula, continuou a caminhada, agora em direção a um posto policial que ficava a dois quarteirões dali, mais ou menos a uns trezentos metros, sentiu uma dor aguda no bumbum do lado direito, como se fosse picada por algum bicho, mas nem levou em consideração, depois de dar alguns passos, começou a sentir um leve formigamento nos membros, sem se dar conta desabou literalmente desmaiada. Seus sentidos começavam a se recobrar, a sua cabeça doía, sentiu algo de anormal, seu corpo estava paralisado, suas pernas e braços não mexiam, estava com vontade de fazer xixi, havia algo dentro da sua boca, tentou cuspir, mas não saia, ainda meio zonza, abriu os olhos e com a vista turva, conseguiu notar que estava engessada por inteiro, e amordaçada com uma bola do tamanho de bilhar, feita provavelmente de silicone ou borracha, atadas a uma tira o prendia em volta da nuca. Tentou gritar, mas conseguiu somente soltar uns grunhidos e gemidos abafados, o desespero tomou conta de Paula, não sabia onde estava, quanto tempo estava, o que teria acontecido... Após alguns minutos tentando inutilmente remover a mordaça incômoda, porém prazerosa, e tentando se mexer, parou para analisar a situação. Estava deitada provavelmente num leito de hospital, como não podia se mexer porque o gesso a envolvia todo seu corpo, pescoço até o queixo, em volta do seu delicado rosto até a testa, olhou com cantos dos olhos no qual reparou num espelho pendurado ligeiramente inclinado próximo ao teto do seu lado esquerdo que mostrava todo seu corpo coberto por ataduras e gesso, com braços abertos em forma de crucifixo, na parte do tórax com aberturas que expusera seus belos seios, encobria toda a barriga e a parte da cintura, as pernas ligeiramente curvadas e bem entreabertas, como se estivesse em posição de parto, todo coberto por gesso. Sentia uma abertura generosa na parte dos genitais, mas não podia se ver. Como estava com vontade incontrolável de fazer xixi, tentou fazer ali mesmo, mas havia algo de errado, não conseguia urinar, seus esforços eram em vão, quando olhou no espelho novamente com muita dificuldade notou uma bolsa coletora urológica, desses usados em hospital conectado a uma sonda introduzida na sua uretra, pendurada a uma altura de um metro do seu corpo, fazendo com que o liquido contido no seu interior o por meio da gravidade fizesse pressão na bexiga, deixando-a com incontrolável vontade de fazer xixi. Podia notar que era noite, pois do lado direito havia uma janela com persianas entreabertas. Escutou passos se aproximando e abrir de uma porta, no qual aparece um sujeito forte aparentando quarenta anos, vestido de médico, com touca e mascara, deixa a Paula com sensação de alivio e ao mesmo tempo de medo, sem dizer nada o sujeito apalpa seu seios sem cerimônia, e depois começa a acariciar as suas genitais, lhe dando um prazer jamais sentido antes, deixando-a molhadinha. O sujeito notando que a Paula estava gostando diz num tom sarcástico: - Está gostando né sua vadia... Únicos sons que a Paula conseguia soltar eram gemidos. - ummmm ummmmm uuuuuummmmmm... Então o sujeito diz: - É, sua vagabunda... Vai ficar ai imóvel por um bom tempo... Até satisfazer meu prazer. Paula fica desesperada com a frase, tenta falar algo, mas só consegue soltar gemidos. - Ummmmm uuuummmmm ummmm hummmm! O sujeito à deixa só e sai, apagando a luz, deixando num breu total, sem enxergar mais nada. Paula sem poder se mexer nem falar nada, chora como um bebê, por horas, sem entender porque estava lá sendo humilhada daquele jeito, até que cai no sono e dorme exausta. O dia amanhece, entra uma enfermeira loira, de estatura baixa, rosto marcado de sardas, o qual remove a mordaça e pergunta se quer água, Paula ainda sonolenta concorda em tomar um pouco de água, saciada sede, fala para a enfermeira que aquela vontade insuportável de fazer xixi o incomodava muito, a enfermeira com olhar sarcástico diz que se for abaixar aquela bolsa de coleta, teria de aplicar um castigo, Paula sem pensar duas vezes concorda, ela a amordaça novamente e abaixa a bolsa e recolhe todo conteúdo do seu interior, deixando-a aliviada, com sensação de estar nas nuvens. Mal deu para Paula curtir aquela sensação gostosa, logo sentiu um enorme plug invadindo seu anus, literalmente arrombado-a, provocando lhe uma dor imensa, fazendo com que Paula soltasse um gemido longo e abafado e lagrimas escorresse seu rosto. Logo depois, ainda meio atordoada com a dor que sentia na sua bunda, deu para perceber o tamanho do consolo que seria entranhado na sua vagina, era quase to tamanho da garrafa pet de 600 ml, daqueles de refrigerante. Ela contraiu a musculatura pélvica para evitar aquilo, mas foi em vão, a enfermeira o introduziu de uma só vez, fazendo com que mais lágrimas rolassem dos seus olhos verdes, sentia uma dor lancinante. Incapaz de se mexer, Paula gemia e chorava imóvel. A enfermeira, para evitar que de algum modo Paula removesse o consolo e o plug, passa algumas voltas de ataduras na cintura engessada e outras entre as suas pernas entreabertas pressionando os instrumentos no seu interior. A enfermeira coloca novamente a bolsa pendurada no suporte de solo e deixa a Paula gemendo de dores, abandonada no leito. O tempo passa devagar, as dores se cessam vagarosamente, a vontade de remover a mordaça, o consolo e plug são imensos, corpo inteiro coçava, doía, a imobilidade judiavam dos músculos, pediam por suplicio, não conseguia nem respirar fundo, pois não havia espaço no interior do gesso para seu tórax expandir. Os incômodos se tornavam cada vez piores, tentava em vão se mexer um pouco para aliviar as coceiras, mas era impossível, as mumificações eram bem firmes e apertadas, nada podia se fazer. Algumas longas intermináveis horas se passam, escutam-se passos se aproximando, a porta abre, entra a enfermeira e o medico, ela segurando alguns utensílios de metal, ele apenas levava pendurado no pescoço um estetoscópio e um crachá com dizeres desbotados, mas podia-se ler “Instituto Psiquiátrico”, apalpa seus seios e diz a enfermeira: - Esses lindos seios... Seria melhor se a gente colocasse ornamentos... A enfermeira apenas concorda com a cabeça enquanto umedece gazes com um liquido marrom. Paula inutilmente protesta com gemidos, já imaginando o que iria acontecer. - ummmm ummmm uuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmm! O medico sem se abalar com os gemidos da coitada esteriliza os mamilos com gaze umedecidos com aquele liquido gelado e marrom e logo a espeta com um abocate, uma agulha cirúrgica usada para aplicar piercing, atravessando horizontalmente seu mamilo esquerdo, provocando-lhe dor aguda. Logo sentia o mesmo do lado direito, também espetado e atravessado horizontalmente seu mamilo. Sem nenhuma pressa o medico agora examina suas partes intimas, removendo as ataduras com uma tesoura e brinca com consolo, acionando o vibrador, fazendo com que a Paula gemesse agora de uma mistura de dor e prazer, uma experiência jamais sentida antes. Para decepção dela, o medico desliga e remove o consolo antes de atingir o clímax, deixando frustrada, com vagina arrombada a mostra. A enfermeira pergunta se vai fazer o mesmo no lábios vaginais, o medico concorda com a cabeça enquanto troca de luvas cirúrgicas. Logo sente algo frio sendo passado nas partes intimas, Paula se prepara para o pior e notando que seus protestos eram inúteis, fecha os olhos e aguarda as espetadas doloridas. Logo sentiu dedos apalpando seus lábios vaginais rosados, e a primeira espetada, doeu bastante, sentiu outra no lábio oposto, e assim sucessivamente foram oito espetadas no total, deixou rolar algumas lagrimas, pois doía muito. O medico ia introduzindo o piercing em forma de anel e passava gazes geladas que fazia arder onde havia espetado. A enfermeira acariciava seu rosto e a enxugava suas lagrimas, depois de alguns minutos o medico havia concluído serviço nos lábios vaginais, daí foi à vez dos mamilos, que recebeu piercing de haste com bolinhas nas pontas, fazendo arder também com aquele gaze gelado. Concluído, o medico pede para enfermeira analisar trabalho, a enfermeira conclui que ficou ótimo. Já a Paula, a vontade era de estar em casa. Já era quase de noite, a enfermeira remove a mordaça e pergunta se está com fome ou sede, Paula pede pelo amor de deus que a solte, a enfermeira a amordaça e diz que não seria possível, que agüentasse até a sexta-feira que seria o grande dia. Sem nada entender deixa rolar mais algumas lagrimas, enquanto a enfermeira acaricia seus seios e também a sua parte intima, deixando-a excitada. Quando a enfermeira sente que Paula vai ter orgasmos, faz sinal para o medico que estava ali só olhando, que o introduz o consolo na sua vagina e liga o vibrador, fazendo com que a Paula finalmente explodisse num orgasmo nunca antes imaginado na vida, a enfermeira tira a mordaça e faz a Paula gritar de prazer. Passados alguns minutos a enfermeira prende novamente o consolo e o plug entranhado no seu interior com ataduras e a amordaça-a novamente. Paula em estado de torpor das sensações que tivera, logo cai no sono, esquecendo se das dores e coceiras o incomodavam. Outro dia amanhece e Paula ainda dormia quando a enfermeira a acorda e começa a fazer higiene nos locais onde haviam colocados os piercings. Logo remove a mordaça e oferece água enquanto limpava remelas dos seus olhos. Assim que termina de beber a água, a enfermeira fala para Paula que amanhã seria o grande dia. Antes que Paula dissesse alguma coisa à enfermeira, a amordaçou novamente. Paula ali deitada sentia as assaduras se formando em algumas partes do seu corpo imóvel e irritado com as coceiras. Ficava pensado o que seria esse grande dia, esperou pacientemente as longas e angustiantes horas, pois ela estava ali imóvel há seis dias, passou dormindo pelo menos quatro dias, a fome agora apertava, a vontade de fazer xixi também, o consolo e o plug a incomodava, tudo ali a incomodava. Era de tarde quando a enfermeira retorna com uma bandeja contendo um copo com suco, aciona o vibrador e acaricia seus seios e clitóris com a outra mão fazendo com que explodisse no orgasmo novamente depois de alguns minutos. Sem desligar o vibrador, oferece o suco removendo a mordaça, Paula toma tudo, a enfermeira amordaça novamente e sai deixando o vibrador ligado no seu interior, fazendo com que tivesse orgasmos varias vezes, até que cai no sono sob efeito do suco com tranqüilizante que a enfermeira havia trazido. Paula lentamente desperta, percebe que é de manhã, percebe que está liberta do gesso que aprisionava seu corpo, podia movimentar suas pernas e seus braços, radiante, remove a mordaça e analisa o local, toma um grande susto, pois está deitada na sua cama em seu quarto.... Mas como??? Será que era sonho??? Impossível, pois estava amordaçada ainda, e seu corpo doía, pois ficou muito tempo sem se mexer e reparou que tinha piercings nos mamilos ao passar o dedo. Ao sentar-se na beira da cama sentiu algo na sua bunda, estava com cinto de castidade e ainda estava com plug e consolo introduzido e o cinto o prendia firme no seu interior. Tentou remover, mas estava trancado com pequenos cadeados. Mas cadê a chave??? Procurou-a no criado mudo, na penteadeira, no armário... Mas nada... Ao abrir a porta do banheiro reparou que a sua bolsa roubada estava sobre o lavatório, rapidamente abriu e no seu interior havia todos seus pertences um disco de dvd e um bilhete de papel que dizia: “procure a sua chave na caixa de correios para se libertar. O dvd é a filmagem da múmia Paula.” Paula se liberta do cinto de castidade e dos consolos, sentia-se como uma borboleta saindo do casulo, mas nunca teve a excitação que sentiu quando estava imobilizada.