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Aprendendo Uma LiçãoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Eu estava esperando como fui instruída. Eu sabia que seria punida. Eu estava ajoelhada no canto de nossa sala de jantar, meus joelhos apontavam para cada uma das paredes em um ângulo bem aberto. Minhas mãos descansavam sobre cada uma das minhas coxas com as palmas para cima, como era normalmente o caso, meus olhos baixos olhando para o chão, em total submissão. O que não era comum sobre as instruções de hoje e que eu estava completamente vestida, ate com as proibidas calcinhas. Eu tinha um fraco por lindas lingeries, mas raramente me era permitido usa-las, por isso eu estava particularmente
ansiosa para que Mestre chegasse em casa hoje. Os próximos 15 minutos seriam muito longos. Era muito tentador me virar para olhar para a porta que Você sempre entrava, mas as instruções eram bem claras, que não importasse quanto tempo de demora, não era para eu olhar, e para não dizer uma palavra ate que me fosse dada permissão para falar.
Passaram-se somente alguns minutos, para minha surpresa, quando escutei o barulho dos sapatos no chão da cozinha. A porta de trás?? Você nunca usa
esta porta, e me controlando eu não olhei mas tinha certeza que era muito cedo pra Você chegar em casa. Eu pude escutar com clareza alguém mexendo em coisas na cozinha. Era quase mais do que eu podia resistir para não espiar, mas eu não sonhava eu fazer meu primeiro erro tão rápido, então eu me esforcei para escutar mais e lutei muito para continuar parada em posição.
Depois de pelo menos 20 minutos eu senti sua presença atrás de mim, e muito rápido senti uma venda estranha sendo colocada em volta dos meus olhos, sem nenhum toque das mãos do meu Mestre. A venda que eu estava acostumada era de
uma seda fina, e essa e era de algo mais rude, não de uma textura completamente desagradável. Eu esperava que ele falasse logo, qualquer coisa, somente para diminuir meu crescente nervosismo.
Nenhuma palavra ou toque quando a guia e colocada a minha coleira, uma puxada firme foi toda a instrução que recebi para me levantar e caminhar para onde a guia me levava.
Meu coração começou a bater mais rapidamente agora, e mesmo eu dizendo para mim mesma que Mestre nunca deixaria nada ou ninguém me machucar as perguntas começaram a surgir na minha mente. Ele veio para casa tão cedo, Mestre nunca veio para casa cedo. Ele entrou pela porta de trás, Mestre sempre sempre usou a porta da frente. A venda, nenhum som de sua voz ou algum toque, tudo isso fazia com que meu coração batesse mais rapidamente, quando eu senti a guia cair por entre meus seus seios e passos se distanciando.
O silencio era aterrador e mesmo sabendo que estava proibida de falar, não tive controle sobre o profundo suspiro quando ele me tocou pela primeira vez , na forma de um firme toque em volta de minha cintura, me levantando e me colocando sentada no que eu sabia ser a mesa da cozinha.
Assim que minha bunda tocou a mesa , seu toque se foi novamente, e novamente eu não tinha nada sólido para me dizer que este era meu Mestre. E se ele tivesse sido retido? E se esse fosse um estranho.....eu deveria falar??estaria eu em perigo e não sabia sobre isso? Uma pergunta que coloquei de volta no fundo da minha mente, não podendo acreditar que ele me abandonaria em mãos
perigosas.
Eu escutei atentamente, somente escutando o barulho dos passos enquanto ele se movia e a firme puxada na guia me ordenando para me deitar sobre a mesa.
A saia estava agora levantada nas minhas costas e a calcinha visível sobre a mesa polida, minhas pernas levemente abertas. O barulho no chão de madeira sendo ainda o único som . Botas? Mestre nunca usou botas.
Finalmente outro toque quando ele colocou cordas em volta de cada um dos meus pulsos puxando eles rudemente para os lados da mesa e aparentemente amarrando nos pés da mesa. Eu estava agora concentrada com todas as minhas
forcas em algum cheiro, toque, e minha frustração aumentava porque eu não podia ter certeza que este era o toque do meu Mestre.
Suas mãos agora circundavam firmes meus tornozelos, abrindo ainda mais minhas pernas e me amarrando da mesma maneira que fez com meus pulsos. Ele se moveu para o lado da mesa, e eu tremi quando ele checava para ter certeza que eu estava bem amarrada, e eu senti a corda esticar, me mantendo apertada no lugar. Um rápido tapa na minha coxa veio como um comando silencioso para
que eu me mantivesse completamente sem me mexer, e eu obedeci. A corda então deslizou por sobre cada um dos joelhos e da mesma maneira passando desta vez por baixo da mesa, e sendo puxada ate que eu estivesse suficientemente aberta, mas não de maneira dolorosa.
Eu achei que o estava sentindo perto da mesa, mas estava ficando de alguma maneira desorientada e não tinha mais certeza. O silencio estava começando a me aterrorizar, sentia pontadas no meu estomago aonde havia somente aquela
deliciosa sensação há 20 minutos atrás. Eu apertei meus lábios, os mordendo como que para me obrigar a ficar quieta e não desobedecer a ordem de total silencio.
Meus olhos estavam abertos contra a venda como se eu acreditasse que forçando a vista eu veria alguma coisa...qualquer pista que pudesse acalmar
meus medos. Meu corpo arqueou-se quando eu respirei fundo, e um gemido de medo passou
por entre meus lábios fechados quando eu escutei o barulho da tesoura que cortava meu ar por causa do medo, eu me mexendo e fazendo com que as cordas se apertassem mais, mais um tapa seco nas minhas coxas desta vez com a tesoura fechada. Eu imediatamente forcei a mim mesma a ficar parada.
Eu gemi , minhas pernas esticando em um esforço para me manter quieta enquanto a tesoura agora fazia rápidos e curtos sons começando na barra de
minha blusa e acabando na gola. Eu podia escutar os clicks quando as laminas se chocavam em curtos cortes. A fria faca deslizava sobre minha barriga e
rapidamente cortou minha blusa deslizando antes um lado depois o outro da blusa, expondo meus seios com soutian que ondulavam para cima e para baixo com minha respiração pesada. A ponta do aço das laminas fechadas traçando uma leve linha sobre a curva dos meus seios e retornando ao meu peito, beliscando minha garganta, e fazendo com que eu soltasse gemidos de prazer apesar de minhas incertezas e medos.
Eu senti o aço correndo por entre meus seios e em um rápido movimento libertou os do soutia que os segurava. Meu corpo agora reagia por si mesmo,
a cada toque, meus quadris movendo lentamente e eu me arcava e gemia. A tesoura aberta agora acariciando cada lado do meu seio me fez respirar
profundamente e congelar instantaneamente. Eu pude sentir as laminas afiadas tocando meus seios que tremiam e fechando levemente sobre meus já duros bicos, meus músculos se retesando não me permitindo o mínimo movimento enquanto ele me atiçava no outro seio da mesma maneira, puxando as facas abertas lentamente sobre cada lado para fechar em volta dos meu bico. As laminas se fecharam cada vez mais forte sobre a delicada pele ate que eu abri minha boca para falar, gemi ...e então fechei meus lábios com forca, mordendo...determinada a obedecer.
Eu tinha certeza que havia escutado uma risada leve quando cheguei tão perto de desobedecer. Era Ele? Era meu Mestre? Tinha que ser. As pontas da faca
deslizavam agora levemente sobre o vale dos meus seios, minha barriga, sendo fincadas levemente no meu umbigo
..se aprofundando levemente sobre a faixa da cintura da saia e movendo de um lado para outro
cada vez mais profundamente passando de um quadril para outro.
Eu gemi e ronronei com o prazer a mim proporcionado, meu corpo reagindo separadamente da minha mente que ainda estava procurando razoes para acreditar que este tinha que ser meu Mestre.....e claro isso explicava as instruções para estar completamente vestida. Meu coração ainda batendo descompassadamente, e um medo surgindo de que eu estava sendo lentamente
exposta a alguém que eu nem conhecia...tentando negar que ele me puniria desta maneira.
O barulho da tesoura enchia o quarto silencioso enquanto lentamente cortavaa frente da minha saia, a tesoura abrindo e fechando no que parecia um trabalho sem fim ate que finalmente alcançou a barra, minhas costas arcando enquanto a lamina se abria por entre as minhas pernas para cortar
completamente a saia. Então ele afastou a saia completamente, jogando no mesmo lugar aonde havia jogado a blusa alguns momentos antes.
A tesoura fechada estava agora passeando através da minha barriga ate meus seios em movimentos muito leves e lentos, minha respiração mais pesada e os gemidos ficando cada vez mais intensos e cheios de desejo, meu corpo se
arqueando lentamente e retornando sensualmente para a mesa, convidando para ser tocado.
Ele afastou as laminas de minha pele e eu novamente fui deixada sem nenhum toque ou som, eu me senti sozinha na minha escuridão, desejando
desesperadamente emitir algum tipo de som
implorar por seu toque, mas me mantive quieta, salvo os gemidos enquanto meu corpo agia por conta própria, se arqueando e rolando, implorando por mim.
Eu sorri e gemi com as laminas deslizando por sobre minha calcinha como havia deslizado sobre minha saia, apertando mais profundamente contra minha pele enquanto movia de um quadril a outro...
A tesoura mal fechou e cortou a fina seda em cada lado do quadril, caindo para os lados revelando o inicio de meus lábios brilhando e úmidos. Meus dentes cerrados com forca agora, tentando não me mexer sentindo as laminas fechadas passeando por sobre a lingerie cortada e sendo empurrada
firmemente entre meus lábios úmido e então meu clitóris tremendo. Eu gritei, gemendo
OOOOOHHHHHHHHHHH e dei um pulo quando ele com a ponta da tesoura bateu com forca por entre meus cheios lábios como punição por
minha falta de controle e ter falado.
Eu mordi meus lábios novamente, gemendo e tremendo enquanto ele mexia a tesoura para cima e para baixo por entre meus lábios, me levando a um frenesi , meus sucos pingando e deixando encharcada a calcinha que estava por baixo do meu corpo na mesa. Ele atiçou cada uma das coxas com a ponta da lamina, cada vez voltando para os lábios carnudos com uma constancia suficiente para me manter gemendo, choramingando, no que poderia parecer como dor mas que era um intenso prazer tesão, e muito desejo.
Eu resmunguei desapontada quando as laminas foram novamente afastadas da minha pele e em segundos eu senti elas passeando por sobre os lábios fechados de minha boca. Ele girou as laminas molhadas forçando meus lábios a se abrirem, e eu aceitando o seu comando silencioso para limpá-las, lambi com desejo meu delicioso mel.
Ele se afastou e rapidamente se moveu de um lado da mesa para o outro e puxou as cordas das minhas mãos e também as cordas sobre os meus joelhos e finalmente sobre meus tornozelos. O medo me esticou novamente.
Eu girei minha cabeça de um lado para o outro, silenciosamente implorando para que ele não parasse agora...meus gemidos e sussurros implorando por seu toque....longos ansiosos momentos se passaram antes que eu sentisse as mãos fortes segurando minhas coxas e me puxando abruptamente para a ponta da
mesa.
Meus pés estavam agora nas pontas da mesa e com minha bunda bem nas bordas fazia com que minha buceta estivesse completamente aberta... escancarada e pingando, estremecendo e pulsando.
Eu gritei com prazer quando senti o plástico duro e redondo do cabo da tesoura sendo esfregado firmemente sobre meu clitóris e deslizando de um
lado para o outro
me levando a loucura e forçando meus quadris a se mover o tempo todo com o tesão que sentia.
Suas mãos estavam novamente agarrando minhas coxas me forçando contra a mesa quando sem nenhum aviso ele enfiou seu pau duro e grosso profundamente em mim, em um único movimento.
Eu gritei e me debati contra a pressão de suas mãos...e com a forca que suas coxas enterravam seu pau dentro de mim. Eu agarrei os lados da mesa enquanto ele mexia no meu clitóris com seu dedão e continuava o louco assalto de estocadas em meu buraco faminto.
Totalmente perdida no tesão da paixão mas sabendo quem estava comigo ...eu finalmente escutei a voz do meu Mestre sussurrando em meus ouvidos... "Goze minha putinha Eu senti seu gozo me invadindo e ao mesmo tempo gozei com
loucura, meus olhos vendo estrelas. Ele tirou seu pau e eu novamente fui abandonada ao silencio, meu corpo ainda tremendo e pingando...gemendo e
girando como tentando alcançar seu maravilhoso toque.
De repente eu parei de gemer, ficando quieta... precisando escutar seus passos. Havia silencio. Agora o familiar frio da lamina deslizava suavemente
pelo lado de meu rosto e cortou lentamente o tecido da venda. Meus olhos completamente abertos quando a venda caiu para os lados, deixando
que meus olhos olhassem para teus olhos enquanto você se inclinava sobre mim pelo lado da mesa, Teus lábios tocando os meus para um longo beijo de amor, somente parando para me levantar e carregar meu corpo que tremia para nossa cama.
Então enquanto Você acariciava meu corpo você sussurrou.... "Nunca mais fique quieta ou guarde segredo de algo, assim como você temeu o silencio
hoje, eu temi também e então você me beijou como somente um Mestre pode beijar sua escrava, como somente um Homem pode beijar sua mulher, com amor, tesão e dominação.Eu me enterro nos teus braços e gemo contra teus lábios e
me dou... como sempre...totalmente para você.