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Tinham Brigado - A Loucura de Um Amor Virtual

Tinham brigado. Que novidade! Dava pra contar nos dedos (de uma mão apenas) as vezes que se falavam e não brigavam. E sempre o mesmo motivo. Sempre a desconfiança dela, sempre o excesso de ciúmes. Na verdade, ele não tinha nada contra o ciúme dela, até gostava, o fazia sentir-se desejado, ele sentia que era importante pra ela. O que lhe incomodava era a desconfiança, era ela não acreditar nele. Por mais que ele mostrasse que ela estava enganada, a briga já havia começado. E quando ela começava a brigar, ficava cega, se transformava em outra pessoa. Ele desligou o computador, triste, cansado de ter que ficar dando explicações, e foi para o quarto. Pegou uma revista qualquer, e deitado na cama, começou a folhear as páginas. Mas não conseguia prestar atenção, tentava ler alguma matéria, mas ela sempre vinha no seu pensamento, expulsando qualquer chance dele tentar se distrair. Não tinha jeito. Não podia ficar assim. Vestiu uma roupa qualquer, pegou a chave do carro e saiu. Entrou no carro, e deu partida. Ele não conhecia a cidade direito, mas tinha certeza que acharia o caminho certo. Em poucos minutos estava estacionando em frente à casa dela. Tocou a campainha, e os segundos que se passaram até ela aparecer na porta pareceram horas. Ela abriu a porta, uma expressão de surpresa no rosto: ``O que você está fazendo aqui?´´ Ele explicou que não agüentava mais brigar, que era sempre igual, e que queria resolver as coisas de uma vez por todas. Ela o fez entrar na sala, e sentou-se na poltrona escura, deixando-o em pé em frente a ela. Ele tentava falar, mas ela estava emburrada. Os braços cruzados, desviando o olhar dele, e o bico. Ah, aquele bico... Ele ficava maluco quando ela fazia aquele biquinho com os lábios. Ela disse que não queria falar, que ele podia falar qualquer coisa, mas que não mudaria de opinião. Ele já nem escutava mais, não via mais nada na frente, que não fosse o biquinho que ela fazia com os lábios, quando estava emburrada. Caminhou até onde ela estava, e passou a mão carinhosamente no seu rosto. Ela tentou desviar o rosto, não queria o toque dele, mas ele a segurou firme, dizendo que já que estavam ali, porque não fazerem as pazes? Ela não olhava pra ele, então ele colocou a mão por trás da sua cabeça, e enrolando os cabelos na mão, puxou pra baixo, fazendo-a olhar pra cima, nos olhos dele: ``Olha pra mim quando eu falar contigo!´´. Ela levou um susto, ele sempre fora tão doce, e hoje falava assim com ela. Ele puxou mais o cabelo, e perguntou: ``Vai olhar pra mim sempre que eu falar?´´. Ela respondeu um sim baixinho, um pouco amedrontada, mas já curiosa e excitada com o que ele poderia fazer depois. Pelo brilho nos olhos dela, ele soube que poderia ir adiante. E foi. Soltou os cabelos dela, e abriu as calças. Ela baixou a cabeça novamente, olhando ligeiramente pro lado. Ele colocou o pau pra fora, distante poucos centímetros do rosto dela, e ela disse: ``Não quero!´´, fazendo de novo o biquinho com os lábios, emburrada. ``Eu perguntei se tu quer?´´, ele perguntou, novamente puxando-a pelos cabelos, fazendo seu rosto ficar para cima, de frente pra ele. Segurou o pau pela base, e passou a cabeça nos lábios dela. Mais brava ainda, maior ficava o biquinho, e era isso mesmo que ele queria. Roçava o pau entre os lábios dela, os cabelos enrolados na mão, puxando pra baixo, e ela com a boca fechada, não deixando o pau entrar, mas com aquele brilho nos olhos, o rosto já com expressão de prazer. Logo ele começou a sentir a saliva molhando seu pau, enquanto ele deslizava nos lábios dela. Agora já com a boca entreaberta, ela encostava a pontinha da língua nele, na parte de baixo, às vezes segurando a pele entre os lábios. ``Chupa!´´, ele mandou. Dessa vez não precisou forçar nada. Ela prontamente abriu a boca, e foi abocanhando o pau dele, bem devagar, sugando cada pedacinho que ia entrando. Quando colocou tudo dentro da boca, fez lentos movimentos de vai e vem, os lábios pressionando o pau, a língua mexendo sem parar, olhando nos olhos dele. Ela sabia o que ele gostava, e resolveu provocá-lo ainda mais. Sem parar os movimentos com a boca, subiu a blusa que vestia, deixando os seios à mostra. Fez as mãos correrem o próprio corpo, subindo pela barriga, e segurou os seios por baixo, apertando. Juntou os dois, depois beliscou os biquinhos com a ponta dos dedos, sempre olhando nos olhos dele. ``Você gosta, né?´´, a pergunta saiu abafada, com o pau dele dentro da boca. ``Adoro!´´, ele respondeu, sabendo que se ela continuasse com isso, ele gozaria logo. ``Eu vou fazer tudo que você gosta... Manda, e eu faço!´´, ela disse. ``Fica de quatro. Agora tu vai ser a minha cadelinha.´´, ele mandou. Ela levantou rapidamente, abrindo o zíper das calças, fazendo-as descer pelas pernas, e ficou de quatro na beira da poltrona, as mãos segurando no encosto. Ele se abaixou atrás dela, e lambeu suas pernas, mordeu sua bunda, e fazendo-a arrebitar mais, tocou com a ponta da língua seu clitóris. Ela gemeu alto, pedindo pra ele lamber mais, desejando que ele enfiasse a língua dentro dela. Ele lhe deu um tapa forte na bunda, dizendo pra ela apenas gemer, que iria fazer o que ele quisesse, e não o que ela pedisse. Ela mexeu a cabeça afirmativamente, enquanto ele passava a língua desde o clitóris até seu cuzinho. ``Rebola na minha língua, cadelinha!´´, ele mandou, enfiando a língua na sua buceta. Ela rebolava freneticamente, gemendo cada vez mais alto, gritando. Ele ficou em pé, encostando a cabeça do pau na entrada da bucetinha melada, pronta pra ser comida. Ficou esfregando na entrada, fazendo ela gemer, esperando que ela pedisse pra senti-lo dentro dela. De repente ela jogou o corpo pra trás, fazendo entrar tudo de uma só vez, gritando alto enquanto sentia o pau dele alargando-a, enquanto ele a segurava forte pelos quadris. Começou a mexer, fazendo o pau entrar e sair, ritmada pelas mãos dele. Olhava por cima do ombro, o cabelo loiro levemente caído no rosto, um sorriso sacana, pedindo: ``Vai, me come... Forte!´´. Ele aumentava o ritmo, fazendo o corpo dela ir e vir, e às vezes a segurava penetrando fundo, e mandava ela rebolar. Ele movia os braços rapidamente, as mãos abertas batendo repetidamente nas nádegas dela, o barulho ecoando pela casa vazia. ``Bate! Bate na sua puta!´´, ela pedia transtornada. Do jeito que pôde, ele curvou o corpo e arrancou o próprio cinto das calças. Dobrou-o no meio e começou a bater nas costas, nas coxas, na bunda dela. E ela sempre pedindo mais, dizendo que era dele, que merecia apanhar, que estava excitada. Seus gemidos aumentavam a cada cintada que recebia. Realmente, ela era escandalosa. Quando seu gozo se aproximou, ela não mais gemia, ela gritava, pedindo pra ele meter forte, dizendo que adorava seu pau. Então, ele sentiu o corpo dela estremecer, seu pau sendo apertado por aquela bucetinha gozando. Ela diminuiu os movimentos, o rosto contra o encosto da poltrona, estava sem forças. Ele saiu de dentro dela, e pegando-a pelos cabelos a fez sentar, novamente o pau a poucos centímetros do seu rosto. Começou a bater punheta, enquanto ela tocava seu saco com as mãos. ``Vem, goza... Goza na cara da sua cadelinha...´´, era isso que ele precisava ouvir, e então gozou, melando o rosto dela, pingando nos seios, nas pernas dela, enquanto ele gemia. Ela então limpou a porra que tinha na cabeça do pau dele, com a língua. Depois com as mãos juntou o que tinha no próprio corpo, e levou à boca. Sorriu pra ele, depois fez aquele biquinho com os lábios, e passou as últimas gotas de porra que tinha em um dos dedos, nos lábios. O telefone tocou. Parecia tão longe... Mas a cada toque ele podia ouvir a campainha mais perto. Acordou assustado, procurando o telefone entre as cobertas, a revista jogada ao seu lado na cama. - Alô. - Me desculpa? Vou tentar mudar, tá? Assim você vai cansar de mim. Olhou em volta... O quarto escuro, apenas a luz fraca na cabeceira da cama acesa. Desceu a mão pelo corpo, e sentiu o pau duríssimo dentro das calças. Droga, de volta à realidade... Quilômetros e quilômetros de distância. Uma vontade maluca de estar com ela. Baixou as calças, tirando o pau pra fora, e perguntou: - Tu não quer ir sentar naquela poltrona escura, que aparece naquela foto? Quero falar contigo sentada lá. FIM J.J. Flash - 2001