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Elegia a Diana
Acordei todo nu na cama, os pulsos amarrados fortemente à cabeceira, as pernas totalmente abertas, amarradas pelos tornozelos aos pés da cama, a piroca pousada sobre meu peito, sua cabeça apontando para o umbigo presa por um fio enlaçando-me a cintura, deixando-me os colhões completamente expostos, a minha boca amordaçada. E pior do que isso: minha mulher, a bela e casta Diana, que sempre se recusara a ter sexo comigo, sentada à cabeceira, olhando para mim, com uma faca enorme e afiada na mão. À sua esquerda, num pote com brasas ardendo, que ela espevitava, um tição metálico rubro, há tanto tempo ele devia estar ali metido.
Casei-me com ela, apesar de a saber frígida, porque Diana além de ser inteligentíssima, era muito bela e cobiçada por todos os homens que conheço. Quando após várias declarações de amor e pedidos de namoro que lhe fiz, Diana finalmente acedeu a dar-me o sim, não o fez sem primeiro me confessar que não se imaginava a ser penetrada por homem algum, pelo que se a quisesse a nossa relação teria de se manter numa base puramente platónica. Fiquei entesado por tal condição confesso, e quis saber a causa dela. Diana então pedindo-me segredo, disse-me ter perdido a virgindade muito cedo, aos dez anos de idade, violada por seu pai, e traumatizada, albergara desde sempre na sua alma um ódio enorme a todos os homens, ou melhor, aos homens em si não, já que ela gostava da sua companhia até, dos seus beijos e carícias, da sua protecção, mas antes a todos os pénis e testículos de homens.
- Para mim disse-me então vocês homens deviam ser todos castrados à nascença, de maneira a andarem com o vosso baixo- ventre lisinho, como o nosso.
Não se importava, continuou dizendo, se a nossa relação fosse em frente, de me dar filhos, mas na condição de os fazermos por inseminação artificial, ou por qualquer outro meio em que não fosse preciso eu meter-lhe o meu orgão. Compreendia as minhas necessidades de macho, e para as satisfazer comprometia-se a punhetear-me para que eu pudesse libertar o meu líquido do tesão com ela mas não mais do que isso, e nunca em caso algum me deixaria pôr nela, nem aceitaria que a corneasse, caso em que me emascularia coisa que sempre sonhara fazer a seu pai. Não sei porque razão um homem como eu, desde novo habituado a fazer sucesso com as mulheres, e a saltar de cama em cama, se submeteu a tal imposição. Talvez por pensar que o nosso namoro que se estava iniciando nunca acabasse em casamento, talvez por não levar a ameaça dela a sério e pensar que seria fácil traí-la sempre que me apetecesse provar um entre pernas de mulher (o que só sucedeu quando conheci a Sandra), talvez por acalentar a esperança que ela mudaria com o tempo (afinal se um homem não é de pau, uma mulher também não, em especial se tem quem durma com ela na cama), e sobretudo talvez pelo gozo que me dava andar com um pedaço de mulher gostosa como ela, com quem todos meus amigos gostariam de andar, e nunca tinham conseguido.
E na verdade o nosso namoro, mesmo sem nunca a ter penetrado, foi muito bom. Diana era capaz de me punhetear durante mais de meia hora, oferecendo-me os seus seios direitinhos para eu me vir, levando-me a orgasmos fantásticos que eu pensaria ser incapaz de alcançar. E os olhares de inveja que todos os homens me lançavam, quando entrava com ela em qualquer lugar público, ou quando passeava com ela na rua, valiam bem as fodas que não lhe dava. Comecei a amá-la sim, mais do que a qualquer outra que me abrira as pernas, e me dera o pito e o cu. Tanto que nunca a enganei, coisa que nunca acontecera com namorada nenhuma anteriormente. Mais do que não me deixar meter nela meu caralho apenas me pesava ela nunca demonstrar interesse em ter nenhum orgasmo comigo. Fazia-lhe minetes atrás de minetes, enfiava minha língua no seu grelinho, no seu rabinho virgem, coisa que sempre deixara todas as minhas ex-namoradas loucas de tesão, mas Diana feito vulgar puta ficava ali de pernas abertas, indiferente ás minhas tentativas de lhe dar prazer, como se os cuninlíngues que eu lhe fazia fossem uma concessão sua que me permitia, não para prazer dela, mas meu. Atribui sempre aquilo à violação que sofrera em menina, e com o tempo deixei de me importar com a sua atitude. Se ela não queria usufruir plenamente daqueles momentos intensos de intimidade, que podia fazer? E depois, era tão agradável ter uma mulher bonita como ela, dando-se a mim e fazendo-me gozar tanto, sem parecer importar-se que eu a fizesse gozar igualmente
Casamos, e Diana engravidou duas vezes. Foi ela própria quem me masturbou e me recolheu o sémen num tubinho de ensaio, numa clínica de reprodução artificial. Dessas punhetas tocadas por suas mãos delicadas nasceram a Sofia e o Sérgio. Apesar da sua frigidez, nosso casamento parecia sólido, e todos os que nos conheciam nos consideravam o casal perfeito. No entanto algumas das suas atitudes começavam a irritar-me. Diana nunca falou em castrar o Sérgio, mas desde que ele nasceu, minha mulher contristada por ter dado à luz um menino, vestia-o com roupas femininas, queria-o sempre de cabelos compridos que ela própria ondulava de maneira a que ele se assemelhasse mais com uma menina, e de facto na rua todos pensavam que ele o era de facto. De nada valiam meus argumentos procurando chamar-lhe a atenção que a atitude dela iria gerar no miúdo uma crise de identidade sexual, como gerou. Uma coisa que me enfurecia sobremaneira, era Diana fazê-lo usar cuecas apertadíssimas que lhe comprimiam o pilau e os tomates, por imaginar que com isso os seus órgãos não se desenvolveriam. Hoje nosso filho tem um pilau que não excede os 5 ou 6 centímetros, uns colhões que mais parecem de pássaro, o que o deixou imprestável para práticas heterossexuais, empurrando-o para a sodomia. Com isto, nosso amor foi esfriando. E entretanto, apareceu a Sandra, mulher fogosa e quente, divorciada, que em pouco tempo se tornou minha amante. Há quantos anos eu não metia numa mulher! Foi a primeira e única mulher desde que andava com Diana.
Esta não tardou a descobrir. Uma vez que estivera com Sandra até tarde da noite, ao entrar em casa, altas horas da madrugada, minha mulher estava acordada na cama, esperando por mim. Quando me despi para me deitar, ela vendo-me nu, o piçalho murcho depois das duas fodas deliciosas, pela frente e por trás, que acabara de dar à minha amante, observou-me:
- Já reparaste que vocês homens ficam impotentes depois de fazerem sexo? É pena é que seja por pouco tempo. Só a faca vos faz perder o tesão para sempre.
Gelei, percebi que Diana estava falando sério. Redobrei de cuidado sempre que me encontrava com Sandra, mas o cheiro dos seus perfumes na minha roupa e no meu corpo, uma ou outra mancha de baton no colarinho de minhas camisas, indiciavam bem a minha mulher que eu andava mijando fora do penico, e que ela não parecia disposta a perdoar. Eu precisava de tomar uma resolução. Se tinha se perder uma das minhas mulheres não ia ser a Sandra que era um vulcão na cama. Os filhos estavam criados, o Sérgio dera por influências da mãe, ou pelo menos eu assim o pensava, em paneleiro, eu estava farto de ter uma mulher que apesar de excelente companheira, sexualmente só me satisfazia tocando-me ao bicho, queria partir para outra. Propus casamento à Sandra, garantindo-lhe que me divorciaria se ela aceitasse, e esta disse logo que sim. Faltava agora comunicar a Diana. Adivinhava que não seria fácil fazê-la aceitar o divórcio, mas não foi isso que aconteceu. Ela disse-me logo compreender as minhas razões, e até já há muito estar à espera que eu trilhasse esse caminho. Apenas me perguntou se a minha futura esposa me amava mesmo, e como lhe dissesse que não tinha dúvidas quanto a isso, Diana quis saber se já a testara. Como a testaria, perguntei-lhe eu.
- Vocês homens não entendem nada de mulheres respondeu-me então Pensais que só porque uma mulher vos abre as pernas sem ser por dinheiro, que isso é uma prova de amor, e o contrário, uma prova de desamor, quando muitas vezes não é assim. Queres casar com ela, e deixar-me ficar a mim e aos nossos filhos? Pois bem, casa-te então. Mas eu, que apesar do que possas pensar te amo muito mais do que imaginas, vou testá-la sim, e tu vais perceber que a única coisa que ela ama em ti é a tua piroca, coisa que de ti, porque te amo, é o que menos me interessa.
Quis saber de que forma é que ela testaria o amor de Sandra por mim, mas Diana fechou-se em copas, disse que era uma coisa que só uma mulher saberia fazer, e que eu logo iria ver. Quando nos deitamos, estava encantado por ela não ter feito nenhuma cena, nem me tivesse tentado dissuadir do meu propósito. Deitei-me feliz, pensando na manhã seguinte ligar à Sandra, informando-a não haver nenhum obstáculo à nossa felicidade, e adormeci rapidamente. A única coisa que me lembro, antes de acordar nu e amordaçado, já a manhã ia bem alta, foi de a meio da noite, sentir que alguém me colocava no rosto um pano húmido com um cheiro intenso, fazendo-me sentir o corpo mole à medida que parecia estar caindo num poço. Diana ficou contente vendo-me voltando a mim.
- Ainda bem que já acordaste! A dose que te dei foi mesmo forte! e noutro tom:- Eu não disse que te capava se me pusesses os cornos? È o que te vou fazer. Por isso estás aí amarrado, e vais assistir a tudo. E quando to tiver feito vais ver se essa tal Sandra te ama de verdade, como eu, ou se ama apenas o teu pau teso como penso.
A puta esperara que eu acordasse para mais me fazer sofrer. Nossos filhos já deveriam ter ido para a escola, eu já faltara ao trabalho, e agora ia perder meus tomates e piroca por causa da frigidez dela. Tentei libertar-me das cordas mas estava fortemente atado, não o conseguia fazer. Curiosamente, apesar do terror em que estava mergulhado, comecei a sentir tesão e Diana ao ver-me ficar de pau feito, riu-se:
- Vai ser a última vez que a pões de pé e com a sua mão esfregou-me vigorosamente a piroca como fazia quando deliciosamente me masturbava. Também para ela seria a última vez que mexia nela. Pensei que Diana me quereria proporcionar um derradeiro orgasmo, mas ela parou quando viu a cabeça de meu caralho começar a ficar coberta de esperma Mais um pouco e eu ter-me-ia vindo. Mas minha mulher pegava agora na faca.
- Queres que te corte primeiro a pila ou os tomates? perguntou Talvez os tomates primeiro. Vamos deixar o consolo da Sandra para o fim, está bem?
Voltei a debater-me a fim de me libertar, mas mais uma vez meus esforços foram infrutíferos. Mas também é verdade que embora quisesse salvar meu pau eu sentia um tesão louco com a ideia de ir ser castrado por uma mulher tão bonita como Diana. Nunca imaginara vir a sentir tesão por vir a ser capado por uma mulher bonita. Ela percebeu-o.
- Vai ser bom para ti, sim garantia-me Vou-te libertar da escravidão da tua concupiscência. e beijou-me na boca, no peito, no pescoço, na própria pila coisa que nunca fazia, tanto nojo tinha de lhe pousar os lábios. Seus beijos ainda me entesavam mais, embora a corda que a amarrava pela cintura não deixasse a piroca pôr-se de pé. Mas já as mãos dela me rodeavam os colhões, os esticaram dolorosamente para a frente, e com um golpe preciso (andaria ela treinando?) cortou o saco pela pele que o prendia ao meu corpo. Apesar da mordaça, o meu grito de dor foi perfeitamente audível. O sangue corria-me abundantemente, provocando-me uma sensação de calor nas coxas. Diana eufórica exibiu-me os testículos na mão, como que a dizer-me que uma parte da minha masculinidade se fora para sempre. Fechei os olhos, mas logo os abri, fascinado com aquela imagem. Meu pau estava agora fino, apesar do tesão que continuava sentindo. O sangue não parava de correr, e a pixota ainda não tinha sido extraída.
- Vamos tratar de estancar a hemorragia, à maneira dos antigos chineses quando transformavam os meninos em eunucos disse-me Diana. Para isso estava ali o pote com brasas e o tição mergulhado nele que ela agora empunhava. Não disse nada. Apenas o encostou na minha ferida aberta, e o deixou ficar cauterizando-me a chaga durante alguns minutos. O cheiro a carne queimada, e a dor foi insuportável, e creio ter desmaiado, pois só me lembro de Diana molhando-me ternamente a face, fazendo-me vir a mim. Sentia-me fraco, e devia estar pálido, mas já não sangrava abundantemente.
- E ainda falta cortar-te o órgão do teu pecado Diana parecia ufana Sabias que três em cada dez chineses destinados a eunucos, morriam quando lhes cortavam a piroca? Espero que não te aconteça isso, para que vejas o amor que a Sandra te tem, mas se te acontecer embalsamo-te e ficarei contigo para sempre.
Eu assim diminuído, preferia morrer do que viver sem aquilo com que nasci. Diana percebeu no meu olhar que lhe pedia para me poupar o pau. Riu-se:
- O pau! O pau é que me vai dar prazer cortar-to! Não era o pau que metias na Sandra? Não é o pau que vocês todos homens, gostam de nos meter? Vou fazer ao teu pau o que sempre quis fazer ao pau de meu pai, e nunca pude. Mas está descansado. Não sou cirurgiã, mas creio conseguir cortar-to e fazer-te sobreviver.
Desamarrou então o cordel que me prendia o caralho à barriga, este tombou em direcção ao sítio onde momentos antes ainda tinha os colhões, agora cortados.
- Vai ser um instante dizia-me Diana, agarrando minha piroca com os olhos brilhando de prazer, como quando no passado me tocava as suas punhetas tântricas. Eu sentia de novo tesão, apesar das dores, como se Diana me fosse realmente tocar uma punheta. Minha piça, apesar de ter acabado de perder a companhia dos irmãos gémeos, encheu-lhe a mão, e eu tão fascinado como uma ave que vai ser engolida pela serpente, fixei o olhar nas suas mãos, na sua faca afiada manchada ainda com o sangue de meus tomates, a lâmina nua e fria pousada na minha pele, encostada bem na base de meu piçalho (felizmente a luz deixava ver tudo), sua mão esquerda agarrando a cabeça daquele, erguendo-o, esticando-o ao alto, esticando-o tanto como se mo quisesse arrancar com as mãos. Não senti logo o corte, talvez um pequeno lanho quanto muito quando a lâmina me começou a penetrar na pele, mas só percebi que minha piça estava sendo cortada quando senti de novo um liquido quente sair de meu baixo- ventre, e então sim, doeu-me. O corte foi rápido mas à medida que a faca ia decepando o seu corpo, ceifando os nervos e a carne, a dor era cada vez maior, eu contorcia-me todo e só queria desmaiar ou morrer, já não olhava suas mãos mas seu rosto, e foi o sorriso de triunfo que lhe vi nele, antes mesmo que Diana me exibisse o membro amputado, que me indicou que eu estava emasculado, e tinha agora o baixo - ventre lisinho, como o de uma mulher, como ela sempre tanto desejara. Desmaiei. Sei que tal como fizera com os colhões, também me cauterizou a ferida com o mesmo ferro em brasa. Apesar de doloroso e mediévico, os médicos que me receberam na Urgência, foram unânimes em reconhecer que fora provavelmente isso que me salvara a vida.
Sandra acorreu ao Hospital a ver-me logo que soube do tratamento que Diana me infligira. Embora semi-inconsciente e sedado dei pela sua presença nos momentos iniciais em que vim a mim. Mas quando soube que a reconstrução dos meus órgãos, devido à forma como foram arrancados, seria muito problemática de fazer-se, começou a espaçar suas visitas. Os médicos sugeriram então, como alternativa mais fácil para recuperar plenamente a minha sexualidade, construírem-me uma neo-vagina, e administrar-me hormonas femininas que me fariam recuperar o desejo sexual. Não sei se foi efeito da mutilação que sofrera, se era o facto de saber que nunca mais poderia ter uma vida sexual como homem, mas o facto é que acolhi a sugestão de bom grado. Sandra contudo, nem quis ouvir falar em tal. Disse que não era lésbica, nunca aceitaria fazer sexo com uma vagina de mulher, mesmo que a dona dela tivesse sido homem anteriormente, e seu amante. Eu procurei fazer-lhe ver que o facto de ter um caralho ou uma vagina, em nada modificava meus sentimentos por ela. Debalde. E afastou-se definitivamente de mim. Senti-me morrer, e teria preferido que Diana me tivesse morto. Diana porém, através de familiares e amigos comuns, ia inquirindo da evolução de meu estado, e todos me garantiam estar contente com minha recuperação. Dum momento para o outro quis desistir da queixa-crime, mas tratando-se de um crime público não o pude fazer. Diana foi mesmo julgada, e o meu pensamento era só um: livrá-la de uma pena severa. Às ocultas, custeei seu defensor, e assumi em Tribunal todas as culpas. Fora eu quem a traíra, declarei que lhe dava maus tratos. Diana apanhou três anos de prisão, tendo saído por bom comportamento a meio. Fui eu próprio quem a fui buscar à saída da Penitenciária, e a conduzi para casa. O nosso casamento nunca fora dissolvido, pois nenhum de nós manifestara nenhuma intenção de divórcio.
- Compreendes agora que te amo? perguntou-me assim que me viu.
- Compreendo respondi-lhe Agora compreendo. E é por isso que quero continuar a viver contigo para sempre.
Um longo beijo nos lábios, selou nosso reencontro. Nessa noite dormimos nus e fizemos amor, pela primeira vez desde que casáramos. Não houve penetração claro, mas senti que fizemos amor, pois nossos corpos se roçaram um no outro, nossas coxas e nossos entre-pernas se entrelaçaram e se esfregaram uns nos outros, até ao orgasmo, um orgasmo sem erecção e sem ejaculação, com certeza um orgasmo idêntico ao que as mulheres sáficas têm, e que eu nunca experimentara antes. Era aliás o meu primeiro orgasmo desde que fora integralmente capado. E o primeiro da vida de Diana.
- É tão bom o teu corpo sem pau disse-me então ela. Eu concordei. Na verdade o meu corpo era agora bem mais bonito e apetitoso sem aquele caralho gordo e pendente balouçando-me nas pernas, e aquele par de tomates vermelhos e rugosos incapazes de suportarem uma pancada mais forte. Quando comuniquei a Diana a sugestão dos médicos, de me moldarem uma neo-vagina, esta disse-me para ir em frente. Ela também era de minha opinião. Com uma vagina reconstruída, ou pénis, eu era o mesmo, e o amor que sentíamos um pelo outro igual. Não vou tomar hormonas para me crescerem os seios, pois não quero, nem Diana quer, me transformar numa mulher. Serei um homem com vagina, sem pixota nem tomates, mas peludo, e com o resto do corpo igual aos demais homens. E Diana far-me-á uns deliciosos minetes, como tantos que eu lhe fiz a ela, e quererá ter orgasmos comigo. Como me pude apaixonar por Sandra só para satisfazer meu pau?