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Uma Semana Com Meu Dono - 2º dia - Chegada ao Sítio

Acordo ainda sonolenta, alguém insiste em me chutar a bunda.. Não consigo lembrar onde estou, minha bunda arde... As cutucadas cessam volto a cochilar e de repente, acordo de vez... Um copo de água gelada está sendo jogado em minha cara... - Acorde Kdela... Já está tarde e vamos pegar a estrada... Recordo onde estou e o que aconteceu na noite anterior... Tento levantar... Porém a guia não permite... Estou presa... Começo a ganir... Meu Senhor solta a guia.. E me leva ao banheiro... Para um xixi apenas... - Kdelas não usam vasos sanitários... Ele ficou parado junto ao Box até que eu tivesse feito xixi... De quatro tal qual uma kdela... Assim que terminei... Ele me posicionou sob o chuveiro e abriu a água fria... Levei um choque... Estava gelada... Nisso a campainha toca... - Fique ai Kdela... Foi Meu café que chegou... Fico lá, sob a água fria esperando pelo retorno de meu Senhor... Meu Dono retorna... fecha o chuveiro e me prende, como no dia anterior para secar... Saindo para degustar seu café da manhã. Quando ele volta... Verifica se já estou seca... E com a toalha de rosto termina de me secar... E sai novamente voltando com bridão... Um plug com rabo e ky... - Vamos muleka... Vou prepara-la para a viagem. Meu Senhor prende o bridão em minha boca... Ajeita a cabeçada... Ordena que eu vire a bunda para Ele... Sinto meu cuzinho sendo lubrificado com Ky... Os dedos dEle entrando e saindo.. Amaciando... Alargando... Os dedos são retirados e são substituídos pelo consolo do tipo rabo... Meu dono alisa o dorso e as ancas de sua eguinha e dá uma palmada em minha bunda... - Boa menina... Retira a coleira... Coloca em mim sapatos próprios para poney (parecem com cascos). E me conduz pelas rédeas até o quarto... Procuro disfarçadamente pelo meu café da manhã, mas tudo já havia sido recolhido. - Querendo comer Muleka?? Não trouxe sua ração, portanto você só comerá quando chegarmos ao sítio. Pela ordem em que o quarto se encontrava percebi que meu Dono acordara cedo... E já havia preparado tudo para nossa partida... Sou conduzida pelas rédeas em direção à escada. Meu Senhor abre a porta da Pajeiro... Vejo que ele adequou o espaço para transportar sua eguinha... Abaixando os bancos... Ele me fez entrar no carro de 4 e prendeu as rédeas no encosto do banco do passageiro...Nessa posição sentar será impossível... Com tapas na minha anca... Meu Senhor foi me ajustando na posição que Ele desejava... Saímos do Motel e ele segue rumo a rodovia que nos levará ao sítio... Coloca uma música suava no cd... Ainda está escuro... Meu Senhor, com toda a sua sabedoria nos fez sair cedinho evitando, assim, transtornos com engarrafamentos. Logo pegamos a rodovia... O carro segue veloz... Rumo ao desconhecido, vez ou outra acaricia meus cabelos e me estapeia a cara... Pois me posicionou próxima a seu banco para ter acesso a mim... O sítio foi especialmente preparado pelo meu Senhor para receber sua eguinha... Por isso quando chegamos à entrada que ficava a uns 500 metros da casa meu Senhor parou o carro desceu... Fechou o portão automático... Esse espaço do sítio foi cercado com muro alto e cerca viva para que proporcionasse um ambiente discreto e livre da curiosidade de prováveis transeuntes para com nossas brincadeiras. Ele abre a porta do carro... Solta as rédeas e me manda descer... Não entendi nada... Mas obedeci... Ele me arrasta até a parte detrás do carro e diz... - Hora do seu exercício Muleka... Você deve perder esse sobrepeso... A cidade não lhe faz bem... Você fica muito sedentária minha vadiazinha. As rédeas são presas a uma corda que foi amarrada ao rebocador da Pajeiro... Ele volta calmamente a direção e dá a partida... Sinto o carro arrancar e perco o equilíbrio quase caindo... Não estou acostumada àqueles sapatos... Ele segue em marcha lenta até perceber, pelo retrovisor, que começo a me entender com os cascos por isso Ele acelera um pouco mais...Vou correndo atrás do carro até a Sede do sítio. Onde Ele estaciona sob uma árvore frondosa... Ele entra na casa... E volta... Começa a descarregar tudo o que Ele havia trazido para nossa estadia... Eu, ainda ofegante, esperava em pé amarrada ao carro... Depois que descarregou o carro Meu Senhor pareceu lembrar-se que sua égua ali estava... Veio me soltar do carro... E me levou até uma área de banho... Que foi construída próxima ao estábulo para me receber... Ele prendeu as rédeas na argola e ligou a mangueira... Jogou água abundantemente sobre meu corpo... Segundo ele era para refrescar sua eguinha que estava suada e coberta da poeira da viagem... Mal me mantinha em pé pelo cansaço, pelos cascos... Pela pressão da água... Ele fechou a torneira e foi em direção a casa... Deixando-me secar ao sol... Meu Senhor volta com um objeto estranho na mão e coloca-o numa espécie de prateleira de madeira... Lembro-me de nossas conversas... Aquilo é um coche... É lá que as refeições da Muleka serão servidas... Lembrei que não comia desde o dia anterior... Estava com fome... Mas para meu desespero o meu Senhor passou direto... E nem me deu atenção. Uns 30 minutos depois Meu Senhor retorna com o restante da indumentária de poney... E chega me chamando... - Muleka... Sua égua vadia... Você já recuperou o fôlego???... Pois está na hora de seus exercícios... Ele me conduz pelas rédeas até a porta do estábulo onde havia depositado minha indumentária e colocou as rédeas no gancho. Retirou o plug que eu estava usando... Agora eu iria usar uma espécie de cinto de castidade... No qual havia espaço para fixar dois consolos... Um maior para a bucetinha e outro menor para o cuzinho... Porém era maior do que o que eu estivera usando até então e tinha um rabo lindo... Segundo meu Senhor era pra combinar com minha crina... Era muito desconfortável... Mas com boa dose de lubrificante... E os dois sendo encaixados ao mesmo tempo... Logo meu Senhor já prendia o cinto bem apertado a minha cintura... Eu relinchava e arrastava a pata no chão... Como uma égua... Incomodada com a imobilização... Louca para cavalgar... Nas minhas tetas meu Senhor usou dois prendedores, para fixar os sininhos, relembrando a si mesmo, que teria que providenciar os piercings com urgência... Pois só assim o resultado ficaria perfeito... Sopesou as duas tetas e murmurou... - Mais tarde teremos que ordenhar a mocha... As tetas dela estão pesadas e grandes de tanto leite acumulado... Mas isso fica pra mais tarde... Meu Senhor parecia falar consigo mesmo... Já que isso não interessava a sua eguinha... Meu Senhor preferiu retirar as rédeas e colocar apenas um cabresto porque iria levar sua Muleka para treinar uns passos... Quando se deu por satisfeito com o resultado, Meu Senhor saiu me puxando em direção a arena de treinamento... Não sem antes pegar a chibata de longo alcance... Uma haste longa... Fina... Flexível... Com uma corda e um nozinho na ponta... Um veneno... Ficamos a manha toda treinando os passos... Minhas pernas e bundas já não suportavam mais as lambidas da chibata de meu Senhor... E quando o erro era mais grave a chibata atingia em cheio meu mamilo direito que já estava em frangalhos... Encurtando o cabresto meu Senhor me trouxe para perto dele... Examinou, sem muito interesse as marcas deixadas por ele, alisou as ancas da Muleka aplicando varias palmadinhas leves... Verificou se os plugs ainda permaneciam no lugar... - Agora Muleka, vamos ver como você se sai com as mãos imobilizadas pelas luvas... Olhando minha cara de espanto Ele pergunta. - Pensou que eu havia me esquecido Muleka? E puxando minhas mãos... vestiu as luvas .. O equilíbrio com elas era muito mais difícil... Ele tomou distância novamente e reiniciou o treinamento... Ensinando-me a trotar... Muitas lambadas vieram se juntar as primeiras... Até meu mestre ficar satisfeito com meu desempenho no treinamento... Olhando para o céu me assustei... Pela posição do sol já passava muito do meio dia... Eu já estava suada e toda grudenta novamente... Meu estomago reclamava de fome... Meu Senhor me leva de volta ao estábulo... Vou me arrastando nas pernas... Ele me deixa próxima ao coche... E dessa vez não me prende ao gancho pelo cabresto... Vou sentando automaticamente e levo nova chibatada que me faz voltar a posição imediatamente. - Quem te autorizou a sentar Muleka? Fiquei quietinha e suportei mais 10 fisgadas do chicote em minhas ancas... Não me atrevendo a desobedecer novamente... - Sabe Muleka... (Ele começou a dizer... já mais calmo) Seu Dono foi precavido e trouxe comida congelada para ele... E uma boa dose de ração para você... Portanto não teremos muitos problemas com a cozinha... Deixarei que descanse um pouco... Volto em duas horas... Depois de sua desobediência quero crer que você pode esperar pelo almoço de dono... Para depois comer sua ração. Ele sai... E me deixa ali pensando em minha desobediência... Ele deixou o cabresto bem curto... Tão próximo a parede que meu pescoço ficou esticado... Minhas pernas não suportam mais o peso... Minhas costas doem... Os consolos ardem e machucam as minhas entranhas... Choro de saudades do meu Senhor... Choro de fome... Choro pelo cansaço... Mais ou menos duas horas depois meu Senhor retorna com um balde na mão... Vai direto ao coche e despeja, nele, o conteúdo do balde... Não pude ver o que era da posição em que me encontrava... Meu Senhor chega próximo a mim e me observa atentamente... Percebe as lágrimas que ainda rolam pelo meu rosto... Mas agora de felicidade em Tê-lo por perto... - Estava com tanta saudade assim de meus carinhos muleka??? Venha... Está na hora de sua ração... Vamos... Não seja mole... (Meu Senhor vai falando... enquanto me libera do gancho na parede e me conduz pelo cabresto). Chego perto do coche instalado pelo meu Senhor... O coche fica mais ou menos na altura da minha barriga... O que dificultava comer com os braços presos... Fiquei esperando pela liberação deles... - O que está esperando Muleka... Pensei que estivesse com fome... Imediatamente comecei a comer... Estava com muita fome... A ração era uma mistura de cenoura crua... Alface... Tomate... Maçãs picadas... Misturada a cereais do tipo granola... Uma delicia pra quem estava com tanta fome... Apesar de muito seca... Não havia tomado água até então... Meu dono com o pé e o ombro apoiado na parede parecia se divertir com minha gula e falta de jeito em comer sem as mãos... Ele pega o balde e vai até a área reservada para o banho... E o enche de água... Retorna até onde estou... Verifica o coche... E vê que já comi toda a minha ração... Do bolso ele tira um envelope de sal... Ele o espalha pelo coche e manda que eu lamba tudinho... Obedeço... Apesar da sede... Quando termino... Ele despeja a água... E eu, sem pensar duas vezes, tomo toda a água disponível... - Boa menina... Boa menina... (como sempre os elogios vem acompanhados de palmadas nas minhas ancas...) Vamos... Meu Senhor entra no estábulo... Deixa-me próximo ao armário dos brinquedinhos... E começa a retirar todas as indumentárias... As luvas... A cabeçada... O freio... Os cascos... Os prendedores... E por últimos os consolos... Fico apenas com as rédeas... E sou levada para a área de banho novamente... Com uma escova de banho... Meu Mestre me esfrega rapidamente... Lava meus cabelos... E com os jatos fortes da mangueira faz enemas instantâneos... Tal o volume de água... Ele não se atenta a detalhes do banho... Parece querer tirar apenas a poeira... - Estou muito cansado para exercícios externos kdela... Por isso vamos entrar... Xulica. Dentro de casa meu Senhor sentou-se à poltrona... Mandou que eu me ajoelhasse... E lançou os chinelos no ângulo oposto ao que estávamos na sala e ordenou que os buscasse. Eu assim fiz, como uma perfeita kdela, trazendo-os de volta em minha boca e recebendo em troca uma carícia e um elogio... - Boa menina. Tirou apenas um de minha boca, colocou-me em seu colo de bunda pra cima e começou a bater... Liberando-me de contar por segurar na boca o outro pé. Depois de se divertir com minha bundinha, enfiou um dedo em minha vagina, molhada de tanto tesão, e outro em seu cu, com tanta força que gritei de dor, deixando que o chinelo caísse de minha boca, o que veio provocar um novo castigo... Ele se levantou, fazendo com que eu caísse, colocou em mim a guia com a coleira e foi me levando.... Descemos as escadas e entramos num grande aposento... A antiga adega... Fomos para nossa masmorra com paredes de tijolos, muitos equipamentos de SM espalhados por todo o cômodo... Ele mandou que eu sentasse encostada em uma viga de madeira, pegou uma corda, amarrou em volta das minhas tetas e da viga... Apertando muito, colocou em mim uma mordaça de borracha que penetrava como um pênis em minha boca... E, para me deixar ainda mais imobilizada, amarrou minhas mãos e cotovelos por trás da viga... A seguir, fui vendada e Meu Senhor ordenou que eu encolhesse as pernas... Amarrou meus tornozelos junto às coxas, colocou um separador de pernas, de forma que eu não pudesse fechá-las e ficasse com a bucetinha bem exposta... Ele pegou outra corda, amarrou em volta da minha cintura... Prendendo uma vela junto a bucetinha o que fazia uma pressão muito grande... Excitando-me cada vez mais... Com um isqueiro Meu Senhor acendeu a vela... A cera quente derretia e escorria, penetrando em mim... Sentia a cera queimando... Comecei a soluçar... Mas o tesão foi aumentando, crescendo... Nesse momento Meu Senhor abriu algo como se fosse um fecho na minha mordaça e colocou outra vela acesa ali... A cada movimento que eu fazia com a cabeça, a cera pingava em diferentes lugares de meu corpo: nos seios, na barriga, mudando sempre... - Essas velas levam uma hora para queimar... Seja uma boa menina e suporte... Esse é seu castigo por se portar mal no motel... Kdela... Meu castigo durou uma hora, mas para mim pareceu uma eternidade... O cansaço tomava conta de meu corpo... Mas Meu Amo não estava a fim de me dar trégua, saiu da masmorra, voltando apenas alguns minutos depois das velas terem queimado totalmente. Ao voltar meu Senhor ficou observando-me naquela posição, indefesa, meu corpo totalmente marcado pelos pingos vermelhos das velas... Minha vagina que havia se tornado um bloco de cera... Eu estava com uma sensação diferente e muito estimulante. - Gostando Kdela... Desses dois dias com seu Dono? - Muito meu Senhor... Em retribuição... Meu Senhor disse que me permitiria descansar por aquela noite... Soltou-me daquela posição e de quatro ordenou que O seguisse... Fui puxada pela guia atada à coleira... Meu Senhor abriu a porta de uma pequena gaiola, na qual só era possível entrar de quatro e me trancou... Uma gaiola muito apertada, de modo que minha bunda ficava encostada na portinhola e minha cabeça pressionada contra a parede oposta... Meu Senhor penetrou meu cuzinho com o vibrador... O mesmo do aeroporto... E ordenou que eu dormisse... Saiu... Mas antes deixou o vibrador funcionando... - Pode Gozar a vontade minha Kdela...