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Ia-me encontrar com ela no feriado a meio da semana. Minha misteriosa carcereira recomendara-me que na véspera dele me alimentasse bem pois o passaria amarrado, sem receber qualquer alimento, ainda que garantindo-me que não me faltaria leite para beber. Como ultimamente sempre que me encarcera faz-me ser violado por estranhos que nem sequer sei se são ou não os mesmos, imaginei logo que tipo de leite me faria beber, e confesso que fiquei bastante excitado com a antevisão de tal feriado. Mal terminou o horário de trabalho saí a correr do escritório o que já há muito deixou de surpreender os meus colegas que se entretêm a imaginar quem será a minha amante desconhecida, pela qual tive de esperar mais de duas horas na rua, estático e hirto como se estivesse numa formatura militar, sem me poder encostar sequer ao candeeiro público ou à parede da esquina como o fazem as putas, já que tal me é exigido, até ela aparecer no seu carro e com um gesto me mandar entrar no banco traseiro sem olhar para mim, e sem me dirigir palavra. Nem era preciso, tantas vezes fizera eu aquilo que já sabia o que me esperava e o que tinha a fazer. Peguei no saco de serapilheira pousado no banco e comecei a despir-me, indiferente aos automobilistas que passavam, mesmo quando ela parou num sinal vermelho que nunca mais passava a verde e me fazia ser visto pelos peões passando no passeio lateral ou atravessando a passadeira, sempre escutando os comentários acintosos que minha carcereira ia fazendo sobre o meu corpo e o curto tamanho do meu pau e bolas mirradas. - Nunca poderás servir condignamente uma mulher com um caralho desse tamanho, porco, por isso te faço apanhar no cu de machos mais bem servidos dele. Já todo nu enfiei-me no saco de serapilheira para não poder ver o caminho embora não me importasse de ser exibido durante toda a viagem, nem de ouvir os seus comentários depreciativos que me deixavam em completo ponto de rebuçado. A viagem tomou então outros rumos, abandonamos a cidade pois sentia que o piso onde rodávamos era agora de terra batida, e prolongou-se por mais de uma hora. Eu tinha a certeza que o cárcere onde passaria o feriado não ia ser o habitual galinheiro mal cheiroso onde muitas vezes me deixa encarcerado durante os finais de semana e os períodos de férias. Quando finalmente o carro parou ordenou-me que não saísse do saco como é costume para me chicotear, e senti que uns fortes ombros masculinos me punham às costas e me transportavam para algum lugar a uma centena ou duas de metros, como se eu fosse um vulgar carregamento de farinha, até me arremessar ao chão, algo bruscamente. - Salta para fora, cão – ordenou. Obedeci-lhe e dei conta que estava numa sala lúgubre, sem janelas e mal cheirosa como são todos os locais de encarceramento para onde me conduz, apenas iluminada pela luz de velas colocadas em castiçais de pé alto, dispostos em círculos. Nem sinal dela. Meus olhos contudo notaram que o meu carregador era de facto um homem robusto, um Hércules entroncado de ombros largos, com um gorro negro de couro tapando-lhe o rosto e conferindo-lhe um ar de carrasco medieval, completamente nu do pescoço para baixo, permitindo-me conferir que de facto ele era dotado de um caralho majestoso ainda que não estivesse de pé, apenas com um cinto em volta do ventre de onde pendia um látego de tiras, de aspecto ameaçador o que me deixou bastante desconsolado apesar do meu tesão por chicotes, pois receei que minha carcereira tivesse delegado exclusivamente nele tal tarefa. - Em cima da mesa, panasca. De facto havia ali uma mesa de madeira onde me deitei. O carrasco levantou-me as pernas até aos tornozelos e mandou-me colocar os pulsos neles, após o que passou uma corda por detrás do meu pescoço, manietando-me de tal maneira que não me podia mover nem virar o rosto convenientemente. A minha desilusão aumentava pois embora não me importe de ser enrabado, preferia que fosse a senhora a amarrar-me. A primeira sessão de chicotadas foi-me ministrada energicamente pelo desconhecido. Na posição em que me achava manietado o chicote não me atingia as costas, mas apenas o peito, os braços, as pernas, as coxas e as nádegas, tendo-me arrancado uns bons gemidos de dor e me deixado totalmente entesado. Não foi contudo apenas o meu caralho o único a ficar armado pois que meu verdugo descarregando o chicote ia também ficando com o seu cacete em posição de ataque, e eu podia ver que seu membro erecto era impressionante, enorme, mais do dobro do meu, pois me parecia suplantar largamente os 20 centímetros de extensão, com talvez uns 5 ou 6 centímetros de grossura. O desconhecido adivinhava os efeitos de terror, ainda que com muito desejo à mistura, que a visão do seu bacamarte me causava pois com esgares sádicos procurava colocar-se de modo a que ele ficasse bem evidenciado perante o meu olhar, e quanto mais ele se empinava maior era a fúria com que o chicote me era aplicado. Só quando se fartou de o descarregar em mim é que chamou minha misteriosa carcereira de quem nada sei. - Eu não te tinha dito que esta amostra de homem adora tanto levar com o chicote como tu gostas de dar em homens? – perguntou-lhe ela atentando no estado dos nossos caralhos. Calçava sapatos vermelhos de salto alto e vestia um corpete negro de cabedal que lhe definia na perfeição todas as formas do corpo. Desejei-a ainda mais do que nas outras vezes embora saiba de antemão que ela nunca me dará seu corpo – Adora tanto o chicote como apanhar no cu, que juntamente com as punhetas que toca quando o liberto, é o único tipo de sexo que consegue fazer. Por isso enfia-lhe o pau no cu enquanto o enteso mais um bocado. A minha carcereira nunca me fizera aquilo mas pela primeira vez agarrou-me no caralho com as mãos e ordenando-me que não gozasse se não queria que me esfolasse a pele das costas começou a punhetear-me o pau e as bolas. O tesão da espera na rua, as chicotadas que acabara de receber, e o tratamento que me estava dispensando, fizeram que minha esporra começasse a jorrar da glande, ainda que eu me estivesse controlando para não ter um orgasmo. - Que é isso, pila pequena? – perguntou-me – Além de não teres um instrumento capaz de fazer as delicias de uma mulher, ainda és um esporra barato que te começas a vir só porque as mãos de uma mulher te estão mexendo na ferramenta? Vou-te ensinar a esporrar-te sem minha autorização – e com a palma da mão aberta desferiu-me meia dúzia de pancadas na cabeça do caralho e no saco dos tomates, que me doeram mais do que as chicotadas e prontamente me fizeram amochar o pau. O embuçado enquanto isto se passava não estava quieto. Quando minha carcereira começara a masturbar-me ele aproveitando a abertura desguarnecida do meu olhinho traseiro enfiara aquele cacetão nele com tal violência, que apesar de não o ter virgem senti-o rasgar-me todo. Ainda perguntou à minha cruel carcereira se devia cuspir no pau ou no meu cu antes de lhe enfiar o sarrafo, mas acho que o fez só pelo prazer de a ouvirmos dizer que não. - Nem penses – retorquiu-lhe em tom veemente – em cu de panascas como este é piça nua sem direito a lubrificante. Quero ouvi-lo gemer mais do que gemeu quando apanhou com o chicote. O sujeito aguentou-se bem a enrabar-me, muito mais do que eu me aguentaria sem me vir sendo punheteado. Suas bolas batiam-me na entrada do cu enquanto durante mais de um quarto de hora sua pica ia entrando e saindo dele com uma velocidade estonteante e fazendo-me, na verdade, doer mais do que quando me chicoteara. Quando sentiu que se estava vindo, tirou o cacete fora e derramou seu leite pegajoso e quente na minha barriga Meu pau melado estava completamente murcho por acção das palmadas, e minha carcereira disse que era assim que queria que ele estivesse sempre, em especial quando alguém me estivesse indo ao cu ou quando ela me estivesse tocando ao bicho. - Ainda vais ser muitas vezes enrabado esta noite, e amanhã todo o dia – avisou-me ela – Teu cuzinho que eu mandei inaugurar vai-me render um bom dinheiro neste dia feriado que agora começa. Vais provar muitos caralhos e asseguro-te que são todos limpinhos e para além disso nenhum deles se virá dentro do teu cu. Mas vou tratar de me assegurar que a tua pila não vai voltar a subir, durante as enrabadelas. Uma nova experiência começara para mim nessa noite. Segurando com uma mão minha pila na direcção do baixo ventre como se me fosse castrar os bagos começou a derramar nela com a outra, pingos de cera de uma das vela de parafina que arrancou de um dos castiçais. O Hércules que acabara de me violar decidiu ajudá-la e pegou noutra vela. O líquido quente ardia-me ao tocar-me no pau, mas ainda mais desagradável era quando me escorria para os tomates e lhes queimava a pele sensível, ou quando me chamuscava os pentelhos até os tornar cinza. A duas velas extinguiram-se e logo outras duas as substituíram, e outras até eu sentir meu caralho inteiramente em fogo, e completamente afogado numa camada espessa e quente de um manto de parafina, começando junto aos tomates e soterrando-lhe até a cabeça da glande, como um cinto de castidade. - Pronto – comentou no final – agora estás exactamente como um panasca como tu deve estar, pronto a servir os meus clientes sem outro órgão de prazer que não seja o cu. E por mais tesão que o teu pau sinta, nunca conseguirá libertar-se dessa camada de cera. Tudo o que minha carcereira prometeu cumpriu. Foram 30 e tal horas, até à madrugada do dia seguinte ao feriado, em que permanecia com minha pila esmagada sobre um manto de cera derretida, sem comer, alumiado apenas pelas luzes das vela dispostas em círculo oferecendo a quem entrava a visão do meu cu prostituído e do sémen derramado sobre mim, apanhando no cu com intervalos de hora a hora, sem comer, sem dormir, sem beber senão o leite prometido dos homens que queriam vir-se na minha boca. E que tesão me davam as massagens prostáticas que os caralhos mais avantajados me proporcionavam, ainda que o meu esmagado sobre a capa da parafina consistente não fosse capaz de erguer-se. Na manhã do dia seguinte ao feriado, fui desamarrado, tomei banho, completamente dorido e sem me conseguir pôr de pé, como acontece sempre nos dias posteriores a um feriado, um final de semana, ou um período de férias. Minha carcereira conduziu-me ao local de partida e eu nem forças tinha para tocar uma punheta como tanto me apetecia. Queria dormir mas estava na hora de comparecer no escritório. Já estava a ouvir os comentários dos meus colegas homens: - Pelo estado em que sempre vens não há aqui ninguém que não te inveje. Diz-nos lá, o que te faz ela que te põe nesse estado? E melhor do que isso, quem é ela? Quem é ela não sei. Mas sei que nem todos os homens apreciariam a sua companhia. Agradeço ao Destino ser um dos poucos escolhidos para o apreciar.