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Uma Tarde Inesquecível

O que havia começado como um sábado monótono, terminaria como uma mistura de êxtase e delírios. Estava lavando a louça do almoço (um prato e um copo), quando fui surpreendido com o toque do interfone. Ao atender fiquei mais surpreso ainda, era Caroline, a nova vizinha. Convidei-a a entrar e ficamos conversando, enquanto eu terminava de lavar a louça. - Vamos até meu apartamento, disse Caroline, estou com um problema no televisor e gostaria que você desse uma olhada. Concordei imediatamente, fui até meu quarto, coloquei um abrigo, tênis e uma camiseta e, rumo ao apartamento da Caroline. Lá chegando, fui apresentado à Angelita, amiga de Caroline, que me olhou dos pés a cabeça com ar de superioridade e indiferença. Fui logo até o televisor e constatei que a antena estava desconectada, logo a consertei. Olhei para Angelita e comentei: - Era só o fio da antena que estava desconectado. Para minha surpresa, sem me olhar e com indiferença, simplesmente falou: - Ah é! Caroline que havia ido até a cozinha, voltou com uma bandeja, onde tinha três xícaras, um bule e um açucareiro. Ela serviu cafezinho, eu pedi licença e fui até o banheiro. Estava fazendo minhas necessidades, quando ouvi Angelita comentar com Caroline: - Ele daria um belo e submisso escravo. Eu o quero de joelhos perante mim. Caroline dê um jeito. Essas palavras fizeram um frio correr minha espinha, nunca havia sentido algo parecido, afinal, eu sempre tive a curiosidade de passar por uma sessão de S&M. Despedi-me das duas e fui para casa. Lá chegando deitei no sofá da sala e adormeci. Acordei com o interfone tocando, olhei para o relógio eram 19:30 hs. Atendi, era Caroline, conivdando-me para jantar, aceitei e disse que iria tomar um banho e, combinamos de nos encontrar às 20:00 horas em frente ao prédio. Ao chegar no local marcado, Caroline estava me esperando junto com Angelita. Perguntei aonde iríamos, sem me responder, fizeram com eu entrasse no carro vermelho de Angelita, um Gol 2001, sentei atrás. Após alguns minutos rodando pela cidade, Caroline propôs uma brincadeira, eu seria vendado e deveria tentar adivinhar para onde estaríamos indo. Topei, afinal de contas era uma coisa nova para mim. Assim sendo, fui vendado, rodamos mais ou menos uma meia hora e finalmente Angelita parou o carro e disse: - Caroline, tire-o do carro e o prepare. Senti a mão quente de Caroline pegar em meu braço, sem tirar minha venda, e me conduzir para um local qualquer. - Vou tirar tua venda. Para a brincadeira dar certo, só abra os olhos quando eu mandar ok? Disse Caroline. Concordei. Senti a venda sair de meus olhos, e, como tínhamos combinado permaneci de olhos fechados. Ouvi a porta se fechar e Caroline gritar do outro lado da sala: - Pode abrir os olhos! Ao abri-los, estava em um quarto totalmente vazio, sem janelas. Fui até a porta, e percebi que não havia maçaneta para o lado de dentro, encostei meu ouvido e ouvi Angelita conversar com Caroline, porém não conseguia entender o que estavam falando. Sentei no chão e aguardei ali por mais ou menos vinte minutos, foi quando a porta se abriu, era Caroline. Estava vestida com um espartilho em couro preto, luvas pretas, bota com canos até as coxas e calcinha vermelha. Fiquei espantado, ela, porém me olhou e disse: - Vamos brincar de patroa e escravos. A partir de agora, trate Angelita como Madame Angelita. Tire sua roupa e vista esta toga, assim que estiver pronto bata três vezes na porta que eu virei buscá-lo, ordenou ela. Jogou para mim uma toga branca, que mais parecia um lençol com um furo para colocar a cabeça. Entrei na ``brincadeira´´, tirei toda minha roupa e vesti a toga e bati na porta como ela me havia ordenado. Caroline entrou, pegou-me pelo braço e levou-me até a sala ao lado, na qual, nos aguardava Angelita, vestida com um tomara que caia de couro, luvas com cano longo, calça de couro preta e sapatos com salto alto, em sua mão direita, um chicote com tiras de couro. Na parede, um enorme X de madeira. Angelita olhou para Caroline apontou para a parede sem nada dizer. - Sim senhora imediatamente Madame Angelita. Foi a resposta de Caroline. Fui levado até o ``X´´ e meus pulsos foram amarrados na parte superior, minhas pernas foram abertas e amarradas na parte inferior do X, completamente imobilizado, Caroline, ajoelhou-se em frente a Angelita e baixou a cabeça. - Prepare-o para mim, ordenou Angelita. - Sim senhora imediatamente Madame Angelita, respondeu Caroline. Veio até mim e, com um único golpe, rasgou a toga que eu estava vestindo, deixando meu corpo nu a mostra. Angelita chegou até mim, dando uma palmada que deixou minhas nádegas amortecidas, e disse: - Vou te colocar no teu lugar e te ensinar a não dirigir a palavra a mim sem respeito como fizestes no apartamento da Caroline hoje à tarde. - Eu não..., tentei argumentar, fui interrompido com um grito de Angelita que disse: - Só fale comigo quando eu ordenar, tua bunda vai ficar roxa, tu vais conhecer meu chicote e não te atrevas a gritar, que cada grito serão cinco chicotadas a mais que vais receber. E começou a tortura, a cada chicotada, minha bunda ia ficando cada vez mais vermelha, a dor era intensa, entretanto eu não gritava para não levar mais chicotadas. De repente os golpes de chicote pararam. Angelita disse: - Caroline termine o serviço e venha me dar banho. - Sim senhora imediatamente Madame Angelita, respondeu Caroline. Senti as mãos de Caroline tocar minhas nádegas, estava tão exausto que não conseguia sequer olhar para trás, foi quando senti, Caroline passando um gel em meu ânus e logo em seguida, uma sensação desagradável, gemi com a dor de um vibrador penetrando meu ânus. Caroline fazia um vai e vem frenético que durou aproximadamente meia hora, deixando meu cú ardido e sangrando. Após duas horas, Caroline veio me desamarrar, e me ofereceu o banheiro de Angelita para que eu tomasse um banho e me recuperasse, foi o que fiz. Deste dia em diante foram dois longos anos de servidão e chicoteamentos que deixaram minha bunda ``calejada´´, até o dia em que Angelita e Caroline mudaram-se para a Capital do estado. De lá pra cá estou a procura de rainhas dominadoras, pois estou com saudades das chicotadas. Meu e-mail: