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Quando ele enfim entrou no carro, fechou a porta e ligou a chave para sair, deu um suspiro de contentamento... Olhou no retrovisor e deu um leve sorriso. Sua testa estava repleta de gotículas de suor e a face vermelha como um tomate. Há poucos instantes ele quase derreteu de vergonha quando a babá chamou da sacada e disse: “O Senhor está esquecendo esta mala preta...” Ele engoliu em seco. Havia saído com tanta pressa que a esqueceu sobre a mesa. Voltou, pegou a mala e agora finalmente se encaminhava para o que seria um longo dia, com toda certeza... Chegando ao trabalho, não relaxava, cada passo seu era tenso. Tinha a nítida impressão que todos olhavam pra ele, mas não... Ele sempre foi invisível, imperceptível no meio daquela repartição. Nada era diferente. E o que sempre foi motivo de martírio, a indiferença de todos à sua volta, neste momento era um grande alívio. Quando chegou à sua mesa, deu um suspiro aliviado. Até o momento, só ele sabia que por baixo do terno vestia meias de seda 7/8, cinta liga e calcinha de renda preta. A situação era humilhantemente erótica e ao mesmo tempo em que ele estava realmente preocupado com “o que os outros poderiam pensar” estava também completamente excitado com a situação. Era quase impossível segurar a ereção, cada movimento mínimo seu, era como uma carícia da renda em seu corpo. Cuidadosamente ele guardou a mala no armário atrás dele e trancou com a chave. Deu um meio sorriso ao imaginar seu conteúdo. Lembrou do susto e da excitação na tarde anterior ao receber as instruções para a nova sessão com a sua Senhora e então tirou do bolso o envelope que recebeu no fim do dia, com o brasão da sua Senhora Anna. Meu escravo. Conforme previamente combinado teremos nossa sessão mensal amanhã. Será a décima segunda sessão. Se olhar no calendário, verá que faz exatamente um ano que te encontrei como um bichinho assustado e sem Dona naquele trânsito absurdo e infernal e te dei a chance de ser algo mais que uma coisinha sem função na vida. Dei-te a oportunidade de ser “Meu escravo”. Quero para amanhã preparativos especiais, por isso você tem que providenciar hoje determinadas coisas. São elas: - Meias de seda preta, com renda na borda. - Cinta liga preta. - Calcinha de renda preta. - Scarpin preto, salto 12cm, tamanho 41. - Combinação de seda preta. - Peruca de corte chanel e franja. Você terá que pela manhã, ao se preparar para o trabalho, vestir por baixo as meias, a cinta liga e a calcinha. O resto do material deve trazer em uma mala. Esteja devidamente barbeado. No horário de sempre, deve chegar ao casarão da Rua Paraíso 421. Você deve esperar na sala até que eu venha ao seu encontro. Esteja preparado para tudo. Não preciso lembrar a você, que deve seguir rigorosamente as minhas instruções. Sem possibilidade de negociação. Se por acaso você quiser desistir, este é o momento. Se não aparecer ao encontro, entenderei que não tem interesse em continuar “Meu escravo”. Senhora Anna Pois bem, um ano... E neste um ano, aprendeu cada dia mais a adorar e admirar sua Senhora. Ela ajudou-o a ser um homem de verdade, as sessões mensais funcionavam muito melhor do que anos de terapia. Curiosamente, foi se entregando à sua Senhora, que ele se sentiu mais livre e forte no mundo “normal”. As sessões eram verdadeiras catarses, ele voltava para a sua casa leve e livre. Inicialmente ainda sentia alguma culpa quanto à sua esposa e filhos, mas depois, não mais. Canalizou todas as suas inibições e frustrações de uma vida chata e sem sentido, para aqueles momentos que se entregava completamente àquela bela Senhora. Aquele dia pareceu interminável. Quando enfim, já estava de saída, sua esposa telefonou e pediu que passasse no super mercado. Ele lembrou a ela que era dia do futebol, com um pouco de sentimento de culpa por estar mentindo, e ela disse que havia esquecido, mas não tinha problema, afinal desde que ele passou a jogar futebol com os amigos ficou muito mais feliz... Mandou um beijo e desligou. Ele deu um suspiro e pensou no quanto a amava, mas também no quanto ele “necessitava” da sua Senhora Anna. Mentir pra sua esposa, omitir da sua esposa a verdade era um ato de amor, ele concluiu não muito certo do seu pensamento, mas... Quando finalmente chegou ao casarão da Rua Paraíso, percebeu que o carro da sua Senhora já estava estacionado, havia também um outro carro, o que lhe causou certa apreensão. Era a primeira vez que haveria outras pessoas presentes. Por um momento lembrou das palavras da sua Senhora na carta: “Sem possibilidade de negociação. Se por acaso você quiser desistir, este é o momento”. Sentiu um frio na barriga... Ao mesmo tempo uma excitação extrema. Era capaz de confiar àquela mulher a sua própria vida. Ao entrar naquele casarão seria o momento, estaria atestando para ela este Domínio. A encheria de honra diante dos seus convidados. E neste momento, tudo o que passou nas mãos da sua Senhora, faria um enorme sentido, pois ele, que sempre foi “um nada” na vida, teria enfim a oportunidade de mostrar que hoje era o “seu escravo”. A porta estava entreaberta e ele, conforme o combinado, sentou na sala à sua espera. Suas mãos suavam e tremiam. Por intermináveis 40 minutos ele ficou ali, ansioso e à espera de sua Senhora, como ela havia determinado. Foi então que ele ouviu passos, era Ela! Maravilhosa como sempre, seus cabelos impecavelmente penteados, presos num rabo de cavalo. Vestia um belíssimo vestido de seda, vermelho, quase uma combinação. Ela ficava maravilhosa de vermelho... Caía leve e solto por seu corpo bonito, fazendo contraste com a pele branca. Nos pés, um belíssimo scarpin da cor do vestido, com bico finíssimo e salto agulha com um detalhe de metal prateado. Ele ficaria ali, horas admirando sua Senhora, mas ela como sempre direta, retirou-o do seu transe. “Como vai?” Ela disse com sua voz sempre suave e firme. “Muito bem, Senhora Anna” Ele respondeu educadamente se levantando enquanto ela se aproximava. “Whisky?” Perguntou ela, enquanto se dirigia para o bar no canto da sala. “Sim Senhora Anna, por favor” Respondeu ele, lembrando que curiosamente, ao longo daquele ano, em todas as sessões pelas quais havia se submetido, o primeiro contato entre eles era sempre cordial. Eles conversavam sobre assuntos corriqueiros, política, economia... Evitavam o assunto família apenas. Todo o resto era permitido. Como sempre, sem explicações, ela levantou e perguntou: “Seguiu minhas orientações e providenciou o que pedi?” Ele levantou pegou a mala preta e disse: “Sim, Senhora Anna” Ela deu um meio sorriso e completou, “Vamos para o quarto, quero checar minuciosamente o material”. Ele estava apreensivo, afinal, ela nada comentou sobre outras pessoas, mas o carro lá fora era uma evidência que não estavam sozinhos. Chegando ao quarto, ela se recostou na cama e disse apenas: “Tire a roupa! Quero que você fique na frente do espelho, para que eu daqui possa ter uma visão privilegiada desta ceninha ridícula. Não vejo a hora de ver essa bundinha cabeluda na calcinha de renda”. Sentiu seu rosto queimar, ela tinha esse dom. De deixá-lo excitado e humilhado. Evitava olhá-la nos olhos, ela se divertia com a cena, zombava... Ele tirou peça por peça, começando tirando os sapatos, depois o paletó, gravata, camisa, quando enfim desabotoou o cinto e começou a abaixar as calças, Ela deu uma sonora e deliciosa gargalhada. “E não é que este escravinho pervertido está em ereção?!” Ele realmente não conseguia conter, a humilhação era grande, estar diante daquela mulher usando calcinha, cinta liga e meias... Ela então levantou e se aproximou. Parou à sua frente e encaixou seu corpo no dele. Ele percebeu que ela não usava calcinha. Fechou os olhos e respirou fundo o perfume da sua Senhora, fazendo o impossível para se conter. Ela sorriu e falou em seu ouvido enquanto com as duas mãos acariciava a sua bunda. “Hummmm, que delícia de bundinha nessa calcinha” E ele sentiu que “latejava” encostado ao corpo dela... Nesse momento, Ela mais uma vez se afastou e voltou pra cama. “Quero agora o serviço completo. Meu escravinho hoje será uma escravinha. Quero que se vista agora!” E ele prontamente obedeceu: “Sim, Senhora Anna”. Vestiu a combinação preta morrendo de vergonha, pois além de sentir-se ridículo, sua ereção fazia volume sob a seda, e ela não parava de zombar do fato. Calçou os scarpins e sequer conseguia parar sobre eles, ela se contorcia de tanto rir. Quando ele finalmente pegou a peruca, ela percebeu sua total falta de jeito. Apesar de usar o cabelo curto ele não conseguia de jeito nenhum acertar a peruca em sua cabeça. Nesse momento Ela levantou e arrumou a peruca na cabeça dele dizendo: “Quero minha escravinha linda... Hoje é um dia especial”, passou nele pó compacto, batom, sombra... Esfregando seu corpo no dele e falando obscenidades em seu ouvido, penteou a peruca e fez uma pinta perto da boca com o lápis de olho. “Parece uma putinha de bordel dos anos 20”. Nesse momento, ele ouviu que batiam à porta do quarto. “Pode entrar!” Ela disse. Então, entrou uma mulher baixinha, de formas arredondadas, cabelos vermelhos bem curtos, olhos expressivos, aparentando uns 45 anos. Vestia um corselet preto de vinil, cheio de zíperes e detalhes prateados. Saia longa e sandália de saltos altíssimos e plataformas, uma Senhora tão linda como a sua Senhora Anna, apesar da diferença de altura. Ela então pegou a estranha pela mão e guiou-a até perto dele que permanecia imóvel observando a cena. “O que acha da minha escravinha, amiga? Chegou a mim, como uma menininha assustada... Nem seu nome sabia, coitadinha...” “Uma mocinha sem nome??? Temos que dar um nome pra ela, querida...” Disse a outra Senhora com uma voz ainda mais firme que a da sua Senhora Anna. Sua voz lembrava a de uma antiga diretora da escola primária, ele lembrou que em seus tempos de moleque, sempre tremeu somente em imaginar poder um dia ser repreendido por ela... Era uma mulher linda, mas que diziam ser muito má. Contavam estórias que ela era capaz de deixar as crianças horas e horas no castigo. Neste momento, as gargalhadas das duas inventando nomes pra ele, trouxe-o de volta à realidade. “O que você acha de Fifi, minha linda? Fica meio cadelinha francesa, não é mesmo?!” disse a amiga da Senhora Anna. Elas se divertiam muito com os possíveis nomes, enquanto ele apenas aguardava a próxima ordem. Não era mais que uma marionete delas, e aquilo simplesmente fascinava-o... Como num estalo, ele se deu conta que estava vivendo a maior fantasia que um homem pode imaginar, estar com duas mulheres. E ele, um submisso, teria a honra de servir a duas senhoras. Era realmente inacreditável. Estava realmente excitado e tal pensamento levou-o a uma ereção incrível, “sentia-o” latejar sob a calcinha de renda, suava, suas faces estavam quentes. Foi então que sentiu um tapa estalar em sua face, era a sua Senhora Anna. “Preste atenção, Fifi! Por acaso não ouviu a ordem de Madame Sofie?” E ele estava realmente tão envolvido em seus pensamentos, que não ouviu e abaixou a cabeça com vergonha, dizendo: “Pode me castigar minha Senhora, eu mereço um castigo por ser tão relapso...” “Hummmmm...” Ela disse caminhando lentamente à volta dele. “Acho que já que a desobediência foi com Madame Sofie, nada mais justo que ela lhe aplique o castigo. O que acha Sofie?” Sua Senhora falou sorrindo para a amiga. Madame Sofie então se aproximou dele, muito mais alto que ela, que apesar dos saltos não passava de 1.65 de altura, enquanto ele, além dos 1.80 de altura, tentava ainda se equilibrar heroicamente no salto 12cm. “De joelhos, Fifi!” Ela disse enérgica e ele prontamente obedeceu, era uma sensação inenarrável estar submisso a uma mulher tão pequenina em relação a ele. Madame então continuou: “Agora de quatro!” Sempre com aquela firmeza de quem sequer cogita não ser obedecida. E ele mais uma vez cumpriu a ordem! A amiga de sua Senhora então, caminhou lentamente ao redor dele. Ele só podia ver seus pés e um pedaço das pernas, já que ele estava com o rosto voltado para o chão.Percebeu que ela parou atrás dele e começou a acariciar seu traseiro, puxando a calcinha bem pra dentro, como um “fio dental”. Debochava dele com a sua Senhora, dizendo: “Que escravinha relaxada você tem amiga, uma “putinha” bem rameira, sequer depila a bundinha... Merece um bom castigo por ser tão “porca”!” Sentiu que ela se afastava dele um pouco, mas logo voltou e ele pôde sentir uma pancada seca em seu traseiro, e após um ano de sessões com a sua Senhora, era capaz de reconhecer o instrumento usado, era uma tábua de carne, ele já havia apanhado outras vezes com ela e até suportava bem a dor, mas a amiga de sua Senhora tinha a mão bem “pesada” e na primeira pancada ele deu um grito. Ouviu então a risada das duas... “Mas que escravinha delicada essa hein amiga, sequer agüenta um castigo bobo deste...” E continuou, exigindo que ele contasse em voz alta: “Conta Fifi, conta que eu quero ouvir... Veremos se agora você presta atenção às minhas ordens!” E ele contava em voz alta a cada pancada dada. Sua senhora então se aproximou da amiga dizendo: “Use este novo chicote, é maravilhoso e como o cabo é acolchoado não marca a sua mão, Sofie”. E assim ela fez, ele chegava a suar, mas apesar de estar já com o traseiro ardido de tanta pancada, agüentava firme, já que era uma honra mostrar para a amiga da sua Dona, o quanto ele era resistente. Cada chicotada ardia, ao mesmo tempo em que acendia um fogo dentro dele. Aquilo o excitava tanto, mas tanto que ele era incapaz de descrever a sensação. Foi então que viu um flash, era sua senhora registrando cada momento da tortura com fotos... Veio um pensamento em sua mente. “Quanta humilhação, ser fotografado de quatro, vestido de mulher e apanhando de uma”. Pensou também no perigo caso aquelas fotos caíssem em mãos erradas e chegou a cogitar pedir que a sua Dona parasse, mas... Veio à mente o quanto confiava naquela mulher, no quão cúmplices eles eram, desde o primeiro dia, desde o primeiro segredo. Lembrou do quanto eles já viveram momentos e aquele momento em especial, estava sendo excepcionalmente maravilhoso. Podia mostrar para a amiga da sua Senhora o quanto ele era obediente e subserviente a ela. Durante horas elas fizeram todo o tipo de torturas com ele, e ele extasiado obedecia. Lambeu as solas da sua Senhora e da amiga deitado no chão, sentia os pés delas pousados em seu corpo, como um capacho. Elas estavam confortavelmente sentadas no sofá e conversando animadamente. Como se ele não existisse. E aquilo o excitava profundamente sentia que cada vez mais latejava dentro da calcinha, duríssimo. De vez em quando elas zombavam por estar duro, e passavam ao acaso as solas nele. Era um êxtase. E determinado momento, quando elas perceberam que ele estava muito, muito excitado. Elas se entreolharam e se digiram para a cama. Sentaram à beirada dela e ele ouviu sua Senhora dizer: “Fifi, venha aqui, mas venha de quatro como a minha cadelinha francesa”. E ele logicamente obedeceu. Ela então, abriu a gaveta da mesa de cabeceira e tirou uma coleirinha de strass, havia nela uma medalhinha prateada com as iniciais {SA} gravadas. Ela então mostrou para Madame Sofie, que comentou a beleza da peça. Ele continuou de quatro à sua frente, como uma cadelinha mesmo e sua Senhora neste momento se aproximou dele e colocou-a em seu pescoço, atando também uma corrente prata à coleira. “Feliz aniversário, minha cadelinha...” Ela disse docemente em seu ouvido. Ele estava emocionado... Trocaram olhares e pôde perceber que ela também estava. Sua Senhora lhe deu um sorriso, levantou e prendeu a corrente ao pé da cama. Ele não tinha como ficar de pé, a corrente não era muito longa e ele percebeu que ela o desejava ali, de quatro. A sua cadelinha Fifi. Ela então se afastou dele e mais uma vez se aproximou da amiga. Ajoelharam-se sobre a cama e começaram a se beijar diante dele, cada beijo que sua Senhora dava em sua amiga, ela lançava um olhar pra ele. Cada carícia, cada toque, cada suspiro, elas se amavam sem a menor necessidade de um homem. Sem nenhuma necessidade “dele”. Aquela era a maior humilhação pela qual já havia passado, ver duas mulheres, uma delas a sua Dona, se acariciando e beijando diante dele, vestido como uma “prostituta de bordel dos anos vinte”, como sua própria Senhora havia dito. E como se não bastasse estava amarrado ao pé da cama, atado por uma corrente e coleira. A verdadeira “cadelinha Fifi”. A cena que vivia era talvez a mais vergonhosa, mas também a mais excitante da sua vida. E ele sentiu que não demoraria muito o seu orgasmo, apesar de sequer estar se tocando. É claro que em um ano, já experimentara tantos orgasmos inusitados, que se acontecesse, seria até admissível, mas... Subia um fogo pelo seu corpo!!!! Nesse momento sua Senhora levantou da cama e soltou-o da corrente. Recostou nos travesseiros abriu bem as pernas e disse: “Vem brincar também, Fifi... É uma brincadeira entre amigas, vem...” e ele subiu pela primeira vez na cama da sua Senhora e foi sedento para as suas pernas entreabertas, chegando a esquecer por um minuto de Madame Sofie. Ele sabia como agradá-la, já conhecia sua vontade, se pôs de joelhos diante dela e abaixou para saciá-la. Sentiu então uma mão lambuzada de algo gelado acariciar o seu orifício anal. Ele olhou para trás assustado, era madame Sofie, com o olhar mais safado e um sorriso nos lábios, tinha a mão calçada em uma luva cirúrgica e os dedos besuntados de lubrificante e disse apenas: “Você não quer?” Ele voltou o olhar imediatamente para a sua Senhora Anna, que o olhava com desejo e disse com doçura: “Solte-se, minha linda! O máximo que pode acontecer é você gostar, podemos parar quando quiser... Mas eu estou muito, muito excitada com essa visão maravilhosa.” Ele respirou fundo, deu um suspiro e disse para Madame Sofie: “Estou ao seu dispor Madame...” E ao dizer isso a sua Senhora sorriu, levantou o seu rosto, beijou sua face e acaricio-o... “Continue, minha cadelinha... Suas lambidinhas estão deliciosas!” E assim ele fez. Enquanto ele dava prazer à sua Senhora, Madame Sofie afastou a calcinha de renda para o lado e introduziu delicadamente um dedo, depois dois, três... Como estavam devidamente lubrificados e ele completamente excitado com a situação, o que a princípio pareceu a maior violação da sua vida, foi se transformando em grande prazer, ela movia os dedos dentro dele que rebolava, sem tirar a boca da sua Senhora, que neste exato momento teve um orgasmo e ele sentiu o seu suco quente em sua boca. E com grande prazer sorveu cada gota enquanto ela se deliciava em espasmos de prazer, até acalmar enfim... Sua Senhora então, estendeu a mão para uma mala na cabeceira e pegou um cinto de couro preto com um pênis de borracha acoplado, ele só havia visto isso nos filminhos que pegava na Internet, era para a chamada “inversão de papéis”. Seus olhos se arregalaram de medo e ele suava de tanta ansiedade, não sabia até que ponto podia agüentar tanta humilhação, era a sua masculinidade em jogo. Mais uma vez, teve vontade de pedir que parassem, no entanto, servir àquela mulher naquele momento, fosse como fosse, era a única coisa que importava. E neste momento, enquanto ajustava o cinto ao seu corpo, ela pediu que ele deitasse com a barriga para cima, e disse olhando para Madame Sofie: “Querida amiga, seria uma honra você aceitar que a minha escravinha também te dê prazer...” Madame Sofie sorriu e levantou a saia, também estava sem calcinha, ele pôde ver seus pêlos também ruivos como os seus cabelos, ela então se posicionou sobre ele, abriu as pernas e sentou sobre a sua face, chegando quase a sufocá-lo um pouco, riu alto da brincadeira e enfim se colocou de modo que ele pudesse explorá-la com a boca. Era uma mulher também deliciosa, seu cheiro de fêmea inebriava. Sua Senhora colocou a mão “nele”, que estava cada vez mais duro, colocou uma camisinha, no pênis de borracha, passou mais lubrificante e, ao mesmo tempo em que o masturbava com a mão, ia também gentilmente invadindo-o. Seu corpo agora mais relaxado, não oferecia grande resistência. Era incômodo, mas prazeroso. Ela era cuidadosa, mas a dor que inicialmente era insuportável, aos poucos se transformava em prazer. Com a boca servia Madame Sofie, que rebolava em sua face de tanto prazer. Ao mesmo tempo em que era também masturbado e penetrado por sua Senhora Anna. Madame Sofie aproximou-se então da sua Senhora e trocou mais um beijo enquanto acariciava-lhe o seio. Ela não parava de rebolar em sua face, enquanto a sua senhora o cavalgava e masturbava freneticamente. A cena era surreal e as sensações extremas. Nesse momento, percebendo que ele não agüentaria muito tempo mais, sua Senhora ordenou enérgica, que “agora sim, a sua “cadelinha” poderia gozar”. E não agüentando mais ele explodiu em um gozo forte e intenso. Seu gemido foi alto, abafado por estar entre as pernas de Madame Sofie, e coincidindo com uma estocada mais profunda da sua senhora. Por um instante não sabia mais “quem” ele era, ou “o que” ele era. Sentia como se as três pessoas naquela cama fossem apenas “uma” tamanha a força e a intensidade daquele orgasmo grupal. Madame Sofie se afastou um pouco, com as pernas ainda trêmulas do recém orgasmo. E sua Senhora ainda ofegante esperou o seu orgasmo acalmar, o que parecia não ter fim, para enfim retirar-se dele. Deitaram então na cama. Ficaram os três abraçados, exaustos... Cada um com um sorriso nos lábios. Sua Senhora enroscava os dedos nos pêlos do peito dele. Quem olhasse de longe veria três mulheres em uma cama... É claro que uma delas tinha pênis, mas... Dentro daquela fantasia, ele foi a “cadelinha Fifi” de Madame Sofie e sua Senhora Anna. Pôde viver a fantasia maior como homem e submisso. Servir e estar com duas mulheres em uma cama. “Ou seriam três?” Ele pensou sorrindo...