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A Escrava Grega

Sou o encarregado dos escravos e das escravas do palácio do Imperador. Estou tendo um breve momento de descanso após ter tratado de vários assuntos com os representantes do Imperador. Trabalho, trabalho, trabalho... Minha vida é só trabalho. Meu serviço consiste em designar escravos e escravas para os mais diversos serviços. Campo, plantações, colheita, caça, pesca, obras, serviços caseiros... Tudo o que requer escravos passa por minhas mãos. Serviços de limpeza, alimentação, manter saciada a Corte e o Imperador... Trabalho é o que não falta em Roma. Mas também existem as festas do Imperador. Belas escravas, cortesãs, convidados, senadores, gladiadores, escravas... Muita comida... Orgias... Essa é a Corte de Roma. Estava quieto, imerso em meus pensamentos, quando entra correndo o meu jovem ajudante. - Senhor, chegou aquele lote de 40 escravas que estávamos esperando... - Qual a avaliação inicial meu caro? São bonitas? Estão todas em boas condições? - Diria que a maioria está aceitável, com os devidos cuidados elas podem ser enviadas ao palácio do Imperador conforme o contratado, mas tem meia dúzia delas que são bem feinhas, estão maltratadas, bem abaixo do padrão para o Palácio do Imperador... Não sei o que vamos fazer... - Maldito mercador egípcio, sempre tentando nos empurrar seu refugo rejeitada. Será que ele pensa que somos cegos? - Podemos destiná-las para as casas de prostitutas ou revendê-las... - Tudo bem... Deixo essa tarefa com você... Mas antes disso, me diga, tem alguma do meu tipo? - Tem uma perfeita para ser sua, meu Senhor... Morena, belo rosto, corpo bonito... Está um pouco maltratada, mas tem belos pés, usa belas sandálias gregas como o Senhor gosta e o corpo está sem marcas, enfim uma escrava perfeita para o Senhor aplicar para umas boas chibatadas... - Gostei de ouvir isso meu amigo. Vou examiná-la de perto, estão presas todas juntas no pátio? Como ela está? - A escrava está usando trajes gregos... Melhor dizendo, ela está praticamente nua, as suas roupas estão em farrapos, mas tem olhos verdes belíssimos, o Senhor não terá dificuldade em localizá-la no meio das outras escravas... - Está ficando eficiente hein, meu ajudante? Gostei da sua iniciativa, continue trabalhando assim e você será bem recompensado, providenciarei uma escrava para você também... Você gosta das negras não é mesmo? - Sim, obrigado Mestre... - Bem, vou dar uma olhada nesta beleza então, sabe de que região ela veio? Ela entende nosso idioma? - Pela cor da pele diria que ela vem de regiões bem ensolaradas... Grécia talvez Mestre, pois ela está usando sandálias típicas das gregas. Creio que ela é bem viajada, pois entende perfeitamente nosso idioma, mas recusou-se a dizer a me dizer seu nome. - Huumm, recusou-se hein? Isso é bom sinal... Gosto de escravas rebeldes. Tenho bons meios para fazê-la falar... Pego um chicote de couro trançado bem escuro, curtido, um pouco mais longo e pesado que os demais e levo na mão só para impressionar as escravas... Gosto de assustá-las dando uma boa estalada com o chicote no chão logo que entro no pátio... Mas não posso dar uma chicotada em uma escrava com um chicote pesado desses porque deixaria uma marca em seu corpo ... Eu já fui escravo também e até hoje tenho as costas marcadas pelo açoite dos romanos, sei o que é isso. Pobre de mim se enviar escravas com a pele marcada para o Palácio do Imperador. O açoite para as minhas escravas é bem mais leve, apenas para discipliná-las. Com o chicote longo na mão e o açoite de tiras na cintura, dirijo-me ao pátio onde estão as escravas recém compradas... Entro e observo. Estão todas acorrentadas lado a lado. Estão bem quietas, algumas cabisbaixas, apenas uma mais atrevida me encara. Estalo o chicote no chão bem ao lado dessa escrava insolente, com toda a força. Para quem nunca ouviu de perto, o estalo deste chicote é mesmo de assustar. Todas se encolhem, mesmo a mais valente, todas sem exceção tremem de medo, uma até começa a chorar. Este truque é infalível. Negras, louras, morenas, brancas, guerreiras ou caseiras... Quando o chicote estala e arranca a poeira do chão, nenhuma se faz de besta... Todas ficam quietinhas no seu lugar. - Vocês estão aqui para servir ao Imperador de Roma! Todas vocês agora são escravas do Imperador... Não importa se vocês eram esposas, cortesãs, amantes, ricas, pobres, prostitutas ou mesmo rainhas da região de onde vieram... Vocês agora são escravas de Roma e ponto final! Alguém tem alguma dúvida sobre isso? Todas mantém-se quietas e cabisbaixas, a maioria não ousa sequer erguer os olhos. Elas olham apenas para as minhas sandálias ou para os seus próprios pés... - Serão conduzidas pelos guardas ao Palácio do Imperador para os devidos cuidados. Receberão banhos, alimento, roupas dignas e serão instruídas pelas outras escravas do Palácio como devem se comportar daqui por diante e para a festa de hoje à noite. O silêncio continua... - Lembro que a escrava que sair da linha terá um encontro marcado comigo e com o meu chicote... Terei o prazer de acorrentar e açoitar pessoalmente a escrava rebelde naquela pilastra especialmente instalada para o castigo de escravas. Algumas escravas com sangue mais quente ousam me encarar com olhar de fúria. Ninguém me escraviza, eu sou livre, pensam... Resolvo então provocá-las. - Lembro às mais ousadas que em eventuais tentativas de fuga, vocês certamente serão capturadas, pois temos mais de quarenta guardas cercando o Palácio. Lembro também que o prêmio para tentativas de fuga do Palácio do Imperador é o açoite... Mal comportamento receberá vinte chibatadas... Tentativas de fuga, o dobro! Muitas escravas já provaram o gosto do açoite... Meu chicote adora encontrar um belo lombo para castigar! Passo perto da grega que meu ajudante falou... Sei que é ela, pois tem o mais belo rosto grego que eu já vi... Como se não bastasse, vejo que os seus pés são maravilhosos e que estão calçados em belíssimas sandálias gregas. Linda escrava... - Você é grega, escrava? Qual o seu nome? Ela me encara furiosa e reponde... - Não sou escrava! Jamais saberá o meu nome! - Veremos... Como resposta ela cospe em minha face. Que coragem... Não consigo me conter, estou tomado pelo desejo, quero essa grega como minha escrava. Que gata selvagem... Ela tem que ser minha... Tenho que convencê-la que ser minha escrava é melhor que ir para o Palácio do Imperador. - Ah! Rebelde hein? Receberá o que merece... Guardas! Prendam esta escrava na trave agora mesmo! A trave nada mais é que um grosso caibro de madeira na posição horizontal apoiado em dois troncos. A vantagem de prender uma escrava na trave é que ela mal conseguirá apoiar seus pés no chão... A escrava ficará praticamente suspensa recebendo as chibatadas e como estará totalmente exposta, o açoite abraçará seu corpo por inteiro, não somente as costas. A escrava pendurada na trave se cansa mais rapidamente, sua respiração fica ofegante e logo se entrega... Isso inclui pedir perdão e se tornar minha escrava pessoal, única. Servirá só a mim... As escravas mais rebeldes e fujonas são presas na trave pelas mãos e pelos pés também, ficando totalmente arqueadas, indefesas e humilhadas. Todos são convidados para assistir ao castigo de escravas fujonas, o pátio fica cheio. Não é o caso da minha grega, quero suspendê-la na trave pelos pulsos e chicoteá-la gostosamente, somente eu e ela no pátio, vamos ver se ela vai resistir e continuar com a rebeldia... Os guardas a amarram como eu pedi. Começo rasgando suas roupas, com um só puxão ela fica nua diante de mim, apenas de sandálias nos pés... Que belas costas e que bunda maravilhosa ela tem... Começo aplicando a primeira chibatada nas suas costas... Ela se mantém firme, quer se fazer de durona, mas seu corpo é frágil. Ela é bem delicada e feminina. Na segunda chibatada ela já esboça um gemido... Na terceira ela já geme baixinho... Daí por diante vou aumentando a intensidade, os gemidos vão aumentando e seu corpo vai reagindo conforme o esperado, a falta de apoio no chão vai deixando-a cansada e ofegante... Dou a volta e fico de frente para ela. Que prazer observá-la nua... Admiro seu belo corpo nu indefeso, os belos pés dentro de suas sandálias gregas me enchem os olhos... As tirinhas de suas sandálias sobem pelas suas pernas, chegando quase até o joelho. Um obra-prima de escrava, realmente belíssima, muito selvagem e excitante. Agora que estou de frente para ela, meu chicote abraça todo o seu corpo... Cada chicotada é um pouco mais firme que a anterior, chicoteio seu lombo, sua bunda e seus peitos... Ela se treme toda e geme gostoso sob o meu açoite... Que delícia de escrava! Sinto que vou amá-la e castigá-la como nunca fiz com outra escrava... Chegando a umas vinte chibatadas, vejo que ela já está bem cansada, o sol forte e o calor não a ajudam em nada, o suor escorre sob os vergões causados pelo couro do meu chicote em sua pele... Também estou chegando ao limite de meu desejo e excitação, nunca tive tanto prazer assim ao açoitar uma escrava. Mais algumas chicotadas e sinto que ela vai se entregar... Slapt! -Ahn! Slapt! -Ahnn! Slapt! -Ahhnnn! Seguro o chicote com firmeza e dou uma bela chicotada realmente com gosto: Slapt! -Ahhhnnnnn! -Pare... Não agüento mais! Sinto que esta foi a ultima chibatada, pois ela finalmente se entrega e pede arfando: - Pare por favor... Desculpe ter cuspido em seu rosto... Não faço mais isso, perdão meu Senhor... - Ah... Agora a coisa muda de figura... Qual o seu nome? - Naiara... - Ah, pois bem... Naiara, você tinha um destino a seguir... Seria enviada como as outras escravas ao Palácio onde serviria à Roma. Uma vez lá você não teria mais controle sobre a sua vida... Mas como você demonstrou ter personalidade forte e eu gostei de você, estou te dando a opção de ficar aqui comigo e ser minha escrava, você viverá sob minha proteção, ficará sob os meus cuidados e servirá só a mim... Aceita? - E se eu não aceitar? - Cumprirá seu destino como escrava de Roma, quando cansarem de você no Palácio será vendida. Só os deuses sabem para onde você acabará sendo enviada... Não teremos mais controle sobre o destino... - Acho que os deuses querem que eu seja sua escrava... Sei interpretar os sinais... Aceitarei ser sua escrava, meu Senhor... - Garanto que fez uma boa escolha, minha grega... Solto seu corpo cansado e a levo para os meus aposentos... Ficamos juntos a noite toda. Ela é linda, me apaixonei... Na verdade não conquistei apenas mais uma escrava, sinto que fui conquistado por ela e que na verdade eu é que serei seu escravo pelo resto de minha vida.