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Da Iniciação

De Rodrigo por Lira. Tudo começou em Petrópolis quando viajei pra curtir um fim de semana longe da agitação do Rio de Janeiro. Sempre tive curiosidade no mundo sadomasoquista, mas nunca havia mergulhado de cabeça nessa história até conhecer Lira, uma menina linda, Gótica, excêntrica, que numa noite lá pelas tantas da madrugada encontrei, quando ela saia de um bar gótico que existe em Correias. Eu estava sentado no banco de uma praça junto a mais dois colegas moradores do local que logo me deram toda a ficha daquela branquinha de mais ou menos 1,60 de altura e um corpo escultural que sinceramente ainda não tinha visto em outra mulher. Extremamente perfeita, com um par de pernas e um bumbum que sua calça de couro preto não deixou de moldar. Lira era integrante de uma banda de Rock chamada Garou e tocava contra baixo todas as sextas-feiras naquele bar. Mas voltando ao assunto, ela cruzou a praça carregando seu instrumento sem ao menos olhar pra mim, entrou em seu Tempra, rodeou a praça e entrou na rua que dava saída do local. Pensei comigo mesmo que iria ter aquela mulher pra mim. No Domingo voltei pro Rio iniciando minha semana de trabalho angustiado que sexta-feira chegasse. Encunbi um amigo que reservasse a mesa mais próximo possível do palco e assim ele fez. Sexta-feira já estava eu lá quando ela entrou vestida com um vestido tão negro quanto seus cabelos lisos na altura da cintura amarrado em um rabo de cavalo, um par de botas de cano longo que escondiam suas lindas pernas. No meio da noite quando já embriagado com toda sua beleza percebi seus olhos azuis que por um instante olhou pra mim e logo desviou. No final quando todos cumprimentavam a banda aproveitei pra me aproximar e elogiar seu talento. Ela me agradeceu sem dar muita importância com um olhar que penetrou em minha alma e me deixou mais convicto do quanto a queria, do quanto desejava aquele corpo pra mim, explorar cada curva com minha língua. E durante seis meses fiz o mesmo ritual da mesa em frente ao palco sem surtir efeito. Já havia tentado SOS, sinal de fumaça, bati tambor e nada, ela nem me olhava. Quando o segurança já com pena de mim conseguiu o telefone dela na agenda do bar e me deu. Liguei! E ao me identificar explicando quem eu era... tum, tum, tum, a cretina desligou. Resolvi ligar novamente e exigir ao menos um pouco de respeito a um fã de seu trabalho, e foi o que fiz. Ela me ouviu pacientemente, falei que desejava conhecê-la, participar mais de perto, saber do que gostava, então, consegui marcar com ela no mesmo bar que tocava logo após do show. Ela veio andando em minha direção, nem tive tempo de levantar para cumprimentá-la quando ela sentou, cruzou as pernas e olhando em meus olhos dizendo: -Oi, tudo bem? -Tudo! E com você? -Tudo certinho. Então, qual seu nome? -Rodrigo. Lira é seu nome verdadeiro? -É sim! O que você faz Rodrigo? -Moro no Rio há quatro anos, mas sou de Brasília e sou piloto da Aeronáutica. Além da banda você faz outra coisa? -Faço sim, mas não vem ao caso responder essa pergunta pra você agora. -Então, vamos direto ao assunto. Tenho te visto a mais de seis meses e não consigo te tirar da cabeça desde então, quero, preciso ficar com você ao menos uma vez. -Rodrigo, sinto muito, mas não tenho interesse em sair com ninguém no momento, mas se quiser poderemos ser amigos. Foi um balde de aqua fria, o que mais eu poderia fazer pra tê-la pra mim? Só me restou levar essa amizade em diante, e quem sabe um dia ela me note. Mais dois meses se passaram, quando passeando nesses sites góticos encontrei o site da banda Garou com fotos dos integrantes onde minha lindinha estava deliciosamente linda com um olhar vago. Lá continha entre outros fatos toda a trajetória da banda e ainda sua origem, que seria de uma lenda urbana e que todos seus integrantes seriam virgens, mantendo a pureza da alma contra o mal. Fiquei maluco! Não dava pra acreditar. Que coisa louca! Depois dessa descoberta passei a querê-la mais, custasse o que fosse. Na mesma hora telefonei para ela, já tinha intimidade o suficiente pra isso, e pedi para encontrá-la no fim de semana. Na Sexta-feira, na saída do bar de sempre a convidei para irmos a minha casa no Rio com o pretexto de conhecer com ela novos lugares desconhecidos também pra mim. Pra minha surpresa ela aceitou, passamos em seu carro que havia deixado no estacionamento do bar pra pegar sua mochila e fomos em meu carro, vimos o sol nascer na descida da serra que pra ela acho não ter sido muito agradável, já que odeia sol. Chegando em meu apê encomendei um farto café da manha que ela pouco comeu e sentamos no sofá pra conversar. Contei pra ela tudo que li e ela confirmou tudo. -Sou virgem! -Que loucura! Você é linda, está perdendo os melhores anos de sua vida! Não vai continuar tendo 20 anos pra sempre, tem que aproveitar o agora. -Acredito que viver bem não é fazer orgia deliberadamente. Quando o momento chegar largarei tudo e o viverei, mas até agora não encontrei nada mais forte do que meu amor pela banda e pelo que acredito. Tentei então desviar de assunto e a convidei a tomar um banho de piscina. -Não trouxe biquíni e, além disso, não gosto de sol. -Sem problemas! É só eu abrir a cobertura, e você pode usar suas peças íntimas mesmo, não recebo visitas, ninguém vai chegar. -Vou então ao banheiro me trocar. -Ok! Pode usar meu roupão. Te espero lá fora. Quando meus olhos viram a maravilha que se encontrava diante deles não consegui disfarçar a ereção, me atirei na água pra que ela não percebesse. Que pernas! Bumbum todo empinadinho fazendo par perfeito com sua cintura fina. -Vem pra cá! -Tá gelada? -Só um pouco. Quando ela entrou não resisti. -Lira, preciso te beijar, se você não gostar te deixo ir embora e não te procuro nunca mais, mas tem sido uma tortura não ter você. E me interrompendo ela disse: -Pode me beijar. Fui me aproximando dos seus lábios bem devagar, passeei com minha língua neles em movimentos bem lento sentindo aquela boca que foi por tanto tempo desejada e penetrei em sua boca com minha língua senti o gosto de sua saliva quente, nesse momento explodi de tanto desejo queria penetrá-la naquele instante. A abracei com forca e ao mesmo tempo acariciava seus cabelos, senti suas mãos descerem as minhas até sua cintura ouvindo-a dizer: -Quero sair da piscina, me leva pro seu quarto. Saímos juntos e a enrolei em meu roupão, peguei-a em meus braços e levei até meu quarto. Devagar a deitei na cama e abri seu roupão, comecei a beijar sua boca com um beijo molhado, sentindo sua língua passear junto com a minha, ela mordia meus lábios minha língua, soltava sussurros de prazer, beijei seu pescoço, descendo por sua barriguinha linda, branquinha, toda malhadinha, quando senti suas mãos em meu peito em um sinal de pára. Ela se levantou ficando parada em minha frente com carinha de safada e tirando o sutiã. Fiquei de boca aberta vendo aqueles peitinhos durinhos de biquinhos rosados apontados pra mim, eu sentado na beirada da cama não sabia o que fazer quando ela se ajoelhando em minha frente juntou os pulsos e sussurrando disse: -Me amarra! Aquela boquinha vermelha, me pedindo isso, mordendo os lábios, quase gozei naquele instante, meu pau quase rasgando a cueca chegava a doer. -Rodrigo, me amarra! Saí do transe e com a fronha do travesseiro amarrei-a em nó de marinheiro, peguei-a nos braços deitando-a de bruços com os braços esticados pra cima, arranquei aquela calcinha deixando totalmente nu aquele corpo que parecia ser esculpido a mão. Comecei beijando seus pés até chegar naquela bundinha durinha que percorri com minha língua ouvindo seus gemidos. Coloquei-a de quatro e fiquei admirando sua bunda e logo abaixo sua bucetinha rosada toda depilada na parte de baixo e apenas um fio de pêlos na parte de cima. -Me bate! -Que? -Dá tapinhas em meu bumbum, me morde! -Ela me pedia isso baixinho, com voz de anjo. Nasci naquele instante. Comecei a surrar aquela bunda que logo ficou vermelha e caí de boca mordendo sua bunda e sua vagina. Naquele momento percebi que ela foi à loucura, aumentando seus gemidos e rebolando no rítmo da minha língua. Virei-a de barriguinha pra cima e comecei a chupar aqueles peitos que cabiam perfeitamente em minhas mãos. -Morde! Soou como música aquele pedido em voz trêmula, mal continha a dor que sentia em meu pau angustiado querendo gozar. -Se masturba pra mim? -Assim vou acabar gozando gatinha! -Não vai não, quero ver você se masturbando de joelhos em cima da cama pra mim... Como resistir aos pedidos da minha virgem?! Comecei aqueles movimentos de vai e vem olhando-a me olhar de cima a baixo com carinha de putinha e quando ela percebeu que eu não agüentaria por mais tempo parou minhas mãos e beijou minha boca num beijo sufocante percorrendo meu pescoço, meus peitos, puxando com seus dentes meus pêlos, chupando, mordendo cada parte do meu corpo. Que tesão maluco eu senti! -Vou gozar gatinha! - disse já tremendo quase incontrolado. -Não goza agora não... Aquele pedido com voz de baixinha dengosa me fez segurar um pouco mais a onda, quando senti aquela boquinha ainda que desajeitada abocanhar meu pau em movimentos de vai e vem, circulares, brincando com a língua na cabeça do meu pau, as vezes parava, me olhava e começava tudo novamente, dava mordidinhas, fazia barulhinhos de prazer, eu via sua saliva escorrer por todo meu pau, parou por mais um instante e passou a língua em seus lábios olhando diretamente pra mim com um ar tão inocente e ao mesmo tempo provocante voltando a engoli-lo por inteiro. -Vou gozar! Ameacei tirar meu pau de sua boca, mas ela segurou forte meu pau com sua mão deixando-me gozar em sua boca bebendo tudinho sem deixar uma gota. Gemi de tanto gozar, nunca havia tido tanto prazer numa chupada. Tive receio em penetra-la, não sabia se ela queria que fosse assim, resolvi então deixa-la guiar a transa. Depois tomamos banho juntinhos, beijei todo aquele corpinho e eu já estava de pau duro novamente. Ouvi-a dizer que queria fazer amor comigo, senti meu pau entrando dentro dela, mas com cuidado pra não machucá-la. Peguei-a em meus braços e deitando-a na cama sequei seu corpo com a toalha e a cobri com um lençol fino. Ficamos deitados juntinhos beijando na boca fazendo muito carinho em seu corpo lambendo seu peitinho acariciando com minhas mãos, lambi sua barriga até chegar em sua vagina que suguei com prazer, lambia, chupava, dava leves tapinhas e ela se contorcia de prazer, gemia baixinho, dizia chupa. -Quero que me coma agora! Estremeci, gelei, cheguei a ficar arrepiado, seria a primeira vez que comeria uma virgem, ter alguém intocada, alguém só pra mim. Subi em seu corpo e aos poucos comecei a penetra-la, aquela vagina tão apertadinha, eu não conseguia sair do inicio da sua xereca e quanto mais eu forçava ela gritava, uivava de dor e prazer. Seus gritos me faziam sentir mais vontade de penetrá-la tive vontade de puxar sua cintura e meter com tudo, mas me segurei e entre todos aqueles gritinhos gozei dentro, aliás, quase todo dentro daquela cherequinha apertada. Minha bonequinha caiu em meus braços exausta e dormiu o sono dos Deuses. Passei todo final daquela semana tentando penetrar por completo aquela bucetinha e entre chorinhos e gemidos bem gostosos e manhosos levei mais um mês pra come-la por total. Minha vida agora se resume entre trabalhar e subir a serra todos os dias pra encontrar minha lindinha com carinha de criança e agora sim com corpo de mulher. Continua...