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Reconstituindo um Casamento (parte III)

Todo homem nasceu para servir. Após um momento de choro do Beto aos meus pés e alguns carinhos feitos por mim em sua cabeça (como uma dona faz em seu cãozinho), fomos para a boite, no caminho eu disse que ele passaria por um teste naquela noite e se não passasse, não me teria mais. Ele entendeu e ficou com medo do que viria, deu para ver em seus olhos. Quando chegamos ainda estava um ambiente vazio, a musica tocando baixa, fomos no balcão e pedimos wisque, apesar de muita gente nova, notei a presença de um cara de mais ou menos 40 anos, não tirava os olhos de mim e depois de muito tempo sentia vontade de olhar para outra pessoa, me sentia livre mas obrigada a mostrar ao Beto a nova Ana, a noite foi rolando e após várias idas ao banheiro para encarar o cara, decidi que já estava na hora da ação, mandei meu corninho ir me esperar no carro, que agora eu iria me divertir e que era para ele me obedecer e esperar que iríamos para casa em uma hora. Pude ver os olhos dele enchendo de lágrimas e isso me deu mais tesão ainda. Assim que ele saiu, me aproximei do cara, moreno alto 1,82 e muito gostoso, morava na capital e disse estar tarado em mim. Dançamos muito, me esfreguei como louca nele e após uma hora disse que teria que ir embora, ele disse que estava sem carro o que me deu uma ótima idéia de dar uma carona. Saí da boite abraçada com o Adriano, entramos na porta de traz do carro e começamos a nos beijar, pedi para o Adriano dizer ao Beto onde era para levá-lo e enquanto isso nos pegávamos no banco de traz, quando paramos na rua do hotel que o Adriano estava hospedado me abaixei e chupei até ter toda minha boca cheia com sua porra, o cara saiu do carro e passei para o banco da frente, mandei o Beto me beijar e a porra escorreu sobre nossos corpos. Ele novamente começou a chorar, dei os parabéns que ele tinha passado nos testes e que o amava muito, agradeci pelo seu esforço de ficar comigo ele me abraçou e fomos embora, não falamos mais nada até adormecermos. No outro dia acordamos e voltamos para Campinas, na semana seguinte mudei o guarda roupas dele, joguei roupas e todas suas cuecas fora, comprei roupas novas e as calcinhas que ele usara daqui em diante. Meu casamento está ótimo devagar ele esta aprendendo a ser empregado doméstico, escravo, minha putinha, corninho e a me servir cada vez mais. Hoje em dia já até levo alguns amantes mais duradouros para minha casa, onde o Beto nos serve como escravo e me limpa com a boca sempre que gozam em mim. Comprei um consolo para mim e outro para ele, e sempre uso como forma de castigo ou para o meu prazer, meu escravo sempre fica todo depilado o que faço com cera quente. Meu marido me confessou que se descobriu, que é o cara mais feliz do mundo, me agradece sempre com flores, presentes, agrados e sua fidelidade.